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Comitiva russa visita Politécnica-UFRJ em busca de cooperação

Publicado em: 03/12/2021 Escola Politécnica da UFRJ
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Uma comitiva russa visitou a Escola Politécnica da UFRJ, no dia 2 de dezembro, para conhecer sua estrutura acadêmica e debater a respeito de uma futura parceria de cooperação. Entre os integrantes da comitiva estavam a chefe da Unidade de Organização e Financiamento de Projetos Internacionais da Universidade Russa da Amizade dos Povos (RUDN), Angelina Osipova; a professora do Departamento de Economia e Meio Ambiente da RUDN, Anna Popkova; e o chefe de Protocolo do Consulado Geral da Rússia no Rio de Janeiro, Egor Sergachev.

Os visitantes foram recebidos pela diretora da Escola Politécnica, Cláudia Morgado; pelo diretor adjunto de Ensino e Extensão (DAEX), Edilberto Strauss; pelo diretor adjunto de Relações Internacionais, Rogério Nascimento; pelo diretor de Relações Internacionais para países do Brics, José Orlando Gomes; pelo professor do Departamento de Engenharia de Industrial (DEI), Fabio Krykhtine; e pela coordenadora do Programa de Engenharia Ambiental (PEA/UFRJ), Ofélia Araújo.

Da esquerda para direita: Amaury Fernandes, Anna Popkova, Cláudia Morgado, Angelina Osipova, Rogério Nascimento, José Orlando Gomes, Fabio Krykhtine e Egor Sergachev – sem máscaras apenas para foto

“Essas parcerias fortalecem as instituições como grupo, de forma que elas possam desenvolver projetos, fortalecer as ações de intercambio docente e discente bem como fazer pesquisas em conjunto e estruturar programas de formação conjuntos. Com esse modelo em funcionamento, apresentando projetos concretos, as instituições que fazem parte da Brics Network University poderiam buscar fontes de financiamento com maior eficácia”, explica Rogério Nascimento, que juntamente com os professores José Orlando Gomes e Fabio Krykhtine, organizaram o encontro.

“O saldo da reunião foi muito positivo e três reuniões de trabalho já estão agendadas para os meses de janeiro e fevereiro de 2022, no sentido de avançar na definição dos projetos de cooperação”, adiantou o diretor adjunto de Relações Internacionais.

Desenho de ações de ciência e tecnologia entre os países contou com atuação da Politécnica-UFRJ

A reunião na Escola Politécnica ocorreu na mesma semana da assinatura de um programa de ações pelas chancelarias brasileira e russa, em evento ocorrido em Moscou no dia 30 de novembro, onde o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Carlos Alberto Franco França, e o ministro de Negócios Estrangeiros da Federação Russa, Sergei Lavrov, firmaram compromisso intergovernamental.

O professor do DEI Fabio Krykhtine relatou que a assinatura do acordo em Moscou pode apontar para um panorama de oportunidades e lembrou que a Escola Politécnica participou da Reunião Intergovernamental Brasil-Rússia no mês de outubro, cujo objetivo foi colher subsídios para desenho das ações do Programa de Ciência e Tecnologia firmado pelos dois países.

No encontro, promovido pelo Itamaraty, foram discutidas ações de cooperação e internacionalização das universidades, centros de pesquisa, parques tecnológicos, startups e modelos de financiamento para suporte destas ações.

“A Escola Politécnica teve oportunidade de dialogar naquele momento com um conjunto universidades russas e vem atuando em desenho de projetos sob apoio institucional da Diretoria de Promoção Tecnológica do Itamaraty”, contou Krykhtine.

PEA/UFRJ vai ao encontro do interesse russo

A proximidade entre as áreas de estudo da RUDN com o Programa de Engenharia Ambiental da UFRJ – que foi apresentado à comitiva russa pela professora Ofélia Araújo – provocou entusiasmo dos integrantes das duas instituições. Pesquisas e projetos em andamento foram amplamente destacados durante o encontro, como o projeto de internacionalização financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj) de apoio aos programas e cursos de pós-graduação stricto sensu; os projetos de pesquisa sobre energias renováveis e engenharia de baixo carbono financiados pela Petrobras; e o estudo de segurança hídrica para o município de Maricá, que garantirá a eficiência municipal no exercício de sua competência relativa à prestação dos serviços de saneamento básico.

Apresentação da professora Ofélia Queiroz, coordenadora do PEA/UFRJ
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Profª Cláudia Morgado é reeleita para a Direção da Escola Politécnica no Quadriênio 2022-2026

Publicado em: 29/11/2021 Escola Politécnica da UFRJ
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A Chapa 1, formada pela professora Cláudia Morgado, Diretora da Escola Politécnica, e pelo professor Edilberto Strauss, Diretor Adjunto de Ensino e Extensão, venceu a Consulta para Direção da Escola no quadriênio 2022-2026. A disputa foi com a Chapa 2, formada pelo professor Walter Issamu Suemitsu, Decano do Centro de Tecnologia, e o professor Célio Albano da Costa Neto, do Departamento de Eng. Metalúrgica e de Materiais.

Professores Cláudia Morgado e Edilberto Strauss

A divulgação dos resultados em cada categoria de votantes foi feita na última sexta-feira (26/11) pelo professor Respicio A. Espírito Santo Junior, presidente da Comissão de Consulta, em sessão virtual transmitida pelo Canal da Escola Politécnica no YouTube.

Dos alunos, a Chapa 1 recebeu 567 votos e a Chapa 2, 454. Junto aos funcionários e colaboradores, a Chapa 1 obteve 65 votos e a Chapa 2, 44. Já o corpo docente votou da seguinte forma: 215 professores escolheram a Chapa 1 e 140, a Chapa 2.

Em mensagem encaminhada ao Corpo Social da Politécnica, após a divulgação dos resultados da Consulta, a diretora Cláudia Morgado e o diretor adjunto Edilberto Strauss agradeceram o reconhecimento pelo trabalho que vem sendo realizado desde 2018, destacaram a atuação da Comissão da Consulta no processo, pela dedicação e lisura e por proporcionar a reflexão democrática na Escola, e resumiram o que foi dito em campanha da seguinte forma:

“Renovamos a certeza de que nos empenharemos com o mesmo compromisso, empatia, seriedade, transparência e confiança, que sempre puderam contar em nossa gestão em prol do protagonismo e excelência da Escola Politécnica.”

A divulgação dos resultados em cada categoria de votantes foi feita na última sexta-feira (26/11) pela Comissão de Consulta, em sessão virtual transmitida pelo Canal da Escola Politécnica no YouTube.

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Desempenho acadêmico de alunos da Engenharia Naval e Oceânica é reconhecido por organização internacional de referência em classificação de navios

Publicado em: 22/11/2021 Escola Politécnica da UFRJ
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Os alunos de Engenharia Naval e Oceânica da Escola Politécnica da UFRJ Glauber Amarante, Renata Bohrer e Rodrigo Soares serão contemplados com o prêmio ABS Award Brasil, de uma das principais organizações de classificação de navios do mundo, a American Bureau of Shipping (ABS). Esta é a segunda vez que alunos da instituição são premiados. A cerimônia foi realizada de maneira virtual no dia 26 de novembro.

Os alunos Glauber Amarante, Renata Bohrer e Rodrigo Soares

Os três formandos foram indicados a partir de seleção interna, na qual uma comissão composta pelos cinco membros docentes que formam o Núcleo Docente Estruturante da Engenharia Naval e Oceânica avaliou critérios como coeficiente de rendimento acumulado (CRA), participação em intercâmbio acadêmico internacional, trabalhos publicados e atividades complementares especiais (iniciação científica, estágio, monitoria, equipes de competição, administração de empresa júnior, entre outras atividades).

“O prêmio representa o reconhecimento do trabalho, esforço e dedicação dos alunos, bem como do corpo docente e técnico administrativo da Politécnica. Os alunos premiados colocam luz na qualidade da formação que nossos alunos recebem, reconhecida no âmbito acadêmico e profissional”, avaliou o coordenador do curso de Engenharia Naval e Oceânica da Politécnica-UFRJ, professor Luiz Felipe Assis.

Ele também destacou o papel da ABS para o ensino: “Trata-se de uma organização internacional e tradicional que tem longa atividade na indústria marítima brasileira e antiga profícua relação com a UFRJ. É importante uma empresa do porte da ABS reconhecer a relevância da atividade desenvolvida pelas universidades no país”.

Rodrigo Soares celebrou a conquista, tão próxima de sua colação de grau. “O prêmio tem grande significado em minha carreira profissional e vida pessoal. Ele indica que todo o esforço que venho fazendo para desenvolver-me como engenheiro, seja com boas notas ou atividades extracurriculares, não tem sido em vão. Também coroa o esforço da minha família e demais pessoas que me guiaram durante toda a caminhada na UFRJ”.

Já o aluno Glauber Amarante, lembrou dos desafios ao longo de sua graduação. “Foi uma jornada difícil. Saí do interior de São Paulo com 17 anos, e na UFRJ passei por um processo de reavaliação de quem eu era, mas mesmo assim, mantive boas notas e fui selecionado para uma bolsa de duplo diploma na França. Esse prêmio serve de impulso para finalizar a graduação e então me dedicar não mais para ser um estudante premiado, mas sim um profissional de qualidade”.

Renata Bohrer, aluna do último período, destacou o papel de sua família para conquista. “Foi um esforço não apenas meu, mas da minha família ao escolher investir nos meus estudos, sonhos e formação. Por isso, a verdade é que se hoje cheguei até aqui é porque as mãos de muitos me sustentaram e ajudaram. Eu só posso agradecer a todos que fizeram parte dessa jornada. Ser reconhecida pela minha dedicação reforça em mim o sentimento de que valeu a pena o esforço e que mesmo não conseguindo vencer todas as batalhas, valeu a pena lavar o rosto e recomeçar todos os dias”.

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Projeto de extensão da Politécnica-UFRJ coloca em debate políticas ambientais para Região Metropolitana do Rio de Janeiro

Publicado em: 19/11/2021 Escola Politécnica da UFRJ
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Para facilitar e ampliar o acesso a espaços de decisão de políticas públicas ambientais voltadas para Região Metropolitana do Rio de Janeiro (RMRJ), alunos e professores de Engenharia Ambiental da Escola Politécnica têm realizado uma série de bate-papos virtuais com personalidades ligadas à área ambiental. Recentemente, entrevistas com os parlamentares Carlos Minc e Pedro Duarte foram divulgadas no canal do projeto no YouTube.

A iniciativa integra o projeto de extensão da Politécnica-UFRJ, LUPPA – Liga pela Universalização da Participação em Políticas Públicas Ambientais, criado em 2019, sob a coordenação da professora do curso de Engenharia Ambiental Monica Pertel, com a participação de alunos e professores de outras unidades de ensino da UFRJ, como Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Instituto de Relações Internacionais e Defesa, Instituto de Macromoléculas, Coppe e Escola de Comunicação, além da UFF e do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo.

No sentido horário, a partir do alto à esquerda, o parlamentar Carlos Minc, os alunos Bruno Bezerra, Fernanda Fidalgo e Fabiane Silva, e a professora Monica Pertel, durante roda de conversa virtual.

“As políticas públicas ambientais são muitas vezes restritas. Sentimos muito a falta da informação ambiental de qualidade, aquela que atinge toda a comunidade de forma clara e sem barreiras. Nosso objetivo com o projeto é divulgar e explicar a todos essas informações, através das redes sociais, que são ferramentas bem democráticas”, explicou a coordenadora do projeto, professora Monica Pertel.

Recém-chegado ao LUPPA, o aluno João Lessa auxilia na produção de eventos, audiências públicas e textos informativos, sendo também responsável pela edição de imagens e vídeos para os canais de comunicação. “Iniciei meus trabalhos no LUPPA ainda calouro e foi um grande passo, não só para o meu desenvolvimento acadêmico, mas também para a melhoria do exercício da minha cidadania”, contou o aluno, que hoje está no 2º período.

Fernanda Fidalgo, que está no último período, também reforçou a importância de fazer parte do projeto. “É uma experiência incrível. Fazemos materiais informativos, entrevistas e rodas de conversas com personalidades que podem contribuir para o debate. Tudo isso para incentivar a participação da população nessa esfera que é tão importante. Temos alguns desafios a cumprir, como o alcance e o modo de nos comunicarmos, mas todo dia trabalhamos mais para que sejam problemas cada vez menores”, disse.

Os próximos convidados serão o delegado de Polícia Federal e ex-superintendente da instituição no Amazonas, Alexandre Saraiva, e o ex-diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), reconhecido mundialmente pela defesa da ciência e da proteção da Amazônia, Ricardo Galvão. As entrevistas acontecerão nos dias 22 e 26 de novembro, respectivamente, e irão ao ar no canal do Luppa no YouTube em até três dias após a gravação.

Quem tiver interesse em integrar o Luppa, a partir do primeiro semestre de 2022, pode entrar em contato através do e-mail luppa@poli.ufrj.br, Instragram ou site.

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GAEA: ciclo de afeto, suporte e mobilização na Engenharia Ambiental

Publicado em: 16/11/2021 Escola Politécnica da UFRJ
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No alto, a partir da esquerda, Raíssa Araújo, Andrei Seraphim, Ana Clara Brandão, Luca Apolônio e Léo Machado. Embaixo, a partir da esquerda, João Vitor Mendes, Manoela Barreto, Bernardo Dias, Marcella Gelio e Gabriel Puentes

O Grêmio Acadêmico de Engenharia Ambiental (GAEA) foi criado em 2007 com o objetivo de reconhecer, estimular e levar adiante os interesses e aspirações dos estudantes de Engenharia Ambiental da UFRJ por uma universidade crítica, autônoma e democrática, segundo seus integrantes. Nesta entrevista, Gabriel Puentes, Manoela Menna Barreto e Marcella Gelio, três dos dez estudantes que compõem o GAEA, comentam como vem atuando “como agente político pautado na justiça social e ambiental”, buscando “construir um ciclo de afeto e suporte”. A composição do grupo está no final da entrevista.

A chapa GAEA 2020 foi eleita em 2019. Até quando vocês ficam?

Manoela: Entramos em setembro de 2019 e fizemos duas Assembleias Gerais do curso para validar a extensão da gestão, evitando um processo eleitoral virtual durante a pandemia. Um membro da gestão eleita se afastou e novos entraram, buscando fortalecer a atuação da entidade. A última extensão da gestão acaba no dia 2 de março. Acreditamos que até lá já estaremos em condições de realizar uma nova eleição.

Qual foi o programa da chapa?

Manoela: Durante o período eleitoral, reforçamos bastante a importância de se ter uma entidade representativa dos estudantes que fosse mobilizada e próxima aos alunos. 

Marcella: O diálogo aberto e cuidadoso com os estudantes também foi uma de nossas bandeiras, pois entendemos que o GAEA é uma construção coletiva dos e para os alunos, sendo fundamental a troca de opiniões e acolhimento para as questões enfrentadas.

Qual é a missão do GAEA? 

Manoela: O GAEA existe sob a crença de que os estudantes precisam de uma entidade própria para servir de instrumento na organização e mobilização do atendimento de suas demandas. O GAEA tem o papel de trazer apoio para os graduandos, tirar dúvidas, exigir o cumprimento de seus direitos e ser um agente político pautado na justiça social e ambiental – que não existem separadamente – dentro e fora da Universidade.

Há alguma característica que diferencie o GAEA dos demais grêmios e confrarias da Politécnica?

Manoela: A graduação de Engenharia Ambiental da UFRJ é bem pequena em número de estudantes ativos. Acredito que isso torne o curso mais próximo. Além disso, buscamos construir um ciclo de afeto e suporte com nossos colegas de graduação, tanto em auxílio nas disciplinas, como no meio informal.

Quais as principais questões e reivindicações dos alunos da Engenharia Ambiental?

Manoela: Os alunos de engenharia, em geral, passam por muitos conflitos com professores. O GAEA constantemente recebe denúncias de disciplinas que não estão cumprindo com regulamentos da UFRJ, ou professores que não estão tomando medidas avaliadas como razoáveis. Um caso frequente é o não cumprimento do prazo de retorno das notas em até 72 horas antes da prova final. Esta situação, por exemplo, costuma ser resolvida utilizando a entidade como um canal mais formal de diálogo e exposição dos regulamentos. Em casos que persistem, o GAEA busca trabalhar junto com a coordenação atual do curso, mediando e orientando os alunos.

Gabriel: Além disso, ajuda a tirar dúvidas dos alunos sobre vários assuntos, como onde encontrar certo regulamento ou como acessar algum documento.

Pelas redes sociais, notamos que o GAEA procura chamar a atenção dos calouros sobre o planejamento dos períodos, indicando inclusive um Simulador de Grade da Ambiental. Por que tanto cuidado?

Gabriel: Como no nosso curso só ingressam novos alunos no primeiro período letivo do ano, a maioria das matérias do ciclo profissional só ocorrem uma vez por ano. Juntando isso com o fato do horário de algumas disciplinas ser o mesmo, muitos já tiveram a formatura atrasada em um ano por conta de poucas matérias com horário sobreposto. Geralmente, no começo da faculdade, os alunos não sabem dessas questões e tomam decisões que fazem diferença lá na frente. Para evitar isso, passou-se a explicar desde cedo aos alunos a importância do planejamento de pelo menos algumas disciplinas que causam mais problemas quanto a isso. Também, junto com a coordenação, foi possível alterar alguns horários de matérias para diminuir o problema.

Alguma reinvindicação no sentido de mudanças no curso? 

Manoela: Uma reivindicação geral é relativa à carga horária. Muitos alunos se sentem sobrecarregados e frustrados por não verem seus esforços sendo refletidos no desempenho acadêmico, principalmente durante o ciclo básico. Além disso, a Engenharia Ambiental possui questões particulares relativas à área de atuação ser muito ampla, o que deixa alguns alunos confusos sobre como escolher a que área querem dedicar sua vida profissional.

Qual foi ou tem sido o principal desafio do grêmio na pandemia?

Marcella: Acredito que foram dois grandes desafios: conseguir conciliar os períodos remotos com a atuação do GAEA e a falta de contato presencial entre os alunos. Os períodos remotos têm sido bem cansativos e há uma saturação em geral com este modelo, com sobrecarga de tarefas e pouco tempo de recesso entre períodos. Ainda assim, o GAEA se esforça para manter as atividades, respeitando as limitações de cada um neste período. Em relação ao contato presencial, imagino que todos os alunos estejam sentindo falta desse convívio. Como entram poucas pessoas por ano na Engenharia Ambiental, este é um curso bem unido e afetuoso, em que as vivências cotidianas dos alunos na universidade são essenciais para a jornada acadêmica, inclusive para a atuação do GAEA.

Como está o ânimo dos alunos da Engenharia Ambiental para a retomada das aulas práticas e de laboratório de forma presencial, anunciadas para 2021.2? 

Gabriel: Percebemos que a maioria quer muito o retorno presencial das aulas, mas tem receio da forma que irá ocorrer. Acreditamos que as aulas presenciais só podem voltar se existir um bom plano para que se dê de forma verdadeiramente segura para todos os alunos e os profissionais que atuam na universidade.

A preservação ambiental é ou deveria ser preocupação de todos, mas vocês percebem que quem escolhe a área realmente abraça o compromisso de contribuir para alterar a realidade de descaso com o meio ambiente?

Gabriel: Sim, nas apresentações dos calouros, seja presencial ou virtual, a maioria cita essa preocupação com o meio ambiente como principal motivação para escolher o curso.

Marcella: O sentimento geral dos que entram é de querer fazer parte da mudança, considerando todas as questões drásticas que envolvem o meio ambiente, principalmente no Brasil.

O GAEA tem alguma meta para colocar em prática nos próximos meses?

Manoela: Queremos desenvolver novos conteúdos nas páginas da entidade que incitem debates e questionamentos dentro do curso, algo que já fizemos anteriormente e recebemos um retorno muito positivo dos estudantes. Com a expectativa de retorno ao ensino presencial, temos também o desafio de pensar como iniciar o processo de integração dos alunos que ingressaram no ensino remoto com o restante do curso, buscando fortalecer a rede de apoio entre estudantes e combater as taxas de evasão.

Composição do GAEA 

Da chapa eleita integram o grêmio:  Andrey Seraphim, Léo Machado, Marcella Gellio, Manoela Menna Barreto e João Vitor Mendes. 

Durante a pandemia, novos integrantes juntaram-se ao grupo: Ana Clara Brandão, Bernardo Dias, Gabriel Puentes, Luca Apolonio e Raíssa Araújo. 

A chapa original era dividida nas diretorias Apoio Pedagógico, Comunicação, Ensino, Eventos e Tesouraria.

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Acolhimento e integração na recepção remota aos calouros de 2021.2

Publicado em: 16/11/2021 Escola Politécnica da UFRJ
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Diretores, coordenadores, professores, membros das representações estudantis e equipes de competição deram as boas-vindas aos cerca de 300 novos alunos da Escola Politécnica na Semana de Acolhimento aos Calouros de 2021.2. As atividades de recepção, visando a integração e interação dos novos alunos com a estrutura e o  funcionamento da Politécnica e da UFRJ, foram realizadas de forma remota de 8 a 12 de novembro e aconteceram quase integralmente no canal da Escola no YouTube. 

Apesar da distância imposta pela pandemia, esta terceira edição remota de recepção a calouros também foi acolhedora e animada como as anteriores. Organizada pela Diretoria Adjunta de Políticas Estudantis (DAPE), em conjunto com toda a diretoria da Politécnica-UFRJ, o evento contribuiu para apresentar a Escola e dar muitas dicas para o melhor aproveitamento dos estudos e possibilitar uma experiência acadêmica exitosa aos novos alunos.  

No primeiro dia de Acolhimento, logo pela manhã, os calouros foram apresentados à direção da Escola Politécnica, com palestra de abertura da diretora, professora Cláudia Morgado, e ao Centro Acadêmico de Engenharia (CAEng). À tarde, participaram de encontros virtuais com seus respectivos coordenadores de curso e colegas de turma. No segundo dia, ensino, extensão e inovação foram os principais temas das palestras matutinas, com apresentações de diretores adjuntos responsáveis por cada área e do Parque Tecnológico da UFRJ. Também as equipes de competição fizeram suas apresentações e explicaram como funcionam seus processos seletivos.

O CAEng promoveu as boas-vindas com um encontro de “Integração com as Engenharias” e palestra sobre o direito do estudante ao bilhete único universitário, no terceiro dia de evento, após palestras sobre intercâmbio e saúde mental na Universidade.

Os interessados em aprender como desenvolver as habilidades necessárias para o mercado de trabalho, tiveram a oportunidade de assistir à mentoria do Escritório de Carreira, no penúltimo dia da Semana de Acolhimento aos Calouros; que também teve uma oficina de organização dos estudos e um papo com o CAEng sobre diversidade na Engenharia. Através do Discord, os alunos também puderam conhecer as diferentes iniciativas de extensão na Escola Politécnica.

O último dia do evento destinou-se a tirar as dúvidas dos alunos sobre a graduação, como a inscrição em disciplinas e outras questões referentes ao ensino. Para desmistificar a matemática na Engenharia, quase sempre temida pelos alunos, foi realizada uma palestra explicando teorias e aplicações. No fim do dia, as confrarias e ligas estudantis de cada curso promoveram encontros virtuais com os ingressantes no Google Meet.

Para assistir as atividades on-line, basta acessar a playlist da Semana de Acolhimento aos Calouros 2021.2 no canal da Politécnica-UFRJ no YouTube: https://www.youtube.com/playlist?list=PLKTR1GVeWAuuLmknJJI8wD-Pr9WdQ6OIM

No site www.calouros.poli.ufrj.br, os ingressantes encontram materiais de suporte pedagógico, o Manual do Estudante e demais informações de interesse aos novos componentes do corpo discente da Escola Politécnica da UFRJ.

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Debate com candidatos à direção da Politécnica-UFRJ será no dia 18, às 18h

Publicado em: 16/11/2021 Escola Politécnica da UFRJ
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Na próxima quinta-feira (18/11), das 18h às 19h30, será realizado debate com os candidatos a diretor e vice-diretor da Escola Politécnica, no Canal da Escola no YouTube. Na disputa estão a professora Cláudia do Rosário Vaz Morgado, atual diretora da Escola, e o professor Edilberto Strauss, diretor adjunto de Ensino e Extensão, na Chapa 1; e na Chapa 2, o professor Walter Issamu Suemitsu, atual decano do Centro de Tecnologia, e o professor Célio Albano da Costa Neto, do Departamento de Eng. Metalúrgica e de Materiais.

Cada chapa terá 15 minutos para apresentar suas propostas para a gestão do quadriênio 2022-2026 e em seguida serão sorteadas seis perguntas do público a serem respondidas por um dos integrantes de cada chapa em 3 minutos. As regras para o debate foram publicadas pela Comissão de Consulta no site da Escola Politécnica. Leia aqui.

Outras informações sobre o Regimento e instalação da Comissão de Consulta nos links a seguir.

Regimento da Consulta para Direção da Escola Politécnica 2022-2026

Comissão da Consulta para Direção da Escola Politécnica 2022-2026

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Crea-RJ premia dez trabalhos científicos da Escola Politécnica

Publicado em: 16/11/2021 Escola Politécnica da UFRJ
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O Prêmio Crea-RJ de Trabalhos Científicos e Tecnológicos contemplou dez trabalhos de graduação e pós-graduação da Escola Politécnica da UFRJ, que foi uma das instituições de ensino com maior quantidade de prêmios conquistados, entre eles, um de mestrado pelo Programa de Projetos de Estrutura (PPE/UFRJ) e outros nove de graduação nas engenharias Civil, Ambiental, Eletrônica e de Computação, e Metalúrgica e Materiais. A cerimônia de premiação foi realizada virtualmente no dia 11 de novembro, com transmissão pelo canal do Crea-RJ no YouTube.

Autores dos dez trabalhos contemplados pelo Prêmio Crea-RJ

O reconhecimento do Conselho busca aproximá-lo da comunidade acadêmica, divulgando e valorizando a produção científica dos estudantes e seus professores. “O prêmio não apenas intensifica o relacionamento do CREA-RJ com as instituições de ensino superior do estado, como também incentiva os estudantes a produzir estudos e projetos de alta qualidade em engenharia. Congratulo todos os alunos de graduação e pós-graduação contemplados nesta edição de 2021”, celebrou a coordenadora do curso de Engenharia Metalúrgica e Materiais, professora Adriana Rocha.

Já a coordenadora do PPE, professora Maria Cascão Ferreira, reforçou a importância da premiação. “Esta premiação representa um reconhecimento à alta qualidade e à inovação trazidas pelos trabalhos científicos e tecnológicos produzidos no âmbito das pesquisas nas universidades para a comunidade da prática da engenharia.

O que dizem os premiados sobre seus trabalhos:

1) Classificação dos estados de evolução microstrutural de tubos de reforma a vapor de diferentes composições químicas utilizando inteligência artificial – uma abordagem de end 4.0
Autor: Pedro Enrique Monforte Brandao Marques – graduação em Engenharia Metalúrgica e de Materiais
Orientadoras: Prof.ª Gabriela Ribeiro Pereira e prof.ª Clara Johanna Pacheco

“Com o meu trabalho ajudei a aprofundar o domínio sobre modelos de predição baseados em inteligência artificial, uma área muito avançada em aplicações de engenharia nos países centrais, mas, em países periféricos como o Brasil, ainda em fase de crescimento. Fiquei muito feliz de poder contribuir com esse desafio, e arrisco dizer, com o que aprendi nesse trabalho, que o maior compromisso que um engenheiro pode ter com seu país é o de não se contentar com a dependência tecnológica em que vivemos, e ousar aprender, aplicar e formular as mais avançadas tecnologias para resolver os problemas que atingem a vida do nosso povo.”

2) Transformação martensítica induzida por deformação em aços inoxidáveis para aplicação automobilística
Autor: Ilusca Soares Janeiro – graduação em Engenharia Metalúrgica e de Materiais
Orientadoras: Prof.ª Rafaella Martins Ribeiro e prof. Olivier Hubert

“Esse trabalho foi proposto inicialmente por uma empresa na França, que tem um cunho industrial, voltado para aços inoxidáveis. A liga que estudei será escolhida para ser aplicada como uma liga para fabricação de chassis de carro. A liga em si tem uma aplicabilidade certa para o mercado. Já submetemos um artigo, com os resultados obtidos até o momento. Ter esse reconhecimento me deixa muito feliz.”

3) Sistema inteligente para avaliação em tempo real da atenção dos condutores de veículos
Autor: Thiago Koster Lago – graduação em Engenharia Eletrônica e de Computação
Orientador: Prof. Miguel Elias M. Campista

“Quando estou no trânsito (e não estou dirigindo) eu gosto de observar os outros carros ao meu redor, e sempre via pessoas digitando no celular enquanto dirigiam. Por mais que todos saibam que é perigoso, acabam usando. Então busquei implementar um sistema que alertasse o motorista quando estivesse desatento, mas que ao mesmo tempo permitisse o uso do celular quando o veículo estivesse parado em um sinal vermelho, por exemplo. Imagino que com a aplicação, teríamos uma redução no número de acidentes causados por distração do motorista. Porém como todo sistema de monitoração, imagino que a adoção seria um outro desafio.”

4) A importância de reservatórios de regularização e seus impactos na geração de energia
Autor: Mariana Argento Nunes – graduação em Engenharia Ambiental
Orientadores: Prof.ª Heloisa Teixeira Firmo e prof. Luiz Guilherme Ferreira Guilhon

“O objetivo do meu trabalho foi ponderar os serviços prestados por hidrelétricas e barragens e apresentar os aspectos negativos de impactos sociais e ambientais. É triste que estejamos vivenciando um período hidrológico tão crítico, mas fico feliz que o assunto vem ganhando cada vez mais relevância. Não se pode pensar em um futuro de adaptação às mudanças climáticas, descarbonização, segurança hidroenergética e até mesmo alimentar sem reservatórios.”

5) Proposta de urbanização de área na região do campo de Gericinó, como base de apoio a um desenvolvimento urbano sustentável
Autor: Ronan de Oliveira Pereira Bezerra – graduação em Engenharia Civil
Orientadores: Prof. Virgílio Noronha Ribeiro da Cruz; prof. Marcelo Gomes Miguez e prof.ª Bruna Peres Battemarco

“Busquei desenvolver um projeto como proposta de haver uma urbanização que siga a premissa da sustentabilidade, que possua muitas áreas verdes, parques, que servirão como lazer e como amortecimento das chuvas, que ajude na demanda habitacional da região do campo de Gericinó, que pertence a Nilópolis, na Baixada Fluminense, e que possa ser um novo polo gerador de emprego, diminuindo o tempo de viagem dos moradores da região e aumentando sua qualidade de vida. Uma urbanização planejada em uma área sensível evitaria a urbanização irregular que tanto vemos na região metropolitana do Rio.”

6) Mapeamento e avaliação preliminar da duração das principais etapas do processo de descomissionamento de um FPSO
Autor: Laura Antonioli Meirim Coutinho – graduação em Engenharia Naval e Oceânica
Orientador: Prof. Jean-David Caprace

“Sinto-me honrada por contribuir com a produção de conhecimento técnico em prol da sociedade. Escolhi um tema atual e desafiador por acreditar que é papel da universidade pública debater e propor soluções para os problemas reais que enfrentamos na sociedade. Agradeço ao Crea-RJ por trazer luz ao tema “Tecnologia superando barreiras em prol da vida”, pois agora mais do que nunca precisamos direcionar nosso progresso técnico para a defesa da vida e da dignidade humana.”

7) Avaliação da qualidade do serviço de abastecimento de água no estado do rio de janeiro com base em suas regiões hidrográficas
Autor: Amanda da Conceição Fritz – graduação em Engenharia Ambiental
Orientadora: Prof.ª Monica Pertel

“Ter meu trabalho reconhecido pelo Crea e pela instituição de ensino em que estudei me traz grande felicidade. Fechar o ciclo da faculdade é, por si só, desafiador. Terminar esse ciclo e receber esse prêmio me faz acreditar que estou no caminho certo como profissional. Agradeço demais e imensamente a cada professor da UFRJ, e à instituição como um todo, que me proporcionou conhecimento, apoio e exemplo.”

8) Viabilização da impressão 3D como método de reciclagem para o PVDF incluindo a fabricação do filamento
Autor: Ana Carolina Pereira Soares Brandao – graduação em Engenharia Metalúrgica e de Materiais
Orientadoras: Prof.ª Marysilvia Ferreira da Costa e prof.ª Rossana Mara da Silva Moreira Thiré

“Fiquei muito orgulhosa de receber o prêmio Crea-RJ de Trabalhos Científicos e Tecnológicos pelo meu projeto de graduação. Meu trabalho aborda assuntos que considero importantes na engenharia atualmente, como reciclagem e impressão 3D, foi pioneiro no uso do polímero PVDF reciclado na impressão 3D, tendo embasado uma Patente de Privilégio de Inovação registrada no INPI ano passado. Na pesquisa são mostradas viabilidade e usabilidade do produto com esperança de estimular a reciclagem deste polímero cuja degradação gera subprodutos nocivos.”

9) Crescimento crítico de grãos na superliga de ferro A-286
Autor: Artur Gwydion da Fonseca Alvarenga – graduação em Engenharia Metalúrgica e de Materiais
Orientadora: Prof.ª Rafaella Martins Ribeiro e prof.ª Nathalie Bozzolo

“É uma grande honra para mim receber tal prêmio logo no início da minha carreira. Quando eu era mais jovem sonhava em poder trabalhar em um ambiente impulsionado pelo desenvolvimento tecnológico e contribuir diretamente para superar os desafios do futuro. O prêmio é um primeiro símbolo da realização deste sonho que me dá ainda mais motivação. Estou muito satisfeito por ter sido capaz de desenvolver este projeto em uma equipe formada por profissionais capazes de combinar sua imensa expertise técnica com uma grande dedicação e colaboração para com seus colegas de equipe. Gostaria de agradecer a todos os membros e tenho o prazer de compartilhar esta honra com eles bem como com todo o departamento de Metalurgia e Materiais da UFRJ que contribuíram de maneira direta para minha formação como profissional.”

10) Estudo de sismicidade do Brasil para a revisão da ABNT NBR 15421
Autor: Felipe de Vasconcelos Alves – mestrado do Programa de Projetos de Estrutura (PPE)
Orientador: Prof. Sergio Hampshire

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Regras do debate oficial para escolha da direção da Politécnica-UFRJ são definidas

Publicado em: 11/11/2021 Escola Politécnica da UFRJ
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Consulta para Direção da Escola Politécnica – Quadriênio 2022 – 2026

Aprovada em Sessão da Congregação Ordinária de 29.09.2021 e instalada em 04/10/2021

REGRAS DO DEBATE

Definidas em reunião com as chapas em 09/11/21

1) O debate oficial será realizado no dia 18/11/2021, com início às 18:00 e com término às 19:30 e será transmitido ao vivo no portal online da Poli na plataforma YouTube;

2) O STI/Poli será responsável por planejar, implementar e operar toda a parte técnica deste debate;

3) Cada chapa terá 15 (quinze) minutos para fazer a sua apresentação de planos e propostas para os 4 (quatro) anos de gestão, a saber início em 2022 e término 2026;

4) Findos os 15 (quinze) minutos de prazo, a Comissão solicitará o término da apresentação, independente se a chapa tiver efetivamente encerrado ou não (no caso de a chapa não encerrar de imediato após a Comissão apontar o término do tempo, haverá o corte de áudio e vídeo da apresentação);

5) O formato da apresentação de cada chapa é livre;

6) Nenhum(a) integrante de uma chapa poderá citar ou fazer referências pessoais, profissionais, acadêmicas, científicas ou administrativas, quer diretas ou indiretas, aos/às integrantes da outra chapa (Caso não haja o estrito cumprimento deste item, a Comissão emitirá 1 (um) único aviso; havendo qualquer forma de reincidência, a Comissão efetuará o corte imediato de áudio e vídeo da apresentação);

7) O público participante poderá inscrever perguntas, que serão direcionadas sempre às duas chapas;

8) Para inscrição e formalização das perguntas do público será utilizado o Google forms, com os seguintes itens, além da pergunta propriamente dita: Nome (opcional), DRE (para Alunos) e SIAPE (para Funcionários e Professores);

9) Serão sorteadas 6 (seis) perguntas do público participante (O sorteio será eletrônico, em escolha randômica automatizada, com operação e monitoramento pelo STI/Poli);

10) A Comissão lerá cada pergunta sorteada e cada chapa terá 3 (três) minutos para responder e, caso acreditar relevante, discorrer suas considerações sobre o assunto da pergunta (Caso a chapa não encerrar de imediato após a Comissão apontar o término do tempo, haverá o corte de áudio e vídeo da apresentação);

11) Poderão responder às perguntas, a critério de cada chapa, as pessoas candidatas a Diretor(a) ou a Vice.

12) As perguntas ímpares (1a, 3a e 5a perguntas sorteadas) serão respondidas na ordem Chapa 1 e Chapa 2; as perguntas pares (2a, 4a e 6a perguntas sorteadas) serão respondidas na ordem Chapa 2 e Chapa 1;

13) As perguntas sorteadas serão compartilhadas na tela, ao vivo na transmissão, onde a Comissão reserva-se no direito de não proceder a leitura de qualquer pergunta que fira os princípios da legalidade, da moralidade, da ética e do bom senso, assim como reserva-se no direito de não proceder a leitura de qualquer pergunta que trate de elogios ou críticas diretos ou indiretos a qualquer integrante das chapas e da comunidade de Alunos, Funcionários e Professores da Poli e da UFRJ;

14) A Comissão, conforme o sub-item 4.2 do Regimento, incentiva os Departamentos e os Programas da Poli a convidarem ambas as chapas para se apresentarem nas suas reuniões internas de Colegiado de Departamento ou de Programa, ressaltando que é imperativo haver igual tratamento para ambas;

Notícias

Bacia do Rio Piraquê-Cabuçu sob análise de pesquisadores da Escola Politécnica, Coppe e FAU/UFRJ

Publicado em: 08/11/2021 Escola Politécnica da UFRJ
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Pesquisadores da Escola Politécnica da UFRJ, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU/UFRJ) e da Coppe/UFRJ darão início ainda este ano a projeto de extensão voltado para estudo hidrológico-hidráulico da bacia do Rio Piraquê-Cabuçu, que percorre bairros da Zona Oeste do Rio como Senador Vasconcelos, Campo Grande e Pedra de Guaratiba.

Recentemente aprovado pela PR5 – Pró-reitoria de extensão e coordenado pelo professor da Escola Politécnica Osvaldo Rezende, com previsão até 2024, o projeto busca avançar na compreensão da sociedade para problemática e a proposição de ações educativas e de comunicação ambiental, especialmente na região da bacia do Rio Piraquê-Cabuçu, que apresenta frequentes inundações e abriga comunidades socialmente vulneráveis.

Bacia do Rio Piraquê-Cabuçu

“A ação associa o olhar técnico da engenharia a um olhar social da arquitetura e urbanismo, investigando alternativas de projetos baseados em infraestrutura verde-azul, para redução do risco, bem como a construção social da percepção do risco”, explicou o professor.

Com a participação de seis professores da UFRJ, um pesquisador em pós-doutorado, cinco doutorandos, cinco mestrandos, e cinco alunos de graduação, o planejamento prevê a produção de projetos-piloto de infraestrutura urbana, com destaque para a drenagem e o esgotamento sanitário, bem como diretrizes para planejamento urbano e ocupação do solo, que possam ser recebidas pelo poder público e incorporadas em seus processos de trabalho.

Segundo Rezende, o desenvolvimento das ações também proporcionará aos alunos uma visão prática. “Eles terão contato com técnicas da engenharia urbana, civil e ambiental, buscando soluções integradoras das diversas infraestruturas urbanas em harmonia com os sistemas naturais, além de aspectos da arquitetura da paisagem, do planejamento urbano e da gestão dos territórios, com foco no desenvolvimento de novas propostas de desenvolvimento das cidades”, disse o coordenador, que ainda este ano disponibilizará mais 18 vagas para graduandos no projeto, com carga horária de 12h semanais.

Os primeiros resultados do projeto de extensão serão apresentados pelo grupo entre os dias 21 e 26 de novembro, em um dos mais importantes congressos nacionais na área de recursos hídricos, o XXIV Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos, que ocorrerá em Belo Horizonte. Em paralelo, teses de mestrado e doutorado, além de trabalhos de iniciação científica e projetos finais de conclusão de curso estão em andamento para colaborar com a melhoria da região que permeia a bacia do Rio Piraquê-Cabuçu.