| Entre os dias 22 e 26 de julho, das 9h às 18h, a Escola Politécnica da UFRJ, por meio do Programa de Engenharia Urbana (PEU), recebe a 10ª edição do HydroLatinAmerica (HYDROLAT), encontro acadêmico organizado pela Universidade Politécnica da Catalunha (UPC), que reúne diversas universidades latino-americanas e busca debater a respeito da modelagem matemática, proposta de soluções para inundações urbanas e melhoria da qualidade da água, através de palestras e oficinas de projeto.Cada universidade ficou responsável por mobilizar uma equipe de trabalho, formada por alunos de graduação, mestrado e doutorado, e a UFRJ será representada pelos seguintes participantes: Francis Martins Miranda (doutorado), Carolina Lopes Carvalho (mestrado), João Paulo Rebechi Fraga (mestrado), Caroline Sales Saturnino dos Santos (graduação) e Rodrigo Konrad Machado (graduação).“O Hydrolat possibilita o contato com diferentes professores e atualização sobre as pesquisas que vêm ocorrendo sobre o tema de hidrologia urbana e drenagem urbana sustentável. Além disso, chama atenção para necessidade de vencer barreiras, de língua e culturais, para se chegar a um objetivo comum”, explica o professor Marcelo Miguez, especialista em Recursos Hídricos da Poli-UFRJ.A programação também prevê um desafio aos alunos, a partir da utilização de programas computacionais como Stormwater Management Model – SWMM, da United States Environmental ProtectionAgency (em português, Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos), um software aberto e gratuito, que serve para solucionar problemas de redes de drenagem, combinando medidas verdes e cinzas na composição da solução de projeto. No último dia de evento, os grupos apresentam formalmente seus resultados de modelagem e propostas de intervenção, em um seminário.Essa será a segunda vez que o evento ocorre na UFRJ, tendo a primeira versão ocorrido em 2013. |
| 12/07/2019 Escola Politécnica da UFRJ |
Arquivos: Notícias
Eficiência energética aplicada ao ciclo de vida dos edifícios é tema de primeira defesa de doutorado do Programa de Engenharia Ambiental da Poli-UFRJ
Com o intuito de destacar o problema global de consumo de energia em edifícios, o aluno de doutorado Mohammad Najjar apresentou a primeira defesa de tese do Programa de Engenharia Ambiental (PEA) da Escola Politécnica da UFRJ (Poli-UFRJ). A apresentação aconteceu no auditório do Núcleo de Pesquisa em Sistemas e Gestão de Engenharia-Gestore, no dia 2 de julho.
“Há necessidade de saber como diminuir o consumo de energia e proteger o ambiente e os recursos. Por isso, o objetivo do trabalho é melhorar a decisão sustentável em uma fase inicial de projetos de construção e produzir materiais de construção com eficiência energética para ter edifícios com o mesmo padrão”, explica o aluno, que após alcançar aprovação, pretende publicar o trabalho acadêmico intitulado “Otimizando o processo de decisão sustentável para melhorar o desempenho energético ao longo do ciclo de vida dos edifícios”.
A banca examinadora foi composta pelos professores Ali AkbarNezhad, da Universityof Sydney; Dieter Thomas Boer, da UniversityRovira i Virgili; Carlos Alberto Pereira Soares, da UFF; Ana Carolina BadalottiPasuello, da UFRGS; e os professores Marcelo Gomes Miguez e Leandro Torres Di Gregorio, da Poli-UFRJ. O trabalho foi orientado pelo professor da Poli-UFRJ, AssedNaked Haddad.
Najjar é formado em Arquitetura pela Universidade de Tishreen na Síria, com mestrado em Planejamento Internacional e Desenvolvimento Sustentável pela Universidade de Westminster, em Londres. Durante o período do doutorado, Najjar publicou seis artigos em periódicos internacionais, um capítulo de livro, além de proferir cinco conferências internacionais.

09/07/2019
Escola Politécnica da UFRJ
Professora da Poli-UFRJ recebe de associação mundial Prêmio de Excelência na categoria Jovem Profissional

A professora do curso de Engenharia de Petróleo da Escola Politécnica da UFRJ (Poli-UFRJ), Juliana Baioco, receberá o prêmio “2019 Young Member Outstanding Service Award” pela maior associação mundial de profissionais de Exploração & Produção de Petróleo, a Society of Petroleum Engineers (SPE). A honraria é concedida a profissionais que se destacaram nas esferas empresarial e acadêmica, em toda América Latina e Caribe.
“Do ponto de vista acadêmico e para a Escola Politécnica, esse reconhecimento mostra o reflexo das atividades, que se traduz em um trabalho de extensão, realizado junto à SPE, de grande impacto com alunos dos ensinos básico e superior”, avalia a professora.Também docente do Programa de Engenharia Civil da Coppe/UFRJ, Juliana é formada em Engenharia de Petróleo pela Poli-UFRJ e possui mestrado, doutorado e pós-doutorado em Engenharia Civil, com ênfase em Petróleo e Gás pelo PEC/COPPE/UFRJ. Atua ainda como pesquisadora no Laboratório de Métodos Computacionais e Sistemas Offshore (LAMCSO).
A cerimônia de premiação ocorrerá no dia 12 de dezembro, às 18h, no Teatro Riachuelo, no Centro do Rio.
Equipe de professor da Poli-UFRJ vence competição internacional “Invent for the Planet 2019”
A equipe Tupã, composta por alunos da Poli-UFRJ e do Cefet-RJ, conquistou o primeiro lugar na competição internacional “Invent for the Planet 2019”, criada pela instituição Texas A&M University, nos Estados Unidos. No Brasil, uma equipe formada por cerca de 30 alunos da UFRJ (Poli e Coppe) e do Cefet-RJ, participou sob a liderança dos professores Marcelo Savi (UFRJ) e Pedro Pacheco (Cefet-RJ).
O evento é um desafio de 48 horas para dar respostas a problemas de impacto global, gerando ideias com potencial para mudar o mundo. Equipes de todo o mundo participaram de forma colaborativa na busca por soluções para os desafios que o nosso planeta vem enfrentando. O evento foi uma intensa experiência de projeto de engenharia realizada entre os dias 15 e 17 de fevereiro. Depois disso, as equipes Top 5 participaram de uma competição em College Station, no Texas, nos dias 22 e 23 de abril. A competição envolveu a participação de mais de 600 alunos de graduação e pós-graduação de 25 universidades em 16 países, distribuídos em cerca de 100 equipes.
A equipe Tupã (nome em homenagem ao deus do trovão na cultura tupi-guarani) foi a única equipe do hemisfério sul que chegou à final da competição, já que as outras eram da Europa e dos EUA. Compõem o time os estudantes: Breno Ferreira, Caio de Lima, Felipe Macedo, Luã Guedes, Giovanni Enokibara e Victor Hugo Benicio.
Foi com o desenvolvimento de um protótipo destinado à melhoria da qualidade de vida e locomoção das pessoas com deficiência visual que a equipe Tupã conquistou o prêmio principal. O sistema é composto por um boné e um bastão equipados com sensores ultrassônicos que acionam dispositivos de vibração para auxiliar pessoas com deficiência visual. O preço do protótipo foi pouco mais de R$120, mas caso seja produzido em larga escala, pode diminuir. Agora, o desafio é buscar alternativas para investir na comercialização da ideia.
“Foi crucial determinarmos cinco critérios básicos no projeto: ser capaz de identificar obstáculos, não atrapalhar os outros sentidos, ser discreto, leve e de baixo custo. Essa é a razão dele alertar através de ondas vibratórias, já que um aviso sonoro poderia atrapalhar o deficiente visual que já possui uma limitação em um sentido”, afirma o aluno Enokibara.
Depois da vitória recente, o professor Marcelo Savi, do Centro de Mecânica Não-Linear da Coppe-Poli/UFRJ, já planeja a próxima edição da competição “Invent for the Planet” em março de 2020.
“O evento mostrou como podemos aliar a criatividade aos conhecimentos da engenharia para gerar soluções de impacto global. Gostaríamos de levar isso a um número maior de pessoas e para isso precisamos do engajamento de nossos alunos”, afirma o professor.


Professora Eloisa Biasotto Mano (1924 – 2019)
A Direção da Escola Politécnica se solidariza a familiares e amigos da Professora Emérita Eloisa Biasotto Mano, falecida ontem (9/6). Com reconhecimento internacional, é considerada a patronesse da pesquisa de polímeros no país. Ela fundou (1977) e dirigiu até sua aposentadoria compulsória (1994) o Instituto de Macromoléculas – IMA do Centro de Tecnologia da UFRJ, que leva o seu nome.

| Nascida em 1924, no Rio de Janeiro, graduou-se em Química Industrial (1947) e Engenharia Química (1955) pela Escola Nacional de Química (ENQ) da Universidade do Brasil, UB, atual Escola de Química, EQ, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ. Daí em diante a Professora Eloisa Mano complementou a sua formação com estudos nos Estados Unidos e Inglaterra, retornou ao país e teve um trajetória brilhante e de fundamental importância para o ensino e pesquisa na área de polímeros no Brasil.Apresentamos um link para o documentário “Professora Eloisa Biasotto Mano – A vida de uma pesquisadora”, realizado em 2014, quando ela estava com 90 anos, que registra parte de sua vida e obra, evidenciando seu amor pela química, pela pesquisa, pela ciência. https://www.youtube.com/watch?v=IgJyxemsfko&feature=youtu.be |
| 10/06/2019 Escola Politécnica da UFRJ |
UFRJ se destaca entre universidades que mais colaboram com a indústria
Uma pesquisa divulgada pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), realizada pela empresa Clarivate Analytics, aponta que entre 2011 e 2016 a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) foi a que mais colaborou com a indústria com pesquisas em uma comparação com outras 19 universidades do país. Com uma pontuação de 1.85%, o relatório “Research in Brazil” vê na parceria com a Petrobras SA um dos principais motivos para o resultado. O relatório utilizou recursos bibliométricos para fazer a avaliação do desempenho de trabalhos de pesquisa brasileiros publicados dentro desse período na Web of Science, cujo acesso é feito através do portal da CAPES, e procurou apontar como a pesquisa nacional está mudando e como o desempenho tem sido afetado por transformações recentes.
Confira o relatório na íntegra:
https://www.capes.gov.br/images/stories/download/diversos/17012018-CAPES-InCitesReport-Final.pdf
05/06/2019
Escola Politécnica da UFRJ
A Escola Politécnica da UFRJ realizou hoje a mesa-redonda “Mais Mulheres na Engenharia e seu Lugar no Desenvolvimento do País #EsseLugarTambémÉMeu”
Participaram a primeira mulher eleita à reitoria da UFRJ pela comunidade acadêmica, Denise Pires; a primeira diretora mulher da Poli-USP, Liedi Bernucci; a vice-reitora da UFRJ, Denise Nascimento; a professora do Programa de Engenharia de Sistemas e Computação da COPPE-UFRJ, Celina Figueiredo; e a co-fundadora do Coletivo ComCiência Feminina UFRJ, Thais Pessoa; além da diretora da Poli-UFRJ, prof. Cláudia Morgado. Confira o evento na íntegra no link a seguir: https://www.facebook.com/PoliUFRJ/videos/380056415937709/


30/05/2019
Escola Politécnica da UFRJ
Poli-UFRJ lança campanha ‘#EsseLugarTambémÉMeu’ com mesa-redonda no dia 30 de maio
Debate vai reunir mulheres que se destacam nas áreas de Engenharia, Ciências, Matemática, Política, entre outras

| Para divulgar as conquistas femininas e incentivar o debate sobre a discriminação por gênero, a Escola Politécnica da UFRJ (Poli-UFRJ) promove, no dia 30, a mesa-redonda “Mulheres na Engenharia e seu lugar no desenvolvimento do país #EsseLugarTambémÉMeu”. As apresentações e debates serão no Centro de Tecnologia , das 12h às 14h30. As inscrições gratuitas devem ser feitas no site do evento ((http://www.poli.ufrj.br/maismulheresnaengenharia).Haverá palestras da diretora da Poli-USP, Profa Liedi Bernucci, e da pesquisadora do Programa de Engenharia de Sistemas e Computação da COPPE-UFRJ, Profa Celina de Figueiredo, As apresentações serão seguidas de comentários e debates com e a primeira mulher eleita reitora pela comunidade acadêmica da UFRJ, Profa Denise Pires de Carvalho, com a deputada federal e presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher Luiza Canziani e a presidente da Associação Brasileira de Engenheiras e Arquitetas, a engenheira Iara Nagle. A diretora da Poli-UFRJ, Profa Cláudia Morgado, fará a moderação.Para a diretora da Poli-UFRJ, a presença feminina em cargos de liderança e em áreas até hoje predominantemente masculinas é fundamental na construção de uma sociedade mais igualitária e representativa. Dados do Censo da Educação Superior de 2017 mostram que desde 2005 o número de mulheres matriculadas em cursos de graduação de Engenharia Civil cresceu de 20,9% para 30,3% em 2015, porém no mesmo ano, apenas 26,9% mulheres estavam inseridas nessa área do mercado de trabalho.Em um estudo de 2018 da Cátedra Unesco Mulher, Ciência e Tecnologia na América Latina (Flacso-Argentina), nove em cada dez meninas de 6 a 8 anos responderam acreditar que engenharia “é coisa de menino”. No entanto, a mulher engenheira vem conquistando seu espaço aos poucos nessa área, é o que aponta a pesquisa de 2015 feita pela Federação Nacional dos Engenheiros. Entre 2003 e 2013, houve um crescimento de 4% do total de mulheres empregadas na área e no mesmo período, um aumento de 8,7% na remuneração das mulheres engenheiras em relação à dos homens. “A participação feminina em alguns cursos de Engenharia ainda é muito pequena e as mulheres ainda encontram muitos obstáculos para ocuparem cargos de direção. Queremos apresentar dados e exemplos para intensificar esse debate e mostrar a importância para o desenvolvimento do país”, comenta a professora Cláudia Morgado, primeira mulher a ocupar a direção da Poli, em mais de 226 anos. Data: 30 de maio Hora: 12h Local: Centro de Tecnologia – Av. Athos da Silveira Ramos, 149 – Bloco A Link para inscrição: http://www.poli.ufrj.br/maismulheresnaengenharia |
| 22/05/2019 Escola Politécnica da UFRJ |
Desafios e metas ambientais em debate na UFRJ

| Entre os dias 27 e 31 de maio, das 9h às 17h30, a Escola de Química e a Escola Politécnica da UFRJ (Poli-UFRJ)promovemworkshop com o objetivo de debater sobre os desafios e metas ambientais, relacionados à modernização no ensino de engenharia, a exploração e produção marítima de petróleo,e o saneamento urbano.Composto de palestras e minicursos, o encontro é direcionado a estudantes da UFRJ e demais instituições. A entrada é gratuita.De acordo com a coordenadora do Programa de Engenharia Ambiental da UFRJ (PEA/UFRJ), prof.ª Cristina Nassar, o evento também busca capacitar os alunos para futuras apresentações de mestrado e doutorado. “Todas as apresentações serão feitas em inglês. Acreditamos que a interação com pesquisadores estrangeiros possa ampliar o conhecimento na área e ainda contribuir para um melhor desempenho nas etapas seguintes à graduação”.Entre osespecialistas estrangeiros convidados estão KartikChandran, da Universidade de Columbia; Scott Wilson, da Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos; e John Candler, da Schlumberger – maior empresa prestadora de serviços de petróleo do mundo. Os três apresentam conteúdos que tratam dos grandes desafios globais da Engenharia Ambiental; regulamentação para fluidos de perfuração e cascalhos; históricodo arcabouço regulatório no mundo; e modelos eficientes em recursos para águas residuais.Também participam do evento os professores doPEA/UFRJ, Monica Pertel, Leandro Torres, Ofélia Araújo, Isaac Volschan, Magali Cammarota, Suzana Borschiver e Susanne Hoffmann; da UFMG, Alessandro Moreira, Marcos Von Sperling e Carlos A. L. Chernicharo; e representantes do Insper, ANP, IBP e Ibama.Mais informações sobre programação e inscrições no site: http://www.pea.poli.ufrj.br/5th_workshop_env_eng.php.Serviço:5º Workshop sobre Engenharia AmbientalDia: 27 e 31 de maio Horário: das 9h às 17h30 Local: Av. Athos da Silveira Ramos, 149 – Cidade Universitária (Auditório D220) Capacidade: 100 lugares Entrada: Gratuita |
| 22/05/2019 |
Agricultura Florestal é tema de curso de extensão na UFRJ
| No próximo dia 24 de maio (sexta-feira), das 8h às 12h, a Escola Politécnica da UFRJ promove aula sobre Agroecologia, com o tema“Podas e Adubação Verde”.O objetivo é promover a troca de conhecimentos entre agricultores, participantes de movimentos sociais, estudantes, educadores, pesquisadores e demais interessados,a fim de garantir a conservação ecológica e a soberania alimentar. A atividade faz parte do II Curso de Formação em Sistemas Agroflorestais, que prevê aulas quinzenais até o início do mês de julho. A inscrição é gratuita.Conduzida pelo Programa MUDA UFRJ – grupo formado inicialmente por alunos de graduação do curso de Engenharia Ambiental–a aulaconta comdinâmicas e esclarecimentos sobre biodiversidade em sistemas agroflorestais, uso de ferramentas e estratégias de manejo ecológico. As atividades serão realizadas no Laboratório Vivo de Agroecologia e Permacultura (LaVAPer), que fica no estacionamento do Centro de Tecnologia.Segundo os facilitadoresdo encontro, Tomé Lima e Manuel Meyer, “o evento busca atrair principalmente o público externo à universidade, mas também espera contar com a participação de funcionários dos serviços de manutenção, jardinagem e poda da UFRJ, técnicos-administrativos, estudantes e professores”.Os Sistemas Agroflorestais são uma forma que os agricultores encontraram para juntar produção agrícola e conservação, gerando alimento e renda sem agredir a natureza, em equilíbrio com a dinâmica tropical. Além disso, podem ser uma importante ferramenta para a restauração de ecossistemas degradados.As próximas edições pretendem a abordar as seguintes temáticas:Jardim Agroflorestal (7/6); Plantio de Água (28/6); Meliponicultura e abelhas nativas (12/7). As inscrições podem ser feitas pelo link: https://goo.gl/forms/VegMa1tXtiiVsXcE2.Serviço:Podas e Adubação VerdeDia: 24 de maio (sexta-feira) Horário: das 8h às 12h Local: Av. Athos da Silveira Ramos, 149, Centro de Tecnologia (CT) – Ilha do Fundão – Laboratório Vivo de Agroecologia e Permacultura (LaVAPer) Inscrições:https://goo.gl/forms/VegMa1tXtiiVsXcE2 Gratuito. |
| 20/05/2019 Escola Politécnica da UFRJ |
