Poli-UFRJ promove 2ª edição de ciclo de palestras gratuitas sobre facilities

Publicado em: 10/06/2020 Escola Politécnica da UFRJ
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No dia 30 de março, das 9h às 13h, o Núcleo de Pesquisas em Planejamento e Gestão (NPPG) da Escola Politécnica da UFRJ promove o II Ciclo de Palestras com o tema “A prática na gestão de facilities”. O encontro – gratuito – será realizado no Centro de Tecnologia da UFRJ e incluirá palestras com diversos profissionais da área.

Segundo o coordenador do NPPG, prof. Eduardo Qualharini, existe uma demanda crescente pela relação entre profissionais de mercado e instituições de ensino. “A UFRJ possui diversas linhas de pesquisa que possibilitam aprofundar o conhecimento em itens como governança, dificuldades, desafios, pragmatismos e novas oportunidades. O público terá a oportunidade única de dialogar, trocar experiência e conhecimento, além de fazer networking”, destaca Qualharini.Voltada para profissionais que atuam ou que gostariam de atuar na área de facilities, a programação contará com palestras a respeito do mercado imobiliário, certificação ambiental para edificações e práticas de segurança contra incêndios em condomínios.
As inscrições podem ser feitas pelo e-mail secretaria.nppg@poli.ufrj.br mediante a doação de 1kg de alimento não-perecível. Todo alimento arrecadado será destinado à ONG “Saúde Criança Ilha”. Mais informações pelo telefone (21) 3938-7966.Programação:
9h – Abertura
9h15 – Gestão de Real Estate e Facilities: do Essencial ao Desruptivo
Palestrante: Carlindo Macedo, Gerente Geral da BR Properties.
10h – Estratégia de Facilities para Shopping Center
Palestrante: André Neto, Gestor de Operações Administrativo Financeiro – Ancar Ivanhoe
Intervalo – Coffe break + Networking
11h15 – Certificação LEED na área de FM
Palestrante: Fernando Carrasqueira, Gerente Geral de Propriedades na BR Properties.
12h – Práticas de Segurança Contra Incêndios em Condomínios
Palestrante: Clara Rocha, engenheira civil e assessora do Núcleo de Gestão Integrada CIPA
Serviço:
“A prática na gestão de facilities”
Data: 30 de março de 2019
Horário: das 9h às 13h
Local: Av. Athos da Silveira Ramos, 149 – Bloco D-220 – Centro de Tecnologia – Ilha do Fundão (RJ)
Inscrições: secretaria.nppg@poli.ufrj.br
Informações: (21) 3938-7966 
26/03/2019
Escola Politécnica da UFRJ

Poli-UFRJ recebe representantes da Universidade de Lisboa para discutir novas formas de parceria

Publicado em: 10/06/2020 Escola Politécnica da UFRJ
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A Escola Politécnica da UFRJ recebeu na última terça (19/03) dois representantes da Universidade de Lisboa; Rui Mendes, Diretor de Assuntos Internacionais do Instituto Superior Técnico (IST) e Filomena Ferreira, Assessora de Relações Públicas e Assuntos Internacionais do Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG). O encontro contou com a presença da Diretora da Escola Politécnica, Cláudia Morgado; o Diretor Adjunto de Desenvolvimento e Extensão da Poli, Edilberto Strauss e o Diretor Adjunto de Relações Internacionais da Poli, Vitor Romano. Durante a reunião foram discutidas novas formas de ampliar a parceria existente entre a Poli-UFRJ e a Universidade de Lisboa por meio de desenvolvimento de projetos que beneficiem ambas as universidades. De acordo com Rui Mendes, a expectativa é aumentar o intercâmbio nomeadamente de duplo diploma, considerando também a inclusão de novas áreas, como Engenharia Naval, interagir com a UFRJ no domínio das redes internacionais institucionais e colaborar ativamente em propostas internacionais, como por exemplo o programa Erasmus +. Além disso, ele também espera que a parceria resulte, em breve, em cursos de curta duração como as Summer Schools ou especializações a serem gerenciadas conjuntamente e também em projetos de empreendedorismo e parques de ciência e tecnologia.Na foto, tirada durante visita ao Museu da Poli-UFRJ, da esquerda para a direita: Heloi Fernandes, Superintendente do Museu da Escola Politécnica; Filomena Ferreira, Assessora de Relações Públicas e Assuntos Internacionais do ISEG da Universidade de Lisboa; Edilberto Strauss, Diretor Adjunto de Desenvolvimento e Extensão da Poli-UFRJ; Cláudia Morgado, Diretora da Escola Politécnica; Vitor Romano, Diretor Adjunto de Relações Internacionais da Poli; Rui Mendes, Diretor de Assuntos Internacionais do IST da Universidade de Lisboa; e Dirlene Diorio, Museóloga da Poli-UFRJ. 
25/03/2019
Escola Politécnica da UFRJ

Único projeto PROBRAL aprovado da UFRJ é de professor da POLI

Publicado em: 10/06/2020 Escola Politécnica da UFRJ
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O projeto “Audibilização de Áreas Urbanas” do prof. Julio Cesar Boscher Torres foi o único da UFRJ, entre os 30 projetos aprovados para todas as instituições públicas e privadas do país, a ser contemplado pela Capes por meio do programa PROBRAL. O projeto contará com a parceria da universidade alemã Rheinisch-Westfaelische Technische Hochschule Aachen (RWTH) e a colaboração do Instituto de Acústica Técnica (dirigido pelo Prof. Michael Vorländer) no desenvolvimento de pesquisas utilizando ferramentas de Realidade Virtual Acústica sobre ruído urbano nas cidades. O projeto será executado em 2019 e 2020 e poderá ser renovado por mais dois anos.PROBRAL é um programa que resulta da parceria entre a CAPES e o Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico (DAAD) e que apoia o intercâmbio científico entre grupos de pesquisa brasileiros e alemães vinculados a Instituições de Ensino Superior e/ou Pesquisa. O programa prevê a concessão de recursos para a realização de missões de trabalho e aquisição de material de consumo para os projetos, bem como o financiamento de bolsas de doutorado
sanduíche e pós-doutorado na Alemanha.A pesquisa será relevante para contribuir com a sociedade na pesquisa sobre o ruído urbano, que afeta o conforto e bem-estar pessoal e é considerado pela OMS como um problema de saúde pública. Embora a avaliação do impacto do ruído na sociedade seja comumente uma tarefa complexa, que envolve aspectos técnicos e psicoacústicos, o projeto visa a colaboração entre os conhecimentos das equipes brasileiras e alemãs para o melhor desenvolvimento de soluções sobre esse tema até então pouco explorado.Além do professor Julio Torres, chefe do Depto. de Expressão Gráfica, participam do projeto os professores da Poli-UFRJ Mariane R. Petraglia, José Gabriel Carneiro Gomes e Fernando Augusto N. Castro Pinto. O projeto tem por característica o desenvolvimento conjunto de metodologias e ferramentas computacionais capazes de simular o som em ambientes urbanos, considerando as características de propagação do som e de emissão das fontes sonoras, de
forma que o ouvinte seja capaz de perceber as características sonoras espaciais.A equipe alemã desenvolverá ferramentas de audibilização em tempo real, voltadas para ambientes urbanos, enquanto a equipe brasileira desenvolverá sistemas e dispositivos para aquisição de dados que caracterizem as fontes sonoras urbanas em movimento. Além disso, serão desenvolvidas ferramentas de Realidade Virtual Acústica para facilitar a comunicação entre técnicos e agentes da sociedade, de forma que seja possível a visualização dos mapas de ruído e apresentação de sons realistas obtidos de simulações.
12/03/2019
Escola Politécnica da UFRJ

Workshop gratuito debate sobre remoção de nutrientes nas águas e efluentes Parceria entre Poli-UFRJ e a Universidade de Stuttgart (USTUTT) traz novidades sobre as principais tecnologias de tratamento de efluentes.

Publicado em: 10/06/2020 Escola Politécnica da UFRJ
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Com objetivo de debater a respeito de como remover nutrientes presentes na água e efluentes, e adequá-los para o padrão de qualidade vigente, a Escola Politécnica da UFRJ (Poli-UFRJ), através do Departamento de Recursos Hídricos e Meio Ambiente (DRHIMA), em parceria com a Universidade de Stuttgart (USTUTT) e o Instituto de Química Verde do SENAI/FIRJAN, promove entre os dias 20 a 26 de março, das 9h às 18h, o workshop “Remoção de nutrientes de esgotos sanitários e efluentes industriais”, no auditório André Rebouças, do Centro de Tecnologia.O encontro pretende contextualizar o tema e analisar o panorama Brasil-Alemanha, abordando as principais tecnologias de tratamento a partir de estudos de casos apresentados por professores e profissionais de empresas brasileiras e alemãs. Também estão previstas palestras, visitas técnicas e atividades em laboratórios.Segundo o coordenador do evento e professor da Poli-UFRJ, Isaac Volschan, “o workshop trará conhecimento e experiência aos alunos e profissionais de mercado sobre as melhores práticas adotadas em países que são referência no assunto, além de conceitos de aplicação tecnológica, procedimentos de gestão, gerenciamentos de efluentes e legislação”.A inscrição é gratuita, mas todos os alunos terão como pré-requisito ter cursado disciplinas afins ao tema. Serão disponibilizadas 45 vagas, sendo 10 reservadas para concessionárias prestadoras de serviços de esgotamento sanitário. No final, os participantes receberão um Certificado de Participação, emitido pela coordenação do workshop.Quem estiver interessado em participar, deve efetuar a inscrição na secretaria do Drhima, que fica na sala D-202, sendo obrigatória a apresentação do histórico acadêmico. Mais informações podem ser obtidas pelos telefones 3938-7982 ou 3938-7994 ou pelo e-mail secretaria.drhima@poli.ufrj.br.Serviço:
Workshop “Remoção de nutrientes de esgotos sanitários e efluentes industriais”
Data: 20 a 26 de março
Horário: 9h às 18h
Local: Av. Athos da Silveira Ramos, 149, bloco D – Sala D-220 – Centro de Tecnologia
Inscrição gratuita.
 
12/03/2019
Escola Politécnica da UFRJ

Poli-UFRJ participa de projeto internacional no setor de Engenharia Automotiva que visa gerar impacto tecnológico na América Latina

Publicado em: 10/06/2020 Escola Politécnica da UFRJ
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Você sabia que a Poli-UFRJ participa de um projeto para difundir tecnologias associadas ao setor automotivo? Trata-se do ASCENT, projeto que envolve instituições parceiras europeias e da América Latina como a Escola Politécnica da UFRJ, para que possam desenvolver centros de competência em Engenharia Automotiva e gerenciamento de vendas, facilitando o caminho do aluno para uma futura atuação na indústria ou em áreas de pesquisa.O projeto ASCENT é um programa da União Europeia financiado pela Erasmus + Capacity Building. Coordenado pela segunda maior universidade de ciências aplicadas da Áustria, a FH Joanneum, ele conta com um orçamento de mais de 990 mil euros e com a parceria das seguintes Universidades: Hochschule Aalen (Alemanha); Universidad Nacional Sur e Universidad Nacional de La Plata (Argentina); Poli-UFRJ e EP-USP (Brasil); ITESM Monterrey – Saltillo Campus e Universidad Iberoamericana Mexico City (México); Universitat Autònoma de Barcelona (Espanha) e AVL List Gmbh (empresa austríaca).O projeto tem duração de 3 anos e são previstas reuniões frequentes visando a troca de experiências e conhecimentos na área da Engenharia Automotiva, bem como treinamento dos participantes, para que se estabeleçam estratégias que aperfeiçoem a cooperação entre universidade e mercado.A primeira reunião de treinamento ocorreu em novembro de 2018, entre os dias 12 e 15, em Bahia Blanca na Argentina, onde o foco foi apresentar as tendências do setor.A segunda reunião foi realizada na cidade de Saltillo, México, em dezembro do mesmo ano, entre os dias 17 e 19. Além do treinamento, intitulado “Train the Trainer”, houve sessões específicas para troca de experiências e conhecimentos entre os participantes.O próximo treinamento já tem data marcada; acontecerá de 25 a 28 de março, na Universidad Nacional de La Plata (UNLP), na Argentina.Para Rogério Nascimento, integrante da equipe coordenada pelo professor Fernando Castro Pinto, a expectativa para este e os próximos encontros — inclusive, um que está previsto para maio com sede na Escola Politécnica UFRJ — é que a colaboração na troca de informações possa capacitar pessoas para que a engenharia automotiva nos países em desenvolvimento da América Latina seja aprimorada.“No Brasil, Projetos Erasmus+ são o que há de mais importante em termos programas de intercâmbios entre universidades. A participação da Escola Politécnica nesse projeto é extremamente importante, pois são poucos os projetos Erasmus+ que são focados em pesquisa, cujo objetivo principal seja produção científica e não mobilidade acadêmica.A Poli-UFRJ estar fazendo parte, mostra para toda a comunidade acadêmica envolvida que ainda somos uma referência no Brasil e na América Latina em termos de engenharia”, afirma Nascimento.Conheça o projeto no site: https://ascent.fh-joanneum.at/index.html
 
28/01/2019
Escola Politécnica da UFRJ

CAPES aprova quatro projetos BRAFITEC submetidos por professores da Poli-UFRJ

Publicado em: 10/06/2020 Escola Politécnica da UFRJ
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Através de professores da Escola Politécnica, a UFRJ conquistou em dezembro de 2018, quatro dos 15 projetos BRAFITEC aprovados pelo CAPES (edital n° 11/2018). O programa tem por objetivo fomentar a parceria entre as as Instituições de Ensino brasileiras e francesas em todas as especialidades de Engenharia por meio da mobilidade acadêmica, além de incentivar a aproximação das estruturas curriculares — como a equivalência e o reconhecimento mútuo de créditos.“A Diretoria Adjunta de Relações Internacionais agradece a todos os envolvidos neste trabalho, pois sabemos o quanto foi corrido e trabalhoso deixar tudo dentro do que a CAPES exige e cumprir os prazos”, parabeniza o Chefe Administrativo da DARI, Rogério Nascimento.Foram aprovados os seguintes projetos: Fábricas do Futuro para Sociedade (projeto 245/19), sob a coordenação do professor José Luis L. Silveira ; Programa 6 + 5: complementaridade da formação generalista e especialista para o engenheiro do futuro (247/19), Elaine Garrido Vazquez; Engenheiros com dupla titulação franco-brasileira para a Indústria 4.0 (251/19), Renata Antoun Simão; AMINOV-MECA: Abordagem Multi-escala para Inovação em sistemas Mecânicos (253/19), Marta Cecilia Tapia.Os projetos têm duração de dois anos, podendo ser prorrogados por mais dois; o aluno recebe mensalidade, auxílio deslocamento e instalação, além de seguro saúde. O programa também concede aos membros da equipe brasileira recursos para missões internacionais, extremamente importantes para o bom andamento dos projetos e criação de novas parcerias com instituições francesas.
25/01/2019
Escola Politécnica da UFRJ

Poli-UFRJ prepara lançamento da Plataforma do Conhecimento em Desastres

Publicado em: 10/06/2020 Escola Politécnica da UFRJ
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Professores do Departamento de Construção Civil da Escola Politécnica da UFRJ realizaram reunião técnica, com representantes dos setores público e privado, com objetivo de ajustar os últimos detalhes da Plataforma do Conhecimento em Desastres (PCON-Desastres), que será lançada em breve. O encontro aconteceu no último dia 4, na Escola Politécnica da UFRJ.

“A plataforma surge com a finalidade de criar interação entre os diferentes atoresenvolvidos em questões relacionadas a desastres no país, como profissionais autônomos, acadêmicos, poder público, setor privado, associações de moradores e outras instituições. O portal permitirá o conhecimento sobre os participantes, as ações e os recursos disponibilizados por quem atua ou tem interesse no tema de desastres, gratuitamente”, explica o coordenador do projeto e professor do Departamento de Construção Civil da Poli-UFRJ, Leandro Torres Di Gregorio, que juntamente com os professores Alessandra Conde de Freitas e Marcos Barreto de Mendonça, concebeu e desenvolveu a ferramenta.

De acordo com a professora Alessandra Conde, o conceito da plataforma surgiu há pouco mais de cinco anos. “Naquela ocasião foi pensada de maneira embrionária e possuía um outro formato. Em 2015 tivemos um evento histórico no Rio, o Seminário Internacional de Desnaturalização dos Desastres, e a partir deste encontro voltamos a pensar numa mobilização para viabilizar o projeto”, lembra.

Segundo o professor Marcos Barreto, “o encontro realizado com diferentes atores da sociedade, antes do lançamento oficial da plataforma, busca entender quais seriam as palavras-chave mais adequadas para serem inseridas no banco de dados da plataforma, criando assim uma verdadeira árvore do conhecimento”.

O evento contou com a presença de integrantes da Petrobras, pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), membros de grupos comunitários, professores do Departamento de Geografia da UFRJ, membros do Centro de Operações Rio e do Cemaden, profissionais da Defesa Civil do Rio de Janeiro e de Jaboatão dos Guararapes, além de estudantes de graduação e pós-graduação.

“A discussão de desastres no Brasil teve um impulso grande nestes últimos dois anos. Estamos aqui para poder contribuir com o processo nacional, apresentando as nossas experiências no Nordeste, em relação aos desastres”, conta o integrante da superintendência de Defesa Civil de Jaboatão dos Guararapes, Artur Paiva. Já a meteorologista chefe do Alerta Rio, Juliana Hermsdorff, destaca: “avalio como uma iniciativa muito boa, principalmente por unir as informações de diversos órgãos e pessoas numa plataforma única”.

O site da Plataforma do Conhecimento em Desastres será divulgado em breve, simultaneamente com o lançamento do projeto.
05/12/2018
Escola Politécnica da UFRJ

Criada diretoria adjunta de Políticas Estudantis na Poli-UFRJ

Publicado em: 05/12/2018 Escola Politécnica da UFRJ
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A professora Marta Tapia, do Departamento Engenharia Naval e Oceânica, é a nova diretora adjunta da recém-criada Diretoria de Políticas Estudantis da Escola Politécnica da UFRJ. A iniciativa da diretora da Poli, professora Cláudia Morgado, ao propor a nova diretoria, tem como objetivo apoiar e criar oportunidades para que os alunos possam se desenvolver e se manter na instituição, num ambiente motivador e acolhedor.

“A Escola Politécnica é a maior unidade de graduação da UFRJ. Os alunos têm muitas iniciativas que precisam de apoio da diretoria e o perfil socioeconômico deles precisa ser acompanhado para podermos alavancar recursos a tempo de dar condições de permanência aos nossos alunos. Diante dessas múltiplas demandas, nasceu a necessidade de uma nova diretoria para cuidar das políticas estudantis, a DAPE”, explica a Diretora.

Marta Tapia é de origem chilena e, após graduar-se em Engenharia Naval na USACH (Chile), veio para o Brasil cursar mestrado e cursou também doutorado em Engenharia Oceânica pela UFRJ. Coordena o laboratório CONSTRUA, onde realiza pesquisas na área de construção naval e instalação de sistemas oceânicos, temas que são desenvolvidos nas suas aulas.

Como diretora adjunta da Poli-UFRJ, a professora Marta pretende trabalhar em conjunto com os representantes dos estudantes, diretoria da escola politécnica e decania para melhorar o dia a dia do aluno na faculdade.

“Gostaríamos que quando o aluno saia da faculdade tenha uma boa lembrança do tempo em que esteve nela, nosso esforço será dirigido a atender de forma mais objetiva para dar condições de melhor desenvolvimento nossos alunos, levando em consideração as condições socioeconómicas deles. Procuraremos alavancar recursos para oferecer uma melhor estadia e atendimento, durante a permanência como estudantes”, resume.

Docentes da Poli-UFRJ recebem prêmio de entidade mundial

Publicado em: 04/12/2018 Escola Politécnica da UFRJ
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No próximo dia 18 de dezembro, às 18h, na sede do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), os professores da Escola Politécnica da UFRJ, Paulo Couto e Juliana Baioco recebem da Society of Petroleum Engineers (SPE),o prêmio de excelência ‘SPE Brasil 2018’, nas categorias Distinção do Ensino e Pesquisa, e Espírito de Liderança e Contribuição para Sociedade e Profissionais de Engenharia, respectivamente.

Couto é formado em Engenharia de Produção e Sistemas pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), com mestrado e doutorado em Engenharia Mecânica pela UFSC.É professor do Departamento de Engenharia Industrial da UFRJ, atuando no curso de graduação em Engenharia do Petróleo, e professor colaborador no Programa de Engenharia Civil da COPPE/UFRJ.

“Sou professor desde 2006 e acompanhei a formatura de todas as turmas de Engenharia de Petróleo. Fiquei muito feliz e honrado com a indicação, pois o prêmio reconhece todo trabalho que desenvolvi ao longo do tempo. Tudo isso demonstra a qualidade do ensino que estamos proporcionando na maior universidade pública do país”, destaca Couto, que também será indicado para concorrer ao SPE LatinAmerica&CaribbeanAward.

Já Juliana considera que o prêmio é um reconhecimento pelo trabalho desenvolvido na universidade. E celebra: “Fico extremamente honrada e com uma responsabilidade a mais agora para fazer jus ao prêmio. É uma consolidação do trabalho desenvolvido ao longo de anos”. Juliana é formada em Engenharia de Petróleo pela Poli-UFRJ e possui mestrado, doutorado e pós-doutorado em Engenharia Civil pela PEC/COPPE/UFRJ, além de ser pesquisadora no Laboratório de Métodos Computacionais e Sistemas Offshore (LAMCSO).

Na crista da onda: Alberto Luiz Coimbra revolucionou o ensino de engenharia do Brasil

Publicado em: 04/12/2018 Escola Politécnica da UFRJ
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Todos os dias, no ano de 1963, o engenheiro Alberto Luiz Coimbra chegava cedo à recém-inaugurada Coppe-UFRJ para contemplar a cena que havia concebido: jovens brasileiros entrando numa universidade brasileira para receber aulas de pós-graduação em engenharia. Até que o professor Coimbra empreendesse desmesurados esforços para pôr a Coppe-UFRJ de pé, não havia curso do tipo em lugar algum da América Latina, lembra Anna Bárbara Coimbra, neta do engenheiro. “Ele tinha um projeto tecnológico para o país, com o professor em primeiro lugar”, comenta.

No último dia 14, a Coppe-UFRJ, que hoje leva o nome do professor Coimbra, promoveu uma cerimônia e inaugurou um busto em homenagem a seu fundador, que morreu no dia 16 de maio. Segundo Anna Bárbara, Coimbra falava da UFRJ com grande carinho. Quando era bem pequena e ninguém ainda a havia atormentado com perguntas relacionadas à carreira, o avô lhe questionou se não pensava em cursar engenharia na UFRJ. Parece tê-la convencido: depois de flertar com as humanidades, Anna Bárbara escolheu engenharia mecânica na Poli-UFRJ, curso do qual ainda é aluna. “Ele me influenciou”, confessa. “Admiro muito a mente aberta e jovem que ele tinha”.

Coimbra nasceu em 1923, em Botafogo, no Rio de Janeiro. Após concluir o equivalente ao atual ensino médio, foi para os Estados Unidos estudar inglês, aos 17 anos. Quando voltou ao Brasil, foi um dos 13 aprovados para o curso de química industrial na UFRJ, durante o qual apaixonou-se pela matemática. Isso o conduziu à graduação em engenharia química. Depois disso, Coimbra foi para a Universidade de Vanderbilt, nos Estados Unidos, com uma bolsa de mestrado, aos 24 anos.Em 1953, quatro anos depois de voltar ao Brasil e de ter dado aulas em graduação de Engenharia Industrial em São Paulo, o professor Coimbra retornou à sua alma mater, a UFRJ, onde lecionou no Instituto de Química.

Após passar também pela PUC-Rio, pelo curso de refinação de petróleo da Petrobras e pela consultoria, teve a ideia de criar um curso de pós-graduação brasileiro em engenharia química. Em 1960, a convite de Frank Tiller, seu professor em Vanderbilt, professor Coimbra viajou por várias universidades americanas. Na ocasião, ele já idealizava criar o que se tornaria a Coppe-UFRJ — cuja semente foi o Programa de Engenharia Química, criado em 1963.

Segundo a amiga e admiradora Juliana Braga Loureiro, professora e diretora adjunta de Ensino e Cultura da Poli-UFRJ, o professor Coimbra tinha o “espírito de fazer muito com pouca infraestrutura”. Defendia a integração entre a graduação e a pós-graduação, o contrato de exclusividade entre o professor e a universidade pública e a combinação da docência com a pesquisa, praxes da academia brasileira que professor Coimbra logrou implementar em larga escala — e antes de todo mundo.“

De uma maneira geral, sua maior preocupação era entregarmos nossas riquezas para os países desenvolvidos”, comenta Juliana. “Com a ideia de fazer no Brasil uma engenharia de alto nível, sempre dizia uma frase que nunca esqueço: ‘País sem desenvolvimento tecnológico é país submisso’.”

Diante de tamanha contribuição para o ensino de engenharia no país, pode-se suspeitar que as realizações do Coimbra pesquisador rivalizam com as do Coimbra engenheiro. Para a neta, no entanto, o engenheiro e o pesquisador são inseparáveis. “A engenharia pressupõe detectar um problema e resolvê-lo. Ele teve precisão de engenheiro ao perceber uma falta.”

Por influência do avô, Anna Bárbara, que pertence a uma família abarrotada de engenheiros e cientistas, tenciona seguir no mundo acadêmico. “Você vai gostar da UFRJ”, ele lhe dissera. Mas não previra o impacto do próprio vaticínio. “Por causa dele, passei a apreciar a ideia de estar na vanguarda do conhecimento, na crista da onda, onde as coisas acontecem.”