UFRJ lança projeto de solução habitacional simples

Publicado em: 10/06/2020 Escola Politécnica da UFRJ
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Na última segunda-feira (22/10), a Escola Politécnica da UFRJ (Poli-UFRJ) lançou o projeto Solução Habitacional Simples (SHS), uma iniciativa que busca contribuir para que comunidades vítimas de desastres e conflitos possam se organizar para sua própria recuperação. O projeto é resultado de dois anos de trabalho de extensão, envolvendo cerca de 100 colaboradores de diferentes unidades da UFRJ (Escola Politécnica, COPPE, Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Faculdade de Letras, Escola de Comunicação, UFRJ Campus Macaé, UFRJ Campus Duque de Caxias), dentre eles 80 alunos, acumulando no período mais de 20 mil horas de atividades.

Segundo o coordenador do projeto SHS e professor do Departamento de Construção Civil da Poli-UFRJ, Leandro Torres Di Gregorio, o trabalho foi concebido com o propósito de reunir, em uma única metodologia, conhecimentos básicos que possam ser úteis na reconstrução de unidades habitacionais e equipamentos coletivos básicos, em regime de mutirão (construção comunitária), a partir do emprego de tecnologias de baixo custo.

“Nossa proposta é difundir uma tecnologia que permita que pessoas ou grupos possam contratar um profissional da engenharia ou arquitetura, e consigam colocar em prática um projeto de construção de casas, escolas ou postos de saúdes, em lugares afetados por desastres. Pretendemos, assim, acelerar e simplificar o processo de implementação, do ponto de vista do assistente técnico de uma prefeitura, Defesa Civil, Ong, ou escritórios de engenharia”, explica Di Gregorio.

No entanto, o coordenador do projeto ressalta: “O SHS não foi desenvolvido para ser aplicado de forma automática em situações específicas. Os interessados devem avaliar sua aplicabilidade caso a caso, sendo eles os responsáveis por sua utilização, independentemente das circunstâncias”.

Todo material será disponibilizado gratuitamente no site (www.shs.poli.ufrj.br), em cinco idiomas (português, inglês, espanhol, francês e crioulo do Haiti) e vídeos-aula podem ser visualizadas no canal do YouTube (https://bit.ly/2CzK1nm). Vale lembrar que o conteúdo também pode ser utilizado em pesquisas e estudos acadêmicos feitos por estudantes, professores e técnicos, mediante citação nos créditos.

De acordo com o vice-diretor da Poli-UFRJ, prof. Vinícius Cardoso, os trabalhos de extensão já fazem parte da origem da Universidade. “A Escola Politécnica tem vocação para extensão. Desde 1792 se dedica concretamente a resolver problemas sociais. Quando olhamos professores, se dedicando a projetos e alcançando resultados expressivos, que podem fazer a diferença na vida de quem precisa, nós ficamos orgulhosos, pois entendemos que a missão de formar engenheiros que resolvam situações complexas na sociedade está sendo cumprida, e a extensão integra este trabalho”, lembra.Já o diretor-adjunto de Desenvolvimento e Extensão (DADE), prof. Edilberto Strauss conclui: “Trata-se de um dos grandes exemplos que a gente tem dentro da Escola Politécnica, que mostra exatamente como esta tríade formada por educação, pesquisa e extensão, se correlacionam com a sociedade. A futura geração de engenheiros precisa ter essa prática e a sociedade espera essa conexão com a universidade”.O evento também marcou a conclusão da primeira turma do Curso de Extensão SHS (realizado nos dias 19, 20 e 22 de outubro desse ano), formada por haitianos que atualmente residem no Brasil, um estudante sírio, uma estudante da UFSC, além de representantes das seguintes instituições: Escritório Técnico da Prefeitura da UFRJ, Ong TETO, Ong Engenheiros Sem Fronteiras, Prefeitura Municipal de Niterói (RJ) e Prefeitura Municipal de São Lourenço (MG).A cerimônia de apresentação do projeto aconteceu no Auditório André Rebouças, com a presença também do chefe de Departamento de Construção Civil, prof. Assed Haddad; coordenador do Núcleo de Pesquisa e Gestão, prof. Eduardo Qualharini; coordenador do curso de Engenharia Civil da UFRJ Macaé, prof. Gustavo Magalhães; coordenador do Laboratório de Ensaios de Campo e Instrumentação da Coppe/UFRJ, prof. Fernando Danziger.
25/10/18
Escola Politécnica da UFRJ

VI Semana da Engenharia Nuclear movimenta Escola Politécnica

Publicado em: 10/06/2020 Escola Politécnica da UFRJ
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Após cinco dias de apresentações, debates e minicursos, a VI Semana da Engenharia Nuclear da UFRJ chegou ao fim e reuniu mais de 200 participantes na Escola Politécnica, entre alunos, professores acadêmicos e profissionais do setor. “No geral, o evento foi um sucesso. Tivemos auditórios lotados, com a presença não só de alunos, mas também de técnicos de grandes empresas e instituições. As palestras conseguiram apresentar o panorama da energia nuclear aos novos alunos, que não têm ideia de como será o trabalho depois da graduação”, avalia André Vidal, um dos organizadores da Semana da Engenharia Nuclear e co-presidente da SEEN (Seção Estudantil de Engenharia Nuclear).

Foto: Donato de Almeida

A programação foi organizada por alunos de graduação em Engenharia Nuclear do Departamento de Engenharia Nuclear (DNC) da Poli-UFRJ e alunos de pós-graduação do Programa de Engenharia Nuclear (PEN) da COPPE/UFRJ, muito elogiados pelo coordenador do PEN, prof. Paulo Frutuoso, durante abertura do evento, no dia 15.

“Agradecemos aos alunos pela iniciativa de manter em alto nível a Semana da Engenharia Nuclear. É motivo de orgulho para todos nós, professores. Eles souberam se organizar e captar recursos para viabilizar um evento tão
importante, o que demostra também uma capacidade empreendedora deles”.

Foto: Ellen Couto – Nuclep

O contra-almirante Humberto Ruivo, representante da Marinha do Brasil, participou do painel “Desenvolvimento do Programa Nuclear da Marinha e o Submarino Brasileiro”, realizado no segundo dia de atividades. Ele considerou interessante a iniciativa dos alunos da UFRJ, pois motiva a busca pela profissionalização. “É necessário participar ativamente da vida da universidade, estudar, se dedicar profissionalmente, mas também participar de eventos deste tipo, porque sem dúvida eles trazem um conjunto de conhecimentos, que não seriam obtidos simplesmente numa aula”, comentou o contra-almirante. E acrescentou:

“Essas atividades propiciam desembaraço aos estudantes, que têm de pensar no planejamento do evento, em quem chamar, e assim começam a conhecer as pessoas e a criar uma rede de relacionamentos profissional, que é extremamente importante no mercado moderno”.

Foto: Ellen Couto – Nuclep
A Semana buscou proporcionar a integração e o debate entre os setores relacionados a Engenharia, Física e Energia Nuclear do país, além de ser um espaço apropriado para o desenvolvimento, aprendizado e fomento da capacidade de inovação. A SEEN teve o apoio e patrocínio da Eletrobras Eletronuclear, Agência Brasileiro-Argentina de Contabilidade e Controle de Materiais Nucleares (ABACC), Nuclebrás Equipamentos Pesados (Nuclep), Framatome, ProEng e Westinghouse.
23/10/18
Escola Politécnica da UFRJ

Conselho de Extensão do CT questiona proposta que visa a estabelecer novas Diretrizes de Extensão nacionais

Publicado em: 10/06/2020 Escola Politécnica da UFRJ
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No dia 17 de setembro, aconteceu em Brasília-DF uma audiência pública convocada pelo presidente da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação para apresentar e discutir a minuta do projeto de resolução que estabelecerá as diretrizes para a política de extensão na educação superior nacional. Determinados pontos da minuta foram amplamente debatidos, gerando um questionamento acerca da maturidade da proposta apresentada e de sua aplicabilidade em nível nacional.O Conselho de Extensão do Centro de Tecnologia também se opôs ao procedimento da Pró-reitoria de Extensão da UFRJ. A PR-5 não informou a comunidade acadêmica a respeito da audiência pública da qual participou no dia 17 de setembro. Para a Poli-UFRJ, os impasses referentes à preservação do ensino e da pesquisa não podem passar alheios ao apreço dos alunos e dos professores.No comunicado abaixo, o Conselho de Extensão do Centro de Tecnologia se posiciona contra o projeto de resolução. Leia:COMUNICADO DO CONSELHO DE EXTENSÃO DO CENTRO DE TECNOLOGIA (CT)Referente à audiência pública convocada pelo presidente da Comissão da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação (CNE), realizada em 17 de setembro de 2018, às 13 horas em Brasília, DF, com o objetivo de discutir e apresentar a Minuta de Projeto de Resolução que estabelecerá as Diretrizes para a Política de Extensão na Educação Superior Brasileira, contando com a presença na mesa de audiência da Pró-Reitora de Extensão da UFRJ, também membro da subcomissão responsável pela construção, união das ideias e pensamento político sobre extensão que serviram como base para o documento apresentado.
O Conselho de Extensão do Centro de Tecnologia da UFRJ torna público que:
(1) Reconhece a importância de se estabelecer um documento que defina nacionalmente as diretrizes de Extensão, mesmo diante da alta complexidade do tema, devido às especificidades e diversidades das atividades de Extensão
na Educação Superior;
(2) Considera que a participação direta da Pró-Reitora de Extensão da UFRJ teria sido muito mais efetiva se houvesse sido precedida de ampla divulgação desse fato na sua própria Universidade com oportunidade de colher sugestões ao documento;(3) Sugere que os posicionamentos da UFRJ sobre tal assunto em âmbito externo sejam precedidos de ampla discussão na Plenária de Extensão e nas Unidades e Centros da UFRJ;(4) Considera que o documento apresentado pela subcomissão do CNE encontra- se ainda distante de um texto que sirva como uma diretriz para a Política de Extensão na Educação Superior Brasileira;(5) Reitera que o documento apresentado necessita de ampla análise direta das comunidades que constituem a educação superior brasileira, para que se tenha uma diretriz menos restritiva e abrangente, quebrando-se as amarras impostas sobre aspectos sociopolíticos interpretativos da extensão, e assim criar uma proposição nacional em consonância com o modelo de extensão amplamente reconhecido e já praticado em todo o país;(6) Sugere que as IES’s tenham tempo para a discussão, definindo-se um calendário para seminários e debates sobre Extensão universitária, bem como novas audiências públicas, tudo com o objetivo de se obter um consenso
mínimo sobre tema, que é tão importante quanto sujeito a interpretações diversas. Acreditamos que o amplo debate é a forma mais adequada para que se possa construir uma diretriz abrangente, modelando a real integração da sociedade e a academia, criando-se assim uma proposição nacional que esteja em consonância com os diferentes modelos de extensão já amplamente reconhecidos e praticados em todo o país.
23/10/18
Escola Politécnica da UFRJ

Poli na Imprensa – Outubro/2018

Publicado em: 10/06/2020 Escola Politécnica da UFRJ
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Em setembro, a Carta Aberta ao Conselho Nacional de Educação (CNE) contra a aprovação das novas Diretrizes Curriculares Nacionais dos cursos de graduação em Engenharia foi notícia no jornal O Estado de S. Paulo, repercutindo em diversos veículos de comunicação do país. Outro assunto que também chamou atenção foi o Prêmio Edwiges Hor-meyll – Abenge. A diretora da Poli, prof.ª Cláudia Morgado, foi uma das agraciadas pelo prêmio que homenageia as mulheres que se destacaram na educação em Engenharia, especialmente as diretoras pioneiras de escolas de engenharia centenárias do Brasil. Edwiges Hor-meyll foi a primeira mulher a se formar pela Escola Politécnica, em 24 de abril de 1920. O tema foi destaque em alguns dos principais veículos especializados em assuntos relacionados à Engenharia. Professores da Poli também foram convidados a dar opinião em reportagens sobre os mais diversos temas. O prof. Eduardo Qualharini foi entrevistado pelo jornal O Estado de S. Paulo para falar sobre riscos de envidraçamento de sacadas e a prof.ª Eva Vider participou de reportagem sobre vistoria de carros velhos e o impacto causado por eles no trânsito, no jornal O Globo.
11/10/18
Escola Politécnica da UFRJ

UFRJ promove VI Semana da Engenharia Nuclear

Publicado em: 10/06/2020 Escola Politécnica da UFRJ
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Panorama da energia nuclear no Brasil e o papel das instituições de P&D fazem parte da programação do evento

Entre os dias 15 e 19 de outubro, a Escola Politécnica e a Coppe/UFRJ promovem aVI Semana da Engenharia Nuclear (SEN), encontro que busca proporcionar aintegração e o debate entre os setores relacionados a Engenharia, Física e EnergiaNuclear do país, além de ser um espaço apropriado para o desenvolvimento,aprendizado e fomento da capacidade de inovação. As atividades serão abertas aopúblico e ocorrem no Centro de Tecnologia da UFRJ, na Ilha do Fundão.

Organizada por alunos de graduação em Engenharia Nuclear do Departamento de Engenharia Nuclear (DNC) da Poli-UFRJ e alunos de pós-graduação do Programa de Engenharia Nuclear (PEN) da COPPE/UFRJ,a semana conta com uma programação que inclui palestras, mesas-redondas, apresentações de trabalho, visitas técnicas e workshops. Estão previstos debates a respeito do panorama atual da energia nuclear no país; uso da tecnologia nuclear, além da energia; energia nuclear do futuro; e o papel das instituições P&D no setor.

De acordo com oprof. Paulo Frutuoso, coordenador do Programa de Engenharia Nuclear da COPPE/UFRJ, será uma oportunidade única de interação dos alunos com profissionais e empresas que investem no setor como Eletronuclear, Nuclep, Rosatom e Marinha do Brasil. “O evento é essencial para que os estudantes que estão iniciando os seus cursos possam ter contato com profissionais da área e conhecer melhor o desenvolvimento técnico e as possíveis oportunidades em um futuro próximo”, explica.

A cerimônia de abertura será no dia 15, às 10h30, no auditório Horta Barbosa, com a presença dos professores do DNC da Poli-UFRJ, Paulo Frutuoso e Ademir Xavier; do presidente da Eletronuclear, Leonam Guimarães; além de representantes do setor Nuclear.Quem estiver interessado, pode conferir a programação completa e fazer inscrição pelo site (http://www.nuclear.ufrj.br/semana2018/). Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail seen@poli.ufrj.br.

Serviço:

VI Semana de Engenharia Nuclear UFRJ

Dias: de 15 a 19 de outubro
Horário: 9h às 17h30
Local: Av. Athos da Silveira Ramos, 149 – Bloco A (Centro de Tecnologia da UFRJ) – Cidade Universitária (Ilha do Fundão)
Inscrições: Alunos de graduação: R$10; mestrado e doutorado: R$ 20; profissionais: R$ 30.
Mais informações:www.nuclear.ufrj.br/semana2018 ouseen@poli.ufrj.br

Programação:

15 DE OUTUBRO – SEGUNDA-FEIRA (AUDITÓRIO HORTA BARBOSA)

16 DE OUTUBRO – TERÇA-FEIRA (AUDITÓRIO DA COPPE)

17 DE OUTUBRO – QUARTA-FEIRA (AUDITÓRIO DA COPPE)

18 DE OUTUBRO – QUINTA-FEIRA (AUDITÓRIO DA COPPE)

19 DE OUTUBRO – SEXTA-FEIRA (AUDITÓRIO DA COPPE)

XIII Semana da Civil debate futuro da engenharia e promove concurso de pontes de macarrão

Publicado em: 11/09/2018 Escola Politécnica da UFRJ
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Com o intuito de fomentar a inovação na engenharia e atrair alunos de outras áreas do conhecimento para os temas mais atuais da construção civil, a Escola Politécnica da UFRJ (Poli-UFRJ) promoveu, entre os dias 27 e 31 de agosto, a XIII Semana da Engenharia Civil.Esta edição teve como tema “Engenharia do Futuro”. A programação, inteiramente elaborada por alunos de graduação da Engenharia Civil, contou com minicursos, palestras, workshops e concursos.Realizada no salão nobre da Decania, no CT, a cerimônia de abertura teve a presença dos professores Bruno Jacovazzo, Sandra Oda e Cláudia Morgado, diretora da Poli-UFRJ, que também realizou uma palestra sobre segurança ambiental e sustentabilidade.

O cronograma incluiu nomes como prof. Eduardo Qualharini, que falou de construções sustentáveis; Luís Eduardo Paes Leme, que tratou do uso de drones dentro da engenharia; Francis Bogossian, que palestrou sobre a prevenção e a mitigação de catástrofes; e apresentações de empresas como Tishman Speyer, Tigre e Queiroz Galvão.Na sexta-feira, 31, aconteceram duas das atrações mais populares oferecidas durante a Semana da Civil: o II ConstruQuiz e o IV Concurso Queiroz Galvão de Pontes de Macarrão.


O primeiro desafio conferiu os conhecimentos dos participantes em uma prova de resolução rápida e eficiente de problemas usuais relacionados à construção civil.Já no segundo, cada equipe participante recebeu um kit contendo 1kg de macarrão, pistola e bastões de cola quente, tubo de cola instantânea, rolo de fita crepe, barra de aço e pedaços de tubo PVC. A tarefa era analisar, projetar e construir uma ponte de macarrão do tipo espaguete, que foi submetida a testes estruturais. A equipe vencedora foi a Minerva Civil, cuja ponte aguentou uma carga de 72kg.De acordo com Bruno Sadok, graduando de Engenharia Civil e coordenador desta edição, a Semana da Civil foi um sucesso. “Conseguimos reunir grandes nomes, desde expoentes da academia até profissionais atuantes no mercado de trabalho”, comenta.

Minerva Bots conquista três prêmios no 5º Salão de Robótica, em Curitiba

Publicado em: 06/09/2018 Escola Politécnica da UFRJ
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A Minerva Bots, equipe de robótica da Poli-UFRJ, conquistou três títulos na 5ª edição do Salão de Robótica, que aconteceu na Universidade Federal do Paraná, em Curitiba, nos dias 31 de agosto e 1° de setembro. O robô MC Brinquedo ficou em 1º lugar na categoria sumô LEGO 1kg, e o Treta, em 3º.

Na categoria LEGO seguidor de linha, Piruba terminou na vice-colocação.Também figuraram no elenco da equipe os robôs Bigode, na categoria beetleweight; Zé Pequeno, na categoria minissumô; e Presto, na categoria seguidor de linha PRO. De acordo com o capitão Gabriel Dias, estudante de Engenharia Elétrica da Poli-UFRJ, esta é a segunda vez que a Minerva Bots participa do Salão de Robótica.

Em 2017, a equipe conquistou o 1º lugar na categoria sumô LEGO. “Tivemos um resultado excelente na categoria do seguidor didático, considerando que o robô era estreante, e que começamos numa categoria de que ainda não havíamos participado”, comentou Gabriel. “Além disso, tivemos imprevistos em algumas categorias e disputas acirradíssimas em outras, o que mostra que o nível da competição se elevou muito desde a última edição. Por isso nos orgulhamos.”

Poli na Imprensa – Setembro/2018

Publicado em: 10/06/2020 Escola Politécnica da UFRJ
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Eventos e atividades desenvolvidos na Poli despertam o interesse da imprensa. Em agosto, a XIII Ambientável foi notícia em diversos meios e pauta de uma série de quatro entrevistas no programa Tarde Nacional, da Rádio Nacional. Os professores Elen Vasques (resíduos sólidos), Isaac Volschan (gerenciamento de recursos hídricos),  Maurício Tolmasquim (fontes de energia) e Monica Pertel (biomas e florestas) foram entrevistados sobre os temas das palestras do evento organizado pelos alunos da Engenharia Ambiental, de 21 a 23/8. Clique aqui para ver outros destques.Além de entrevistas relacionadas a eventos, professores da Poli são frequentemente convidados a darem opinião em reportagens sobre os mais diversos temas. O prof.º Luiz Felipe Assis foi entrevistado pela revista Portos e Navios, publicada em 9/8. A prof.ª Eva Vider participou de um debate ao vivo na Rádio CBN sobre investimentos e planejamento em transportes no Rio, no dia 27/8. Já o  prof.º Flávio Mello foi ouvido pelo portal UOL para reportagem sobre uma nova tecnologia de criptografia, em 13/8. E a prof.ª Alice Ferruccio deu entrevista para a TV Creci sobre comportamento de pessoas influenciadoras.As equipes de competição da Poli também conquistaram espaço. O caderno Ilha, do jornal O Globo, publicou reportagem sobre as equipes Bots, Aerodesign e Baja, incluindo comentário da diretora da Poli, prof.ª Cláudia Morgado, sobre a importância das equipes para formação dos alunos, em 26/8.Em TVs, tivemos ainda uma repercussão do E-Fest South America na TV chinesa CGTN que produz também conteúdos em espanhol para. O festival teve bastante destaque na mídia em julho, quando aconteceu. Outro destaque foi a reportagem da TV Escola sobre a competição Petro Team da UFRJ, que conta com alunos dos cursos da Poli.Uma seleção das reportagens com os professores e alunos da Poli é publicada no site http://poli.ufrj.br/noticiassobreapoli.php.
11/09/18
Escola Politécnica da UFRJ

ABENGE confere prêmio a mulheres que se destacam na educação em engenharia no Brasil

Publicado em: 05/09/2018 Escola Politécnica da UFRJ
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Prêmio Edwiges Hor-meyll – Abenge é uma homenagem à primeira engenheira formada no Brasil, ex-aluna Poli-UFRJ, em 24 de abril de 1920.

A diretora da Escola Politécnica da UFRJ (Poli-UFRJ), prof.ª Cláudia Morgado, foi uma das agraciadas do Prêmio Edwiges Hor-meyll, que homenageia as mulheres que se destacaram na educação em Engenharia, especialmente as diretoras pioneiras de escolas de engenharia centenárias do Brasil. A premiação aconteceu ontem (3/9), à noite, na cerimônia oficial de abertura do XLVI Congresso Brasileiro de Educação em Engenharia (Cobenge2018), em Salvador (BA), quando a Associação Brasileira de Educação em Engenharia (ABENGE) lançou a campanha “Mais Mulheres na Engenharia”.

“Agradeço o prêmio e parabenizo à Abenge por criar a campanha “Mais Mulheres na Engenharia”. É muito importante estimular a presença feminina na Engenharia, como em todas as áreas do conhecimento”, disse a prof.ª Cláudia Morgado. 

Também receberam o Prêmio Edwiges Hor-meyll as engenheiras e professoras Esmeraldina Pereira da Silva (in memorium, Diretora da Escola Politécnica da Universidade de Pernambuco, 1974-1975), Ana Maria de Mattos Retti (Diretora da Abenge, 1991-1995 e 2013-2015), Denise Caperna Coitinho Dal Molin (Diretora da Escola de Engenharia da UFRGS, 2008-2012), Leila Figueiredo de Miranda (Diretora da Escola de Engenharia da Universidade Presbiteriana Mackenzie, 2011-2017), Tatiana Bittencourt Dumet (Diretora da Escola Politécnica da UFBA, 2014-2018), Adriana Maria Tonini (Diretora do CNPq, na área de Ciências Exatas, Engenharia e Computação, 2016-2018), e Liedi Legi Bariani Bernucci (Diretora da Escola Politécnica da USP, 2018-2022).

Na ocasião, o CNPq apresentou chamada para campanha voltada para a educação básica “Meninas nas Ciências Exatas, Engenharias e Computação”, cujo o objetivo é o estímulo à participação e à formação de meninas e mulheres para as carreiras de ciências exatas, engenharias e computação.

Sucesso de público, XIII Ambientável abordou as novas resoluções da ONU para um mundo melhor

Publicado em: 04/09/2018 Escola Politécnica da UFRJ
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Auditórios lotados e atividades lúdicas deram o tom da 13ª Ambientável, a semana acadêmica da Engenharia Ambiental da Poli-UFRJ, que aconteceu no Centro de Tecnologia, do dia 21 ao dia 24 de agosto. Segundo os organizadores, cerca de 350 pessoas compareceram ao Fundão. “Houve até quem viesse de São Paulo, de Minas”, comenta o co-diretor geral do evento Wagner Lima, aluno do 8º período de Engenharia Ambiental.

Giovanna Cavalcanti, que dividiu a direção geral do evento com Wagner, inclui a história da Ambientável entre as razões de tamanha participação dos estudantes. “É um evento organizado pelos alunos, desde sempre. Surgiu com a primeira turma de Engenharia Ambiental”, destaca.

Com objetivo de expandir e fortalecer a luta pela causa ambiental no país, a 13ª Ambientável abordou questões relacionadas aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, estabelecidos em 2015 pela Organização das Nações Unidas (ONU). “Eles constituem o que nós chamamos de ‘Agenda 2030’”, explica Monica Pertel, coordenadora do curso de Engenharia Ambiental e professora-responsável da Ambientável. “São os antigos Objetivos do Milênio: melhorias que nós temos que fazer no mundo todo, acordos que foram feitos entre países com o objetivo, por exemplo, de combater as alterações climáticas, promover a igualdade de gênero, entre outros.”

Com o título “Brasilidade com ciência”, o encontro reuniu palestrantes de diversas instituições do país e profissionais de mercado. Dividida em quatro pilares (saneamento, recursos hídricos, energia e biomas), a programação contou com palestras, mesas-redondas, minicursos, oficinas de artesanato e visitas técnicas aos laboratórios industriais. Além disso, houve espaço para exposições e integração entre participantes.

Na mesa de abertura, da qual participaram a diretora da Escola Politécnica, prof.ª Cláudia Morgado, as professoras Monica Pertel e Ana Lúcia Nazareth, coordenadora e vice-coordenadora do curso de Engenharia Ambiental, respectivamente, o prof. Edson Watanabe, do programa de Engenharia Elétrica, e a aluna Ana Carolina Lima, do Grêmio Acadêmico da Engenharia Ambiental, destacou-se a proatividade dos alunos organizadores, que se responsabilizaram por toda a programação, assim como a importância do debate sobre o meio ambiente. “O mundo foi construído com objetivo econômico e a perspectiva agora é ecológica”, disse Cláudia Morgado. “A missão da Engenharia Ambiental é conjugar esses dois ‘ecos’. Uma missão importante para o mundo e para o Brasil: o equilíbrio entre ecologia e economia.”