Publicado em: 10/06/2020
Escola Politécnica da UFRJ
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Alunos do curso de Engenharia de Petróleo da Escola Politécnica da UFRJ embarcam no próximo dia 23 de maio para Bolívia,local onde será realizada a edição anual do Petrobowl Regional Qualifiers. Após conquistar o título nacional, no Rio, a equipe PetroTeam UFRJ chega a Santa Cruz de La Sierra com objetivo de buscar o quarto título seguido da competição e vaga para o mundial, em setembro, no Canadá.Organizado pela Society of Petroleum Engineers (SPE), o Petrobowl funciona no estilo ‘quiz de conhecimento’. Em ritmo acelerado e dinâmico, equipes de diversas universidades da América do Sul e Caribe são desafiadas entre si a responderem com rapidez perguntas técnicas e não-técnicas, relacionadas à indústria de petróleo. A equipe que alcançar a melhor pontuação, vence a competição.“Esperamos fazer uma boa competição. As universidades participantes têm equipes qualificadas, que passam meses se dedicando para competir em alto nível. Estamos treinando e nos preparando para esta competição e pretendemos fazer uma boa campanha e conseguir a classificação para etapa mundial, em setembro. Queremos representar a UFRJ da melhor maneira possível”, explica o aluno Velemu Davida Lubisse, do último período.A equipe da UFRJ também é composta pelos alunos Adilson Vieira de Souza (último período), Elton Lima Correia (último período), Matheus Marins Gonzaga (9º período) e Marco Túlio Portella (8º período), com a coordenação do professor e técnico, Santiago Drexler, que destaca: “A competição estimula a aquisição e disseminação de conhecimento sobre engenharia básica e de petróleo. Os jogadores obtêm diversas informações além da sala de aula, em áreas que não são abordadas a fundo no curso”.
Publicado em: 03/05/2019
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O Museu da Escola Politécnica está aberto para visitações, de segunda a sexta de 9h às 16h, com exposição permanente que conta a história não só da Escola Politécnica da UFRJ como da própria Engenharia. Criado em 1977, o museu reúne um vasto acervo no segundo andar do bloco A do Centro de Tecnologia da UFRJ.
“O museu foi criado para manter viva a memória da instituição, que tem seu presente e futuro como uma decorrência do que já criou e vivenciou. O papel do museu é preservar a memória da Escola”, comenta o professor Heloi José Fernandes Moreira, que desde 2007 coordena o museu, e desde 2009 em conjunto com a museóloga Dirlene Silva Diorio. Diretor da Poli-UFRJ entre 1996 e 2006, ele também acredita que a preservação da memória é uma forma de manter vivo o sentimento de pertencimento e orgulho do aluno sobre o local onde irá conquistar o tão sonhado diploma de uma universidade referência na área.
“Aqui os visitantes poderão analisar e perceber como foi a evolução do ensino da Engenharia, os instrumentos que eram utilizados no passado, porque foram se modernizando. Isso dá a possibilidade de pensar num futuro melhor para a instituição, acrescenta o prof. Heloi.
Já para a museóloga Dirlene Diorio, o museu promove a oportunidade de refletir sobre “um espaço de memória, ciência, tecnologia, mas também de fazer com que o aluno se sinta parte integrante da história da Escola”.
Entre as peças expostas, está o busto em bronze de Visconde do Rio Branco, responsável por finalizar a separação entre os ensinos de engenharia militar e civil ao instituir a Escola Polytechnica em 1874, sendo o primeiro diretor efetivo da escola; a chapeleira que integrou seu gabinete no período em que foi diretor de 1875 a 1879; e o modelo de telegrafia elétrica — aparelho inventado por Clément-Louis Breguet, dando início à telegrafia elétrica — utilizado pelo Barão de Capanema na primeira demonstração prática, em 1851, em duas salas do prédio que posteriormente sediou a Escola Central. O museu também tem entre suas peças máquina eletrostática, aparelho espectroscópio, modelo de engrenagem em espiral, modelo de vagão de trem, óleo sobre tela de André Rebouças e também de outras personalidades importantes da Engenharia.
O professor Heloi destaca que a Diretoria da Escola Politécnica tem prestado o apoio necessário em termos de conservação dos espaços físicos do museu, tanto o da reserva técnica onde é feito o trabalho de restauração de peças e armazenamento de acervo, como o das exposições temporárias e permanentes. Além disso, está em curso um Projeto de Segurança contra Incêndios que utiliza tecnologias adequadas para museus.
Além das exposições, o museu da Poli também oferece alguns cursos sem período fixo voltados para pós-graduandos e outros para funcionários que em suas edições anteriores já abordaram a história da escola, instrumentação científica e história da ciência, técnica e epistemologia.
Serviço:
Museu da Escola Politécnica da UFRJ Local: 2º andar do Bloco A do CT Horário: segunda a sexta, das 9h às 16h. Telefone: (21) 3938-7723 Entrada franca
Publicado em: 03/05/2019
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O Diretor de Pós-Graduação e Pesquisa da Poli-UFRJ e professor do Departamento de Eletrônica e Computação, Marcio Nogueira de Souza, foi homenageado pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual e pelo Parque Tecnológico UFRJ por suas contribuições no desenvolvimento de projetos de tecnologia de ponta aplicados ao esporte. Na edição deste ano do “IP DAY”, ocorrida no dia 18 de abril, foi celebrado o Dia da Propriedade Intelectual e teve como principal tema a inovação no mundo do esporte.
O “IP DAY” faz parte da série “Encontros do Parque” e contou com a correalização da Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), Associação Brasileira da Propriedade Intelectual (ABPI) e Licensing Executive Society (LES-Brasil). Durante o encontro, gratuito e aberto ao público, foi discutido como a inovação, a criatividade e os direitos de propriedade intelectual apoiam e estimulam o desenvolvimento do esporte em todo o mundo, além de serem apresentadas tecnologias desenvolvidas para monitoramento de atletas de alta performance.
Marcio Nogueira, que também é professor do Programa de Engenharia Biomédica da COPPE, foi o escolhido desta edição para receber a homenagem devido a sua trajetória profissional que conta com uma conjunto de ações inovadoras na área de tecnologias para o esporte. Destacam-se entre as suas principais especialidades o desenvolvimento de pesquisas em bioimpedância, reabilitação muscular e instrumentação para esportes na área de Instrumentação Biomédica e Processamento de Sinais Biológicos.
Há mais de 10 anos atuando na área, em 2008 desenvolveu um protótipo de bioimpedância para medição de composição corporal em parceria com a empresa Micromed, com o diferencial de permitir ao usuário ter acesso a fórmulas específicas para medição de pessoas com diabetes e doenças renais crônicas; em 2009 ganhou um projeto de um edital de inovação da CAPES para colaborar na inovação de um equipamento que utilizava citometria de fluxo, tecnologia que permite análise simultânea e multiparamétrica de células ou partículas em suspensão; já entre 2010 e 2015 teve dois projetos de inovação incentivados pela FAPERJ, onde desenvolveu um sistema de avaliação de remada para a equipe de remo do Flamengo e que, em 2011, foi utilizada no treinamento da campeã mundial de remo na Eslovênia, Fabiana Beltrame; e desde o final de 2017 está sendo firmada uma parceria entre uma empresa americana via agência de inovação da UFRJ para o desenvolvimento de um sistema de detecção de limiar de lactato não invasivo, medida que os atletas de alta performance precisam fazer com certa frequência para avaliar o seu condicionamento físico e permitir que compreenda e eleve o seu potencial no esporte.
Publicado em: 03/05/2019
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Na última terça-feira (30), o Colégio Eleitoral decidiu, em sessão conjunta do CEG, CEPG, CONSUNI e Conselho de Curadores no salão do Conselho Universitário, a lista tríplice a ser encaminhada para o Ministro da Educação.
A votação faz parte do processo decisório previsto no decreto n° 1.1916 de maio de 1996 que regulamenta o processo de escolha dos dirigentes de instituições federais de ensino superior, nos termos da Lei n° 9.192, de 21 de dezembro de 1995.
Denise Pires de Carvalho e Carlos Frederico Leão Rocha foram eleitos com 82 votos cada na primeira posição da lista que indica reitor e vice-reitor da UFRJ. Em segundo lugar na lista ficaram Eduardo Mach Queiróz para reitor e Denise Maria Guimarães Freire para vice-reitora, com seis votos.
Já em terceiro, constam na lista os nomes de Eduardo Raupp para reitor e de Gisele Viana Pires para vice, com dois votos. O Colégio Eleitoral é formado por membros do Conselho Universitário da Universidade Federal do Rio de Janeiro – Consuni , Conselho de Ensino de Graduação da UFRJ – CEG , Conselho de Ensino para Graduados – CEPG e pelo Conselho de Curadores. Cada um dos 90 conselheiros votou ao microfone um nome para reitor e um para vice-reitor.
Publicado em: 29/04/2019
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A Escola Politécnica da UFRJ (Poli-UFRJ) recebeu pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e do Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (CEMADEN) para apresentação de estudos multi e interdisciplinares sobre a redução de desastres, em mesa-redonda realizada na última quarta-feira (24).Coordenado pelo professor Marcos Barreto, do Departamento de Construção Civil da Poli-UFRJ, o evento propôs alertar a respeito das diferentes dimensões de vulnerabilidade e caminhos mais eficientes para redução de riscos.
“Os desastres estão mais frequentes no Brasil, principalmente por conta da organização social em que a gente vive. O homem está cada vez mais exposto às consequências dos fenômenos naturais adversos, que ocorrem paralelamente às mudanças climáticas. O tema da mesa se encaixa bem na realidade de diversos municípios”, destacou Barreto, que também apresentou trabalhos sobre a percepção do risco e o papel da educação na redução de desastres.
Já o pesquisador do Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (CEMADEN), Victor Marchezini, reforçou que os desastres não são novidades na história brasileira e a chuva não é a única responsável pelos impactos.
“Temos o costume de responsabilizar as chuvas, tirando as responsabilidades dos principais agentes que modificam os territórios e muitas vezes ganham recursos por essa alteração. Especialmente em espaços urbanos é preciso atuar com políticas mais propositivas, no sentido de promover moradias em locais seguros”, avaliou Marchezini, que também é especialista em Direitos Humanos, Gestão Global de Riscos e Políticas Públicas de Prevenção de Desastres pela Fundação Henry Dunant – América Latina.
O evento contou ainda com a presença do pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz e coordenador do Centro de Estudos e Pesquisas em Desastres e Emergências em Saúde, Carlos Machado. Na ocasião, o pesquisador falou sobre o envolvimento de Agentes Comunitários e Saúde (ACS) na prevenção a desastres no Morro da Babilônia. Os pesquisadores participaram do livro “Redução de vulnerabilidade a desastres: do conhecimento à ação”.
Redução de vulnerabilidade a desastres: do conhecimento à ação”
O livro e e-book “Redução de vulnerabilidade a desastres: do conhecimento à ação”, organizado pelos pesquisadores do Cemaden Victor Marchezini, Luciana R. Londe e Sílvia Saito e, também, pelo pesquisador da University College London, Ben Wisner, foi apresentado durante o encontro. O livro reúne os trabalhos de pesquisas de 87 cientistas de 12 países, distribuídos em 28 capítulos. Está disponível em: https://preventionroutes.weebly.com/capiacutetuloschapters.html
Publicado em: 10/06/2020
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A quarta reunião de treinamento do projeto ERASMUS+ ASCENT terá sede na UFRJ entre os dias 6 e 9 de maio. A proposta do encontro voltado aos membros do projeto da Poli-UFRJ e de outras universidades é discutir o andamento do projeto e oferecer capacitação através de palestras e grupos de trabalho. O evento contará também com visita a laboratórios da Poli-UFRJ, COPPE e ao tanque oceânico no Parque Tecnológico.O projeto ASCENT é um programa da União Europeia financiado pela Erasmus + Capacity Building que visa a troca de conhecimentos na área da Engenharia Automotiva para promover uma cooperação mais engajada entre universidade e mercado. Tem duração de três anos e as edições anteriores já percorreram Bahia Blanca (Argentina), Saltillo (México) e La Plata (Argentina).A participação da Escola Politécnica da UFRJ nesse projeto que une instituições parceiras europeias e da América Latina, é de suma importância para facilitar o caminho do aluno a uma futura atuação na indústria ou em áreas de pesquisa por meio do incentivo ao desenvolvimento de centros de competência em Engenharia Automotiva e gerenciamento de vendas.Na abertura do evento estarão presentes Cláudia Morgado (Diretora da Poli), Nadia Comerlato (Diretora de Relações Internacionais da UFRJ), Vitor Ferreira Romano (Diretor Adjunto de Relações Internacionais da Poli) e os integrantes da equipe ASCENT UFRJ; Rogério Santos do Nascimento (Chefe Administrativo da DARI/Poli), Fernando Augusto de Noronha Castro Pinto (Departamento de Engenharia Mecânica/Poli) e Anna Carla Monteiro de Araújo (Departamento de Engenharia Mecânica/Poli).Para conhecer o projeto, acesse: https://ascent.fh-joanneum.at/index.html
Publicado em: 10/06/2020
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O Núcleo de Pesquisas em Planejamento e Gestão (NPPG) da Escola Politécnica da UFRJ promoverá o seminário “Ferramentas de Gestão de Projetos” no dia 27 de abril (sábado) de 8h30 às 17h30, no Auditório da Coppetec. O evento é voltado para pós-graduandos e profissionais que atuem ou possuam interesse na área de Gestão e Gerenciamento de Projetos.
A proposta do seminário é estabelecer a troca de conhecimentos sobre gerenciamento de projetos e, assim, colaborar para o aperfeiçoamento tanto dos alunos de MBA do NPPG/Poli-UFRJ como dos convidados externos que desejem participar. Para isso, deve ser enviado com antecedência um email para secretaria.nppg@poli.ufrj.br manifestando interesse.
Além de ser uma oportunidade para agregar novas ideias, será a chance de fazer networking com profissionais de destaque na área. Colaboradores da Siemens, Action Profile/Oracle, ITConsol/IBM, entre outras empresas estarão presentes no Seminário para palestrar sobre “Corporação Digital: Desafios e oportunidades”, “Gerenciando Projetos de Capital com a Solução Oracle para Engenharia e Construção” e outros temas que podem ser encontrados na programação abaixo:
Programação
8h45 – 9h: Abertura9h- 9h30: Roteiro do Seminário | Ferramentas de Gestão de Projetos / TI e Engenharia — Rodolpho Ribeiro e Tiago Ferreira (Nekit-IT) 9h30 – 10h30: 1° Palestra “Corporação Digital: Desafios e Oportunidades” Siemens PLM —Regis Ataides, M.Sc. (Siemens) 10h30 – 11h: Coffee-break + networking 11h – 12h30: 2° Palestra “Gerenciando Projetos de Capital com a Solução Oracle para Engenharia e Construção” – Úrsula Lubanco (Engenheira Civil, Action Profile/Oracle)
12h30 – 12h50: Parceria NPPG-IIE – Programa de Mestrado Internacional — Natale Papa (IIE – Institute of International Education)
12h50 – 13h50: Encerramento manhã | Intervalo para almoço
14h – 15h30: 3° Palestra “IBM Maximo – Um modelo de Gestão de Ativos para ISO 55.000” — Ramón Terrazas e Dirceu Américo (ITConsol/IBM)
15h30 – 16h: Coffee-break + networking
16h – 17h: 4° Palestra “Solução MICROSOFT para Gestão de Projetos – Project Server” — Leonardo Carvalho (Analista de Sistemas, Action Profile)
17h – 17h15: Encerramento
Serviço:
Data: 27 de abril de 2019 Horário: 8h30 – 17h30 Local: Auditório da Fundação Coppetec (Rua Moniz Aragão, 360 – Bloco 1 – Centro de Tecnologia 2 – CT2/UFRJ) Telefones de contato: (21) 3938-7966 / (21) 3938-7965 Inscrições através do email: secretaria.nppg@poli.ufrj.br Para mais informações, acesse: http://nppg.org.br | http://facebook.com/nppgufrj
Publicado em: 10/06/2020
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A Escola Politécnica da UFRJ (Poli-UFRJ), em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), promove debate sobre a redução de desastres, a partir de apresentações de estudosmulti e interdisciplinares. O evento será no dia 24 de abril, às 13h30, e é direcionado a alunos, professores e profissionais de diferentes áreas que atuam ou se interessam pelo tema de desastres. A entrada é gratuita e não há necessidade de inscrição. “É uma oportunidade de se alertar sobre as diferentes dimensões de vulnerabilidade e suas considerações para seguirmos um caminho de redução de riscos mais eficiente”, destaca o professor Marcos Barreto, do Departamento de Construção Civil da Poli-UFRJ, que compõe a mesa-redonda. O encontro contará também com a presença do pesquisador do Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (CEMADEN) e especialista em Direitos Humanos, Gestão Global de Riscos e Políticas Públicas de Prevenção de Desastres pela Fundação Henry Dunant – América Latina, Victor Marchezini; e dopesquisador da Fundação Oswaldo Cruz e coordenador do Centro de Estudos e Pesquisas em Desastres e Emergências em Saúde, Carlos Machado de Freitas. No final do evento será relançado o livro e e-book “Redução de vulnerabilidade a desastres: do conhecimento à ação”, organizado pelos pesquisadores do Cemaden Victor Marchezini, Luciana R. Londe e Sílvia Saito e, também, pelo pesquisador da UniversityCollege London, Ben Wisner. O livro reúne os trabalhos de pesquisas de 87 cientistas de 12 países, distribuídos em 28 capítulos. Serviço: Mesa Redonda – Redução de vulnerabilidade a desastres: do conhecimento à ação Data: 24 de abril de 2019 Horário: 13h30 Local: Av. Athos da Silveira Ramos, 149, Bloco D, Sala D220 (Auditório André Rebouças) Entrada gratuita.
Publicado em: 10/06/2020
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A cerimônia de abertura da 33ª turma do curso de pós-graduação lato sensu Engenharia de Manutenção (ENGEMAN) foi também um momento para homenagear in memoriam o professor José Haim Benzecry, primeiro coordenador do curso e ex-diretor da Escola Politécnica de 1994 a 1996.Aproximadamente 150 pessoas compareceram ao evento, no dia 16 de março, que contou com a presença da 32ª turma do MBA ENGEMAN, dos integrantes da 33° turma e da família do professor homenageado. Também estiveram presentes os professores Cláudia Morgado (Diretora da Poli-UFRJ), Edilberto Strauss (Diretor Adjunto de Desenvolvimento e Extensão e coordenador geral do curso MBA ENGEMAN), Carlos de Souza Almeida (coordenador do MBA), Lourival Augusto Tavares (coordenador do MBA), Rogério Arcuri Filho (coordenador do MBA), Manoel Segadas Vianna, Jorge Nemésio Souza (Prof. do Departamento de Engenharia Elétrica) e Heloi Fernandes (Superintendente do Museu da Escola Politécnica)José Haim Benzecry, um professor dedicado à docência“Ele não abria mão de ir em todas as cerimônias de abertura de curso e de ter sempre um módulo onde ele pudesse dar as aulas dele para os alunos de pós-graduação, algo que realmente ele gostava muito e fazia com dedicação” diz Lena Benzecry, filha de José Haim Benzecry. Desta vez, o professor esteve presente de forma diferente na abertura da 33ª turma do MBA de Engenharia da Manutenção, curso que ajudou a criar junto com o prof. Lourival Augusto Tavares em 1995. Em decorrência de uma doença, o professor faleceu em janeiro deste ano, aos 72 anos de idade. Porém, deixou como legado a estruturação de um curso que contribui para a formação de qualidade de profissionais da área de Manutenção e setores afins.A Poli-UFRJ ocupou boa parte da trajetória profissional de Benzecry. Ele foi aluno, professor, coordenador geral e diretor da Escola Politécnica da UFRJ. Formou-se bacharel em Engenharia Naval em 1968, Mestre em Engenharia Naval em 1975 e Doutor em Engenharia de Produção em 1995. Além disso, foi professor da COPPE/UFRJ, Coordenador Geral do MBA ENGEMAN, professor da Universidade Gama Filho, Secretário Geral da Fundação Universitária José Bonifácio, Engenheiro da Financiadora de Estudos e Projetos e Coordenador Geral do Instituto Nacional de Tecnologia. Suas principais especialidades eram em Engenharia de Produção nas subáreas de Estatística, Qualidade e Custos e também em Engenharia Mecânica, na subárea de Termodinâmica.Ao longo do caminho, fez amigos e colecionou histórias com o seu jeito enérgico e bem humorado. Lena conta que toda vez antes de começar suas aulas, Benzecry iniciava com uma piada. Até que um dia, um aluno que havia faltado a aula do dia anterior o parou em um dos corredores e perguntou qual havia sido a piada. Nesse dia, ele despertou para o fato curioso de que o aluno preocupou-se mais em saber a piada do que a matéria perdida, o que fez com que a prática que usava costumeiramente para chamar a atenção de seus alunos fosse cessada por um tempo. No entanto, fora de sala, em um encontro de Ensino de Engenharia realizado em Nova Friburgo, destacava-se por brindar os presentes ao piano com seu repertório de piadas que conhecia o tempo certo entre uma e outra, revela um de seus ex-alunos em um texto homenagem que pode ser lido na íntegra clicando aqui.Segundo Carlos Almeida, um dos coordenadores do MBA de Engenharia em Manutenção da Poli-UFRJ, ele era “muito transparente em suas decisões, ético e sempre a favor da Escola”. Já de acordo com o professor de Engenharia Naval e Oceânica Severino Fonseca Neto (COPPE/UFRJ), Benzecry fazia questão de manter suas portas sempre abertas aos alunos, atendendo-os com prioridade, por mais alta que fosse sua posição”. E mesmo quando reprovava, não tinha a admiração por parte dos alunos comprometida.“No ano de 1979, tive o privilégio de cursar a disciplina Termodinâmica no quinto período do Curso de Engenharia Naval da UFRJ, ministrada pelo Prof. José Haim Benzecry. Conceitos básicos para a compreensão de fenômenos complexos eram apresentados de forma simples, mas a simplicidade não é espontânea, precisa ser criada. Poucos conseguem elaborar para tornar temas simples, e ainda transmiti-los organizada e didaticamente, permitindo sua aplicação a desafios práticos em engenharia, mas Prof. Benzecry os fez com maestria”, afirma Severino. Sobre o cursoConforme escreveu no prefácio do livro Caminhos Estratégicos para o sucesso na manutenção publicado em 2017, ao criar o programa de MBA em Engenharia da Manutenção ele teve como objetivo “ministrar e discutir conhecimentos teóricos e práticos de administração estratégica, gerência, planejamento, controle e execução da Manutenção, associados às técnicas usuais e avançadas, com fiel observância aos sistemas integrados da qualidade, meio ambiente, segurança e saúde, otimização de custos e gestão de recursos.” O texto pode ser lido na íntegra clicando aqui.Desde 1995, o curso MBA ENGEMAN vem capacitando profissionais de diferentes formações e áreas. São engenheiros ou profissionais com curso superior que atuam como gerentes, inspetores, programadores e supervisores de manutenção da indústria em geral e empresas de prestação de serviço. Ao longo desses 24 anos, com uma carga horária de 400 horas, o curso formou 32 turmas. O conteúdo é dividido em 9 módulos com abordagens que vão de Qualidade de Manutenção, Gerenciamento de Custos e Pessoas e Meio Ambiente. Para mais informações, acesse www.poli.ufrj.br/engemanInteressado em cursar esse MBA? Entre em contato conosco e se inscreva!
Publicado em: 29/03/2019
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A Diretoria Adjunta de Relações Internacionais (DARI) é a diretoria responsável por promover editais de seleção para vagas de intercâmbio em universidades estrangeiras e também por incentivar, apoiar e fornecer informações relativas à mobilidade acadêmica internacional de alunos, professores e funcionários da Escola Politécnica. Estudantes da Poli enviaram suas dúvidas sobre intercâmbio no nosso Instagram (@poliufrjoficial) e o Diretor Adjunto de Relações Internacionais, Vitor Romano, e o Chefe Administrativo de Relações Internacionais da Escola Politécnica, Rogério Nascimento, responderam. Confira abaixo:
1. É possível fazer intercâmbio na graduação? A UFRJ financia? Sim. O maior volume de oportunidades é para graduação. Cerca de 30% dos alunos da Poli que saem em intercâmbio recebem alguma bolsa de estudos (CAPES, EGIDE, Santander, Erasmus etc), mas aproximadamente 90% das bolsas são para intercâmbio na França.
2. É preciso ser fluente no idioma? Sim. É preciso proficiência no idioma de ensino da instituição de destino, que pode variar entre o idioma oficial do país ou inglês. Alguns países na Europa possuem muitas opções de cursos em inglês.
3. Já tem edital aberto para intercâmbio? Os editais abrem sempre por volta de agosto/setembro, é raro termos editais abertos no primeiro semestre. A Reitoria possui um calendário de editais diferente.
4. Há intercâmbio para alunos de mestrado? Sim. Mas as oportunidades são bem menos frequentes e o processo completamente diferente do que envolve a graduação. Não há editais da Poli com vagas para pós-graduação. Há algumas vagas em editais da Reitoria.
5. A partir de qual período é possível fazer intercâmbio? Grande parte das vagas está disponível para alunos do quinto ao sétimo período (verificado no ato da inscrição), mas há também algumas poucas oportunidades para alunos do quarto e oitavo.
6. Quais universidades estrangeiras possibilitam a dupla-diplomação? Isso depende dos acordos vigentes no período de abertura dos editais. Em 2018, tivemos oportunidade para dupla diplomação com as escolas da Rede Paristech, Groupe des École Centrales e algumas outras também na França.
7. Vocês nunca pensaram em ofertar as bolsas para alunos com CR abaixo de 6? Seria uma forma de incentivo. As bolsas atuais da Poli não incluem a utilização de critérios sociais. São bolsas cujos critérios envolvem apenas o mérito acadêmico dos alunos de graduação. No último edital com bolsas, o CR mínimo foi 6,5 mas a média de CR dos aprovados foi de 7,5. Apenas reduzir o CR não resolveria, seria preciso outros critérios, que beneficiassem os alunos com CR mais baixo. A solução seria a criação de bolsas com critérios sociais que beneficiariam alunos sem condições financeiras para realizar intercâmbio, mas mesmo essas bolsas precisariam avaliar o rendimento acadêmico dos estudantes. Temos alunos excelentes que não realizam intercâmbio simplesmente por não terem condições financeiras, apesar de possuir ótimo rendimento acadêmico. O último edital da Rede Magalhães publicado pela Reitoria, que reúne as grandes escolas de engenharia da Europa, teve 66 alunos da Poli e apesar deste edital permitir CR menor (varia de curso para curso), apenas um candidato, de CR 5,9, teve CR abaixo de 6. A DARI-Poli promove palestras todos os semestres para os calouros com a finalidade de mostrar a esses que a possibilidade de intercâmbio existe e quais são as condições necessárias aos alunos para obtê-lo.
Para mais informações sobre mobilidade acadêmica, acesse: www.intercambio.poli.ufrj.br Para entrar em contato com a DARI, envie um e-mail para internacional@poli.ufrj.br ou ligue para (21) 3938-7884/ 7498