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LUPPA e MUDA recebem moção honrosa da Câmara Municipal do Rio de Janeiro

Publicado em: 18/07/2023 Escola Politécnica da UFRJ
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A Liga pela Universalização da Participação em Políticas Públicas Ambientais (LUPPA) e o Mutirão Universitário de Agroecologia (MUDA), projetos de extensão criados pelo Departamento de Recursos Hídricos e Meio Ambiente da Escola Politécnica da UFRJ, receberam moção de reconhecimento pelas ações socioambientais realizadas na cidade do Rio de Janeiro. A solenidade aconteceu no dia 30 de junho, na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, e contou com a presença de pesquisadores, mobilizadores e movimentos de agricultura urbana, justiça ambiental e conservação da biodiversidade.

O evento foi organizado pela equipe do vereador William Siri, que possui ações destinadas à Justiça Socioambiental, com foco na Zona Oeste do Rio. Desde 2021, o LUPPA realiza atividades na região através de parceria com o Fórum Socioambiental da Zona Oeste, as quais variam desde atividades de educação ambiental até participação em Conselhos Gestores de Unidades de Conservação e atuações em audiências e consultas públicas no território.

“A moção deixa claro a importância do papel da academia na formação e transformação da sociedade. As Políticas Públicas Ambientais devem ser para todos. Esse é um dos objetivos do LUPPA. Ficamos felizes, honrados e, sobretudo cientes da importância do nosso papel”, avaliou a coordenadora do LUPPA, Monica Pertel.

Já o MUDA foi agraciado na área de Meio Ambiente por suas ações na Ilha do Fundão, voltadas para a permacultura e agroecologia, que são práticas de convívio sustentável com a natureza. Atualmente, o projeto realiza o manejo agroflorestal e age em uma área de aproximadamente 4 mil m² de floresta agroecológica recuperada no Campus.

“Receber um prêmio como esse representa o reconhecimento pelo trabalho de 14 anos. Significa que a sociedade quer repensar seus hábitos de consumo e valorizar uma alimentação mais saudável, nutritiva e sem o uso de agrotóxicos. A homenagem recebida demonstra que um trabalho de muitos anos, originalmente concebido por alunos da Engenharia Ambiental, se consolidou, cresceu e hoje dá frutos para além do espaço geográfico do campus”, concluiu Heloisa Firmo, vice-coordenadora do MUDA.

Além da entrega de moções honrosas houve a entrega de Medalhas Pedro Ernesto, a principal homenagem prestada pelo Rio de Janeiro, a grandes nomes mobilizadores de agricultura urbana na cidade.

A solenidade foi transmitida ao vivo e pode ser visualizada no canal da Rio TV Câmara no YouTube, a partir dos 31 minutos:

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Minervas Rockets e Sats desenvolvem melhor projeto de engenharia da Spaceport America Cup

Publicado em: 18/07/2023 Escola Politécnica da UFRJ
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As equipes de competição da Escola Politécnica da UFRJ Minervas Rockets e Sats alcançaram a terceira colocação entre as mais de 150 equipes que participaram da Spaceport America Cup – maior competição de foguetes e satélites do mundo, que aconteceu entre os dias 11 e 27 de junho, no Novo México. Atrás apenas das universidades americanas de Cornell e de Maryland, a equipe brasileira também foi avaliada com o melhor projeto de engenharia e conquistou a maior pontuação na categoria. Esta foi a segunda participação da equipe, que ficou em 4º lugar em 2021.

Além de alunos da Engenharia da UFRJ, a equipe é composta por alunos da Física, Química, Biomedicina, Economia, Nanotecnologia, Astronomia, Jornalismo, Biblioteconomia, Defesa e Gestão Estratégica, Direito e do Centro de Ciências Matemáticas e da Natureza.

Coordenadas pelos professores Otto Rotuno Correa Filho e Alexandre Landesman, e com apoio também do Instituto Reditus e Faperj, as equipes levaram para o Novo México, o foguete Aurora, de três metros e 10 cm, com motor de combustível sólido, e o nanossatélite de Experimentos Astrobiológicos (MicrobioSat) – para competir no desafio Payload Challenge, onde os nanossatélites inscritos competiram como melhor projeto de Carga Paga, ou seja, carga que é transportada no foguete.

A competição teve seis categorias para foguetes: duas de combustível sólido para foguetes com motor COTS (comerciais, ou seja, já compra pronto), sendo uma de apogeu 3 km e outra de 10 km; duas de foguetes de combustível sólido SRAD (Student Research and Devoleped), ou seja, desenvolvido pela equipe), uma de apogeu 3 km e uma de 10 km; e duas de foguetes de combustível líquido ou híbrido SRAD, sendo uma de 3 km e outra de 10 km.

O protótipo possuía recuperação em dois estágios, isto é, com a abertura de um paraquedas para frear o foguete e, após isso, um paraquedas maior e principal para ele descer de forma lenta e chegar inteiro e seguro à terra. Também contou com eletrônica embarcada, desenvolvida pelo time, onde conseguiram monitorar diversos dados em tempo real do voo. “A equipe recebeu nota máxima em Recovery, o que significa que o foguete foi lançado e recuperado sem sofrer danos em seus módulos ou estrutura. Essa conquista foi muito elogiada pelos juízes da competição”, celebrou a presidente da Rockets, Julia Siqueira.

Segundo ela, universidades do mundo inteiro e grandes empresas do setor como a SpaceX estiveram presentes. “Foi uma grande oportunidade para absorver o máximo de conhecimento, tanto da competição quanto de outros projetos para aplicarmos em nossos laboratórios. Embora a equipe não tenha levado o troféu para casa, a sensação de vitória é plenamente justificada. O foguete Aurora foi o melhor em sua categoria, alcançando uma pontuação impressionante de 1036,4 pontos e apresentando uma precisão de voo de 97%”, avaliou.

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Prof. Menegotto da Politécnica-UFRJ lança novo livro sobre BIM

Publicado em: 18/07/2023 Escola Politécnica da UFRJ
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Com o objetivo de propor a estudantes de graduação e de pós-graduação a reflexão sobre a aplicação da tecnologia BIM em projetos de Engenharia, dentro do conceito de indústria 4.0, o professor José Luis Menegotto do Departamento de Expressão Gráfica da Escola Politécnica da UFRJ lançou em meados de junho, o livro “O modelo digital. Técnica e arte algorítmica em BIM”, publicado pela editora Interciência.

Entre os principais aspectos abordados no livro estão: revisar algumas questões teóricas acerca da tecnologia BIM, criticando a aceleração dos processos de criação motivada pelo seu uso e pelas tecnologias de IA recentemente difundidas; destacar fundamentos de modelagem e defender que os algoritmos sejam vistos como a memória formativa dos projetos que deve ser criada e preservada; e exemplificar algumas técnicas possíveis de associação BIM-GIS que está aplicando na modelagem do Centro de Tecnologia.

Segundo Menegotto, no início dos anos 2000 foi publicado por ele o livro “O Desenho Digital. Técnica e Arte”, que já tratava de suas experiências com a tecnologia CAD e a transformação digital dos processos projetuais. Passadas duas décadas, o professor considerou que seria um bom momento para continuar escrevendo sobre o tema, compilando algumas das suas recentes pesquisas.

“Hoje em dia, em tempos de ferramentas generativas quase autônomas, defendo entender o projeto como resultado de um ato de conhecimento e, os algoritmos, como a formalização desse ato, realizado por arquitetos e engenheiros que saibam responder sobre as decisões tomadas. Espero que o livro suscite uma perplexidade crítica sobre o uso da tecnologia BIM”, avaliou o professor.

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Paulo Alcantara Gomes, ex-reitor, é professor emérito da UFRJ

Publicado em: 05/07/2023 Escola Politécnica da UFRJ
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Com a presença da comunidade acadêmica e de autoridades de entidades da Engenharia, a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) realizou a cerimônia de entrega do título de Professor Emérito ao ex-reitor da UFRJ e professor da Escola Politécnica da UFRJ Paulo Alcantara Gomes. A emerência aconteceu no dia 30 de junho, no Salão Nobre do Centro de Tecnologia (CT).

As propostas de títulos de Professor Emérito da UFRJ devem ser submetidas ao Conselho Universitário, previamente, e devem ser objeto de parecer favorável, minuciosamente justificado, discutido e aprovado pela Congregação (ou equivalente) da Unidade (ou Órgão Suplementar) proponente e também de aprovação pelo Conselho de Centro. Paulo Alcantara teve o seu nome aprovado por unanimidade pelo Conselho Universitário para receber o título de emérito da instituição, no dia 27 de abril, a partir de proposta originada na Escola Politécnica da UFRJ.

A cerimônia de entrega do título foi conduzida pelo reitor da UFRJ em exercício, Carlos Frederico Rocha, que compôs a mesa oficial, juntamente com a diretora da Escola Politécnica da UFRJ, Cláudia Morgado; o decano do CT, Walter Suemitsu; os ex-reitores da UFRJ, Adolpho Polillo e Alexandre Pinto Cardoso; e Nelson Maculan Filho, que foi o orador. A Comissão de Honra foi composta por Aquilino Senra, Benjamin Ernani Diaz, Eduardo Qualharini, Flávia Moll, Richard Stephan e Sandoval Carneiro, e Paulo César Caetano.

“Hoje, a UFRJ saldou uma dívida com a própria UFRJ. Essa emerência já deveria ter sido realizada há muito tempo. Trata-se de um professor que conseguiu dar o seu melhor tanto na Escola Politécnica quanto na Coppe. Todos os prêmios que o Paulo Alcântara ganhou no Brasil e no exterior, demonstram a sua profunda dedicação, não somente à Educação, mas também à Engenharia, pois ele continua contribuindo mesmo depois de aposentado da UFRJ. É uma honra para todos nós tê-lo como membro da congregação”, destacou a diretora da Escola Politécnica, Cláudia Morgado.

Estiveram presentes para prestigiar o momento solene Carlos Antônio Levi da Conceição, ex-reitor da UFRJ; Paulo Alonso, reitor da Universidade Santa Úrsula; Sidney Mello, ex-reitor da Universidade Federal Fluminense (UFF); Nival Nunes, ex-reitor da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ); Gisele Vieira, vice-diretora do Cefet/RJ e representando a Diretoria da ABENGE; Cláudio Luiz Baraúna, ex-diretor da Escola de Engenharia da UFRJ e ex-decano do CT; Afrânio Gonçalves Barbosa, decano do Centro de Letras e Artes da UFRJ; e Roberto Medronho, novo reitor da UFRJ, que vai comprir o mandato de julho de 2023 a julho de 2027.

Graduado em Engenharia Civil pela antiga Escola Nacional de Engenharia, atual Escola Politécnica, e com mestrado e doutorado em Ciências em Engenharia Civil, ênfase em Estruturas pela Coppe/UFRJ, Paulo Alcantara ocupou diversas funções ao longo de sua trajetória na UFRJ, entre elas: diretor da Coppe (1978-1982); chefe de Departamento de Mecânica Técnica da Escola de Engenharia (1975-1977), atual Departamento de Estruturas; coordenador do Programa de Engenharia Civil da Coppe (1976); diretor-adjunto para o Desenvolvimento Tecnológico e para Novos Empreendimentos da Escola de Engenharia (1982-1985); vice-diretor da Escola de Engenharia (1982-1985); sub-reitor de Ensino para Graduados e Pesquisa (1985-1991); vice-Reitor (1991-1994) e reitor da UFRJ (1994 e 1998).

“Dou maior destaque ao exercício da reitoria da UFRJ, pelos desafios enormes, como, por exemplo, a luta por recursos que permitam o funcionamento das atividades acadêmicas, o apoio ao crescimento da pós-graduação, o fortalecimento das atividades de extensão, tanto em programas de natureza social, como na articulação universidade-empresa e o compromisso com a igual distribuição de oportunidades”, contou o homenageado.

Enquanto esteve à frente da Coppe, Paulo Alcântara também lembrou o ambiente inovador trazido por ela para as universidades brasileiras, com um modelo novo de pós-graduação, pela introdução do tempo integral, e também pelo fortalecimento da ideia de uma universidade capaz de contribuir fortemente para o desenvolvimento.

Também participou dos Conselhos de Ensino de Graduação (CEG), do Conselho de Ensino para Graduados e Pesquisa (CEPG) e do Conselho Universitário, foi presidente do Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras, presidente do SEBRAE/RJ, presidente da Rede de Tecnologia do Rio de Janeiro e presidente da Associação Brasileira de Educação em Engenharia. Ao longo de sua carreira recebeu diversas condecorações e prêmios, entre eles: Medalha da Ordem do Mérito Científico; a Ordem das Palmas Acadêmicas, do governo da França; e o prêmio Manuel Rocha, concedido pelo Laboratório Nacional de Engenharia Civil de Lisboa a pesquisadores e engenheiros.

Mas, segundo ele, sua maior realização foi ter sido professor dos cursos de graduação da Escola Politécnica, por cerca de 30 anos. “Lá, aprendi a dar valor à formação científica dos engenheiros, tive a oportunidade de contribuir para a reforma curricular dos cursos de engenharia, a partir da Resolução 48/76, do então Conselho Federal de Educação. Participei da reestruturação do Departamento de Mecânica Técnica, que se fundiu com o Departamento de Estruturas, e transitei como docente de Resistência dos Materiais, Isostática e Mecânica pelos cursos de Engenharia Civil, Naval, Mecânica, Elétrica e Produção. Foi um importante aprendizado, de grande valor para a minha vida profissional e pessoal”, revelou.

O homenageado teve suas características destacadas por colegas da Universidade durante a cerimônia de outorga. O professor Aquilino Senra, que conhece Paulo há 40 anos declarou:

“O Paulo antes de tudo é um grande amigo, uma pessoa que dedicou a vida à UFRJ. Ele foi um gestor que colocou o seu tempo livre e a liberdade que tem dentro da profissão para resolver problemas da instituição. Eu tenho uma grande admiração por ele. Hoje, a UFRJ reparou uma ação tardia, na presença de seis reitores.”

Já o professor emérito Nelson Maculan Filho resumiu: “Ser professor emérito é a coisa mais importante que alguém que já trabalhou na Universidade pode ser. Eu tenho vários títulos, mas é que eu mais prezo. Fiquei muito contente”.

No fim da cerimônia, o homenageado agradeceu:

“O título de Professor Emérito, embora honorífico, representa muito na carreira de um professor universitário. Ele é concedido, ouvidos o departamento de origem do professor, a congregação da Unidade, o Conselho de Coordenação do Centro e o Conselho Universitário. Ele traz em seu bojo uma forte dose de simbolismo, porque representa a confirmação do compromisso entre o docente e a universidade, de juntos continuarem a realizar ações que propiciem a constante melhoria da qualidade do ensino, a consolidação da pesquisa realizada nos seus laboratórios, e considerada como um dos fatores determinantes para o desenvolvimento do país, e a efetiva contribuição à eliminação das desigualdades sociais e regionais. A emerência é uma forma de manter o professor vinculado à universidade. Dessa forma, ela é para mim, motivo de grande honra e alegria”.

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Petroteam UFRJ garante vaga em campeonato mundial de conhecimentos sobre o setor do petróleo

Publicado em: 15/06/2023 Escola Politécnica da UFRJ
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Na última terça-feira (13), a equipe Petroteam UFRJ, formada pelos alunos de graduação em Engenharia de Petróleo da Escola Politécnica Felipe Tiba, Bruno de Almeida, Breno Andrade, Douglas Almeida e Gilles Dias, sagrou-se pela sexta vez campeã do regional do Petrobowl, em competição realizada em Trinidad e Tobago. Com um placar de 45 a 5 na final diante da UFF, os estudantes da UFRJ garantiram presença no mundial que será disputado em San Antonio, no Texas, entre os dias 16 e 18 de outubro.

A competição, que contou com a participação de mais de 15 universidades da América Latina e do Caribe, consistiu em um jogo tipo quiz (perguntas e respostas), envolvendo questões acadêmicas e não acadêmicas (ano da ocorrência de algum evento, nomes de CEO’s, eventos históricos, entre outras). O jogador que apertava primeiro entre os dois times que disputavam a partida, respondia à pergunta. Caso acertasse, a equipe somava 10 pontos, caso errasse, eram descontados 5 pontos.

O capitão do Petroteam, Felipe Tiba, celebrou a conquista:

– A competição foi muito interessante, com jogos bem difíceis, tanto é que perdemos a primeira partida da fase de grupos, muito em razão do nervosismo da equipe. Mas, após a derrota, não perdemos mais, chegando à final com uma tranquilidade emocional melhor. Foi um orgulho grande poder disputar com outra equipe brasileira e estender a bandeira do Brasil no lugar mais alto, o que demonstra o potencial do nosso país.

O professor Departamento de Engenharia Industrial e também coordenador da equipe, Rafael Charin, parabenizou os jovens estudantes – que neste ano contaram com o apoio da da Coppetec e da Repsol Sinopec Brasil:

“Essa conquista é muito importante para a Politécnica, em especial para o curso de Engenharia de Petróleo. Eu parabenizo estes jovens pela dedicação e seriedade nos estudos e treinos exaustivos, inclusive nos sábados. Eles conseguem fazer uma mágica estudando para disciplinas, estagiando e ainda jogando este desafio intelectual num nível de excelência, digno de muito orgulho”, avaliou.

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Fluxo Consultoria completa 30 anos de história

Profissionais de diferentes gerações contam suas experiências na maior empresa júnior do país
Publicado em: 15/06/2023 Escola Politécnica da UFRJ
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Maior empresa júnior do país, a Fluxo Consultoria completou 30 anos de história no último mês. Ao longo de sua trajetória passaram mais de 2 mil membros de diferentes unidades da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) – em sua maioria alunos de graduação da Escola Politécnica e da Escola de Química – que contribuíram para a entrega de mais de 1 mil projetos em Engenharia para mais de 900 clientes de diversos segmentos.

Atualmente, a empresa júnior (EJ) da UFRJ é a que mais fatura no país, com um valor vendido anual de R$ 8 milhões. Em 2019, a EJ atingiu a importante marca de R$ 1 milhão em seu faturamento durante a gestão de Rodrigo Farina, egresso do curso de Engenharia Civil. “A marca de R$ 1 milhão é algo que a Fluxo e a UFRJ devem se orgulhar. Crescemos 300% naquele ano para atingir essa meta e nos tornamos a maior empresa júnior do país, posto que nunca havíamos atingido e que não deixamos desde então”, destaca.

Farina conta que a experiência adquirida após participar de tantos projetos na Fluxo, deu a ele a bagagem necessária para fundar sua própria empresa, a Brota Company, maior startup de agricultura urbana da América Latina. “Tenho sócios que são ex-Fluxo, tenho investidores que são ex-Fluxo e tenho, especialmente, grandes amigos que carrego para a vida formados na Fluxo. Sempre digo e repito: a Fluxo te entrega o dobro de tudo que você entrega para ela”, reconhece o egresso.

Ele revela ainda que a EJ é um ambiente de testes, quase sem riscos, sendo a “categoria de base” ideal para o profissional do futuro. “Se você deseja aprender sobre projetos, marketing, gestão financeira ou qualquer outra coisa, pode fazer isso na Fluxo, em um ambiente de alta flexibilidade, grande apoio de outros profissionais e sem os riscos e entraves que você encontra no ambiente sênior”, disse.

O atual presidente da Fluxo, Matheus Melo, também concorda com Farina e reforça a importância do planejamento e entende que a receita para o sucesso está no comprometimento de cada integrante, apoio das instituições e dos professores em suas ações, aprendizado contínuo entre gerações e investimento em pesquisa e inovação.

“A Fluxo é uma empresa que em sua essência acredita e preza pela valorização do seu passado, pois acreditamos que é através do nosso legado que podemos aprender para crescermos mais e alcançar patamares nunca alcançados. É por conta de toda a expertise acumulada durante esses 30 anos que conseguimos alcançar o nível que estamos hoje, e, com certeza, tudo isso será a base para os objetivos ainda maiores que temos pela frente. Sempre valorizando a coragem e a determinação necessárias para promover as mudanças em prol do futuro”, comenta.

Já a coordenadora da Fluxo e também diretora-adjunta de Carreira e Empreendedorismo da Escola Politécnica, Maria Alice Ferruccio, explica os alunos recebem toda orientação de professores da UFRJ para o desenvolvimento dos trabalhos, desde o planejamento dos serviços de consultoria em engenharia e gestão até a entrega ao cliente. 

– Analisamos com as equipes as demandas dos clientes; aprovamos o cronograma de atividades, e definimos as metodologias de aplicação e as soluções que serão apresentadas aos clientes. Acompanhamos de perto cada projeto para que os alunos consigam atingir os resultados esperados.

Início desafiador

O fundador-presidente da Fluxo, à época “Empresa Júnior de Engenharia da UFRJ”, Augusto Antoun, aluno do curso de Engenharia de Produção, diz que naquele tempo o conceito de empresa júnior ainda era muito pouco conhecido dentro das universidades brasileiras. 

“Era uma novidade no país, não existiam referências por aqui. Foi um processo muito longo e  burocrático, demorando quase dois anos para ser concluído devido aos trâmites internos da UFRJ e o ineditismo do conceito. Tínhamos conversas frequentes com o decano (Prof. Mario Petzhold), professores da então Escola de Engenharia da UFRJ, da Engenharia Química e com a Coppe. Quem nos apoiou foi Prof. Petzhold e a nossa referência, a EJ da USP, a primeira EJ de engenharia do país. A assinatura do contrato social de abertura da júnior teve o peso da entrega de um projeto, o primeiro de todos nós. Foi um momento emocionante pois tínhamos o receio de nos formar sem vê-lo entregue. Poucas semanas depois colamos grau”, lembrou o engenheiro que não esconde sua gratidão pela UFRJ.

– Acredito que, junto com meus amigos de turma, deixei um legado para os alunos que nos sucederam. No meu caso, me senti satisfeito em retribuir à sociedade uma fração do que ela havia me oferecido através da UFRJ até aquele momento, e as portas que ela já estava me abrindo no mercado de trabalho. Poucos anos depois eu fiz um curso nos EUA e pude ver como é comum a doação de ex-alunos para as universidades onde eles se formam. Para todos nós foi um enorme aprendizado todo o processo de criação da empresa júnior, uma oportunidade a mais que a universidade nos deu. Certamente que toda articulação que foi feita ao longo do processo  de criação da Fluxo me ajudou no início da minha vida profissional.

Prêmios certificam qualidade e excelência

Por cinco anos consecutivos (2018, 2019, 2020, 2021, 2022), a Fluxo Consultoria ficou em 1°lugar no ranking das Empresas Juniores do Brasil e também já foi contemplada por inúmeros títulos estaduais, nacionais e internacionais. Por exemplo, os prêmios de maior Empresa Júnior do Brasil, nos anos de 2018, 2019, 2020, 2021 e 2022; o prêmio de 1° lugar no case estratégico do Conselho Global de Empresas Juniores (JEWC), que é concedido pela apresentação do case no Junior Enterprise World Conference  2014, na Suíça; o prêmio de Alta performance concedido pela Riojunior, devido ao excelente desempenho alcançado tanto em 2018 como em 2020, além de outros.

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LIpE auxilia estudantes do ensino médio da rede estadual na aprendizagem de programação e lógica

Publicado em: 15/06/2023 Escola Politécnica da UFRJ
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Alunos do ensino médio dos CIEPs 165 Brigadeiro Sérgio Carvalho e 196 São Teodoro, da Zona Oeste do Rio, que participam dos cursos de programação, infraestrutura e lógica – sob supervisão de membros do Laboratório de Informática para Educação (LIpE) da Escola Politécnica da UFRJ, apresentaram no dia 1º de junho, durante a 12ª SIAc – Semana de Integração Acadêmica da UFRJ, os trabalhos que têm sido desenvolvidos em cada unidade escolar. A iniciativa, que começou em 2017, já impactou mais de 300 alunos.

Os cursos têm como objetivo apresentar ferramentas tecnológicas relacionadas à programação como Python e Scratch, acompanhar o aprendizado dos alunos – dando todo suporte necessário, e estimular o raciocínio lógico, além de fomentar o interesse na área. 

Inicialmente, as aulas eram conduzidas por extensionistas da graduação da Escola Politécnica. A partir de 2018, os próprios alunos da escola que haviam feito os cursos anteriores assumiram a condução das aulas, contando ainda com apoio e supervisão do LIpE. Todo conhecimento adquirido pelos alunos dos CIEPs é transmitido dos veteranos para os mais jovens, garantindo assim a aprendizagem contínua. Atualmente, acompanham essa atividade oito extensionistas da graduação da Escola Politécnica e mais dois de pós-graduação do Laboratório de Informática e Sociedade (LabIS) da Coppe.

“Temos uma filosofia africana que levamos durante anos, o Ubuntu, que se baseia em uma corrente de solidariedade, onde compartilhamos aprendizado, assim os alunos se tornam monitores/instrutores e passam seus conhecimentos anteriormente adquiridos para os próximos”, explicou Anna Beatriz Azevedo, que está no 2º ano do CIEP Brigadeiro Sérgio Carvalho.

Segundo a aluna, recentemente o projeto foi ampliado na escola, conseguindo formar uma turma de 30 alunos em Python. “Ainda estamos em processo de desenvolvimento e esperamos crescer cada vez mais. Idealizamos novos cursos, tais como o de edição de vídeo, contanto com um espaço maker que está em construção. É extremamente gratificante fazer parte desse projeto tão lindo que oferece conhecimento gratuitamente para muitos que em sua maioria não teriam acesso a um curso pago”, pontuou.

Já Luane Couto, ex-aluna do CIEP 165 e ainda colaboradora nos cursos, comentou as dificuldades ao longo do projeto. “A sala de informática estava abandonada, mas com a parceria da UFRJ conseguimos restabelecê-la. Desde então, disponibilizamos cursos gratuitos para os alunos da nossa escola”, disse a ex-aluna.

Para o coordenador do Laboratório de Informática para Educação (LIpE), Ricardo Jullian, estes projetos são muito importantes:

–  Depois de décadas buscando formas de aproximar a computação da escola pública, finalmente encontramos um caminho bastante promissor. Mesmo com a pandemia, o projeto conseguiu seguir crescendo. Talvez o trabalho em equipe e a solidariedade construída entre todos os envolvidos seja até mais importante que os conceitos de programação de computadores que são adquiridos e repassados.

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Barreira para impedir a passagem do lixo flutuante é instalada na Prainha, na Ilha do Fundão

Publicado em: 14/06/2023 Escola Politécnica da UFRJ
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O projeto socioambiental Orla Sem Lixo, vinculado à Escola Politécnica da UFRJ, deu mais um importante passo para contribuir com a redução da poluição na Baía de Guanabara. No dia 7 de junho, um trecho da Prainha, que fica na Ilha do Fundão, recebeu uma barreira de aproximadamente 250 metros, com o objetivo de impedir a passagem do lixo flutuante, preservar o Meio Ambiente e garantir a subsistência de pescadores da região. A barreira está instalada numa área experimental de restauração de praia, dentro das ações do desenvolvimento da Orla da Enseada do Fundão, que busca também, deter o processo erosivo que a orla vem sofrendo.

“Temos um horizonte de quatro anos para alcançarmos o ciclo completo, desde a interceptação do lixo flutuante, coleta, transporte, desembarque e a reciclagem química. Para a reciclagem tem um grupo do projeto que está trabalhando numa planta experimental, que busca entender que lixo é esse e também o seu potencial de retorno monetário”, explicou a coordenadora do projeto, Susana Beatriz Vinzon, também professora do Departamento de Recursos Hídricos e Meio Ambiente da Politécnica-UFRJ.

A ação aconteceu durante toda manhã e contou com apresentações sobre a tecnologia aplicada na enseada e exposição sobre o projeto. Também estiveram presentes o reitor da UFRJ em exercício, Carlos Frederico Rocha; o prefeito da UFRJ, Marcos Maldonado; o subsecretário de biodiversidade da Prefeitura do Rio de Janeiro, Helio Vanderlei; representantes da Associação de Pescadores Artesanais da Prainha (Apap) e das empresas apoiadoras da iniciativa, entre elas o Grupo Fundação Boticário.

Segundo o presidente da Apap, Renato dos Reis de Oliveira, a pesca na região está comprometida, o que tem impactado na renda de mais de 50 famílias de pescadores. “Nos últimos anos os pescadores vêm pegando muito lixo na rede como garrafas PET, colchão, sofá e até uma geladeira. Isso acaba estragando a rede, além de gerar um esforço físico maior dos pescadores, principalmente daqueles que já têm algum problema na coluna. É da pescaria que nós conseguimos o sustento e a presença dos peixes está cada vez menor por conta da poluição. Há dois anos conseguíamos tirar de três a cinco caixas cheias de peixe. Agora, tiramos apenas uma caixa”, revelou o presidente da Apap.

As barreiras foram fabricadas com material doado para uma empresa que fabrica tecido para aplicações de engenharia. Já os flutuadores são feitos de um material de ráfia, recheados de isopor reciclado de empresas fabricantes de pranchas de surf. “Trata-se de uma tecnologia muito simples, mas a ideia é ir melhorando a partir desse material, que está sendo instalado de forma experimental”, contou a coordenadora do projeto.

Enquanto alguns membros do projeto auxiliavam na instalação das redes, outro grupo atuava na coleta de lixo presente ao longo do banco de areia. Entre eles estava a aluna do quinto período de Engenharia Ambiental Maria Eduarda Piumbini, que iniciou recentemente suas atividades no Orla Sem Lixo.

“Tenho trabalhado na área de monitoramento ambiental e conseguimos ver a diferença de uma área protegida por barreiras e outra sem qualquer proteção. As plantas começam a crescer, tem muito mais vida. Além disso, o projeto está me fazendo desenvolver um pouco mais a minha conscientização. Não imaginava que as praias da UFRJ fossem tão poluídas assim. É algo que está muito ao nosso alcance”, contou.

Orla Sem Lixo

Contemplado pelo edital Cientista do Nosso Estado da FAPERJ, o projeto conta com a participação de mais de 70 integrantes, entre eles, professores, alunos de graduação, mestrado, doutorado e iniciação científica da UFRJ, UFF e IFRJ. A iniciativa busca desenvolver soluções efetivas e sustentáveis capazes de barrar, coletar e reciclar o lixo flutuante que desemboca na baía e ao mesmo tempo criar um modelo de geração de trabalho e renda.

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Professores da Metalurgia e da Naval UFRJ conquistam Prêmio Inventor Petrobras 2023

Publicado em: 14/06/2023 Escola Politécnica da UFRJ
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Os professores Cesar Camerini, Gabriela Pereira, Theodoro Antoun e discentes vinculados aos departamentos de Engenharia Metalúrgica e de Materiais e Engenharia Naval e Oceânica da Escola Politécnica da UFRJ, e aos programas de pós-graduação da Coppe/UFRJ, receberam na última quarta-feira (24/5), o Prêmio Inventor Petrobras 2023. A cerimônia aconteceu no Centro de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação Leopoldo Américo Miguez de Mello (Cenpes).

Desenvolvida em parceria com a Cenpes/Petrobras, a patente premiada dos professores Cesar Camerini e Gabriela Pereira diz respeito a uma ferramenta de inspeção de baixo custo para detecção de derivações e corrosão em linhas de transporte de derivados de petróleo com o objetivo de aumentar a frequência de monitoramento e a segurança das operações.

Segundo os autores, a inovação parte de uma solução tipo PIG instrumentado, já consolidada, porém empregando novos elementos construtivos que simplificam o processo de inspeção e viabilizam um uso rotineiro, entre eles: sensores de indução eletromagnética, que operam com base na técnica de correntes parasitas, incorporados em um corpo leve de espuma, típico de ferramentas para limpeza, resultando em uma combinação atraente de alta sensibilidade e portabilidade para o processo de inspeção.

Possuindo um peso de aproximadamente 10 kg, oferece cobertura de sensoriamento total na parede interna do duto. Segundo os professores, testes de campo realizados já apresentaram excelentes resultados da ferramenta, que pode, futuramente, contribuir como uma alternativa às ferramentas tradicionais de inspeção para inspeção de dutos rígidos.

“É uma premiação coletiva, um reconhecimento do compromisso do DMM/PEMM com a excelência acadêmica. Trabalhar com P&D de ponta no país é um esforço diário, mas temos a convicção que são os resultados de P&D que irão moldar o futuro da indústria de energia do país. Estamos muito felizes com a premiação e motivados para seguir com novos desafios”, celebrou o professor Cesar Camerini.

Já os professores Theodoro Antoun da Engenharia Naval da Politécnica e Luciana Loureiro do CEFET-RJ desenvolveram uma aplicação na área de inspeção de dutos de transporte de combustíveis terrestres, principalmente no campo de dispositivos acústicos que realizam inspeção periódica de dutos que transportam hidrocarbonetos para localização de vazamentos ou derivações clandestinas.

De acordo com o professor, o furto de combustíveis tem sido um grande problema para muitos operadores de dutos de transporte de hidrocarbonetos em todo o mundo. “Esse furto é conhecido como trepanação ilegal e traz grande prejuízo financeiro às indústrias, especialmente as do setor de óleo e gás”, avaliou Antoun.

“É uma honra receber pela segunda vez o Prêmio Inventor Petrobras, fruto do trabalho de uma qualificada equipe envolvendo professores, alunos e técnicos. O depósito da patente é o primeiro passo do processo de inovação. Estamos trabalhando agora na comercialização do produto para que possa efetivamente produzir frutos para o mercado, com impactos econômicos, sociais e ambientais”, comentou o professor da Escola Politécnica.

Professores e discentes premiados:

Inspeção da condição da superfície interna de dutos
Professores: Cesar Camerini e Gabriela Pereira (Politécnica-UFRJ)
Discentes: Lucas Braga (mestrado do PEMM), Vitor Manoel (doutorado do PEMM) e Daniel Mendes (doutorado do PEE).

Inspeção de dutos de transporte de combustíveis terrestres
Professores: Theodoro Antoun (Politécnica-UFRJ) e Luciana Loureiro (CEFET-RJ)
Discentes: Allan Anderson Gonçalves Ferreira (doutorado do PENO), Débora Ladeira (mestrado do PENO), Marina Alves Brum Lisboa (mestrado do PENO) e Juliana Carrozzino Vilela (graduação em Engenharia Mecânica da Politécnica-UFRJ)

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PEA e PR2 colaboram em projeto social no Conjunto de Favelas da Maré

Publicado em: 13/06/2023 Escola Politécnica da UFRJ
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O Programa de Engenharia Ambiental da Escola Politécnica e da Química da UFRJ (PEA/UFRJ), em parceria com a Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa da UFRJ (PR2/UFRJ), está colaborando com o projeto Núcleo Ecoclima, iniciativa da ONG Redes da Maré e da Petrobras. Ao longo de 24 meses, 20 bolsistas do ensino médio e superior e também moradores do Conjunto de Favelas da Maré vão participar de um curso sobre os impactos das mudanças climáticas e das ações humanas no Meio Ambiente.

De acordo com a coordenadora do Programa de Engenharia Ambiental (PEA/UFRJ), Lidia Yokoyama, a instituição promoverá cursos lúdicos sobre temas da Educação Ambiental e da Engenharia Ambiental, usando Metodologias Ativas de Aprendizagem. Além disso, contribuirá com a implementação de pilotos adaptados aos espaços físicos de uma comunidade, tais como: telhado verde, compostagem, tratamento de esgoto e aproveitamento do biogás, recuperação do manguezal no entorno, reciclagem de resíduos de plásticos e eletroeletrônicos.

Foto: Patrick Marinho/Redes da Maré

“Este projeto é de grande importância para a UFRJ, decorrente da participação e contribuição direta dos alunos e professores do curso de graduação em Engenharia Ambiental e do PEA/UFRJ. Dessa forma, o projeto estará alinhado com as políticas públicas da ONU, contribuindo aos ODS #6 (Água Potável e Saneamento), ODS #3 (Saúde e Bem Estar), ODS#13 (Ação contra a Mudança Global do Clima), com efeitos nos ODS #14 (Vida na Água)e ODS # 15) e promovendo o ODS #12 (Consumo e Produção Responsáveis)”, explica Lidia Yokoyama.

Para isso, os professores do PEA/UFRJ Ana Lucia Nazareth, Cristina Nassar, Elen Pacheco, Lídia Yokoyama, Marcos Barreto, Monica Pertel e Ofélia Queiroz irão lecionar aulas em formato remoto e presencial para estes jovens, com o propósito de melhorar a educação e aumentar a conscientização de moradores para temas como reciclagem de resíduos, reuso de água, redução de calor, entre outros.

“A PR2 apoia e dará todo o suporte necessário para que projetos que unifiquem a extensão, ensino (graduação e pós-graduação) e pesquisa aconteçam porque será por meio destes projetos, que trazem a tecnologia para a sociedade, que faremos uma verdadeira ressignificação dos projetos de pesquisa associados a extensão na UFRJ”, destacou a professora Denise Maria Guimarães Freire, Pró-reitora de Pós Graduação e Pesquisa da UFRJ (PR-2/UFRJ).

Mais informações sobre a iniciativa em https://www.redesdamare.org.br/br/info/84/ecoclima.