Candidatos à reitoria respondem às principais dúvidas dos alunos da Poli

Publicado em: 23/03/2019 Escola Politécnica da UFRJ
Compartilhar:

A eleição para a escolha do novo reitor da UFRJ está perto de começar. A votação do 1° turno será nos dias 2, 3 e 4 de abril. Técnicos, professores e alunos irão decidir entre Denise Pires (Chapa 10), Roberto Bartholo (Chapa 20) e Oscar Mattos (Chapa 40).Pedimos aos alunos da Poli-UFRJ que apresentassem questões que gostariam de ver respondidas pelos candidatos e fizemos uma seleção dos temas mais recorrentes. As respostas dos candidatos das três chapas estão a seguir para serem analisadas. Esperamos que as respostas ajudem na sua escolha.

Os candidatos em disputa são Denise Pires de Carvalho (Instituto de Biofísica), candidata à reitora, e Carlos Frederico Leão Rocha (Instituto de Economia), como vice-reitor na Chapa 10 : “A UFRJ vai ser diferente”; Roberto Bartholo (Coppe), candidato a reitor, tendo João Felippe Cury Marinho Mathias, (Instituto de Economia), como candidato a vice-reitor, na Chapa 20: “#Minerva_2.0”; e Oscar Rosa Mattos (Coppe), candidato a reitor, e Maria Fernanda Quintela (Instituto de Biologia), a vice-reitora na Chapa 40: “Unidade e diversidade pela universidade pública e gratuita”.

1. A sua proposta de assistência estudantil inclui reimplantar as bolsas de permanência para estudantes de baixa renda? Pretende agilizar o processo para que o Bilhete Único Intermunicipal possa ser obtido?

Denise Pires: A política de distribuição de bolsas de assistência estudantil será rediscutida por ação conjunta das PR7 e PR1, com a participação ativa dos estudantes no processo. As bolsas de permanência devem ser distribuídas de forma transparente e atendendo um número máximo de estudantes de baixa renda. Priorizaremos a agilização do processo para a obtenção do Bilhete Único Intermunicipal.


Roberto Bartholo: Não vamos prometer nada que não tivermos meios para cumprir. Isso não é responsável. A tramitação do bilhete único não é apenas interna à UFRJ. Queremos dinamizá-la, mas está sob nossa esfera de influência e não de controle. Vamos correr atrás de recursos, orçamentários ou não, para poder reimplantar bolsas. Mas precisamos de mais do que assistência, atuando no acolhimento dos estudantes, sejam eles de baixa renda ou não: a saúde mental discente, de todos nós, está sob risco.


Oscar Mattos: A UFRJ acabou de aprovar uma nova Política de Assistência Estudantil. Nosso compromisso é com a total implantação dessa Política, seu Programa de Benefícios e avaliação, de modo a atualizar as questões que se apresentarem a partir deste processo. Sobre o Passe Livre Intermunicipal, a UFRJ deve continuar pressionando o Governo Estadual pela regulamentação da lei para que possamos garantir este direito aos estudantes. Enquanto isso, existe uma modalidade de auxílio transporte para estudantes em vulnerabilidade socioeconômica.

2. Quais são os planos para a melhoria da estrutura predial das instalações da UFRJ, incluindo a retomada das obras paradas? Há blocos no CT que possuem fiações e instalações elétricas preocupantes, principalmente nos subsolos.

Denise Pires: Com relação às obras paradas, faremos um levantamento imediato sobre a situação e disponibilizaremos o diagnóstico nos fóruns e conselhos superiores, assim como no site institucional. A retomada das obras paradas somente poderá ocorrer após a devida priorização que depende deste diagnóstico. Pretendemos proceder ao georreferenciamento das salas de aula, assim como um levantamento da infraestrutura física predial e de equipamentos existentes. Essas medidas visam à implantação do chamado “padrão mínimo de qualidade UFRJ” para todas as salas de aula, uma proposta da Chapa 10.


Roberto Bartholo: A melhoria da estrutura predial passa por duas coisas: mais recursos e melhores técnicas de gestão. Vamos negociar recursos com o governo federal, mas esse não parece ser o caminho mais promissor. Queremos superar as limitações ideológicas quanto ao patrocínio e naming rights de salas e corredores por organizações que possam aportar recursos para manter nossa infraestrutura. Em gestão, vamos melhorar os processos de gestão da infraestrutura utilizando tecnologias como o BIM, além de priorizar as obras de novos prédios.


Oscar Mattos: Essa é uma questão preocupante. A solução do problema requer planejamento e recursos. Pretendemos mapear essa demanda para dimensionarmos o problema. Quanto aos recursos, vamos precisar destinar algo do nosso orçamento para corrigir as instalações elétricas de maior risco e trabalhar para, rapidamente, obtermos recursos para mitigar o problema geral da UFRJ nesta questão. Quanto as melhorias estruturais e as obras paradas, a estratégia não pode ser diferente.

3. Visto que a ansiedade e a depressão são um mal comum aos alunos da UFRJ, quais seriam as medidas tomadas pela reitoria para dar apoio psicológico gratuito e eficiente aos alunos dentro da universidade?

Denise Pires: É nossa proposta propor a criação de núcleos de apoio psicopedagógico por Centro e Unidades Isoladas, em todos os campi. Essa medida será feita em conjunto com as unidades que têm especialistas nestas áreas, visando à diminuição do sofrimento mental e taxas de evasão e retenção.


Roberto Bartholo: Somos realistas: sabemos que há um trade-off entre centralizar (e afastar da necessidade) e descentralizar (e despadronizar qualidade da prestação). Vamos descentralizar nas unidades a criação de centros de acolhimento estudantil, uma iniciativa ora gestacionada na Poli. Acolhimento estudantil e orientação acadêmica nas unidades antecedem apoio psicológico e psiquiátrico, para que esse serviço mais custoso para paciente e para a instituição possa ser evitado. Pretendemos centralizar por campus esse atendimento de segundo nível para poder melhor atender à demanda dentro dos recursos disponíveis.


Oscar Mattos: Depressão e ansiedade são males da sociedade contemporânea e se refletem na UFRJ. Nosso foco será fortalecer as relações com as unidades assistenciais da UFRJ e ações de promoção e prevenção em saúde, visando a melhoria efetiva na atenção à saúde de estudantes. Dentre as propostas, estão consolidar e ampliar os Núcleos de Acolhimento da PR7 e as ações de esporte, cultura, lazer e apoio pedagógico.

4. Tendo em vista uma maior integração entre pesquisas e retorno financeiro para universidade, a reitoria pretende promover ações de aproximação ou projetos de parceria com o setor privado?

Denise Pires: A possibilidade de projetos em parceria com o setor privado está regulamentada no país e não foi adequadamente discutida na UFRJ. A Reitoria iniciará o processo de discussão e regulamentação do Marco Legal de Ciência e Tecnologia na UFRJ. Essa discussão não deveria ter sido adiada.


Roberto Bartholo: A parceria com o setor privado não pode ser só para nos dar mais dinheiro, mas sim porque não podemos estar atados por barreiras ideológicas que nos impedem de nos relacionar com a sociedade como um todo, privilegiando qualquer segmento em detrimento dos outros. Somos a UFRJ, nossas aulas, pesquisas e projetos podem e devem ser livres para atuarem com quem quer que seja, incluindo o setor privado.


Oscar Mattos: Não estamos fechados às parcerias com o setor privado, mas só abraçaremos aquelas que não firam os princípios basilares da gratuidade e autonomia, bem como a nossa ética. Temos o nosso Parque Tecnológico onde estão empresas cujas parcerias são naturais. Pretendemos nos aproximar dessas empresas e pensar novos projetos conjuntos. Estamos abertos a conversar e discutir novas parcerias.

5. Tendo em vista a evasão na graduação e pelo ingresso de alunos com base fraca em matemática e ciências da natureza, existe a intenção de abandonar o ENEM/SISU como critério de seleção ou de usar a nota do ENEM como uma primeira fase no processo de seleção, criando uma segunda fase de provas específicas para o ingresso na UFRJ?

Denise Pires: Não há intenção de abandonarmos o SISU. A UFRJ precisará, no entanto, rever o formato vigente. Há várias sugestões vindas das unidades acadêmicas que precisam ser discutidas no âmbito do CEG para que o SISU seja melhor utilizado na UFRJ. As mudanças podem estar relacionadas aos pesos que a UFRJ aplica às provas do ENEM, mas também ao fato de matricularmos os estudantes no primeiro semestre de maneira desvinculada do segundo semestre. São questões que devem ser amplamente discutidas com as coordenações dos cursos e os conselheiros do CEG.


Roberto Bartholo: Somos uma chapa com base em gestão, e não em politicagem. Então veja bem: não se resolve um problema atacando suas consequências, mas sim suas causas. A Poli já mudou o peso das questões dessa área no vestibular, e novas provas não vão fazer estudantes saberem mais matemática. Outra: queremos abraçar novas formas de aprendizado que não as atividades tradicionais de aula em sala. Não dá para não estamos no Coursera, por exemplo, por barreiras ideológicas ou técnicas.


Oscar Mattos: Não há intenção de sair do ENEM/SISU, mecanismo fundamental de mobilidade de estudantes pelo Brasil e que, juntamente com a Lei de Cotas, promove a democratização do acesso às Universidades. Afirmar que “base fraca” é razão da evasão em determinadas disciplinas carece de dados concretos e um diagnóstico preciso do
funcionamento dos cursos de graduação. Nossa PR1 irá aprofundar estudos para atacar de frente as questões de retenção e evasão. Para conferir o debate entre os candidatos à reitoria feito pela rádio CBN, clique aqui.

Poli-UFRJ promove 2ª edição de ciclo de palestras gratuitas sobre facilities

Publicado em: 10/06/2020 Escola Politécnica da UFRJ
Compartilhar:
No dia 30 de março, das 9h às 13h, o Núcleo de Pesquisas em Planejamento e Gestão (NPPG) da Escola Politécnica da UFRJ promove o II Ciclo de Palestras com o tema “A prática na gestão de facilities”. O encontro – gratuito – será realizado no Centro de Tecnologia da UFRJ e incluirá palestras com diversos profissionais da área.

Segundo o coordenador do NPPG, prof. Eduardo Qualharini, existe uma demanda crescente pela relação entre profissionais de mercado e instituições de ensino. “A UFRJ possui diversas linhas de pesquisa que possibilitam aprofundar o conhecimento em itens como governança, dificuldades, desafios, pragmatismos e novas oportunidades. O público terá a oportunidade única de dialogar, trocar experiência e conhecimento, além de fazer networking”, destaca Qualharini.Voltada para profissionais que atuam ou que gostariam de atuar na área de facilities, a programação contará com palestras a respeito do mercado imobiliário, certificação ambiental para edificações e práticas de segurança contra incêndios em condomínios.
As inscrições podem ser feitas pelo e-mail secretaria.nppg@poli.ufrj.br mediante a doação de 1kg de alimento não-perecível. Todo alimento arrecadado será destinado à ONG “Saúde Criança Ilha”. Mais informações pelo telefone (21) 3938-7966.Programação:
9h – Abertura
9h15 – Gestão de Real Estate e Facilities: do Essencial ao Desruptivo
Palestrante: Carlindo Macedo, Gerente Geral da BR Properties.
10h – Estratégia de Facilities para Shopping Center
Palestrante: André Neto, Gestor de Operações Administrativo Financeiro – Ancar Ivanhoe
Intervalo – Coffe break + Networking
11h15 – Certificação LEED na área de FM
Palestrante: Fernando Carrasqueira, Gerente Geral de Propriedades na BR Properties.
12h – Práticas de Segurança Contra Incêndios em Condomínios
Palestrante: Clara Rocha, engenheira civil e assessora do Núcleo de Gestão Integrada CIPA
Serviço:
“A prática na gestão de facilities”
Data: 30 de março de 2019
Horário: das 9h às 13h
Local: Av. Athos da Silveira Ramos, 149 – Bloco D-220 – Centro de Tecnologia – Ilha do Fundão (RJ)
Inscrições: secretaria.nppg@poli.ufrj.br
Informações: (21) 3938-7966 
26/03/2019
Escola Politécnica da UFRJ

Poli-UFRJ recebe representantes da Universidade de Lisboa para discutir novas formas de parceria

Publicado em: 10/06/2020 Escola Politécnica da UFRJ
Compartilhar:
A Escola Politécnica da UFRJ recebeu na última terça (19/03) dois representantes da Universidade de Lisboa; Rui Mendes, Diretor de Assuntos Internacionais do Instituto Superior Técnico (IST) e Filomena Ferreira, Assessora de Relações Públicas e Assuntos Internacionais do Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG). O encontro contou com a presença da Diretora da Escola Politécnica, Cláudia Morgado; o Diretor Adjunto de Desenvolvimento e Extensão da Poli, Edilberto Strauss e o Diretor Adjunto de Relações Internacionais da Poli, Vitor Romano. Durante a reunião foram discutidas novas formas de ampliar a parceria existente entre a Poli-UFRJ e a Universidade de Lisboa por meio de desenvolvimento de projetos que beneficiem ambas as universidades. De acordo com Rui Mendes, a expectativa é aumentar o intercâmbio nomeadamente de duplo diploma, considerando também a inclusão de novas áreas, como Engenharia Naval, interagir com a UFRJ no domínio das redes internacionais institucionais e colaborar ativamente em propostas internacionais, como por exemplo o programa Erasmus +. Além disso, ele também espera que a parceria resulte, em breve, em cursos de curta duração como as Summer Schools ou especializações a serem gerenciadas conjuntamente e também em projetos de empreendedorismo e parques de ciência e tecnologia.Na foto, tirada durante visita ao Museu da Poli-UFRJ, da esquerda para a direita: Heloi Fernandes, Superintendente do Museu da Escola Politécnica; Filomena Ferreira, Assessora de Relações Públicas e Assuntos Internacionais do ISEG da Universidade de Lisboa; Edilberto Strauss, Diretor Adjunto de Desenvolvimento e Extensão da Poli-UFRJ; Cláudia Morgado, Diretora da Escola Politécnica; Vitor Romano, Diretor Adjunto de Relações Internacionais da Poli; Rui Mendes, Diretor de Assuntos Internacionais do IST da Universidade de Lisboa; e Dirlene Diorio, Museóloga da Poli-UFRJ. 
25/03/2019
Escola Politécnica da UFRJ

Único projeto PROBRAL aprovado da UFRJ é de professor da POLI

Publicado em: 10/06/2020 Escola Politécnica da UFRJ
Compartilhar:
O projeto “Audibilização de Áreas Urbanas” do prof. Julio Cesar Boscher Torres foi o único da UFRJ, entre os 30 projetos aprovados para todas as instituições públicas e privadas do país, a ser contemplado pela Capes por meio do programa PROBRAL. O projeto contará com a parceria da universidade alemã Rheinisch-Westfaelische Technische Hochschule Aachen (RWTH) e a colaboração do Instituto de Acústica Técnica (dirigido pelo Prof. Michael Vorländer) no desenvolvimento de pesquisas utilizando ferramentas de Realidade Virtual Acústica sobre ruído urbano nas cidades. O projeto será executado em 2019 e 2020 e poderá ser renovado por mais dois anos.PROBRAL é um programa que resulta da parceria entre a CAPES e o Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico (DAAD) e que apoia o intercâmbio científico entre grupos de pesquisa brasileiros e alemães vinculados a Instituições de Ensino Superior e/ou Pesquisa. O programa prevê a concessão de recursos para a realização de missões de trabalho e aquisição de material de consumo para os projetos, bem como o financiamento de bolsas de doutorado
sanduíche e pós-doutorado na Alemanha.A pesquisa será relevante para contribuir com a sociedade na pesquisa sobre o ruído urbano, que afeta o conforto e bem-estar pessoal e é considerado pela OMS como um problema de saúde pública. Embora a avaliação do impacto do ruído na sociedade seja comumente uma tarefa complexa, que envolve aspectos técnicos e psicoacústicos, o projeto visa a colaboração entre os conhecimentos das equipes brasileiras e alemãs para o melhor desenvolvimento de soluções sobre esse tema até então pouco explorado.Além do professor Julio Torres, chefe do Depto. de Expressão Gráfica, participam do projeto os professores da Poli-UFRJ Mariane R. Petraglia, José Gabriel Carneiro Gomes e Fernando Augusto N. Castro Pinto. O projeto tem por característica o desenvolvimento conjunto de metodologias e ferramentas computacionais capazes de simular o som em ambientes urbanos, considerando as características de propagação do som e de emissão das fontes sonoras, de
forma que o ouvinte seja capaz de perceber as características sonoras espaciais.A equipe alemã desenvolverá ferramentas de audibilização em tempo real, voltadas para ambientes urbanos, enquanto a equipe brasileira desenvolverá sistemas e dispositivos para aquisição de dados que caracterizem as fontes sonoras urbanas em movimento. Além disso, serão desenvolvidas ferramentas de Realidade Virtual Acústica para facilitar a comunicação entre técnicos e agentes da sociedade, de forma que seja possível a visualização dos mapas de ruído e apresentação de sons realistas obtidos de simulações.
12/03/2019
Escola Politécnica da UFRJ

Workshop gratuito debate sobre remoção de nutrientes nas águas e efluentes Parceria entre Poli-UFRJ e a Universidade de Stuttgart (USTUTT) traz novidades sobre as principais tecnologias de tratamento de efluentes.

Publicado em: 10/06/2020 Escola Politécnica da UFRJ
Compartilhar:
Com objetivo de debater a respeito de como remover nutrientes presentes na água e efluentes, e adequá-los para o padrão de qualidade vigente, a Escola Politécnica da UFRJ (Poli-UFRJ), através do Departamento de Recursos Hídricos e Meio Ambiente (DRHIMA), em parceria com a Universidade de Stuttgart (USTUTT) e o Instituto de Química Verde do SENAI/FIRJAN, promove entre os dias 20 a 26 de março, das 9h às 18h, o workshop “Remoção de nutrientes de esgotos sanitários e efluentes industriais”, no auditório André Rebouças, do Centro de Tecnologia.O encontro pretende contextualizar o tema e analisar o panorama Brasil-Alemanha, abordando as principais tecnologias de tratamento a partir de estudos de casos apresentados por professores e profissionais de empresas brasileiras e alemãs. Também estão previstas palestras, visitas técnicas e atividades em laboratórios.Segundo o coordenador do evento e professor da Poli-UFRJ, Isaac Volschan, “o workshop trará conhecimento e experiência aos alunos e profissionais de mercado sobre as melhores práticas adotadas em países que são referência no assunto, além de conceitos de aplicação tecnológica, procedimentos de gestão, gerenciamentos de efluentes e legislação”.A inscrição é gratuita, mas todos os alunos terão como pré-requisito ter cursado disciplinas afins ao tema. Serão disponibilizadas 45 vagas, sendo 10 reservadas para concessionárias prestadoras de serviços de esgotamento sanitário. No final, os participantes receberão um Certificado de Participação, emitido pela coordenação do workshop.Quem estiver interessado em participar, deve efetuar a inscrição na secretaria do Drhima, que fica na sala D-202, sendo obrigatória a apresentação do histórico acadêmico. Mais informações podem ser obtidas pelos telefones 3938-7982 ou 3938-7994 ou pelo e-mail secretaria.drhima@poli.ufrj.br.Serviço:
Workshop “Remoção de nutrientes de esgotos sanitários e efluentes industriais”
Data: 20 a 26 de março
Horário: 9h às 18h
Local: Av. Athos da Silveira Ramos, 149, bloco D – Sala D-220 – Centro de Tecnologia
Inscrição gratuita.
 
12/03/2019
Escola Politécnica da UFRJ

Poli-UFRJ participa de projeto internacional no setor de Engenharia Automotiva que visa gerar impacto tecnológico na América Latina

Publicado em: 10/06/2020 Escola Politécnica da UFRJ
Compartilhar:
Você sabia que a Poli-UFRJ participa de um projeto para difundir tecnologias associadas ao setor automotivo? Trata-se do ASCENT, projeto que envolve instituições parceiras europeias e da América Latina como a Escola Politécnica da UFRJ, para que possam desenvolver centros de competência em Engenharia Automotiva e gerenciamento de vendas, facilitando o caminho do aluno para uma futura atuação na indústria ou em áreas de pesquisa.O projeto ASCENT é um programa da União Europeia financiado pela Erasmus + Capacity Building. Coordenado pela segunda maior universidade de ciências aplicadas da Áustria, a FH Joanneum, ele conta com um orçamento de mais de 990 mil euros e com a parceria das seguintes Universidades: Hochschule Aalen (Alemanha); Universidad Nacional Sur e Universidad Nacional de La Plata (Argentina); Poli-UFRJ e EP-USP (Brasil); ITESM Monterrey – Saltillo Campus e Universidad Iberoamericana Mexico City (México); Universitat Autònoma de Barcelona (Espanha) e AVL List Gmbh (empresa austríaca).O projeto tem duração de 3 anos e são previstas reuniões frequentes visando a troca de experiências e conhecimentos na área da Engenharia Automotiva, bem como treinamento dos participantes, para que se estabeleçam estratégias que aperfeiçoem a cooperação entre universidade e mercado.A primeira reunião de treinamento ocorreu em novembro de 2018, entre os dias 12 e 15, em Bahia Blanca na Argentina, onde o foco foi apresentar as tendências do setor.A segunda reunião foi realizada na cidade de Saltillo, México, em dezembro do mesmo ano, entre os dias 17 e 19. Além do treinamento, intitulado “Train the Trainer”, houve sessões específicas para troca de experiências e conhecimentos entre os participantes.O próximo treinamento já tem data marcada; acontecerá de 25 a 28 de março, na Universidad Nacional de La Plata (UNLP), na Argentina.Para Rogério Nascimento, integrante da equipe coordenada pelo professor Fernando Castro Pinto, a expectativa para este e os próximos encontros — inclusive, um que está previsto para maio com sede na Escola Politécnica UFRJ — é que a colaboração na troca de informações possa capacitar pessoas para que a engenharia automotiva nos países em desenvolvimento da América Latina seja aprimorada.“No Brasil, Projetos Erasmus+ são o que há de mais importante em termos programas de intercâmbios entre universidades. A participação da Escola Politécnica nesse projeto é extremamente importante, pois são poucos os projetos Erasmus+ que são focados em pesquisa, cujo objetivo principal seja produção científica e não mobilidade acadêmica.A Poli-UFRJ estar fazendo parte, mostra para toda a comunidade acadêmica envolvida que ainda somos uma referência no Brasil e na América Latina em termos de engenharia”, afirma Nascimento.Conheça o projeto no site: https://ascent.fh-joanneum.at/index.html
 
28/01/2019
Escola Politécnica da UFRJ

CAPES aprova quatro projetos BRAFITEC submetidos por professores da Poli-UFRJ

Publicado em: 10/06/2020 Escola Politécnica da UFRJ
Compartilhar:
Através de professores da Escola Politécnica, a UFRJ conquistou em dezembro de 2018, quatro dos 15 projetos BRAFITEC aprovados pelo CAPES (edital n° 11/2018). O programa tem por objetivo fomentar a parceria entre as as Instituições de Ensino brasileiras e francesas em todas as especialidades de Engenharia por meio da mobilidade acadêmica, além de incentivar a aproximação das estruturas curriculares — como a equivalência e o reconhecimento mútuo de créditos.“A Diretoria Adjunta de Relações Internacionais agradece a todos os envolvidos neste trabalho, pois sabemos o quanto foi corrido e trabalhoso deixar tudo dentro do que a CAPES exige e cumprir os prazos”, parabeniza o Chefe Administrativo da DARI, Rogério Nascimento.Foram aprovados os seguintes projetos: Fábricas do Futuro para Sociedade (projeto 245/19), sob a coordenação do professor José Luis L. Silveira ; Programa 6 + 5: complementaridade da formação generalista e especialista para o engenheiro do futuro (247/19), Elaine Garrido Vazquez; Engenheiros com dupla titulação franco-brasileira para a Indústria 4.0 (251/19), Renata Antoun Simão; AMINOV-MECA: Abordagem Multi-escala para Inovação em sistemas Mecânicos (253/19), Marta Cecilia Tapia.Os projetos têm duração de dois anos, podendo ser prorrogados por mais dois; o aluno recebe mensalidade, auxílio deslocamento e instalação, além de seguro saúde. O programa também concede aos membros da equipe brasileira recursos para missões internacionais, extremamente importantes para o bom andamento dos projetos e criação de novas parcerias com instituições francesas.
25/01/2019
Escola Politécnica da UFRJ

Poli-UFRJ prepara lançamento da Plataforma do Conhecimento em Desastres

Publicado em: 10/06/2020 Escola Politécnica da UFRJ
Compartilhar:

Professores do Departamento de Construção Civil da Escola Politécnica da UFRJ realizaram reunião técnica, com representantes dos setores público e privado, com objetivo de ajustar os últimos detalhes da Plataforma do Conhecimento em Desastres (PCON-Desastres), que será lançada em breve. O encontro aconteceu no último dia 4, na Escola Politécnica da UFRJ.

“A plataforma surge com a finalidade de criar interação entre os diferentes atoresenvolvidos em questões relacionadas a desastres no país, como profissionais autônomos, acadêmicos, poder público, setor privado, associações de moradores e outras instituições. O portal permitirá o conhecimento sobre os participantes, as ações e os recursos disponibilizados por quem atua ou tem interesse no tema de desastres, gratuitamente”, explica o coordenador do projeto e professor do Departamento de Construção Civil da Poli-UFRJ, Leandro Torres Di Gregorio, que juntamente com os professores Alessandra Conde de Freitas e Marcos Barreto de Mendonça, concebeu e desenvolveu a ferramenta.

De acordo com a professora Alessandra Conde, o conceito da plataforma surgiu há pouco mais de cinco anos. “Naquela ocasião foi pensada de maneira embrionária e possuía um outro formato. Em 2015 tivemos um evento histórico no Rio, o Seminário Internacional de Desnaturalização dos Desastres, e a partir deste encontro voltamos a pensar numa mobilização para viabilizar o projeto”, lembra.

Segundo o professor Marcos Barreto, “o encontro realizado com diferentes atores da sociedade, antes do lançamento oficial da plataforma, busca entender quais seriam as palavras-chave mais adequadas para serem inseridas no banco de dados da plataforma, criando assim uma verdadeira árvore do conhecimento”.

O evento contou com a presença de integrantes da Petrobras, pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), membros de grupos comunitários, professores do Departamento de Geografia da UFRJ, membros do Centro de Operações Rio e do Cemaden, profissionais da Defesa Civil do Rio de Janeiro e de Jaboatão dos Guararapes, além de estudantes de graduação e pós-graduação.

“A discussão de desastres no Brasil teve um impulso grande nestes últimos dois anos. Estamos aqui para poder contribuir com o processo nacional, apresentando as nossas experiências no Nordeste, em relação aos desastres”, conta o integrante da superintendência de Defesa Civil de Jaboatão dos Guararapes, Artur Paiva. Já a meteorologista chefe do Alerta Rio, Juliana Hermsdorff, destaca: “avalio como uma iniciativa muito boa, principalmente por unir as informações de diversos órgãos e pessoas numa plataforma única”.

O site da Plataforma do Conhecimento em Desastres será divulgado em breve, simultaneamente com o lançamento do projeto.
05/12/2018
Escola Politécnica da UFRJ

Criada diretoria adjunta de Políticas Estudantis na Poli-UFRJ

Publicado em: 05/12/2018 Escola Politécnica da UFRJ
Compartilhar:

A professora Marta Tapia, do Departamento Engenharia Naval e Oceânica, é a nova diretora adjunta da recém-criada Diretoria de Políticas Estudantis da Escola Politécnica da UFRJ. A iniciativa da diretora da Poli, professora Cláudia Morgado, ao propor a nova diretoria, tem como objetivo apoiar e criar oportunidades para que os alunos possam se desenvolver e se manter na instituição, num ambiente motivador e acolhedor.

“A Escola Politécnica é a maior unidade de graduação da UFRJ. Os alunos têm muitas iniciativas que precisam de apoio da diretoria e o perfil socioeconômico deles precisa ser acompanhado para podermos alavancar recursos a tempo de dar condições de permanência aos nossos alunos. Diante dessas múltiplas demandas, nasceu a necessidade de uma nova diretoria para cuidar das políticas estudantis, a DAPE”, explica a Diretora.

Marta Tapia é de origem chilena e, após graduar-se em Engenharia Naval na USACH (Chile), veio para o Brasil cursar mestrado e cursou também doutorado em Engenharia Oceânica pela UFRJ. Coordena o laboratório CONSTRUA, onde realiza pesquisas na área de construção naval e instalação de sistemas oceânicos, temas que são desenvolvidos nas suas aulas.

Como diretora adjunta da Poli-UFRJ, a professora Marta pretende trabalhar em conjunto com os representantes dos estudantes, diretoria da escola politécnica e decania para melhorar o dia a dia do aluno na faculdade.

“Gostaríamos que quando o aluno saia da faculdade tenha uma boa lembrança do tempo em que esteve nela, nosso esforço será dirigido a atender de forma mais objetiva para dar condições de melhor desenvolvimento nossos alunos, levando em consideração as condições socioeconómicas deles. Procuraremos alavancar recursos para oferecer uma melhor estadia e atendimento, durante a permanência como estudantes”, resume.

Docentes da Poli-UFRJ recebem prêmio de entidade mundial

Publicado em: 04/12/2018 Escola Politécnica da UFRJ
Compartilhar:

No próximo dia 18 de dezembro, às 18h, na sede do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), os professores da Escola Politécnica da UFRJ, Paulo Couto e Juliana Baioco recebem da Society of Petroleum Engineers (SPE),o prêmio de excelência ‘SPE Brasil 2018’, nas categorias Distinção do Ensino e Pesquisa, e Espírito de Liderança e Contribuição para Sociedade e Profissionais de Engenharia, respectivamente.

Couto é formado em Engenharia de Produção e Sistemas pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), com mestrado e doutorado em Engenharia Mecânica pela UFSC.É professor do Departamento de Engenharia Industrial da UFRJ, atuando no curso de graduação em Engenharia do Petróleo, e professor colaborador no Programa de Engenharia Civil da COPPE/UFRJ.

“Sou professor desde 2006 e acompanhei a formatura de todas as turmas de Engenharia de Petróleo. Fiquei muito feliz e honrado com a indicação, pois o prêmio reconhece todo trabalho que desenvolvi ao longo do tempo. Tudo isso demonstra a qualidade do ensino que estamos proporcionando na maior universidade pública do país”, destaca Couto, que também será indicado para concorrer ao SPE LatinAmerica&CaribbeanAward.

Já Juliana considera que o prêmio é um reconhecimento pelo trabalho desenvolvido na universidade. E celebra: “Fico extremamente honrada e com uma responsabilidade a mais agora para fazer jus ao prêmio. É uma consolidação do trabalho desenvolvido ao longo de anos”. Juliana é formada em Engenharia de Petróleo pela Poli-UFRJ e possui mestrado, doutorado e pós-doutorado em Engenharia Civil pela PEC/COPPE/UFRJ, além de ser pesquisadora no Laboratório de Métodos Computacionais e Sistemas Offshore (LAMCSO).