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Alunas da Politécnica-UFRJ conquistam título nacional de robótica e garantem vaga em mundial no Japão

Publicado em: 28/04/2026 Escola Politécnica da UFRJ
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Formado por alunas da Escola Politécnica da UFRJ, o grupo Astra Robotics Team conquistou o 1º lugar na categoria MegaSumô Autônomo na RSM Challenge International 2026, maior competição de robótica do país. A competição, sediada em Mogi das Cruzes (SP), foi realizada entre os dias 17 e 21 de abril e reuniu participantes de diversos países, incluindo Estados Unidos, México e Colômbia. A vitória garantiu ao grupo a vaga para o torneio mundial All Japan Robot Sumo, em Tóquio, previsto para dezembro deste ano.

Integram o Astra Robotics Team, as estudantes Anne Victória Rodrigues da Costa (capitã), de Engenharia Mecânica; Giovanna Bilitario Trianon, de Engenharia Mecânica; e Lígia Calina Bueno Bonifácio, de Engenharia Eletrônica e de Computação, que juntas atuam de maneira independente e são responsáveis por todas as etapas do projeto, desde as funções administrativas até a fabricação de robôs.

De acordo com a capitã, Anne Victória, durante a disputa do RSM Challenge, o grupo competiu contra equipes consolidadas no cenário da robótica, como a “ThunderRatz”, da Escola Politécnica da USP, e a “RoboJackets”, da Georgia Tech (Estados Unidos). Ela destacou que foi uma surpresa muito positiva terem conquistado esse troféu, dado que essa é apenas a segunda competição do robô:

– Foram oito meses trabalhando juntas em todas as etapas do projeto, que envolvem mecânica, eletrônica e programação. Conquistar esse troféu de 1º lugar foi a comprovação de que estamos no caminho certo.

O robô Supernova disputou a categoria Mega Sumô Autônomo, com peso máximo de 3 kg. Entretanto, o projeto conta com ímãs na parte de baixo de seu chassi, o que faz com que seu peso virtual possa chegar a mais de 100 kg quando em contato com a arena metálica, colocando à prova o projeto mecânico e eletrônico desenvolvido. De acordo com a capitã, as peculiaridades do projeto – que conta com o apoio do Parque Tecnológico da UFRJ, somadas às estratégias de batalha desenvolvidas no código, que são executadas de forma autônoma com o auxílio de sensores, estão entre os fatores que levaram o robô a ter um desempenho tão destacado nas arenas.

Esta não é a primeira conquista da Astra Robotics Team. A equipe também obteve destaque em cenário internacional ao conquistar o 3º lugar na categoria Mini Sumô na RoboChallenge Romania, em Bucareste, na Romênia, em novembro de 2025. Na época, o torneio reuniu estudantes de mais de 30 países e contou com 275 robôs inscritos.

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Alunos da Escola Politécnica da UFRJ avançam à final internacional de engenharia do CASE-IN 2026

Publicado em: 27/04/2026 Escola Politécnica da UFRJ
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Alunos da Escola Politécnica da UFRJ foram selecionados para a fase final da League of Young Professionals, competição internacional de engenharia do CASE-IN 2026, voltada a jovens profissionais e estudantes em fase de conclusão de curso. O resultado foi divulgado no último dia 17 e coloca a equipe entre os 10 times finalistas da competição do BRICS+, que reúne participantes de países do bloco em desafios voltados ao setor de energia.

A equipe é formada por Vinicius Costa Silva, João Pedro Gualti Scalabrini, Jeniffer Medeiros dos Santos e Victor Pereira da Silva dos Santos — sendo dois alunos da Engenharia Nuclear, um da Engenharia Naval e um da área de Ciência da Computação (CCMN). O grupo avançou após aprovação em uma etapa classificatória que incluiu a apresentação de um pitch on-line do projeto desenvolvido.

O trabalho apresentado propõe o desenvolvimento de uma usina nuclear com reprocessamento de urânio e cogeração de água, voltada ao atendimento da crescente demanda energética de futuros datacenters hyperscale de inteligência artificial. A proposta busca conciliar eficiência, sustentabilidade e viabilidade no setor energético.

Agora, os estudantes se preparam para a etapa final da competição, que será realizada presencialmente em Moscou, na Rússia, entre os dias 18 e 22 de maio. Nesta fase, as equipes deverão aprimorar seus projetos, aprofundando aspectos como sustentabilidade, viabilidade econômica e outros parâmetros técnicos, antes da apresentação ao comitê avaliador internacional. Os finalistas terão as despesas de participação custeadas pela organização do evento.

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PetroTeam UFRJ conquista 14º título nacional em desafio sobre a indústria do petróleo

Publicado em: 24/04/2026 Escola Politécnica da UFRJ
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A equipe PetroTeam UFRJ, formada por alunos de graduação da Escola Politécnica da UFRJ, conquistou, pela 14ª vez, o título nacional em competição de conhecimento sobre a indústria do petróleo, recebendo também uma premiação de R$ 5 mil. Na edição de 2026, a UFRJ ficou em primeiro lugar, seguida pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em segundo, e pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), em terceiro. A vitória aconteceu no dia 11 de abril.

Organizado pela Society of Petroleum Engineers (SPE), o desafio funciona no estilo “quiz de conhecimento”. Em ritmo acelerado e dinâmico, equipes de diversas universidades são desafiadas a responderem com rapidez perguntas técnicas e não técnicas relacionadas à indústria de petróleo. A equipe que alcançar a melhor pontuação vence a competição.

A competição, disputada em inglês entre equipes universitárias, é voltada para as áreas da engenharia e envolve questões técnicas e temas atuais relacionados à indústria do petróleo, em formato de perguntas e respostas.

Os quatro primeiros colocados garantiram vaga na etapa regional, que será realizada no próximo mês, em Buenos Aires, reunindo equipes da América Central e da América do Sul. A PetroTeam UFRJ, no entanto, já tinha classificação assegurada por ter vencido o regional de 2025.

A equipe da UFRJ é formada pelos estudantes Isabella Barbosa (capitã), Amanda Cortkamp, Luan Rocha, João Costa e Guilherme Ozorio. A capitã da equipe, destacou a conquista:

– É um orgulho imenso fazer parte da história da PetroTeam UFRJ. Ajudar o time a conquistar o primeiro lugar e, como capitã, receber o prêmio de Most Valuable Player é a materialização de toda a nossa dedicação. Essa vitória reflete o trabalho em equipe e o esforço de todos que nos prepararam para chegar até aqui e, hoje, ao assumirmos a responsabilidade de formar os próximos, compreendemos ainda mais a dimensão desse legado e a importância de contribuir com uma comunidade tão significativa para nós.

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Reitor da UFRJ dá posse à nova direção da Escola Politécnica

Publicado em: 17/04/2026 Escola Politécnica da UFRJ
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O reitor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Roberto de Andrade Medronho, participou da cerimônia de posse da nova direção da Escola Politécnica, realizada na tarde desta quarta-feira (15), no Salão Nobre da Decania. O professor Sergio Lima Netto assumiu como diretor da unidade para a gestão 2026–2029, ao lado do vice-diretor Marcelo Gomes Miguez.

A cerimônia começou com a composição da mesa, que reuniu o reitor da UFRJ; a vice-reitora, Cássia Curan Turci; a vice-decana do Centro de Tecnologia, Maria Inês Bruno Tavares; a diretora da Escola Politécnica (gestão 2022–2026), Cláudia do Rosário Vaz Morgado; além do novo diretor e do novo vice-diretor da Escola Politécnica da UFRJ. Em seguida, houve a execução do Hino Nacional e o ato de assinatura e entrega do Termo de Posse. Na sequência, autoridades acadêmicas se pronunciaram, destacando a relevância da Escola Politécnica para o desenvolvimento científico e tecnológico do país.

Em sua fala, a ex-diretora da Escola Politécnica, Cláudia do Rosário Vaz Morgado, afirmou: “Hoje minha satisfação é saber que a Escola estará em boas mãos, do professor Sérgio e do professor Marcelo. A grande maioria da equipe continua com eles para consolidar essa mudança em uma escola que sempre esteve à frente do Brasil.”

Já o vice-diretor empossado, Marcelo Gomes Miguez, destacou a emoção do momento. “É um momento bastante emocionante. A Escola Politécnica é uma segunda casa para mim. É com muita felicidade que assumo essa posição de vice-diretor. Já são 28 anos de UFRJ. Portanto, a maior parte da minha trajetória profissional foi feita aqui dentro. Foi nesses corredores e nessas salas de aula que eu me formei, me preparei para esse futuro, fiz amigos, construí sonhos e os transformei em realidade. Nós temos uma responsabilidade muito grande. Esse é o nosso papel: temos que estar de portas abertas para receber as demandas e dar respostas. É dessa maneira que eu espero contribuir.”

A vice-decana do Centro de Tecnologia, Maria Inês Bruno Tavares, ressaltou a importância da união institucional. “Unidos somos mais fortes e traremos mais substância para o CT, para que ele possa crescer e mostrar todo o trabalho que ele faz, toda capacidade que ele tem. Desejo sucesso à nova equipe. Sejam muito bem-vindos.”

O diretor empossado da Escola Politécnica, Sergio Lima Netto, também destacou o significado do momento. “É uma responsabilidade muito grande. Meu professor Paulo Diniz, minha mãe e minha esposa entenderam a responsabilidade, a beleza e a oportunidade de retribuição que estavam sendo dados a mim. Todos eles, emocionados, me falaram que eu devia fazer isso. E eu entendi através dos olhos deles. Eu percebi que era a pessoa certa para estar aqui.”

Na foto, o diretor empossado da Escola Politécnica, Sergio Lima Netto, ao lado do vice-diretor Marcelo Miguez (à esquerda) e do Reitor da UFRJ, Roberto Medronho (à direita).

A vice-reitora da UFRJ, Cássia Curan Turci, também comentou os desafios da nova gestão. “Esse momento de posse, de nova direção, é sempre um desafio. Parabenizo vocês por aceitarem o desafio de conduzir uma unidade de excelência da UFRJ. Nós sabemos da excelência no ensino, na pesquisa e na extensão da Escola. Queria desejar muito sucesso e sorte para vocês.”

Encerrando a cerimônia, o reitor Roberto Medronho enfatizou o papel estratégico da universidade. “É impossível falar de desenvolvimento nacional sem a participação dos engenheiros e engenheiras formados na Escola Politécnica da UFRJ. É da universidade que saem as grandes soluções para resolver os nossos problemas, e não tenho dúvida nenhuma de que a Escola Politécnica continuará mantendo esse padrão. A contribuição que a Escola Politécnica deu para essa nação é algo que tem que ser louvado.”

A solenidade contou com a presença de diversas autoridades acadêmicas e institucionais, que estiveram presentes para prestigiar a cerimônia, entre elas o professor emérito e ex-reitor da UFRJ Paulo Alcântara Gomes; o professor emérito Sandoval Carneiro Júnior; o pró-reitor de Políticas Estudantis Eduardo Mach; o superintendente geral de Políticas Estudantis Alexandre Leiras; a diretora da Coppe Suzana Khan; o superintendente geral substituto de Tecnologia da Informação e Comunicação Tiago Miranda; o diretor do Instituto de Física Bruno Souza; o diretor do Instituto de Matemática Wladimir Augusto das Neves; o diretor de Educação e Cultura da Firjan Vinicius Cardoso; o representante do CREA-RJ Jonatha Tavares de Mello; o pró-reitor de Pós-Graduação e Pesquisa João Ramos Torres; o decano do Centro de Ciências Matemáticas e da Natureza Cabral Lima; a chefe de Gabinete da Reitoria Fabiana Fonseca; o diretor do Núcleo Interdisciplinar para o Desenvolvimento Social (Nides) Felipe Addor; o diretor do Escritório Técnico da Universidade Wagner Nahas; e a pró-reitora de Graduação Maria Fernanda Santos Quintela, além de docentes, técnicos-administrativos, estudantes, familiares e convidados.

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Projeto do PEA/UFRJ, coordenado por professora da Escola Politécnica, conquista certificação ODS Educação 2025

Iniciativa voltada à sustentabilidade e à integração entre universidade, escolas e comunidades é reconhecida por seu impacto social e educacional
Publicado em: 14/04/2026 Escola Politécnica da UFRJ
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O projeto “Qualificação para sustentabilidade: Escola, Universidade e Comunidade de mãos dadas”, vinculado ao Programa de Engenharia Ambiental da Escola Politécnica da UFRJ (PEA/UFRJ), foi reconhecido com o certificado ODS Educação 2025. A iniciativa é coordenada pela professora Cristina Nassar, que vem liderando ações voltadas à educação ambiental e à aproximação entre universidade e sociedade.

Alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU), o projeto contribui diretamente para a meta de garantir educação de qualidade e formação cidadã, incentivando o engajamento de estudantes do ensino básico e superior em temas relacionados ao meio ambiente. A certificação é concedida a iniciativas que produzem impactos positivos na sociedade por meio da educação, sendo promovida pelo Instituto Selo Social, GT Agenda 2030 e UnB 2030.

À frente do projeto, a professora Cristina Nassar aposta em metodologias inovadoras de ensino, como oficinas de divulgação científica e tecnológica, além da produção de vídeos e jogos educativos. As ações buscam despertar o interesse pela ciência de forma lúdica e acessível, ao mesmo tempo em que aproximam docentes e discentes da UFRJ das comunidades.

Entre os resultados alcançados, destacam-se a realização de 10 oficinas de divulgação científica em diferentes locais, duas oficinas tecnológicas, além da produção de 15 vídeos e seis jogos voltados ao ensino de temas ambientais. Sob a coordenação da docente, as atividades também incentivam a geração de renda e a aplicação prática dos conhecimentos adquiridos, especialmente em territórios socialmente vulneráveis.

A proposta dá continuidade a uma trajetória iniciada em 2021, quando o projeto foi contemplado com recursos do edital Nossa Escolha, permitindo sua implementação e expansão. Desde então, a professora Cristina Nassar tem ampliado o alcance da iniciativa, consolidando seu papel como ação de extensão universitária, levando o conhecimento acadêmico para além dos muros da universidade.

A professora também recebeu oficialmente o reconhecimento pela certificação do projeto durante a cerimônia realizada na UFRJ, no dia 10 de abril, no campus da Praia Vermelha, que reuniu iniciativas de diversas unidades da universidade destacadas por suas contribuições à educação e ao desenvolvimento sustentável.

UFRJ em destaque

A UFRJ está entre as 129 instituições de ensino certificadas no Selo ODS Educação, iniciativa do Instituto Selo Social que valoriza práticas com impacto social e compromisso com o desenvolvimento sustentável. Ao todo, 51 projetos contribuíram para essa conquista, sendo 24 ações de extensão, o que reforça o papel central da universidade pública na produção de conhecimento aplicado e na transformação da realidade social.

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Novos diretores adjuntos assumem áreas estratégicas na Politécnica da UFRJ

Publicado em: 09/04/2026 Escola Politécnica da UFRJ
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A Escola Politécnica da UFRJ anuncia mudanças em suas diretorias adjuntas, com a nomeação de novos docentes para funções estratégicas da unidade acadêmica. Os professores Fábio Luiz Peres Krykhtine, Julio Cesar Boscher Torres e Igor de Azevedo Fraga, assumem respectivamente as diretorias adjuntas de Tecnologia e Inovação (DATI), de Pós-Graduação (DAPG) e de Gestão e Infraestrutura (DAGI). As mudanças buscam aprimorar as atividades de ensino, pesquisa, inovação e gestão institucional.

Na DAPG, Julio Torres destaca que pretende promover um diálogo de cooperação entre os programas para estabelecer boas práticas na construção dos planejamentos estratégicos e na avaliação do atingimento das metas ao longo do quadriênio. Dentre outros aspectos, ressalta a necessidade de uma participação mais efetiva dos discentes na construção e no acompanhamento das ações.

Segundo o professor, a DAPG também incentivará os programas na condução de agendas de pesquisa alinhadas a problemas concretos da sociedade, com ênfase em desafios urbanos, ambientais, tecnológicos e educacionais, em consonância com referenciais internacionais, como os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Outro ponto a ser intensificado é a transferência tecnológica e a inovação, com estímulo à geração de patentes, à criação de startups e ao fortalecimento da interação com núcleos de inovação tecnológica, de forma a converter resultados científicos em aplicações práticas. “Ainda nesse contexto, um dos objetivos será incentivar a criação e a manutenção dos cursos lato sensu, por meio de políticas internas que reduzam os trâmites de criação e facilitem o acompanhamento e o controle das turmas.”, acrescenta o professor.

À frente da DATI, Fabio Krykhtine avalia que a Escola Politécnica já se configura como um polo de inovação tecnológica, com forte energia e engajamento de seu corpo social para a transformação da sociedade. Nesse sentido, entre as principais frentes de atuação da diretoria estão o apoio aos professores na mobilização dos alunos, o incentivo à participação discente em iniciativas estudantis, o fortalecimento das equipes de competição e grupos de trabalho, além da ampliação da presença em eventos nacionais e internacionais e do desenvolvimento de novas abordagens tecnológicas.

O professor também destaca a importância de um diálogo aberto e colaborativo para enfrentar os desafios relacionados a restrições orçamentárias e de infraestrutura, buscando soluções conjuntas e o aproveitamento de oportunidades. “Entre as estratégias, estão a aproximação com o Sistema Firjan, agências de fomento, patrocinadores e instituições parceiras, visando à formação de consórcios de pesquisa e desenvolvimento que possam atrair investimentos, viabilizar infraestrutura, manter laboratórios e ofertar bolsas acadêmicas, com retorno direto à sociedade”, explicou Fábio.

Já na DAGI, Igor Fraga afirma que as primeiras ações serão voltadas à escuta qualificada da comunidade acadêmica, com o objetivo de identificar, junto a estudantes, departamentos e coordenações, os principais gargalos que impactam o ensino. “Em paralelo, vamos realizar um levantamento físico e funcional dos ambientes, especialmente nos períodos de férias, permitindo a elaboração de uma análise de criticidade que priorize segurança, continuidade das atividades acadêmicas e condições de permanência”, revelou o professor.

Segundo ele, a gestão da infraestrutura deverá evoluir de um modelo predominantemente corretivo para uma abordagem baseada em manutenção preventiva, com a estruturação de planos de manutenção e a organização de um cadastro técnico consistente dos ativos. A integração com o setor de patrimônio é apontada como fundamental para a geração de dados estratégicos que permitam prever falhas, otimizar recursos e qualificar a tomada de decisão.

Além disso, também está prevista a implementação de um sistema de avaliação das requisições, com monitoramento de prazos e qualidade dos serviços prestados, gerando indicadores de desempenho. No campo da modernização, a proposta inclui o alinhamento entre infraestrutura e práticas pedagógicas, a qualificação da equipe técnica, a melhoria do desempenho ambiental das edificações, a requalificação dos espaços de permanência e a solução de questões estruturais críticas, garantindo condições adequadas para o ensino, a pesquisa e a permanência estudantil.

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Engenharia de Petróleo da UFRJ é destaque em ranking internacional

Escola Politécnica e Coppe/UFRJ impulsionam excelência da Engenharia de Petróleo em reconhecimento global
Publicado em: 06/04/2026 Escola Politécnica da UFRJ
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A Universidade Federal do Rio de Janeiro voltou a se destacar no cenário acadêmico internacional ao figurar entre as 50 melhores do mundo em Engenharia de Petróleo no QS World University Rankings by Subject 2026. A área aparece na 48ª posição global, em um levantamento que avaliou mais de 21 mil programas de estudo em cerca de 1.900 instituições de mais de 100 países. O resultado reforça a relevância da universidade em um campo estratégico para a economia brasileira, especialmente para o estado do Rio de Janeiro, evidenciando a excelência integrada entre a graduação da Escola Politécnica e a pós-graduação da Coppe/UFRJ.

Para o coordenador do curso de graduação em Engenharia de Petróleo da Politécnica-UFRJ, Rafael Charin, a conquista reflete o engajamento do curso com a indústria, a forte produção científica e a visibilidade alcançada por meio de iniciativas acadêmicas e profissionais. “Ficamos muito felizes com esse prêmio. É um curso de excelência, com forte integração com a indústria, presença em congressos e produção relevante de pesquisa. Esse resultado envolve não só a graduação, mas também a pós-graduação, especialmente a Coppe, que contribui de forma decisiva para consolidar a Engenharia de Petróleo da UFRJ como referência”, afirmou.

Sobre o curso de graduação de Engenharia de Petróleo da Politécnica-UFRJ

O curso de Engenharia de Petróleo da UFRJ surge como resultado da consolidação da experiência acumulada da UFRJ no setor de óleo e gás, atuando ativamente na formação de recursos humanos, no desenvolvimento de pesquisas e de novas tecnologias, assim como na transferência destas ao setor industrial.

Nesse contexto, a Escola Politécnica, a Coppe e a Escola de Química, se uniram em 2001 para propor a criação do curso. Sua característica marcante, a multidisciplinaridade, favorece interações com diversas áreas como a geologia, geofísica, química, engenharia química, tecnologia offshore e controle e automação. A engenharia de petróleo pelo mundo está migrando para a Indústria 4.0 ou Quarta Revolução Industrial. Essa expressão engloba tecnologias para automação e troca de dados e utiliza conceitos de sistemas ciber-físicos, internet das coisas e computação em nuvem. O foco desta revolução industrial é a melhoria da eficiência e produtividade dos processos.

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Programação especial com Semana de Acolhimento e Feira de Carreira marcou a abertura do ano letivo na Escola Politécnica

Eventos ofereceram oportunidades e orientações aos alunos da Politécnica-UFRJ
Publicado em: 30/03/2026 Escola Politécnica da UFRJ
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Nesse primeiro semestre de 2026, mais de 500 estudantes ingressaram na Escola Politécnica da UFRJ. Para receber os novos alunos, a Politécnica-UFRJ realizou, entre 9 e 12 de março, uma programação especial que reuniu, de forma simultânea, a Semana de Acolhimento aos Calouros e a 7ª edição da Feira de Carreira.

Ao longo dos quatro dias, os estudantes conheceram os cursos de graduação, o funcionamento da universidade e as oportunidades acadêmicas, interagindo com veteranos e coordenadores, enquanto a Feira de Carreira, em formato híbrido e com atividades presenciais no Centro de Tecnologia, reuniu milhares de participantes e promoveu contato direto com empresas, oportunidades de estágio, trainee e networking.

Para Mariana Fassarella, estudante de Engenharia de Materiais, a Semana de Acolhimento foi um momento especial, onde teve a chance de conhecer a universidade mais de perto. “A Politécnica superou muito a minha expectativa, e abriu um mundo totalmente diferente para mim”, comentou a estudante.

Outra oportunidade oferecida aos calouros foi conhecer as equipes de competição formada por veteranos da UFRJ. Os novos estudantes puderam conversar com os membros das equipes, explorar os trabalhos desenvolvidos e se inscrever nos processos seletivos. Na Politécnica, são desenvolvidos uma grande variedade de projetos, que estimulam o trabalho em equipe, a resolução de problemas e a preparação dos estudantes para o mercado de trabalho profissional.

“Todas as equipes de competição servem para alavancar os alunos da nossa universidade. São projetos que você se dedica e estuda diferentes ramos de pesquisa da engenharia”, destacou Paulo Noronha, membro da equipe Minerva Aerodesign.

Para Gabrielle Cristine Fernandes, estudante de Engenharia Civil, as atividades da Feira de Carreira foram fundamentais para que ampliasse suas perspectivas profissionais. “As palestras foram extremamente ricas, trazendo uma visão clara sobre o mercado de trabalho, com uma visão mais ampla sobre o futuro da engenharia”, disse a estudante.

Já para Sangela Gomes, a Feira de Carreira foi uma oportunidade de colocar em prática todos os conhecimentos que aprendeu em sala de aula. A estudante de Engenharia Civil já havia participado de edições anteriores e, neste ano, decidiu atuar como voluntária, colaborando com a produção do evento. “Sempre é uma emoção, uma novidade diferente. São um incentivo e uma motivação muito grandes”, conta.

Maria Alice Ferruccio, Diretora Adjunta de Carreira e Empreendedorismo da Escola Politécnica da UFRJ, destacou o grande impacto do evento entre os estudantes, através de diversas oportunidades acadêmicas e profissionais. “Foram vários impactos positivos, como conhecer as vagas, ouvir sobre temas relevantes para a tecnologia e o networking com os representantes das empresas. Tivemos a presença de vários presidentes, diretores e especialistas nas áreas onde eles poderão, um dia, desenvolver suas competências e construir uma carreira de sucesso”, ressaltou.

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Equipe de robótica da Politécnica-UFRJ conquista dois troféus na IRONCup 2026

Publicado em: 16/03/2026 Escola Politécnica da UFRJ
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A MinervaBots, equipe de competição vinculada à Escola Politécnica da UFRJ e coordenada pelo professor Vitor Romano, conquistou dois troféus durante a competição IRONCup 2026, realizada no Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel), em Santa Rita do Sapucaí, Minas Gerais. A equipe se destacou em duas categorias: o robô Marquinhos conquistou o 2° lugar no Perseguidor de Linha, enquanto o robô Atlas garantiu o 3° lugar no Trekking. A competição foi realizada nos dias 6, 7 e 8 de março.

No Perseguidor de Linha, dois robôs 100% autônomos são colocados em uma pista simétrica de borracha preta com uma linha branca. Vence aquele que chegar mais perto do adversário primeiro, permanecer por mais tempo na linha ou percorrer a pista por mais tempo. Já no Trekking, um robô 100% autônomo, capaz de passar por obstáculos e ser resistente a diferentes condições climáticas, precisa completar um circuito no menor tempo possível, passando por todos os marcos definidos.

Para garantir o bom desempenho nas provas, os dois projetos utilizam sensores e sistemas de processamento capazes de interpretar o ambiente ao redor. O Marquinhos utiliza sensores para ajudar na visualização da linha, permitindo que identifique com precisão o trajeto na pista e mantenha seu deslocamento de forma autônoma.

Já o Atlas utiliza uma Jetson (plataforma de computação embarcada para inteligência artificial) para ajudar a localizar os marcos e obstáculos, processando informações do ambiente para tomar decisões durante o percurso. O desenvolvimento dessas soluções exigiu dedicação dos integrantes da equipe, que trabalharam no projeto, nos testes e nos ajustes dos robôs para garantir seu funcionamento nas condições da competição.

De acordo com a capitã da equipe, Isabele Moreira, durante todo o período os robôs passaram por inspeções. Ela destaca que esse processo faz parte da preparação para garantir que todos os equipamentos atendam às exigências técnicas da competição.

“Na competição podemos ver nosso projeto em prática, competindo com outros robôs. Ver nossos robôs ganharem mostra que o trabalho valeu a pena e que não fazemos as coisas em vão, reforçando o empenho de toda a equipe ao longo do desenvolvimento e dos testes realizados antes do torneio”, concluiu a aluna e capitã.

Integrantes envolvidos no desenvolvimento e na competição dos robôs:

Robô Marquinhos

Adriano Fernandes
Ana Luiza Pither
Arthur Capaverde
Arthur Soares
Gabriel Hoffmann
Lucas Araújo
Lucas Freitas
Matheus Nunes

Robô Atlas

Felipe Conde
Letycia Ramalho
Luiz Vetorazzi
Pedro Milcent
Rodrigo Boquimpani

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Estudante de Engenharia de Materiais da Politécnica-UFRJ é selecionada para programa nacional de capacitação

Publicado em: 16/03/2026 Escola Politécnica da UFRJ
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A estudante Thaís Mendes Teixeira, aluna do curso de Engenharia de Materiais da Escola Politécnica da UFRJ, está entre os 60 alunos selecionados para o programa Jovens Talentos da Enactus Brasil. A iniciativa oferece uma jornada de capacitação profissional a estudantes de graduação, com o objetivo de desenvolver habilidades empreendedoras voltadas ao impacto socioambiental.

A aluna da Politécnica é uma das representantes da equipe Enactus UFRJ no programa, ao lado de Joyce Aparecida Andrade Quites, estudante de Comunicação Social da UFRJ. O time é formado por alunos de diversas áreas da universidade, majoritariamente da Escola Politécnica. Thaís Mendes atua como vice-diretora da equipe, enquanto Joyce Aparecida exerce a presidência.

A Enactus UFRJ é supervisionada pela professora Alice Ferruccio, que também atua como diretora adjunta de Carreira e Empreendedorismo da Escola Politécnica da UFRJ, fortalecendo a integração entre as atividades de extensão, formação empreendedora e desenvolvimento profissional dos estudantes.

O programa Jovens Talentos, promovido pela Enactus Brasil, é uma iniciativa focada no desenvolvimento profissional e pessoal de estudantes por meio de uma trilha estruturada de conhecimento. Durante a formação, os participantes têm acesso a aulas e mentorias voltadas ao desenvolvimento de competências empreendedoras, como autoconhecimento, liderança e trabalho em equipe. A seleção dos candidatos considera critérios como responsabilidade social e ambiental, espírito empreendedor e comprometimento.

Para Thaís Mendes, ser selecionada para o programa foi uma conquista significativa. “Além do reconhecimento do trabalho que venho desenvolvendo, o programa me proporciona acesso a aprendizados que ampliam minha visão sobre liderança, impacto social e gestão, refletindo também no crescimento do time”, destacou a estudante de Engenharia de Materiais.

A Enactus Brasil, organização internacional sem fins lucrativos fundada em 1998, tem como missão inspirar novos talentos por meio da ação empreendedora. A instituição conecta estudantes, líderes acadêmicos e profissionais para o desenvolvimento de iniciativas com impacto social, econômico e ambiental.