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Colação de grau da Escola Politécnica forma novos engenheiros

Publicado em: 18/06/2024 Escola Politécnica da UFRJ
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A Escola Politécnica da UFRJ realizou a colação de grau dos engenheiros 2024.1, em duas cerimônias realizadas no auditório Horta Barbosa no Centro de Tecnologia da UFRJ. Participaram da colação 209 formandos. Na cerimônia do dia 17 de junho, colaram grau os formandos das Engenharias de Ambiental, Civil, Naval e Oceânica, Petróleo e Produção. Já no dia 18, colaram grau os formandos das Engenharias de Computação e Informação, Elétrica, Eletrônica e de Computação, Nuclear, Materiais, Metalúrgica, Controle e Automação, e Mecânica.

Veja o que disseram alguns formandos:

“A formatura representa o fim de um ciclo importante para minha formação pessoal e profissional. A Escola Politécnica me deu oportunidades de aprendizado únicas que levarei para toda minha vida. Daqui para frente seguirei meu caminho, aplicando esses conhecimentos, retribuindo o investimento da sociedade em mim e de indo atrás dos meus sonhos” – Ivan Silveira, Engenharia de Materiais.

“Me tornar engenheira mecânica pela UFRJ é motivo de orgulho e resultado de muita dedicação, perseverança e resiliência. É a realização de um sonho que começou lá atrás quando eu ainda não fazia nem ideia do universo que ser filha da Minerva poderia me proporcionar. Espero poder continuar buscando cada vez mais evolução pessoal e profissional e quem sabe, um dia em uma pós ou mestrado, voltar pros braços da Minerva” – Faenna Araujo Karolidis, Engenharia Mecânica.

“A colação de grau representa a culminância de todo o esforço e tempo que eu dediquei à minha carreira acadêmica até agora. É um alívio e uma marca do fim desse período da minha vida, da transição de aluna para profissional, e espero que me permita entrar no mercado de trabalho com tranquilidade e liberdade de escolha”, – Barbara Guerra Neumann, Engenharia Metalúrgica.

“Como estudante de engenharia vivemos muitos desafios ao longo da nossa graduação e ter a possibilidade de finalizar parece até uma vitória, e é, mas mais do que qualquer coisa é apenas o inicio de uma longa jornada que é o resto das nossas vidas. Muito me alegra saber que a partir de hoje sou uma engenheira formada pela melhor faculdade federal do país e espero poder fazer jus ao investimento que recebi dos meus professores, pais e instituição”, – Larissa Paizante, Engenharia Nuclear.

“É a conclusão de mais uma das muitas etapas da vida até agora. A epítome da minha vida de estudos e o começo de uma nova jornada de vida”, – Felipe Assis, Engenharia de Computação e Informação.

“O sentimento é duplo: gratidão e realização de um lado e responsabilidade de outro. Fui contratado para atuar como engenheiro em uma empresa especializada em seguros de embarcações e já tive oportunidade de realizar inspeções técnicas em navios de mais de 300 metros de comprimento. Me sinto preparado para enfrentar os desafios que virão nessa caminhada que agora apenas se inicia”, – Mikael Strauhs, Engenharia Naval e Oceânica.

“Me formar hoje em engenharia pela Escola Politécnica da UFRJ é a realização de um sonho não apenas meu, mas de toda a minha família. Sou a primeira da minha família a me formar uma universidade pública e sou muito grata por ter tudo essa oportunidade. Vou levar pra sempre as melhores experiências que vivi na Poli, em especial no Centro Acadêmico de Engenharia – CAEng, onde conheci amigos e aprendi sobre como é possível mudar a nossa realidade a partir do trabalho coletivo” – Thaís Rachel Zacharia, Engenharia de Petróleo.

“Concluir o curso de engenharia representa mais uma etapa concluída. Espero que o encerramento deste ciclo abra muitas portas para o meu crescimento profissional e que me apresente novos desafios pela frente”, – Larissa Bastos, Engenharia Civil.

Confira a lista de formandos:

ENGENHARIA CIVIL
Caio Gabriel Ferraz Souza de Sousa
João Victor Barboza Rodrigues Larissa Fialho Bastos
Matheus Barbosa Ferreira Alves
Matheus Rocha Valadão
Ana Clara Fernandes Zanon De Moraes
Bruno Guilherme Corrêa Silva
Cinthia Gomes Moreira
Fernando Arenhardt Gonçalves
Iane Loise Moreira Gomes
João Pedro Carvalho de Lima
Maria Luisa Rodrigues Lado
Matheus de Souza Lopes
Mateus Oliveira Bernades
Mayara Ribeiro Leal
Paul Richard Marques Acurcio
Paulo Fortuna Bernardes Filho
Rebecca Regina Azeredo Neri
Rodolfo Torres de Carvalho Barboza
Thamires da Silva Pereira
Victor Aranha Caneca Moreno Fontes
Yan De Azevedo Monteiro

ENGENHARIA AMBIENTAL
Bruno Pereira de Souza Bezerra
Desirée Bento Pace
Dora Cavaliere Chaves de Melo
Fernanda Fidalgo Santoro
Fernanda Rabello Tannure Gonzalez
Isamara Cristina Oliveira Nogueira
Juliana Ya Lan Tan Chen
Manoela Menna Barreto Paulos
Raphaela Moreira Bertolotti
Julia Glockl Moraes
Luca Apolonio dos Santos
Olívia Andrade Ávila Ribeiro Silva

ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
Alexandre Capelo Forni
Arthur Otero Drummond
Caio Amaral Marins
Daniela Nunes Fornasari
Giovana Carvalho Veiga
Izabella Gatto Ramos
Laila Gripp Mannheimer
Laís Chamat Marques da Silva
Leonardo Augusto Grutt Blois
Luís Henrique Soares de Oliveira e Silva
Marcela Aguiar Madruga
Marcelo Alves de Arruda Bezerra
Nicolas Monteiro Drummond
Thais Lettieri Dezan
Victor Parente Lameiras
Vitória Nunes Abreu Barbosa
Yuri Soares Da Costa
Geisa Santos Baliza
Jessica Sarah Dos Santos Ribeiro
Maíra Dos Santos Bernardo
Gabriel Lemos Sellera
Mikael Proença Strauhs

ENGENHARIA DE PETRÓLEO
Thaís Rachel George Zacharia

ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO E INFORMAÇÃO
Felipe Martins Fernandes De Assis
Guilherme Bergman De Souza
Gabriel Gazola Milan
Juliana Fernandes Dal Piaz
Matheus Schmidt Tagomori
Mayara Azevedo Aragão

ENGENHARIA ELÉTRICA
Daniel Dobrochinski Maia
Gabriel Martins Malta Belmok
Iago Silva De Oliveira
Arthur Manoel da Silva Amorim
Bryan Bessa Pereira Porto
Caio Coelho da Silva Ferreira
Hiury Ivo Vieira Oliveira Prado
Leonardo Braga Sales De Souza
Rodrigo De Oliveira Silva

ENGENHARIA ELETRÔNICA E DE COMPUTAÇÃO
Alcides Novo Ribeiro
Felipe Botelho Nunes da Silva
Felipe Vianna Rodrigues
Gabriel Baldi Levcovitz
Gabriel de Lima Moura
Gabriel Parracho dos Santos Leal
Gabriel Santos Madruga Oliveira
Giuliano Prestes Fittipaldi
Leonardo Solé Rodrigues
Rafael Tadeu Cardoso dos Santos
Ana Thais Castro De Santana
Leonardo Barreto Alves
Lucas De Souza Tiné
Lucas Lessa Rodrigues
Renan Vieira Marques De Souza Passos

ENGENHARIA NUCLEAR
Larissa Paizante Santos da Silva
Matheus da Cruz Silva
Diego José Silva Nuzza de Souza

ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
Michelly de Jesus Teixeira
Rogério Henrique Bertoldo da Silva

ENGENHARIA METALÚRGICA
Barbara Guerra Neumann
Paloma Ribeiro de Oliveira

ENGENHARIA DE MATERIAIS
Barbara Guerra Neumann
Ian Moraes de Assis Freitas
Ivan de Sousa dos Santos Silveira
Miguel Araujo e Silva
Paloma Ribeiro de Oliveira

ENGENHARIA MECÂNICA
Antonio Vinícius Varandas Pires
Brenda dos Santos Macedo Rodrigues
Diego Mamede Nogueira
Faenna Araujo Karolidis
João Pedro Fróes Skaba
Mateus Ramos da Cruz
Rômulo Rocha dos Santos
Tomás Vellasco Pereira Ravaglio
Amanda Kezen Vieira Hardman Leite
Anna Bárbara Serejo Coimbra
Arthur Loureiro Sartorio
Daniel Cirino Duek
Daniel Sidney Domingos Pereira
Gabriel Martins Coimbra
Lucas De Oliveira Amante Dos Santos
Matheus Rodrigues Do Amaral
Pedro Viana Lemos De Abreu
Ricardo Ribeiro Fernandes Mendes
Rodrigo Antunes Tanajura
Tiago Pintor Cabral

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Edital da Faperj que incentiva participação feminina nas Engenharias contempla dois projetos da Escola Politécnica

Publicado em: 14/06/2024 Escola Politécnica da UFRJ
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As professoras da Escola Politécnica da UFRJ Monica Pertel e Inaya Lima tiveram seus projetos aprovados na segunda edição do Programa Meninas e Mulheres nas Ciências Exatas e da Terra, Engenharias e Computação, edital da Faperj que visa apoiar a participação feminina em áreas em que tradicionalmente a presença masculina ocorre com mais frequência. No total foram selecionados 33 projetos, de um total de 74 propostas recebidas, e o resultado foi divulgado no último dia 13 de junho.

O edital prevê incentivos voltados para promover o despertar do interesse vocacional de meninas e mulheres da Educação Básica (Ensino Fundamental, a partir do 6º ano e Ensino Médio) e do Ensino Superior para a pesquisa científica e tecnológica nas áreas contempladas pelo programa (Ciências Exatas e da Terra, Engenharias e Computação), com projetos desenvolvidos em escolas públicas do estado do Rio de Janeiro.

Os recursos alocados para o financiamento dos projetos aprovados são da ordem de R$ 3,5 milhões, existindo ainda a possibilidade de concessão de bolsas nas seguintes modalidades: Pré-iniciação Científica (Jovens Talentos – JT), Iniciação Científica (IC) e Treinamento e Capacitação Técnica (TCT).

Prof.ª Monica Pertel

O projeto Kuña Ñandejara: Construindo Futuros através da Bioconstrução, de autoria da professora Monica Pertel do Departamento de Recursos Hídricos e Meio Ambiente da Politécnica-UFRJ busca levar práticas sustentáveis para o CIEP 441 Mané Garrincha no contexto de empoderamento feminino, aproximando meninas e mulheres das ciências exatas, sobretudo nas universidades e no mercado de trabalho. O projeto objetiva também a construção e monitoramento de um laboratório de ecossaneamento, construído por meio de técnicas de bioconstrução para implementação de sanitários secos na escola.

Prof.ª Inaya Lima

Já o projeto Meninas como Futuras Líderes na Ciência Nuclear, de autoria da professora Inaya Lima do Departamento de Engenharia Nuclear da Politécnica-UFRJ, alinha-se aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, promovendo igualdade de gênero e educação de qualidade no setor nuclear. Envolverá escolas e professores, oferecendo 12 bolsas para jovens talentos, três bolsas de Iniciação Científica para alunas da Engenharia Nuclear da UFRJ, e cinco bolsas de capacitação para professores das escolas públicas participantes.

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Escola Politécnica recebe visita de delegação da Marinha do Brasil

Publicado em: 13/06/2024 Escola Politécnica da UFRJ
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Na manhã desta quinta-feira (13/6), a Escola Politécnica da UFRJ recebeu a visita de uma delegação da Marinha do Brasil, com o intuito de estreitar a relação entre as instituições e fomentar possíveis parcerias acadêmicas. O grupo também conheceu o trabalho realizado pela instituição na formação acadêmica e na área de investigação e desenvolvimento tecnológico, especialmente no setor nuclear.

O encontro foi organizado pelo chefe do Departamento de Engenharia Nuclear da Escola Politécnica da UFRJ (DNC), professor Su Jian, e pela professora da Escola Politécnica e também coordenadora do Programa de Engenharia Nuclear da Coppe/UFRJ, Inaya Lima. Também estiveram presentes no evento a diretora da Escola Politécnica da UFRJ, Cláudia Morgado; coordenadores dos programas e cursos, e representantes da Coppe e da decania do Centro de Tecnologia (CT).

O Almirante de Esquadra Alexandre Rabello, que assumiu recentemente a direção geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha (DGDNTM) proferiu uma palestra sobre o tema “O Sistema CI&T da Marinha do Brasil”, com interação direta com os alunos tanto de graduação quanto de pós-graduação da Engenharia Nuclear. A palestra proporcionou uma visão aprofundada sobre as iniciativas tecnológicas e de inovação da Marinha, que contribuem significativamente para o desenvolvimento e a segurança do setor nuclear no Brasil.

Segundo o Almirante de Esquadra, investir em capacitação e tecnologia nuclear é um compromisso com o presente e com as gerações futuras. “Toda a tecnologia nuclear para o Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB) está sendo desenvolvida no Brasil, com a participação relevante das universidades. Essa tecnologia autóctone não se aplica exclusivamente para fins de defesa, mas também em setores como medicina nuclear, agricultura e segurança alimentar, fortalecendo setores da indústria nacional de importância estratégica para o desenvolvimento econômico do país”, disse.

Após a palestra, a delegação visitou alguns laboratórios da UFRJ, entre eles: Laboratório de Análises Ambientais e Simulação Computacional (LAASC); Laboratório de Controle e Automação, Engenharia de Aplicação e Desenvolvimento (LEAD); Laboratório de Monitoração de Processos (LMP) e Laboratório de Nano e Microfluídica e de Microssistemas (LabMEMS).

“A colaboração entre a UFRJ e a Marinha do Brasil é fundamental para o avanço da engenharia nuclear no país. Esta parceria fortalece a pesquisa, a inovação tecnológica e a capacitação dos nossos profissionais, beneficiando tanto os programas de pós-graduação quanto de graduação. Valorizamos essa aliança, que amplia oportunidades para nossos alunos e pesquisadores e promove a excelência acadêmica em prol da soberania nacional”, avaliou a professora da Escola Politécnica e organizadora do evento, Inaya Lima.

A comitiva, chefiada pelo Diretor-Geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha, Almirante de Esquadra Alexandre Rabello de Faria, contou com a presença do Diretor do Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo, Vice-Almirante (Engenheiro Naval) Celso Mizutani Koga, do Diretor do Centro Tecnológico da Marinha no Rio de Janeiro, Contra-Almirante Alexandre de Vasconcelos Siciliano, do Diretor do Centro de Projetos de Sistemas Navais, Contra-Almirante (Engenheiro Naval) Márcio Ximenes Virgínio da Silva, e outras autoridades militares do Instituto de Pesquisas da Marinha, do Instituto de Estudos do Mar Almirante Paulo Moreira, do Centro de Análise de Sistemas Navais da Marinha e do Centro Tecnológico do Corpo de Fuzileiros Navais.

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Atlética da Escola Politécnica chega ao décimo título no Intereng

Publicado em: 12/06/2024 Escola Politécnica da UFRJ
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A Associação Atlética Acadêmica Escola Politécnica da UFRJ (AAAEP) venceu, novamente, os Jogos Integrados de Engenharia (Intereng). A equipe da UFRJ comprovou o favoritismo e conquistou a 10ª estrela para a camisa azul e amarela. O título veio após alcançarem a maior pontuação na classificação geral, com a primeira colocação nas modalidades de cabo de guerra (masculino e feminino), vôlei (masculino) e futebol de campo (masculino). A competição aconteceu entre os dias 30 de maio e 2 de junho, em Nova Friburgo, interior do estado do Rio.

Participaram da competição equipes da UFF, UFRJ, UERJ, PUC, CEFET, UFF Volta Redonda, UFF Petrópolis e PUC. Entre as modalidades disputadas estão: futebol de campo, futsal, handebol, basquete, vôlei, natação, tênis de mesa, judô, cabo de guerra e corrida, nas categorias masculino e feminino. O segundo lugar ficou com a Atlética de Engenharia da UFF, que somou 101 pontos na classificação geral, ficando dois pontos atrás da Atlética de Engenharia da UFRJ. O CEFET completou o pódio.

“A conquista não é apenas uma vitória esportiva, mas também uma demonstração do compromisso da instituição com a excelência em todas as áreas. Além disso, reflete o espírito de competição saudável que caracteriza os Jogos Integrados de Engenharia, onde estudantes de diferentes universidades se reúnem para celebrar suas paixões comuns pela engenharia e pelo esporte”, destacou a presidente da Atlética da UFRJ, Taciana Duarte.

Já o diretor de eventos e torcida da Atlética da UFRJ, Raphael Adão, celebrou a 10ª conquista:

– Esse troféu é consequência de muito suor, esforço e trabalho coletivo. Cada um que levantou essa taça se esforçou da sua maneira e fez o que pôde. A conquista é a certeza de que o trabalho foi bem feito e a objetificação de missão cumprida. Orgulho de vestir essa camisa e poder torcer pela instituição que me acolheu.

Confira a classificação geral:

1º lugar: UFRJ (103 pontos)
2º lugar: UFF (101)
3º lugar: CEFET (71)
4º lugar: UERJ (64)
5º lugar: UFF Volta Redonda (53)
6º lugar: PUC (43)
7º lugar: UFF Petrópolis (22)

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Enactus Day reuniu líderes de grandes empresas para tratar de sustentabilidade, agro familiar e transição energética

Publicado em: 12/06/2024 Escola Politécnica da UFRJ
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No último dia 3, a Escola Politécnica da UFRJ realizou a primeira edição do Enactus Day, com o tema “Explorando o papel estratégico das empresas e organizações na transformação do empreendedorismo em algo mais social e sustentável”. A programação incluiu palestras e debates com a alta liderança de empresas como Caramuru, Petrobras, KPMG, Amanco, Stefanini Group e Arxx Brasil, para tratarem de assuntos como sustentabilidade, agro familiar, transição energética, assentamento de biodiesel, construção civil sustentável e soluções de inteligência artificial para ESG.

A mesa de abertura contou com a presença da diretora da Escola Politécnica UFRJ, Cláudia Morgado; do diretor de Educação do Sistema Firjan, Vinícius Cardoso, e também ex-conselheiro Enactus UFRJ; da diretora adjunta de Carreira e Empreendedorismo (DACE) e também conselheira da Enactus UFRJ e coordenadora do projeto Santa Horta, Alice Ferruccio; e da coordenadora do projeto Teto Verde, Elaine Garrido Vazques.

De acordo com os organizadores da iniciativa, o evento buscou não só informar, mas também promover networking e oportunidades de parceria para os participantes e executivos presentes. Entre os destaques da programação, uma palestra da Arxx Brasil sobre sustentabilidade na construção civil, apresentada por Sérgio Carvalho; um painel sobre “Agro familiar e sustentável: Assentamento de biodiesel”, com Marcus Thieme, diretor financeiro da Caramuru e Danilo Campos, presidente de Biocombustíveis da Petrobras; um painel sobre “O papel da nova geração de líderes na transição energética justa” com Camilla Aguiar, consultora ESG da KPMG, Glacia Faria, gerente de Sustentabilidade da Amanco, e Gabriela Teixeira, analista de Sustentabilidade da Amanco; e uma apresentação de case sobre soluções de Inteligência Artificial para sustentabilidade pelo diretor comercial da Stefanini, Carlos Amaral. O evento foi encerrado com uma sessão de perguntas e respostas e o fechamento oficial pela Enactus UFRJ.

A presidente da Enactus, Bárbara Aries, celebrou o sucesso do evento:

– Foram seis meses de muito trabalho e planejamento para que o evento fosse bem sucedido. Alcançamos mais de 120 inscrições para este encontro, que permitiu divulgar a Enactus UFRJ e seus projetos, além de promover a troca de experiências entre empresas e proporcionar aos estudantes da UFRJ networking e aprendizado.

Sobre a Enactus

A Enactus é uma organização mundial sem fins lucrativos que visa estimular estudantes universitários a mudar o mundo através da sua capacidade empreendedora e de transformação. Ela está presente em mais de 35 países de diferentes continentes e, a partir das suas equipes, empodera pessoas que vivem em situação de vulnerabilidade com a ajuda de jovens estudantes com valores sociais. Está presente em duas comunidades diferentes do Rio de Janeiro. A equipe desenvolve projetos nas comunidades Santa Marta, em Botafogo, com o Projeto Santa Horta e Arará, em Benfica, com o Projeto Teto Verde.

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Escola Politécnica e FAU/UFRJ vencem prêmio Burle Marx com projeto de manejo de águas pluviais realizado em Maricá (RJ)

Publicado em: 10/06/2024 Escola Politécnica da UFRJ
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A Escola Politécnica em parceria com a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, ambas da UFRJ, conquistaram o 1º lugar da primeira edição do Prêmio Roberto Burle Marx, lançado pela Associação Brasileira de Arquitetos Paisagistas (ABAP), na categoria “Prática de Planejamento da Paisagem – Categoria Produto”. O prêmio teve por objetivo “reconhecer, promover e divulgar a produção no campo da Arquitetura da Paisagem, premiando autores (as) de projetos, obras construídas e práticas de planejamento de elevada qualidade, referentes a qualquer localidade do território nacional, prestando a devida homenagem ao maior paisagista brasileiro, Roberto Burle Marx (1909-1994), por sua relevância mundial”.

O reconhecimento pelo trabalho foi divulgado na abertura do 7º Congresso Internacional de Arquitetura da Paisagem (CIAP), no último dia 27 de maio, e reflete o resultado da integração entre unidades da UFRJ, evidenciando a aplicação de estratégias transversais e multidisciplinares que se alinham as metas dos ODSs da ONU.

O projeto “Programa de Manejo de Águas Pluviais de Maricá – PDMAP-Mar”, realizado para o município de Maricá (RJ), teve como objetivo reduzir prejuízos decorrentes de inundações, melhorar condições urbanas e ambientais e a qualidade de vida da população e planejar a distribuição das águas pluviais no tempo e no espaço na cidade. De acordo com a comissão de avaliação, o plano de drenagem apresenta-se como uma proposta inovadora, pertinente e atual, construída a partir de uma preocupação com as águas, com a drenagem, com a sustentabilidade ambiental e com a arquitetura da paisagem.

O projeto definiu cenários de desenvolvimento futuro, que ordenam a ocupação urbana, evitando as áreas de risco de inundação, valorizando o princípio de restauração de funções ao ciclo hidrológico natural, mitigando impactos da urbanização. Ao criar o conceito de Áreas de Interesse Hidrológico, garante conexões ecológicas ao longo do território, articuladas a estratégias de infraestrutura verde e azul e soluções baseadas na natureza, tanto com finalidade de prover serviços ambientais, quanto urbanos.

A autoria do plano é dos professores da Escola Politécnica Marcelo Gomes Miguez, Osvaldo Moura Rezende e Paulo Canedo de Magalhães, e dos professores da FAU/UFRJ Aline Pires Veról e Rodrigo Rinaldi de Mattos.

Além deles, também colaboraram: o professor da Escola Politécnica Matheus de Sousa; os pesquisadores de Pós-Doc do PEU/POLI Fernanda Thomaz e Bruna Battemarco; os discentes de pós-graduação da PEA/UFRJ Paula Magalhães, Beatriz Amback, Lais Cunha, os discentes de graduação da Politécnica Alberto Guimarães, Beatriz Soares, Henrique Barbosa, Hudson Mello Neto, Luccas Velez e Myrian Portes; o egresso da Politécnica Antonio Oliveira; os discentes de pós-graduação da COPPE/UFRJ Larissa Turini, Erimar Santiago e Rodrigo Marques, a profissional de Geografia Melissa Martingil, a pesquisadora de Pós-Doc da FAU/UFRJ Luciana Guimarães; os discentes de pós-graduação da FAU/UFRJ Fabiana Carvalho, Lucas Araújo, Giulia Ferreira e Maria Vitória Gomes; os discentes de graduação da FAU/UFRJ Clara Oliveira, Daniele Araújo e Julia Midão; e o egresso da FAU/UFRJ Giovany Bicalho Filho.

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Prof.ª Elen Pacheco do PEA/UFRJ recebe homenagem em sessão da Alerj prestigiada por representantes da cadeia produtiva da reciclagem

Publicado em: 17/05/2024 Escola Politécnica da UFRJ
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A professora do Programa de Engenharia Ambiental da UFRJ (PEA/UFRJ) Elen Beatriz Acordi Vasques Pacheco recebeu na manhã desta quinta-feira (16/5) homenagem em sessão plenária da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), na presença de representantes de cada setor da cadeia produtiva da reciclagem. A honraria foi concedida pela Associação Nacional da Cadeia Produtiva da Reciclagem (Ancapre) durante o Fórum Permanente de Desenvolvimento Estratégico do Estado do RJ como forma de reconhecimento a personalidades que contribuem para o crescimento da cadeia produtiva da reciclagem.

A professora Elen Pacheco ao lado do presidente da Associação Nacional da Cadeia Produtiva da Reciclagem (ANCAPRE), Edson Freitas, na Alerj.

“A homenagem é resultado da união do ensino, pesquisa e extensão. A reciclagem sempre foi o tema de meus trabalhos, aplicando ciência e tecnologia em pesquisa de processos e produtos das cooperativas até os recicladores, incluindo a etapa de coleta seletiva”, celebrou a professora, que também atua no Instituto de Macromoléculas Professora Eloisa Mano.

Entre os principais projetos desenvolvidos por Elen estão o trabalho junto ao Laboratório Núcleo de Excelência em Reciclagem e Desenvolvimento Sustentável (NERDES), instalado dentro da UFRJ, sendo ele responsável por produzir pequenos artefatos, cuja matéria-prima é o resíduo gerado pela própria UFRJ. Também destacam-se projetos realizados com empresas de energia, outras entidades de pesquisa, empresas de processamento e recicladoras.

“Outro ponto não menos importante é o do ensino para a reciclagem, no qual estão envolvidas muitas tecnologias que precisam ser transmitidas aos nossos alunos e à sociedade e mostrar a eles sobre nosso papel dentro da cadeia de reciclagem”, lembrou a homenageada.

O presidente da Associação Nacional da Cadeia Produtiva da Reciclagem (ANCAPRE), Edson Freitas, destacou que a aproximação com a universidade é fundamental na dinâmica da economia circular. “Eu separava as garrafas, mas não sabia o que fazer com elas, e foi através da universidade que a gente foi aprendendo e percebendo que poderíamos fazer mais com o uso das tecnologias. Por exemplo, uma vez levei um projeto de telha feita de garrafa PET, que tinha um monte de erro, e a gente foi ajustando. A nossa história, principalmente na reciclagem do plástico, tem participação grande da universidade federal”.

A coordenadora do PEA, Ana Lúcia Nazareth, também parabenizou:

“É uma professora que atua forte na área de reciclagem, isso desde a época que ela era mestranda. Sempre foi incansável e esteve à frente de todos esses processos de reciclagem e de coleta de resíduos sólidos da universidade, especialmente no Centro de Tecnologia. O prêmio veio para contemplar toda uma luta que ela vem tendo durante esses anos na área de reciclagem”.

Elen Beatriz Acordi Vasques Pacheco

Possui graduação em Engenharia Química e Química Industrial pela Universidade Federal Fluminense, mestrado e doutorado em Ciência e Tecnologia de Polímeros pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Fez um pós-doutoramento no Lawrence Berkeley National Laboratory, Estados Unidos, na área de Gerenciamento Ambiental. Tem experiência na área de tratamento de resíduos sólidos poliméricos. Atua principalmente nos seguintes temas: reciclagem de plástico e borracha, gerenciamento de resíduos, coleta seletiva, avaliação do ciclo de vida e logística reversa.

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Aluno e egressos da Escola Politécnica recebem Prêmio Honra e Mérito Socioambiental

Publicado em: 09/05/2024 Escola Politécnica da UFRJ
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O aluno de Engenharia de Produção da Escola Politécnica da UFRJ Severino Virgínio e os egressos da Escola Politécnica da UFRJ Francisco Victer e Yan Monteiro receberão o Prêmio Honra e Mérito Socioambiental por suas iniciativas, através do projeto Engenhando a Cidade. A premiação é promovida pelo Pacto de Resgate Ambiental, que conta com a participação da ONG Lagoa Viva, uma das mais tradicionais e antigas do Rio de Janeiro, voltada à preservação ambiental do Complexo Lagunar da Barra e Jacarepaguá. A solenidade de entrega da honraria será no dia 5 de junho, no Campo Olímpico de Golfe, na Barra da Tijuca.

A homenagem é uma resposta de agradecimento às personalidades que disponibilizam suas energias, contribuindo voluntariamente na luta, em especial, voltada para os problemas ambientais da bacia hidrográfica da Barra da Tijuca/Jacarepaguá. No caso dos três contemplados, o reconhecimento se deve especificamente à contribuição enquanto projeto voluntário pela Lei Estadual 9897/2022, fruto da proposição via LegislAqui (ALERJ) e que foi a primeira lei proposta efetivamente pela sociedade civil.

Da esquerda para direita: Yan Monteiro, Severino Virgínio e Francisco Victer.

O projeto de lei, sancionado em 11 de novembro de 2022, previa a instalação de composteiras para processamento das sobras de merenda escolar em todas as escolas da rede pública do Estado do Rio. O projeto foi capaz de reduzir a geração de resíduos sólidos orgânicos, que são 50% do volume encaminhado aos aterros sanitários. Além disso, as hortas orgânicas nas escolas trouxeram atividades que ajudaram a cumprir as diretrizes da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) como interdisciplinaridade e conhecimento prático, com os alunos ativamente observando os fenômenos estudados em sala. Vale lembrar que parte do adubo coletado foi disponibilizado à comunidade escolar.

Severino Virgínio está cursando o último período de Engenharia de Produção e entende que receber uma premiação tão próxima a formatura tem um simbolismo especial.

– O reconhecimento após uma longa jornada durante a graduação, com todo o apoio institucional, traz um sentimento de leveza e gratidão, em especial, pela oportunidade de retribuir a formação que recebo nesta instituição. Posso dizer que este prêmio perpassa a instituição Engenhando a Cidade e se estende a capacidade da Escola Politécnica em formar engenheiros, desde de sua fundação, capazes de transformar e modificar o seu entorno, promovendo sempre um território sustentável e inclusivo. Este prêmio singelamente representa mais uma conquista da UFRJ em sua prateleira, reconhecendo sua capacidade de transformar o Brasil ao longo de sua história.

Já Yan Monteiro, formado em Engenharia Civil, agradeceu pelo prêmio:

– É extremamente gratificante, principalmente por vir de outro movimento que defende o desenvolvimento sustentável e ações voltadas para a recuperação do meio ambiente, assim como nós. Ficamos também muito felizes de exercer nossa cidadania e o prêmio encoraja a nós e demais instituições correlatas a agirem por um melhor país e uma melhor qualidade ambiental.

Para Francisco Victer, que é formado em Engenharia de Produção, receber o reconhecimento de uma das mais tradicionais ONGs do Rio é gratificante. “Me sinto honrado em saber que nosso projeto de recuperação do Corredor Esportivo e das Composteiras está trazendo impacto positivo dentro do estado. É a Engenharia da UFRJ mostrando seu diferencial”.

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Professores da Escola Politécnica desenvolvem arquitetura de software para garantir privacidade dos dados na indústria automotiva

Publicado em: 09/05/2024 Escola Politécnica da UFRJ
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Os professores da Escola Politécnica da UFRJ Miguel Campista, Luís Henrique Costa, e Marcelo Lanza, do Departamento de Engenharia Eletrônica e de Computação, e Robson Dias do Departamento de Engenharia Elétrica, trabalham em pesquisa que busca garantir a segurança e a confidencialidade dos dados pessoais dos usuários por meio de aplicações avançadas para a indústria automotiva nacional.

Coordenado pelo prof. Miguel Campista, juntamente com o Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da USP (ICMC), a Stellantis e a startup Mobway, o projeto “Aplicações Veiculares com Aprendizado Distribuído e Manutenção de Privacidade (AVADiP)” receberá ao longo de três anos um valor de R$ 2,9 milhões para sua execução. O investimento é oriundo da Chamada Pública de PD&I 01/2022 do Programa Prioritário Conectividade Veicular, coordenado pela Fundação de Apoio da UFMG (Fundep).

Da esquerda para direita: Robson Dias, Luís Henrique Costa, Marcelo Lanza e Miguel Campista.

De acordo com o professor, duas novas aplicações estão previstas para serem desenvolvidas: a identificação de usuários vulneráveis ao redor dos veículos e a predição da saúde da bateria e do alcance do veículo eletrificado (EV – Electrical Vehicle, HEV – Hybrid EV ou PHEV – Plugin HEV). Ambas as aplicações são afetadas por padrões de condução e utilizam modelos gerados por algoritmos de aprendizado de máquina (ML – Machine Learning) com aquisição distribuída de dados.

“Através de dois casos de uso, nós estamos desenvolvendo uma arquitetura de software capaz de coletar dados para treinamento de modelos de aprendizado de máquina com manutenção de privacidade. Ao final, a ideia é desenvolver um arcabouço de software que possa ser reutilizado para o desenvolvimento de outras aplicações que tenham os nossos mesmos pré-requisitos.”, explica o coordenador do projeto, que prevê a sua primeira entrega no meio de ano, através do primeiro relatório técnico.

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Equipes de competição da UFRJ expõem suas inovações em evento no CCBB Rio

Publicado em: 09/05/2024 Escola Politécnica da UFRJ
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Três equipes de competição vinculadas à Escola Politécnica da UFRJ (Baja, Nautilus e Rockets) marcaram presença na programação do IP Day, realizado no dia 26 de abril no CCBB Rio – Centro Cultural Banco do Brasil. O evento, promovido pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), pela Organização Mundial de Propriedade Intelectual (OMPI) e pela UFRJ, buscou celebrar o Dia Mundial da Propriedade Intelectual, com a exposição de projetos de pesquisa e desenvolvimento, e de inovação tecnológica.

A UFRJ Nautilus, equipe dedicada ao segmento competitivo de veículos submarinos autônomos (AUVs – sigla em inglês), apresentou o projeto “BR Hue”, que participa anualmente de edições da RoboSub, maior competição internacional de AUVs, realizada nos Estados Unidos. Já a Minerva Baja apresentou um protótipo de veículo híbrido que tem como fonte principal de energia o gás hidrogênio, voltado para o segmento automotivo.

Outra equipe também presente no evento foi a Minerva Rockets, responsável pelo desenvolvimento do Aurora, um foguete de sondagem atmosférica para transporte de Cubesats com apogeu de 3 km e característica modular, construído originalmente com acopladores rosqueados, sem parafusos no externo da fuselagem, garantindo ao foguete independência dos módulos e otimização da aerodinâmica.

A programação contou com a parceria dos Institutos de Ciência e Tecnologia (ICTs) da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) e Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), além do Escritório de Patentes e Marcas dos Estados Unidos (USPTO, na sigla em inglês).

“Propriedade Intelectual é de suma importância para a geração de riqueza em qualquer nação. É a forma de remunerar o esforço criativo, agregador de valor. Para o desenvolvimento do Brasil é fundamental que mais e mais pessoas se integrem a esse processo inventivo criando novos e/ou melhores produtos para a sociedade. Por isso a Escola Politécnica da UFRJ busca formas de incentivar seu corpo discente a participar nesse processo e interagir com o mercado”, comentou o diretor adjunto de Tecnologia e Inovação (DATI) da Politécnica-UFRJ, Fernando Castro Pinto.