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Aluna da Engenharia de Petróleo fica entre os 100 melhores de Ciências, Geociências e Engenharia

Publicado em: 05/03/2024 Escola Politécnica da UFRJ
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Escolhida entre os 100 melhores estudantes de ciências, geociências e engenharia de instituições privadas e públicas do mundo para participar do IPTC 2024 Education Week, Nayana Campos Oliveira, graduanda do curso de Engenharia de Petróleo da Escola Politécnica da UFRJ, foi a única representante brasileira da área de Engenharia no evento, que aconteceu entre os dias 10 a 14 de fevereiro, em Dhahran, na Arábia Saudita.

A estudante, que está no último período do curso, foi selecionada após avaliação de comitê multidisciplinar formado pelas quatro sociedades internacionais do setor de petróleo (SPE, AAPG, SEG e EAGE), que analisaram o desempenho e histórico acadêmico, carta de intenção, premiações e reconhecimentos, atividades extracurriculares principalmente focadas em liderança de mais de 500 candidatos. Além de integrar o seleto grupo, Nayana também conquistou o Punctuality Pro Award, prêmio individual concedido aos estudantes que tiveram melhor capacidade de gestão de tempo, organização, adaptabilidade e liderança.

Durante o evento, Nayana participou de diversas atividades que visam desenvolver competências profissionais; aprender com profissionais jovens e experientes; trabalhar em conjunto em projetos; estabelecer redes com os seus pares e executivos da indústria do petróleo e do gás; e participar de sessões técnicas e de painéis, que proporcionaram uma visão abrangente das últimas tendências, inovações e desafios que a indústria enfrenta.

O programa também busca preparar futuros profissionais e líderes para os inúmeros desafios e oportunidades relacionados ao futuro da energia. Prova disso é que os participantes foram desafiados a elaborar um projeto em grupo ao longo de dois dias para desenvolvimento de campo de petróleo, utilizando softwares SLB como PETREL, PIPESIM, IAM e INTERSECT.

“O projeto foi um desafio estimulante. A integração de diversos conhecimentos e competências de estudantes de diversas nacionalidades e formações, abrangendo geologia, geofísica e engenharia, contribuiu para uma perspectiva e abordagem diversificada, que conduziu para uma solução satisfatória, tornando esta experiência colaborativa altamente enriquecedora. O programa foi uma experiência educacional, profissional e cultural incomparável, repleta de aprendizado, conexões e celebração. Ao refletir sobre essa jornada de aprendizado e troca de ideias, sinto-me impulsionada a contribuir com mudanças no cenário energético, especialmente em relação aos desafios da sustentabilidade energética e aos caminhos que eu, como futura profissional, posso trilhar para moldar um futuro melhor”, avaliou a estudante.

A IPTC Education Week é um esforço colaborativo entre quatro sociedades internacionais, entre elas a Associação Americana de Geólogos de Petróleo (AAPG), a Associação Europeia de Geocientistas e Engenheiros (EAGE), a Sociedade de Geofísicos de Exploração (SEG) e a Sociedade de Engenheiros de Petróleo (SPE).

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Novo veículo destinado ao Sistema MagLev-Cobra chega à UFRJ e passará por testes e inspeção ao longo deste ano

Publicado em: 05/02/2024 Escola Politécnica da UFRJ
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A Escola Politécnica da UFRJ e a Coppe/UFRJ vão dar início a partir de fevereiro ao trabalho de inspeção e testes do novo veículo para o Sistema MagLev-Cobra – Trem de Levitação Magnética, desenvolvido em parceria com a Aerom, empresa referência em automação e mobilidade urbana sustentável. A expectativa é de que todos os testes sejam concluídos neste primeiro semestre e sua operação diária comece ainda em 2024.

Com a identidade visual alinhada aos padrões dos modais industriais de transporte mais eficientes e ecologicamente corretos do mundo, o veículo incorpora avançados conceitos de fabricação, incluindo sistema de portas, refrigeração e automação de qualidade internacional, contribuindo de forma significativa para a nova missão comercial do sistema. Inicialmente o veículo será implementado na linha de teste que liga o CT1 ao CT2.

“Pretendemos testar o sistema diariamente na ligação entre os CTs, o que será um passo significativo para esta “chancela”. Atingiremos o nível TRL08, restando apenas o nível TRL09 para iniciar a operação comercial”, comentou o prof. Richard Stephan, coordenador do projeto MagLev-Cobra, que esteve em Porto Alegre (RS) no dia 11 de janeiro para prévia inspeção do veículo, antes do seu transporte para o Rio de Janeiro.

O prof. Richard Stephan ao lado do CEO da Aerom, Marcus Coester.

Sobre a Tecnologia MagLev-Cobra

Com apoio financeiro da FAPERJ (Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro), o Maglev-Cobra opera desde 2015 na Cidade Universitária, com funcionamento testado e aprovado e mais de 20 mil passageiros transportados. Sua tecnologia utiliza levitação magnética, empregando supercondutores e trilhos de ímãs de terras raras para a sustentação do veículo. No mundo, somente dois países trabalham neste tipo de pesquisa, sendo eles: Alemanha e China.

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Escola Politécnica firma parceria com empresa global de software de energia

A iniciativa possibilita o desenvolvimento de projetos através da plataforma FieldTwin de gêmeos digitais.
Publicado em: 31/01/2024 Escola Politécnica da UFRJ
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Com o propósito de estimular o conhecimento de alunos e professores na área de transição energética e produção de hidrocarbonetos, a Escola Politécnica da UFRJ assinou um acordo de licenciamento e parceria com a empresa de tecnologia FutureOn. A iniciativa estabelece o uso e o desenvolvimento de projetos através da plataforma FieldTwin de gêmeos digitais, que realiza todas as funções em nuvem.

De acordo com o coordenador do curso de Engenharia de Petróleo da Politécnica-UFRJ e idealizador da parceria, Rafael Charin, o software da FutureOn é capaz de modelar virtualmente um sistema físico e receber continuamente dados reais sobre tal sistema para que algoritmos de inteligência artificial garantam a sua representatividade. Ele explica que os gêmeos digitais também conseguem estudar os problemas de forma mais estratégica, do que as simulações típicas, pois o ambiente virtual criado torna o estudo muito mais detalhado.

Charin entende que a adesão da ferramenta demonstra o quanto a Universidade está aderente à modernidade, proporcionando aos alunos de graduação o contato com as principais tecnologias relacionadas à Indústria 4.0.

“O maior desafio da indústria não está somente no desenvolvimento de novas tecnologias, mas também em operar essas ferramentas, que são fundamentais para todo o processo de transição energética rumo ao carbono zero. Este é o momento ideal para os nossos alunos se familiarizarem e testarem com essas ferramentas e colocarem em prática todo conhecimento teórico adquirido”, destacou.

Além do uso no Projeto Multidisciplinar do graduandos em Engenharia de Petróleo, a coordenação do curso pretende realizar eventos como Hackathons e incentivar o desenvolvimento de trabalhos de conclusão de curso utilizando a plataforma FieldTwin.

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Escola Politécnica é contemplada com o programa CAPES—COFECUB

Publicado em: 29/01/2024 Escola Politécnica da UFRJ
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Professores da Escola Politécnica da UFRJ, da Coppe/UFRJ, da Universidade de São Paulo em São Carlos (EESC/USP), da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (UENF) e das universidades francesas Gustave Eiffel (UniEiffel), Grenoble Alpes e Nantes foram contemplados pelo programa CAPES-COFECUB, com o projeto “Soluções geotécnicas onshore e offshore na era da transição energética”. Ao todo foram selecionadas 35 propostas no Edital Nº8/2023, divulgado no dia 19 de dezembro, e cada uma receberá até R$ 1,7 milhão ao longo de quatro anos.

O projeto surge diante de novos e importantes desafios para a sociedade, com o aumento da demanda energética e as implicações relacionadas às mudanças climáticas nas próximas décadas, se tornou fundamental o desenvolvimento e o estudo de soluções para o suporte de estruturas offshore para exploração de energia, principalmente para atender as estratégias para os próximos 30 anos do setor energético brasileiro descritas no Plano Nacional de Energia 2050 – PNE 2050 do Ministério de Minas e Energia.

Na foto, da esquerda para direita: Marcio de Souza Soares de Almeida (Coppe/UFRJ), Maria Cascão Ferreira de Almeida (Politécnica/UFRJ), Alessandra Conde de Freitas (Politécnica/UFRJ) e Lucas Chinem Takayassu (ex-aluno que estará indo para a França para um sanduíche no seu doutorado).

Dividida em dois temas, a pesquisa foca no estudo de ancoragens e estacas para o suporte de turbinas eólicas offshore e plataformas FPSO (Floating Production Storage and Offloading), como: estacas torpedo, monopiles, âncoras mutualizadas e estacas helicoidais, e inclui simulações numéricas de corrida de detritos submarinos e subsidência do leito marinho. Já o segundo tema investiga o uso de fundações termoativadas para exploração de energia geotérmica superficial.

O projeto é baseado em modelagens física em centrífuga geotécnica e numérica, e em ensaios laboratoriais e em escala real e seus resultados serão usados para calibrar modelos numéricos visando definir diretrizes de projetos. O início das atividades está previsto para este primeiro semestre de 2024.

Confira a lista de docentes e das instituições envolvidas no projeto:

● Maria Cascão Ferreira de Almeida (Politécnica/UFRJ)
● Marcio de Souza Soares de Almeida (Coppe/UFRJ)
● Alessandra Conde de Freitas (Politécnica/UFRJ)
● Cristina de Hollanda Cavalcanti Tsuha (EESC/USP)
● André Teófilo Beck (EESC/USP)
● Fernando Luiz Lavoie (EESC/USP)
● Fernando Saboya Albuquerque Jr. (UENF)
● Sérgio Tibana (UENF)
● Luc Thorel (Université Gustave Eiffel)
● Matthieu Blanc (Université Gustave Eiffel)
● Thierry Dubreucq (Université Gustave Eiffel)
● Jean de Sauvage (Université Gustave Eiffel)
● Thibault Badinier (Université Gustave Eiffel)
● Orianne Jenck (Université Grenoble Alpes)
● Daniel Dias (Université Grenoble Alpes)
● Alice Di Donna (Université Grenoble Alpes)
● Christophe Dano (Université Grenoble Alpes)
● Abdul-Hamid Soubra (Nantes Université)

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Diretora da Escola Politécnica participa de Congresso Internacional na Universidade da Beira Interior (UBI)

Publicado em: 18/12/2023 Escola Politécnica da UFRJ
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A Universidade da Beira Interior (UBI) e a Escola Politécnica da UFRJ organizaram o VI Congresso Internacional sobre ‘Recuperação, Manutenção e Reabilitação de Edifícios’ (CIRMARE 2023), dos dias 5 e 7 de dezembro, na Faculdade de Engenharia da UBI. O evento teve como tema central a “resiliência e adaptação de edifícios e cidades para as mudanças climáticas” e contou com o apoio do Ensino Magazine.

A sessão de abertura contou, entre outros convidados, com as participações da secretária de Estado da Habitação, Maria Fernanda Rodrigues, do reitor da UBI, e da diretora da Escola Politécnica da UFRJ, Cláudia do Rosário Vaz Morgado.

O programa incluiu a realização de uma mesa-redonda onde participaram as autarquias locais parceiras do evento. O CIRMARE2023 contou ainda com palestras proferidas por especialistas convidados, onde os efeitos do clima e as medidas de mitigação foram objeto de reflexão.

O CIRMARE teve a contribuição de autores oriundos de nove países e provenientes de 36 instituições. Portugal esteve representado por investigadores de 17 instituições, sendo, naturalmente, o país de origem do maior número de participantes. Seguem-se o Brasil e a Espanha, havendo autores da China, Itália, Hungria, Polónia, Roménia e Federação Russa.

O evento teve os patrocínios das autarquias da Covilhã, do Fundão e de Proença-a-Nova, bem como pelas empresas Bau Special Solutions e Mapei. Teve ainda o apoio institucional de mais de três dezenas de entidades portuguesas e brasileiras, ligadas sobretudo aos sectores da engenharia, arquitetura e construção.

Fonte: https://www.ensino.eu/suplemento/suplemento-ubi/atualidade/2023/congresso-internacional-na-universidade-da-beira-interior/#

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Cerimônia marca comemorações do Jubileu de Ouro da turma de 73

Sessão solene realizada pela Escola Politécnica da UFRJ marcou os 50 anos de diversas turmas de Engenharia formadas naquele ano.
Publicado em: 18/12/2023 Escola Politécnica da UFRJ
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Um momento histórico para mais de 100 ex-alunos da Escola Politécnica da UFRJ formados em 1973. Representantes de diversas turmas de Engenharia compareceram à sessão solene que aconteceu nesta terça-feira (12) no Centro de Tecnologia da UFRJ para celebrar os 50 anos da graduação. A solenidade também marcou o descerramento de uma placa no hall do bloco A.

A sessão solene, realizada no auditório André Rebouças, foi presidida pela chefe do departamento de Engenharia Industrial, professora Juliana Baioco, que representou na ocasião a diretora da Escola Politécnica da UFRJ, Cláudia Morgado. A mesa de autoridades reuniu Francis Bogossian, engenheiro e ex-presidente da Academia Nacional de Engenharia (ANE); Guaraci Correa Porto, ex-aluno e representante do CREA/RJ; Hercules Sant’ana, Fred Emerson e Maria Emília, ex-alunos da Escola Politécnica.

“Os jovens, que há 50 anos celebraram a formatura em uma das mais renomadas faculdades de Engenharia do mundo, ocuparam ao longo de suas vidas importantes cargos, que contribuíram na construção e no desenvolvimento do país. Este encontro reforça a importância de reconhecer aqueles que fizeram e ainda fazem parte da história”, destacou a professora Juliana Baioco.

Escolhido para orador das turmas, o engenheiro civil Hércules Sant’ana, foi o responsável por fazer o discurso de agradecimento em nome dos demais colegas:

“É difícil descrever a emoção que sentimos nesta oportunidade, nesta reunião de pessoas ligadas à Engenharia e a esta Escola, onde passamos cinco anos que mudaram nossas vidas. Aqui entramos estudantes e saímos engenheiros. Com muita luta, muito estudo e dedicação. Não saem de nossa memória as noites em claro, estudando para as aferições de conhecimento, em alguns casos após longos dias de trabalho ou estágio. Algumas vezes, a presença da repressão, com cassetetes e gás lacrimogêneo tornava ainda mais difícil a vida dos jovens que queriam estudar e se formar.”

Após a sessão solene, uma placa comemorativa aos 50 anos de graduação foi descerrada e os ex-alunos agraciados participaram de um coquetel de confraternização para comemorar o Jubileu de Ouro na presença de diretores, professores e amigos e familiares.

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Encontro Colombo-Brasileño de Cátedras UNESCO debate sobre os problemas enfrentados pela sociedade

Publicado em: 18/12/2023 Escola Politécnica da UFRJ
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Com o objetivo de fortalecer o diálogo produtivo entre as Cátedras de Drenagem Urbana em Regiões de Baixada Costeira (UFRJ – Brasil) e de Gestão Integrada dos Recursos Hídricos (Javeriana de Bogotá – Colômbia), a Escola Politécnica da UFRJ recebeu no último dia 30, o II Encontro Colombo-Brasileño de Cátedras UNESCO.

Na ocasião foram apresentados os resultados mais significativos alcançados nos últimos anos e trabalhos técnicos e de pesquisa de ambas as cátedras, com foco na Gestão de Recursos Hídricos, Hidrologia e Mudanças Climáticas, Gerenciamento de Risco de Inundações e Soluções Baseadas na Natureza para drenagem urbana.

A Cátedra UNESCO Javeriana trouxe estudos sobre impactos das mudanças climáticas no regime hidrológico de regiões colombianas, além de linhas de pesquisa sobre morfologia fluvial e drenagem urbana sustentável. Já pela Cátedra UNESCO UFRJ foram apresentados, principalmente, resultados de projetos e pesquisas sobre uso de soluções baseadas na natureza em sistemas de drenagem urbana. Vale destacar também a apresentação do engenheiro Marlon Alvarez, da Fundação Rio-Águas, da Prefeitura do Rio, que apresentou os trabalhos recentes da concessionária.

Participaram do encontro os professores da Escola Politécnica Marcelo Miguez, Paulo Canedo, Osvaldo Rezende e Matheus Martins; o doutorando do Programa de Engenharia Ambiental da UFRJ, Francis Martins Miranda; e o professor da PUC-Rio, Antonio Krishnamurti. Da universidade colombiana, os professores Juan Diego Giraldo, Angela Moncaleano e o também coordenador do Mestrado em Hidrosistemas, Andres Vargas; e o professor e diretor do Instituto Javeriano del Agua, Andres Torres.

De acordo com o professor Osvaldo Rezende, o encontro reforçou as sinergias entre os grupos de pesquisa, abrindo caminho para efetivação de um acordo de cooperação, que começa a ser discutido entre as instituições a partir de agora. “Após elaboração deste acordo, serão apresentados os planos de trabalho específicos para cada linha de pesquisa”, adiantou.

Já o professor Marcelo Miguez entende que o diálogo com instituições internacionais possibilita um olhar mais abrangente sobre os problemas enfrentados pela sociedade, no que diz respeito aos recursos hídricos, principalmente frente aos impactos da crise climática global. “Particularmente, a interação com instituições latino-americanas fortalece uma ciência regional, voltada às condições locais enfrentadas por nossos países”.

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Retrospectiva 2023: confira as premiações que foram notícia 

Publicado em: 07/12/2023 Escola Politécnica da UFRJ
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Os estudantes, professores e servidores da Escola Politécnica alcançaram importantes destaques e premiações em 2023. Seus conhecimentos e capacidades de solução de problemas, inovação e empreendedorismo foram colocados à prova. 

Docentes 

  • Os professores Cesar Camerini, Gabriela Pereira, Theodoro Antoun e discentes vinculados aos departamentos de Engenharia Metalúrgica e de Materiais, e Engenharia Naval e Oceânica, conquistaram o Prêmio Inventor Petrobras 2023
  • O professor Renato Machado Cotta do Departamento de Engenharia Mecânica recebeu o prêmio “Prof. Leonardo Goldstein Jr.”, concedido pela Associação Brasileira de Engenharia e Ciências Mecânicas (ABCM). A honraria é destinada a reconhecer docentes e pesquisadores por notáveis contribuições para o desenvolvimento da engenharia e ciências mecânicas no Brasil. 
  • O professor Eduardo Silva, do Departamento de Engenharia Eletrônica e de Computação, ganhou a ISO Excellence Award, em reconhecimento por seu excepcional envolvimento no comitê de padronização JPEG e as contribuições fundamentais para seus padrões com especial relevância por sua liderança no processo de padronização do JPEG Pleno Light Field Coding, notadamente a especificação ISO/IEC 21794-2:2021. 
  • A professora do Departamento de Engenharia Nuclear Inayá Lima foi agraciada pelo almirante de esquadra Petronio Augusto Siqueira de Aguiar, da Diretoria-Geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha, com a medalha “Amigo da Marinha”, honraria destinada a reconhecer os serviços de colaboração prestados por personalidades civis. A cerimônia aconteceu na sede do 8º Distrito Naval (COM8DN). 

Discentes 

Isabela Neves Merotto
Orientador: José Roberto Ribas

Wagner Lima Monteiro
Orientadora: Monica Pertel

Wallace Barreto Ramos
Orientador: Osvaldo Rezende 

Lucas Galhardo Pimenta Tienne
Orientadora: Renata Antoun Simão

Clara Cristine Rodrigues Duarte
Orientadores: Marcelo Miguez e Aline Veról 

Izadora Madrid da Rosa
Orientador: Juliana Baioco 

Yuri de Abreu Silva Araújo Fleischhauer
Orientadora: Rafaella Martins Ribeiro
Coorientador: Bernardo Pompermayer Eduardo

  • A aluna Maria Eduarda de Carvalho, da Engenharia de Controle e Automação, foi uma das vencedoras da edição de 2023 do Movimento LED – Luz na Educação, organizado pela TV Globo e pela Fundação Roberto Marinho.
  • O aluno João Victor Alegrio da Engenharia Nuclear conquistou o hackapower do setor nuclear, a última etapa das Olimpíadas Nucleares Brasileiras (ONB), realizada pela Associação Brasileira para o Desenvolvimento das Atividades Nucleares (ABDAN). 
  • A aluna Giovanna Rezende de Engenharia Nuclear e também intercambista de dupla titulação no Institut Mines-Télécom – IMT Atlantique, da França, ficou entre os 30 estudantes brasileiros mais notáveis e promissores e que representam uma diversidade de formações acadêmicas e trajetórias de vida. O anúncio foi feito pelo Programa Líderes Estudar 2023, vinculado à Fundação Estudar, que contou este ano com a inscrição de mais de 45 mil estudantes de todo o país. 
  • A equipe Petroteam UFRJ, formada pelos estudantes Felipe Tiba, Breno Bilar, Bruno Leite, Douglas Silva e Gilles Garcias do curso de Engenharia de Petróleo, ficou entre as oito melhores equipes em disputa da edição anual do Petrobowl Championship. Realizada em San Antonio, no Texas (EUA), a competição reuniu 32 equipes de universidades do mundo. 
  • A Liga pela Universalização da Participação em Políticas Públicas Ambientais (LUPPA) — sob a coordenação da docente Monica Pertel — e o Mutirão Universitário de Agroecologia (MUDA) — sob a vice-coordenação da docente Heloisa Firmo — projetos de extensão criados pelo Departamento de Recursos Hídricos e Meio Ambiente da Escola Politécnica da UFRJ, receberam moção de reconhecimento pelas ações socioambientais realizadas na cidade do Rio de Janeiro. A solenidade aconteceu na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, e contou com a presença de pesquisadores, mobilizadores e movimentos de agricultura urbana, justiça ambiental e conservação da biodiversidade.
  • Os alunos da Engenharia Naval e Oceânica João Costa Golfetto de Freitas, João Victor Garcia Bull e Paula Cristina Oliveira de Paula serão premiados por uma das principais organizações de classificação de navios do mundo, o American Bureau of Shipping. Trata-se de um reconhecimento pelo ótimo rendimento acadêmico.
  • A Fluxo Consultoria (representada pelo discente Diogo da Rocha Souza Pinto, presidente da Fluxo, e pela docente Maria Alice Ferruccio da Rocha, professora coordenadora da empresa júnior) conquistou o 1°lugar no ranking das Empresas Juniores do Brasil.
  • A Associação Atlética Acadêmica Escola Politécnica (AAAEP) participou do JUBS, maior jogos universitários da América Latina, após ganhar as seletivas regionais da FEURJ e garantir a vaga para representar o Estado do Rio de Janeiro na competição.
  • O UFRJ Consulting Club conquistou o primeiro lugar no Desafio Estratégico da Visagio, que tem parceria do Instituto PROA. A equipe da UFRJ foi orientada pela docente Alice Ferruccio.

Servidores

Servidores (as) que desempenham tarefas na Sede da Escola, nas Secretarias dos Departamentos e Laboratórios também foram reconhecidos pelo desempenho e dedicação ao longo deste ano. Entre os mais votados estão Tito Lívio José Barbosa (Departamento), Vladimir Rodrigues Calixto (Laboratório) e Maria da Graça Andrade Gil (Sede).

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Politécnica-UFRJ realiza colação de grau de formandos do segundo semestre de 2023 

Publicado em: 06/12/2023 Escola Politécnica da UFRJ
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A Escola Politécnica da UFRJ realizou a colação de grau de 126 engenheiros, em duas cerimônias realizadas no auditório Horta Barbosa no Centro de Tecnologia da UFRJ. Na cerimônia do dia 29 de novembro, colaram grau os formandos das Engenharias Computação e Informação, Eletrônica e de Computação, Materiais, Metalúrgica, Elétrica, Controle e Automação, e Mecânica. Já no dia 30, colaram grau os formandos das Engenharias Naval e Oceânica, Petróleo, Nuclear, Civil e Produção. 

Formanda de Engenharia Nuclear, Raquel Cavalcanti, celebrou a conquista: 

– Recebi uma formação completa e enriquecedora marcada pelas disciplinas técnicas, participação em atividades extracurriculares e experiência internacional por meio do intercâmbio. Agora, oficialmente formada, espero continuar meu crescimento pessoal e profissional, agarrando todas as oportunidades criadas graças à base que construí na UFRJ. Nesta nova etapa, almejo, como engenheira nuclear, trabalhar em uma empresa internacional, desenvolvendo reatores nucleares cada vez mais seguros e inovadores, visando uma produção mais limpa da energia elétrica mundial. 

Já Victor Trindade, formando de Engenharia Civil, destacou a importância de ter tido a oportunidade de concluir a graduação na UFRJ: 

– É uma honra poder se formar nesta, que é uma universidade pública de referência para o país por sua tradição e qualidade acadêmica, ainda mais considerando todas dificuldades que atravessamos ao longo do curso. Acredito que quem cursa Engenharia tem o desejo de ser responsável por promover mudanças e vejo que a universidade, além da formação técnica, pode me proporcionar uma preocupação com a comunidade e com as nossas necessidades enquanto sociedade. Então, espero agora poder contribuir com minha qualificação profissional para o desenvolvimento sustentável e melhoria da infraestrutura do país. 

Carolina de Souza Chacon, formanda de Engenharia Mecânica, comentou: 

– Estou fechando um capítulo que foi construído com muitas memórias de dedicação e contribuir com toda a bagagem que a UFRJ tem na engenharia brasileira. Espero que daqui pra frente seja uma caminhada de muita contribuição para a engenharia, que eu possa retornar a UFRJ para me profissionalizar ainda mais e retribuir todo o aprendizado .

Confira a lista de formandos: 

Engenharia de Computação e Informação 

  • Matheus Lemos dos Reis 
  • Bruno Dantas de Paiva 

Engenharia Eletrônica e de Computação 

  • Artur Knupp de Carvalho Junior 
  • Bernardo Antonio Boechat Florencio 
  • Catarina Oliveira Dowsley Fernandes 
  • Emerson Santos do Nascimento 
  • Felipe Fadul de Carvalho 
  • Gabriel Silva Lopes 
  • Guilherme Dantas Couto 
  • João Paulo Silva 
  • Maria Clara Gonçalves Baptista 
  • Mario Günter Simão 
  • Tiago Simões Carneiro Rodrigues 
  • Bianca Modesto Coelho 
  • Luiz Gabriel Rodrigues Morais 
  • Rafael de Melo Cardozo 
  • Rodrigo Cabral Decaro 
  • Tarsius Sergio Malafaia de Souza Oliveira 

Engenharia de Materiais 

  • Gabriel Benicio Cunha Alves 
  • Pedro Henrique Cavalcante Veras 
  • Rodrigo de Almeida Prates 
  • Raffael de Araujo Santos

Engenharia Metalúrgica 

  • Leonardo Pereira Rodrigues 
  • Pedro Henrique Cavalcante Veras
  • Beatriz de Barros Oliveira 

Engenharia Elétrica 

  • Danielle Santos Soares de Siqueira
  • Filipy Cesar Pereira da Silva 
  • Gabriel Domingues Machado Pires
  • Hector do Nascimento Trubat 
  • Julia Herz de Carvalho 
  • Lucas Thomé de Jesus Vieira 
  • Marlon dos Santos Mello 
  • Pedro Hervé Quaranta Cabral de Almeida
  • Pedro Mattos de Souza Santos 
  • Rafael Corrêa Alfradique 

Engenharia de Controle e Automação 

  • Mariana de Moraes Freitas Serva
  • Pedro Branco de Andrade Souza 

Engenharia Mecânica 

  • Ácmon Pimentel Pascoal 
  • Carolina de Souza Chacon 
  • Evelyn Soares Barbosa 
  • Fernando Henrique da Silva Pimentel
  • Guilherme Andrade Avila Ribeiro Silva
  • Higor Branquinho Marques 
  • José Henrique Mello Passos 
  • Leonardo Bochorme Torres 
  • Luann da Conceição Pinto 
  • Lucas Campos de Almeida 
  • Lucas Guimarães Barreto
  • Lucas Mendes Miranda 
  • Mariana Tavares de Oliveira 
  • Mateus Mesquita Teixeira 
  • Matheus Assis Souza 
  • Vitor de Souza Limas 

Engenharia Naval e Oceânica 

  • Edivaldo Ramos Delgado 
  • Nabilla Barros Gondim 
  • Pedrossian Leal Gonsales Garcia 
  • Taísa Passos Rodrigues Miguel 
  • Ana Clara Brasil dos Santos 
  • Arthur Costa Nardes 
  • Erick de Matos Amorim 
  • Letícia de Bragança Arruda 
  • Marcelo Massao Nagata 
  • Nayara Ferreira Amorim 
  • Neilton Felipe Garcia dos Santos 
  • Paula Rodrigues Affonso Alves 
  • Raphael Nagel Albano 

Engenharia de Petróleo 

  • Erik Oliveira Gameleiro 
  • Marcos Vinícius Rodrigues Cravo Magalhães
  • Roberta Barcelos Ribeiro Ferreira 

Engenharia Nuclear 

  • Caio Fernando Monteiro Santos 
  • Cauê Caviglione Daniel Silva 
  • Israel Tuponi Santos 
  • Pedro Carlos de Souza Junior 
  • Raquel Gomes Cavalcanti 

Engenharia Civil

  • Bady Nunes de Carvalho 
  • Caio Felipe Bosco Santos 
  • Carolina Ribeiro Fernandes 
  • Daniel Martins Barbosa Begonha 
  • Davi Fialho Rondon 
  • Filipe Mendes Gonçalves Machado 
  • Filipi Liborio Narcizo 
  • Fillipe Rosa de Assis Santos 
  • Gabriela Abreu Oliveira 
  • Gabriela Wolguemuth Machado 
  • Guilherme Malavolti Geraldino 
  • Henrique Batista Cordeiro 
  • Isabelle da Silva Quirino 
  • João Arthur dos Santos Ferreira 
  • João Gabriel de Souza Ribeiro de Sá 
  • João Paulo Sad Coelho 
  • João Victor Rocha Pires 
  • Jonas da Silva Chaves 
  • Julia Limoeiro Ferraz 
  • Leonardo Oliveira Rodriguez 
  • Luana Costa Gregorio da Silva 
  • Lucas Cecilio Cerqueira 
  • Luís Gustavo Almeida Ferreira 
  • Luiz Fernando Marcelino Gomes 
  • Marcela de Oliveira Cocchiarale 
  • Marcus Vinícius Cardoso Santos 
  • Mariana Drummond Ferreira Conte Senna
  • Najara Ferreira Camargo Borge 
  • Nícolas Nascimento da Cruz 
  • Polyanna Pascoal de Sousa Domingue 
  • Rafael Alves Martins Oreiro 
  • Victor Hugo Molinaro Fonseca 
  • Victor Hugo Trindade da Silva 
  • Wallace Correa de Moura Filho 

Engenharia de Produção 

  • Daniela Beatriz Fernandes Borges Tavares de Souza
  • Faianny Silva Perfeito 
  • Fernanda Botelho da Silva 
  • Gabriel Andrade Barroso 
  • Gabriela Aprigio Porto 
  • Isabela da Nobrega Ramos 
  • Isabelle Oliveira do Nascimento João Marcelo Araújo 
  • Juliana Nunes de Moura Ferracioli
  • Leonardo Pustilnik Vieira Martins
  • Lucas Braga Pessanha 
  • Lucas Lourenço Amorim Pereira
  • Natália Táboas da Costa 
  • Pedro Cunha e Silva 
  • Pedro Henrique Paracampos Coelho
  • Thiago Martins Feitosa dos Santos
  • Victor Henrique Teixeira Simoes
  • Vinícius Chacon Rodrigues
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Intercambista da Escola Politécnica da UFRJ está entre os jovens mais promissores do Brasil 

Publicado em: 01/12/2023 Escola Politécnica da UFRJ
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A aluna da Escola Politécnica da UFRJ Giovanna Rezende e também intercambista de dupla titulação no Institut Mines-Télécom – IMT Atlantique, da França, ficou entre os 30 estudantes brasileiros mais notáveis e promissores e que representam uma diversidade de formações acadêmicas e trajetórias de vida. O anúncio foi feito recentemente pelo Programa Líderes Estudar 2023, vinculado à Fundação Estudar, que contou este ano com a inscrição de mais de 45 mil estudantes de todo o país. 

O processo seletivo no qual a jovem de 22 anos foi submetida durou de fevereiro ao final de junho deste ano e começou com testes de perfil e de lógica, seguidos de avaliações da trajetória acadêmica, profissional e pessoal, entrevistas individuais, entrevistas coletivas com ex-bolsistas e um painel final com o Conselho da Fundação. 

De acordo com Giovanna – que cursa o nono período de Engenharia Nuclear, ter sido selecionada, além de gratificante, ajudou a financiar sua dupla titulação no IMT, uma universidade referência na área nuclear e que tem contribuído para complementação de sua formação. 

“Receber esse reconhecimento foi como se eu sentisse que finalmente podia parar e respirar um pouco depois de anos tão intensos na graduação. Os métodos de ensino do IMT são muito focados em já aprender com a mão na massa e a maior parte dos cursos são trabalhos práticos e experimentais. Então, a base que eu tive na Escola Politécnica foi exatamente o que eu precisava para conseguir aplicar os meus conhecimentos na universidade francesa. Acredito que a gente já chega com muita bagagem do nosso curso e das experiências no Brasil”, destacou. 

Natural da cidade de Parnaíba, no Piauí, Giovanna sempre obteve boas notas e ficou em primeiro lugar em seu curso, e também demonstrava grande interesse no aprendizado da aplicação da Engenharia Nuclear na Medicina,

tanto é que em 2020, se tornou voluntária no Instituto do Câncer do Ceará (ICC-Brasil) para ajudar na operação e manutenção de cintilografia miocárdica e PET-CT dispositivos de exame. 

“Batalhei tanto para manter meu CR, me envolver em atividades extracurriculares, ICs, conseguir bons estágios e conseguir esse duplo diploma, que nunca tinha realmente parado para me dar conta de tudo que já tinha conseguido alcançar. Eu saí de casa muito cedo, então pra mim foi um sinal pra eu parar e me dar conta de que realmente estou no caminho certo”, avaliou a aluna. 

Ao longo de sua trajetória na UFRJ, Giovanna também foi tutora de física moderna, atuou no desenvolvimento de uma startup que oferece ferramentas personalizadas de cálculo de dosimetria por meio de modelagem computacional, baseada em imagens médicas e prestou assistência ao Laboratório de Partículas Elementares da UFRJ como parte do experimento LHCb no CERN. 

Motivação para cursar Engenharia 

Ela lembra que desde cedo já sabia que queria ser Engenheira Nuclear. “Aos 13 anos vivenciei uma situação na minha família que me fez refletir sobre a importância do diagnóstico e tratamento eficaz do câncer, e também a necessidade de desenvolvimento e inovação nessa área. Mas, eu nunca quis ser médica, sempre gostei de física e sou criativa, e vi que a Engenharia Nuclear poderia combinar esses dois aspectos”, disse. 

Fundação Estudar

É uma organização brasileira criada em 1991 sem fins lucrativos formada por líderes visionários brasileiros que querem fazer a diferença no nosso país. E todo ano eles promovem um programa chamado Líderes Estudar, que seleciona, apoia, reúne e desenvolve em média 30 jovens de alto potencial. O objetivo principal deste programa é promover conexões, fornecer apoio financeiro e intelectual essencial e capacitar brasileiros academicamente excepcionalmente talentosos para impulsionar mudanças inovadoras no país.