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Governador do Rio sanciona projeto de lei de alunos da Politécnica-UFRJ

Iniciativa prevê a instalação de composteiras em escolas estaduais em até 24 meses
Publicado em: 19/10/2022 Escola Politécnica da UFRJ
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Idealizada pelos alunos da Escola Politécnica da UFRJ Francisco Victer, Severino Virgínio e Yan Monteiro, a proposta de projeto de lei, que prevê a instalação de composteiras para processamento das sobras de merenda escolar em todas as escolas da rede pública do Estado do Rio foi sancionada no dia 11 de novembro pelo Governador do Rio em Exercício, André Ceciliano, após encaminhamento feito pela Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj).

Na foto, Yan Monteiro, Francisco Victer e Severino Virgínio

O projeto terá até dois anos para ser implantado, e será capaz de reduzir a geração de resíduos sólidos orgânicos, que são 50% do volume encaminhado aos aterros sanitários. Além disso, as hortas orgânicas nas escolas trarão atividades que ajudam a cumprir diretrizes da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) como interdisciplinaridade e conhecimento prático, com os alunos ativamente observando os fenômenos estudados em sala. Vale lembrar que parte do adubo coletado também será disponibilizado à comunidade escolar.

“O objetivo do projeto é cumprir alguns Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, principalmente àqueles que dizem respeito à Educação e ao Meio Ambiente. Temos estudado o tema e aliado isso a vivência estudantil, que foi enriquecida com aulas práticas e a interdisciplinaridade oferecida nos cursos técnicos que já fizemos”, comentou Yan Monteiro.

Já Francisco Victer celebrou: “O projeto está totalmente alinhado à nossa filosofia de causar um impacto grande com um custo mínimo. Acho que essa é a essência do engenheiro, ser capaz de desenvolver uma solução que não só funciona, mas que seja eficiente. Ter contribuído com o primeiro projeto popular a virar lei no Rio de Janeiro nos enche de orgulho”.

Esta pode ser a primeira lei sugerida pela população civil a ser sancionada, através do aplicativo LegislAqui – programa que permite a sociedade fluminense sugerir e elaborar propostas de Projetos de Lei para o Legislativo Estadual.

*Atualizada em 11/11/2022

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Alunos da Politécnica-UFRJ participam de Olimpíada Internacional de Segurança Financeira

Discentes integraram a única comitiva brasileira que viajou para Rússia
Publicado em: 19/10/2022 Escola Politécnica da UFRJ
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Os alunos André Garcia e Vinícius Costa da Escola Politécnica da UFRJ ficaram entre os 500 finalistas da Olimpíada Internacional de Segurança Financeira, realizada na cidade de Sochi, na Rússia. Orientados pelo professor Fabio Krykhtine do Departamento de Engenharia Industrial, a dupla integrou a única comitiva brasileira no evento, formada por mais seis estudantes de outras unidades da UFRJ. Esta foi a primeira vez que a instituição participou da Olimpíada, que aconteceu entre os dias 10 e 15 de outubro.

Durante os seis dias de atividades, os graduandos da Escola Politécnica participaram de uma série de cursos e oficinas com o objetivo de ampliar a resiliência do sistema financeiro quanto a golpes e estruturação de ações criminosas contra investidores. Ambos também foram diplomados em masterclasses, sob os temas investigação de lavagem de dinheiro e uso de cryptomoedas em ações criminosas, onde aprenderam a utilizar ferramentas e acessar bases de dados para rastrear movimentações suspeitas e cumprirem procedimentos de investigação para comprovar os crimes.

“O evento teve um alto nível conceitual, com workshops bem elaborados e desafios de difíceis soluções. Isso ajudou a aprofundar os conhecimentos sobre segurança financeira e seus riscos e impactos no sistema econômico”, avaliou André, aluno de Engenharia Naval. Após bom desempenho em um dos masterclasses, o graduando foi convidado a participar de um encontro com os diretores da organização das olimpíadas e o reitor da RUDN, onde pode debater ideias, fazer perguntas e contribuir com as suas impressões gerais para melhorar a qualidade do evento.

Aluno da Engenharia Nuclear, Vinicius também considerou uma experiência positiva. “A recepção foi ótima. Tivemos acesso até ao serviço de tradução para o português em todas as etapas. Durante toda olimpíada aprendemos bastante, tanto na parte técnica quanto cultural”.

Para o professor Fabio Krykhtine, a viagem representa um marco importante nas relações com as universidades da Federação Russa, BRICS e Ásia Oriental. “Estamos construindo laços de cooperação irreversíveis, troca de capital intelectual entre delegações. No âmbito da vida dos estudantes, a participação no evento representa a descoberta de um mundo novo de conexões, oportunidades de acesso ao sistema de educação e trabalho na Federação Russa, além do importante reconhecimento de suas habilidades, elevando a autoestima e ampliando suas visões de mundo.”

Neste ano, os países do BRICS foram convidados a integrarem a atividade da Olimpíada, a partir de uma seleção que ocorreu no primeiro semestre do ano, em que os alunos se inscreveram e participaram de provas online. Em agosto, o resultado apontou finalistas da UFRJ.

Segundo o professor, a UFRJ tem trabalhado estrategicamente nesta frente ao longo dos últimos anos e estabeleceu através da Superintendência Geral de Relações Internacionais a designação de um conjunto de Coordenadores Especiais para tratar de relacionamento exclusivo com os países do BRICS, reforçando a aliança de cooperação em ciência e educação.

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Politécnica-UFRJ participa da Conferência Municipal Infantojuvenil pelo Meio Ambiente

Publicado em: 18/10/2022 Escola Politécnica da UFRJ
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A coordenadora do curso de Engenharia Ambiental da Escola Politécnica da UFRJ, Monica Pertel, e a professora do Programa de Engenharia Ambiental da UFRJ (PEA/UFRJ) Adriana Sotero Martins irão participar da “II Conferência Municipal Infantojuvenil pelo Meio Ambiente”, uma iniciativa que faz parte do “Projeto Ambienta Rio: a escola faz a diferença!”, promovido pela Secretaria Municipal de Educação do Rio. Ambas serão palestrantes de mesa-redonda sobre saneamento e reciclagem de resíduos orgânicos e eletroeletrônicos, que acontece no próximo dia 24 de outubro, às 10h, na Cidade das Artes, na Barra da Tijuca.

Também participam do debate os egressos da Escola Politécnica, Miguel Alvarenga Fernández, presidente da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES-RJ); Diego Luiz, presidente da Associação do Rio de Janeiro de Engenheiros Ambientais e Sanitaristas (ARJEAS); e Ágatha Weinberg, analista ambiental da Iguá Saneamento.

Da esquerda para direita: Monica Pertel, Diego Luiz, Adriana Sotero, Miguel Alvarenga e Ágatha Weinberg

O evento busca estimular o desenvolvimento do diálogo da comunidade escolar com a sociedade carioca e o fortalecimento das iniciativas ligadas ao universo das temáticas ambientais, articuladas por intermédio da “Agenda 2030” da Organização das Nações Unidas (ONU).

A programação também contará com oficinas realizadas pelos projetos de extensão da Escola Politécnica, LUPPA – Liga pela Universalização da Participação em Políticas Públicas Ambientais, que explicará a técnica de compostagem para obtenção de material estável, rico em substâncias húmicas e nutrientes minerais; e LIpE – Laboratório de Informática para Educação, com o propósito de ensinar sobre o reaproveitamento e o reuso de eletroeletrônicos.

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Bolsistas de graduação do PRH-41/ANP vencem competição acadêmica do Rio Oil & Gas 2022

Solução apresentada pelos alunos utiliza inteligência artificial e machine learning para melhorar a confiabilidade dos processos offshore
Publicado em: 18/10/2022 Escola Politécnica da UFRJ
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Os alunos da Escola Politécnica da UFRJ e também bolsistas de graduação do Programa de Recursos Humanos em Planejamento Energético e Ambiental em Óleo, Gás Natural e Biocombustíveis (PRH-41/ANP) Caio Rodrigues e Douglas Lopes, juntamente com três alunos da Escola de Química da UFRJ, venceram o desafio acadêmico do Rio Oil & Gas 2022, realizada no dia 29 setembro.

Organizada pelo Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), a competição teve como objetivo estimular o interesse e participação de jovens estudantes de Tecnologia e de Engenharia no ramo de petróleo e gás.

Com integrantes das Engenharias Elétrica, Química e Mecânica, a equipe Boitatá teve – entre 22 equipes participantes de todo o Brasil – o melhor desempenho na apresentação do pitch sobre uma solução que traz confiabilidade aos processos offshore, através de robótica modular, utilizando de inteligência artificial e machine learning. Com a conquista, a equipe recebeu um cheque de R$ 10 mil como premiação.

“O projeto se baseia em um sistema robotizado que seja orientado a dados. A proposta foi integrar essas duas ideias, que existem de forma independente, em um único sistema através da inteligência artificial. Com isso utilizando-se de tecnologias de operação remota e técnicas de machine learning seria possível executar operações e manutenções de forma totalmente remota e em tempo real no offshore sob a supervisão de humanos no onshore”, explicou o aluno do sétimo período de Engenharia Elétrica Douglas Lopes.

Para ele, a experiência foi enriquecedora: “A troca de ideias, com grandes figuras do setor energético brasileiro e mundial, nos ajudou a entender os desafios de quem vive o dia a dia desse setor. Entender que fazemos parte do futuro do setor traz o sentimento de pertencimento que por muitas vezes escapa de nossa visão quando focamos muito em estudar somente as disciplinas”, avaliou o aluno.

Já Caio Rodrigues destacou as dificuldades enfrentadas durante o percurso até a conquista. “Foi bem desafiador sair da zona de conforto, subir no palanque, frente a grandes entidades do setor energético e apresentar nossa proposta. Tivemos que ser eficazes nas respostas para mostrar que estávamos preparados”, comentou o aluno, que cursa o décimo período de Engenharia Mecânica.

Confira os integrantes da equipe vencedora:

Caio Rodrigues (Engenharia Mecânica)
Douglas Lopes (Eng. Elétrica)
Gabriela Ladeira Nadaes (Eng. Química)
Hugo de Lacerda (Eng. Química)
Juliana Pacheco de Sequeira (Eng. Química)

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3ª Feira Virtual da Politécnica-UFRJ oferece mais de 5 mil oportunidades de estágio, trainee e emprego

Programação conta com webinars, palestras, videoconferências e mentorias gratuitas sobre empreendedorismo, carreira e processo seletivo
Publicado em: 14/10/2022 Escola Politécnica da UFRJ
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Estudantes e profissionais de todo o país, em busca de estágio ou de emprego, podem participar gratuitamente da 3ª edição da Feira Virtual de Carreiras e Oportunidades da Escola Politécnica da UFRJ. Mais de 5 mil vagas serão oferecidas entre os dias 21 e 23 de novembro.

Com o tema “Inovação para a prosperidade e bem-estar social”, a edição deste ano busca atender às novas diretrizes curriculares nacionais; dialogar com a sociedade; aumentar a interdisciplinaridade; criar um espaço intergeracional; e receber profissionais de diferentes áreas para aumentar a interprofissionalidade.

Estão previstos diversos webinars, palestras, videoconferências e oportunidades de interação com recrutadores e especialistas em carreira, através de chats, fóruns e bate-papos. Além disso, os participantes poderão se candidatar a sessões de mentorias, com foco em empreendedorismo, construção de currículos mais atrativos, simulação de entrevista para processo seletivo, e como descrever as principais habilidades humanas ou comportamentais (soft skills) e habilidades técnicas (hard skills).

Para participar da 3ª Feira Virtual da Politécnica-UFRJ, basta o interessado realizar sua inscrição na plataforma virtual e preencher o formulário com as informações solicitadas.

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Museu da Escola Politécnica da UFRJ sob nova direção

Publicado em: 14/10/2022 Escola Politécnica da UFRJ
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O professor Leonardo Navarro, do Departamento de Engenharia Industrial, assume a função de superintendente do Museu da Escola Politécnica da UFRJ, com três grandes desafios: melhorar a estrutura do Museu, tornar as informações mais digitais e aumentar a integração com a comunidade acadêmica.

No curto prazo, o novo superintendente explica que tem trabalhado nas questões de digitalização do catálogo, pois entende que ter informações acessíveis sobre o acervo é uma condição fundamental para qualquer planejamento. “Hoje, por exemplo, as fichas de catalogação de acervo que temos existem somente em meio físico, muitas delas foram feitas na década de 1970, principalmente a partir de 1976, quando os itens começaram a ser transferidos para o Museu. A ideia é digitalizar as fichas, o catálogo, criando base de dados que nos permita resgatar, com maior facilidade, informações específicas sobre cada item e estatísticas sobre o acervo como um todo”, comentou Navarro.

Segundo ele, atividades de ensino, pesquisa e extensão devem ser incorporadas à rotina do Museu. “Seria fantástico trazer todo período as diversas turmas de disciplinas como ‘Introdução à Engenharia’ e ‘História da Tecnologia e Engenharia’ para conhecer o espaço. Cada item do acervo tem a sua relevância para a história da Escola. Contudo, nem sempre essa história está devidamente pesquisada e documentada. Nesse sentido, acredito que as atividades de pesquisa sobre o acervo serão fundamentais para que possamos documentar ainda mais a história da própria Escola Politécnica, a mais antiga instituição de ensino superior das Américas”, destacou o professor.

“Todos aqueles que quiserem de alguma forma contribuir com o Museu, podem nos procurar. Tenho a certeza que uma maior integração com o nosso corpo social será fundamental para valorizar ainda mais esse importante espaço, que se destina à preservação da memória da Escola”, convidou o novo superintendente.

Neste primeiro momento de reestruturação, o Museu ficará aberto ao público em horário reduzido, com visitação permitida às quartas e quintas-feiras, das 10h às 15h, no 2º andar do Bloco A do Centro de Tecnologia da UFRJ. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (21) 3938-7723 ou pelo e-mail museu@poli.ufrj.br.

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Diretora Cláudia Morgado e prof.º Richard Stephan tomam posse no Conselho Diretor do Clube de Engenharia

Publicado em: 21/09/2022 Escola Politécnica da UFRJ
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A diretora Cláudia Morgado e o professor Richard Stephan, ambos da Escola Politécnica da UFRJ, e o diretor executivo da Fundação Coordenação de Projetos, Pesquisas e Estudos Tecnológicos (Coppetec), Fernando Peregrino, foram anunciados como conselheiros do Conselho Diretor do Clube de Engenharia para o mandato 2022-2025. A posse dos novos membros aconteceu durante Assembleia Geral Solene, realizada no dia 12 de setembro, na sede do Clube de Engenharia.

Reeleita com o segundo maior número de votos, a diretora Cláudia Morgado, que integrou a chapa “Engenharia, Desenvolvimento e Democracia”, se mostrou preocupada com os rumos da Engenharia e enfatizou a necessidade de maior envolvimento das instituições de classe com os temas em pauta. 

“Diversas empresas estruturadas do setor perderam espaço nos últimos tempos, por conta de uma predileção por empresas estrangeiras. Isso não é bom, pois elas não contratam engenheiros brasileiros e sim expatriados. Algumas leis que tramitam no Congresso Nacional também estão favorecendo esse cenário ruim para a Engenharia brasileira, e a gente vê as entidades muito paralisadas em relação às mudanças que estão sendo propostas. Isso me fez aceitar renovar o mandato no Conselho do Clube de Engenharia”, destacou.

Na ocasião, a diretora da Politécnica-UFRJ também reforçou a importância de se investir na graduação para o desenvolvimento do país. “Há sempre um privilégio de se falar da ciência, da tecnologia, da inovação e do investimento em pesquisa, mas as pessoas esquecem que a formação de pesquisadores e a pós-graduação só se sustentam se tiver uma graduação forte.

Professor do Departamento de Engenharia Elétrica da Politécnica-UFRJ, Richard Stephan, concorreu pela chapa “Engenharia e Desenvolvimento” e também destacou sua missão à frente do Conselho. “Existem assuntos que precisam da força do Clube de Engenharia para serem modificados. Um exemplo é a exigência de seis horas de estágio. Trata-se de uma verdadeira agressão à formação profissional, que continua sendo imposta pela maioria das empresas. O revigoramento das indústrias brasileiras e, em particular, do Rio de Janeiro faz parte das minhas preocupações. Não teremos um bom ensino de engenharia se não tivermos um setor industrial ativo. Seria como tentar oferecer um bom curso de medicina sem hospital”, disse o professor.

Para o diretor executivo da Fundação Coppetec da UFRJ, Fernando Peregrino, que também integrou a chapa “Engenharia, Desenvolvimento e Democracia”, fazer parte do Conselho será uma grande oportunidade: “Vamos chamar atenção para o apoio necessário à matriz da educação – responsável por 95% da produção científica e tecnológica do país, e a Universidade, tendo em vista atender aos desafios do desenvolvimento industrial e tecnológico do país”.

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Alunos da Politécnica-UFRJ recebem prêmios por iniciativas inovadoras na Ilha do Governador

Publicado em: 21/09/2022 Escola Politécnica da UFRJ
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As iniciativas do “Engenhando a Cidade” – projeto liderado pelos alunos da Escola Politécnica da UFRJ Francisco Victer, Yan Monteiro e Severino Virgínio,  conquistaram dois prêmios importantes nesta primeira quinzena de setembro, sendo eles: “Ilha 455 Anos” e “Edson Luís”, concedidos respectivamente pelo Polo Cultural Ilha e pela Prefeitura do Rio. Os reconhecimentos foram dados a eles pelas intervenções realizadas na Ilha do Governador.

Suas contribuições voluntárias para limpeza e tombamento da Pedra da Onça e reformas/reparos em praças (como a Praça Papai Noel, atualmente em obra), parque Marcello de Ipanema e também no Corredor Esportivo – que são equipamentos urbanos voltados ao lazer, garantiram melhor qualidade de vida aos moradores da Ilha do Governador e a atratividade do bairro.

“É um grande orgulho, especialmente sendo aluno do Fundão, saber que a população da Ilha aprova o nosso projeto, valida a razão pela qual estudamos. Isso significa que por mais que a UFRJ tenha impacto nacional, ela não está negligenciando seu próprio quintal. E estamos fazendo parte disso”, destacou Francisco Victer, do curso de Engenharia de Produção.

Já Yan Monteiro, que cursa Engenharia Civil, entende que esses reconhecimentos são extremamente importantes para o grupo ganhar voz e relevância. “Como a gente depende do poder público para que nossas ideias e propostas sejam materializadas, esse tipo de prêmio dá envergadura e alcance para que possamos melhorar cada vez mais nossa interlocução com os diferentes agentes públicos”, comentou o aluno.

O projeto “Engenhando a Cidade” busca mostrar ao poder público que as intervenções são necessárias, viáveis financeira e tecnicamente e, acima de tudo, de alto retorno para a população. O projeto mostra também que é possível realizar o reparo dos equipamentos, minimizando não só o custo inicial, mas também para a execução e manutenção.

Saiba mais sobre os projetos no link.

Na foto, os alunos com o Prêmio Edson Luís, concedido pela Prefeitura do Rio
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Interação com o mercado e intervenções sociais nas favelas marcam Semanas da Metalmat e da Ambiental

Publicado em: 21/09/2022 Escola Politécnica da UFRJ
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Com uma programação intensa e variada, a VIII Semana Metalmat/PEMM e a XVII Ambientável atraíram estudantes e professores da UFRJ e profissionais do mercado para debater desafios, oportunidades e perspectivas dos setores. As atividades aconteceram nos blocos D e F do Centro de Tecnologia da UFRJ, entre os dias 12 e 16 de setembro.

Organizadas por alunos de graduação da Escola Politécnica da UFRJ, as semanas acadêmicas tiveram a supervisão dos professores André Luiz Moraes Alves e Pedro Paulo Medeiros Ribeiro, da Engenharia Metalúrgica e de Materiais, e Monica Pertel, da Engenharia Ambiental.

Com o tema “Favela Viva”, a edição deste ano da Ambientável buscou debater sobre como a sociedade, apesar de passar por constante evolução, não a traz para realidade das favelas e mantém condições indignas para grande parte da população. A programação reuniu palestras a respeito do saneamento, gerenciamento de resíduos sólidos, e gestão de riscos e desastres.

“As propostas para políticas públicas destinadas à melhoria da qualidade de vida em favelas são nulas. Como forma de colocar esse debate em pauta e mostrar as inovações tecnológicas e abordagens sociais desenvolvidas para as favelas, a semana trouxe importantes reflexões e informações para ampliar o diálogo entre Academia, Setor Público, Privado e Sociedade Civil”, comentou o diretor geral da XVII Ambientável, Matheus Rosemberg, durante abertura do evento – que contou com a participação da diretora da Escola Politécnica, Cláudia Morgado; da  coordenadora do curso de Engenharia Ambiental, prof.ª Monica Pertel; e do integrante do Grêmio Acadêmico da Engenharia Ambiental (GAEA), Luca Apolonio.

Já a VIII Semana Metalmat conseguiu favorecer a integração do setor acadêmico com o industrial, e a imersão com exemplos práticos dos assuntos abordados no departamento. Além de participarem de palestras, minicursos e desafios voltados para o setor, os alunos também puderam submeter seus trabalhos à publicação na forma de anais com registro na International Standard Bibliographical Number (ISBN), nas linhas de pesquisa do PEMM.

“Foi um ambiente ótimo para os alunos testarem seus conhecimentos, através de apresentações de seus  trabalhos acadêmicos, enriquecendo seus atributos intelectuais, assim como sua capacidade de discutir ideias em público. Além disso, também tivemos a oportunidade de interagir com empresas, entender melhor sobre processos seletivos, atualidades e sobre o setor industrial”, avaliou Nathalia Oliveira, uma das participantes da Comissão Organizadora da Semana Metalmat.

Abaixo, as fotos da abertura da XVII Ambientável:

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Alunos criam aplicativo que facilita atendimento em restaurantes do CT

Publicado em: 21/09/2022 Escola Politécnica da UFRJ
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Facilitar a vida de alunos, professores e funcionários que frequentam o Centro de Tecnologia da UFRJ, por meio dos avanços da tecnologia móvel, tem sido um dos grandes objetivos dos alunos da Escola Politécnica da UFRJ Matheus Schueler e Vinícius Rabelo. A dupla é responsável por criar o aplicativo “Cardappio”, que permite ao usuário escolher o seu restaurante preferido, pagar online e retirar o pedido no horário desejado.

“O que mais nos motivou a criá-lo foi o fato de querermos melhorar o local onde passamos a maior parte do nosso dia. Além disso, o aplicativo atende aos cuidados impostos pela pandemia, evitando aglomeração de pessoas nos restaurantes”, destacou Matheus, que está no oitavo período de Engenharia de Mecânica.

Atualmente, o aplicativo conta com três estabelecimentos cadastrados, sendo eles: YakiÁrabe, no Bloco B; Bom Gosto, no bloco F; e Budy, no bloco H. Mas, a expectativa dos jovens é aumentar a adesão de restaurantes que atendem o Centro de Tecnologia. “Decidimos rodar as primeiras versões do app em nosso ambiente universitário para testá-lo e melhorá-lo, podendo assim termos feedback diretamente dos usuários. Futuramente, pretendemos abranger toda a UFRJ e restaurantes externos”, explicou Vinícius, que cursa o oitavo período de Engenharia Elétrica.

Ambos os criadores lembram que a ideia só foi possível tirar do papel após participarem da 6ª edição da Germinadora de Startups, que é um programa de capacitação do Laboratório de Empreendedorismo e Novos Negócios (LabGn²) – projeto de extensão vinculado à Escola Politécnica.

“Começamos com a ideia no início da pandemia e precisávamos conhecer e aprender mais sobre o mundo do empreendedorismo para conseguir amadurecer o projeto. Com isso, nos inscrevemos na Germinadora, que nos proporcionou uma série de atividades como participação em palestras e avaliações de bancas compostas por pessoas com bastante experiência no ramo de empreendedorismo. Isso foi determinante para avançarmos com o projeto”, comentou Matheus, que também contou com o auxílio do ex-aluno da Politécnica-UFRJ Henrique Almeida para o desenvolvimento do aplicativo.

Coordenado pela professora da Escola Politécnica Alice Ferruccio, o LabGn² busca fomentar e difundir o espírito empreendedor dentro do ambiente universitário, capacitando os participantes através de workshops, palestras, mentorias e feedbacks, elaborados e ministrados tanto pela equipe do laboratório como por parceiros externos. Durante um mês, os participantes recebem treinamento semanal para no final apresentarem um pitch para uma banca de mentores.

“Além disso, a iniciativa, que chegará a sua 7ª edição em dezembro deste ano, ainda busca atender gratuitamente novos empreendedores, de fora da UFRJ, que querem validar suas ideias de negócio e aprender sobre temas como Plano Financeiro, Plano de Marketing e Mínimo Produto Viável”, adiantou a professora.

Até 2023, os alunos da Escola Politécnica Vinícius e Matheus têm como metas implementar novas ferramentas, formas de pagamento e publicação na Apple Store – já que o aplicativo está disponível somente para o sistema Android. Quem tiver interesse em incluir o restaurante no App, deve entrar em contato pelo email: contato@cardappio.net.br.