Publicado em: 29/10/2021
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RETIFICAÇÃO
Em retificação à postagem anteriormente realizada, a Comissão esclarece que, de acordo com o item 8.2 do Regimento da Consulta, a Comissão da Consulta realizará reunião com as chapas, a fim de definir as regras e os procedimentos a serem seguidos no debate.
A Comissão de Consulta para Direção da Escola Politécnica – Quadriênio 2022 – 2026, aprovada em Sessão da Congregação Ordinária de 29.09.2021 e instalada em 04/10/2021, doravante referida apenas como “Comissão”, vem por meio desta divulgar a toda comunidade de Alunos, Funcionários e Professores da Poli/UFRJ, a homologação das chapas para consulta:
Chapa 1: Para Diretor(a): Profa. Cláudia do Rosário Vaz Morgado Para Vice-Diretor(a): Prof. Edilberto Strauss
Chapa 2 (auto-denominada na inscrição como “Inova POLI”): Para Diretor(a): Prof. Walter Issamu Suemitsu Para Vice-Diretor(a): Prof. Célio Albano da Costa Neto
As duas chapas supracitadas foram homologadas por esta Comissão uma vez que atendem às exigências previstas no Estatuto e no Regimento da Universidade Federal do Rio de Janeiro, bem como a legislação superior vigente.
A Comissão pode ser contatada no email consulta.direcao@poli.ufrj.br para qualquer esclarecimento sobre os itens acima e outros não cobertos por esta publicação.
Publicado em: 27/10/2021
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O Programa de Engenharia Ambiental da Escola Politécnica da UFRJ (PEA/UFRJ) foi contemplado com investimento de aproximadamente R$ 100 mil para implantação de seu projeto de internacionalização, em edital da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj) de apoio aos programas e cursos de pós-graduação stricto sensu, divulgado no dia 21 de outubro.
Segundo a coordenadora do projeto e professora do PEA Ofélia de Queiroz Fernandes Araújo, a proposta tem como objetivo desenvolver competências para transpor lacunas linguísticas e habilidades no uso de ferramentas digitais com o objetivo de internacionalizar o programa.
Prof.ª Ofélia de Queiroz Fernandes Araújo
“Na pandemia percebemos que o uso de ferramentas digitais possibilitou maior alcance de público, e trabalho e educação remotos. Cursos oferecidos por meio de ambientes virtuais de aprendizagem, também conhecidos como MOOCs (Massive Open On-line Course) destacaram-se por sua abrangência massiva, comum em universidades internacionais como MIT. A consolidação do projeto permitirá ao PEA se posicionar virtualmente no exterior”, explicou Ofélia.
Entre as ações previstas no projeto estão o treinamento de docentes em EME (English Medium Education) para a oferta de conteúdo técnico a discentes do PEA em convívio com discentes internacionais; adoção do inglês como língua franca para a internacionalização à distância; uso de técnicas de aprendizagem ativa – que é uma metodologia de ensino que coloca o aluno como o foco de todo o processo de ensino-aprendizagem; desenvolvimento de MOOCs em inglês; consolidação de plataformas digitais para oferta de MOOC, disciplinas de internacionalização curricular, webinars e workshops; e a criação do Portal PEA Bilíngue.
Publicado em: 27/10/2021
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Proposta é criar rede colaborativa para desenvolver soluções voltadas para o Meio Ambiente e melhorar a qualidade de vida de comunidades carentes
Com mais de 1,1 mil votos populares, o projeto “Qualificação para sustentabilidade: Escola, Universidade e Comunidade de mãos dadas”, vinculado ao Programa de Engenharia Ambiental da Escola Politécnica da UFRJ (PEA/UFRJ), será contemplado em cerca de R$ 300 mil oriundos de emendas parlamentares destinadas através do edital Nossa Escolha 2021 – que chegou a sua terceira edição. O edital recebeu 140 projetos, sendo selecionados para votação somente 51. Mais de 11 mil pessoas participaram da votação, que elegeu os 10 projetos aprovados, divulgados no último dia 22.
Coordenado pela professora do PEA Cristina Nassar, o projeto, que concorreu na categoria Clima e Meio Ambiente, prevê a criação de uma rede colaborativa no Rio de Janeiro conectando universidade, escolas municipais e comunidade, através de cursos voltados para o meio ambiente e oficinas tecnológicas para solução de questões ambientais, voltadas para a melhoria da qualidade de vida de comunidades carentes.
Prof.ª Cristina Nassar
Ela explicou em sua proposta que nas próximas décadas são esperados inúmeros problemas gerados pelas mudanças climáticas, sendo vital que se desenvolva, na cidade do Rio de Janeiro, estratégias de adaptação à nova realidade, visando prioritariamente, as populações mais vulneráveis.
“A rede colaborativa irá capacitar alunos e professores do ensino básico em questões voltadas para educação ambiental, ecologia, ar, energia e resíduos sólidos. Os cursos teóricos e práticos terão o conteúdo programático desenvolvido por professores do PEA e por alunos de cursos de graduação da UFRJ. O aprendizado será desenvolvido por meio de metodologias lúdicas de ensino com vídeos e jogos aumentando a visibilidade e interesse dos alunos pelos temas. Uma vez estabelecida a metodologia, será possível replicar as ações em um grande número de escolas. Já as oficinas de capacitação tecnológica focarão em soluções sustentáveis para a melhoria da qualidade de vida e do meio ambiente nas comunidades”, detalhou.
O início do projeto está previsto para 2022 e envolverá outros professores do PEA, entre eles, Ofélia de Queiroz, Lídia Yokoyama, Ana Lucia Nazareth, Maria Antonieta, Elen Pacheco, Mônica Pertel e Marcos Barreto.
Redução e aproveitamento de resíduos sólidos
Também serão criadas, adaptadas e construídas soluções tecnológicas para questões ambientais, voltadas para a redução e aproveitamento de resíduos sólidos, amenização da temperatura interna de residências de baixa renda, bem como a utilização destas e outras tecnologias para a produção de alimento em escala local. Segundo a professora do PEA, o potencial de replicabilidade das soluções desenvolvidas nas oficinas, possibilitará que os participantes reproduzam os projetos em suas comunidades, podendo inclusive, ser esta uma forma de geração de renda e redução das desigualdades sociais.
Publicado em: 25/10/2021
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A Escola Politécnica da UFRJ realizou de 19 a 21 de outubro a sua 2ª Feira Virtual de Carreiras e Oportunidades. Durante três dias foram realizados 14 webinars com profissionais do mercado, seis mentorias direcionadas e quatro videoconferências sobre planejamento, tecnologia e desenvolvimento profissional. As atividades atraíram mais de 3 mil interessados.
A edição deste ano buscou empresas com pautas alinhadas com os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), entre elas, Itaú, Stone, Smarthis, BTC, Across, MRV, Baker Hugues, BTC, Visagio, CIEE e Fluxo Consultoria, que juntas receberam mais de 3,6 mil candidaturas a vagas de estágio, trainee e emprego.
A programação contou com webinars sobre educação de qualidade e desenvolvimento sustentável; jornada de desenvolvimento de produtos tech; estratégias para montar uma carteira de investimentos visando o longo prazo; desenvolvimento imobiliário; e dicas de como se sair bem em processos seletivos. Além disso, um amplo conteúdo extra, também foi anexado à plataforma e somou mais de 11 mil visualizações dos usuários.
Em sua palestra de abertura, a diretora da Escola Politécnica, professora Cláudia Morgado, destacou a contribuição da instituição para atingir os ODS e a importância do evento para formação dos alunos.
“Nos últimos anos criamos diretorias e ações voltadas para o empreendedorismo, atendimento psicológico e igualdade de gênero e social, com o intuito de garantir acesso à educação de qualidade para todos os alunos. E a Feira é resultado disso. Os alunos tiveram a oportunidade de interagir com empresas, conhecer novos conceitos, equipes de competição e atitudes que fazem parte das competências comportamentais, além da técnica em si. Tudo isso é importante para que exerçam bem a profissão no futuro”.
“O evento teve uma boa aceitação do público, gerando diversos elogios no chat, principalmente pela interação com os representantes das empresas parceiras e funcionalidades da plataforma. Mas, o ponto inovador e que nos deixou bastante satisfeitos foi a dinâmica das mentorias do Escritório de Carreira. De modo geral, entendemos também que a Feira é uma maneira de agradecer à sociedade por investir numa educação de qualidade, que foi temática central da programação”, avaliou a professora Alice Ferruccio, que com sua equipe de trabalho, organizou a Feira de Oportunidades.
Diferencial para esta edição, o Escritório de Carreira ofereceu mentorias com foco em empreendedorismo, construção de currículos mais atrativos, simulação de entrevista para processo seletivo, e como descrever as principais habilidades humanas ou comportamentais (soft skills) e habilidades técnicas (hard skills).
Maycon Bittencourt, aluno do 8º período de Engenharia Mecânica, avaliou positivamente a atividade. “Achei uma excelente oportunidade para pensar em como conectar minhas diferentes experiências, tanto acadêmicas quanto extracurriculares, para a construção do currículo e participação em entrevistas”.
Na mesma linha, Luana Leitão, aluna do 10º período de Engenharia Civil, agradeceu a oportunidade. “Pude tirar todas as dúvidas e ter uma orientação melhor sobre qual universidade buscar um programa de mestrado adequado ao que eu quero a longo prazo. Sem dúvidas quero voltar e ter uma nova sessão para apresentar meu currículo modificado”.
Espaço dedicado à pós-graduação
Segundo a diretora da Escola Politécnica, não existe especialista pronto para atender as necessidades do mundo, e numa sociedade com demandas cada vez mais complexas, a constante qualificação se faz necessário. “Nunca é tarde para aprender ou que sempre há algo a ser aprendido”, destacou Cláudia Morgado, em palestra sobre Educação Continuada.
A ideia de constante aprendizado justificou a criação de um espaço direcionado a atualização profissional com um espaço exclusivo com informações sobre os cursos de MBA/Especialização, mestrado e doutorado, oferecidos pela instituição. Coordenadores dos cursos ficaram à disposição no chat para esclarecer dúvidas dos participantes.
Publicado em: 13/10/2021
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A votação para eleição da chapa que vai ocupar a direção e a vice-direção da Escola Politécnica da UFRJ de 2022 a 2026 será do dia 23 a 25 de novembro, no ambiente virtual do Sistema de Votação Online da UFRJ. O Regimento da Consulta foi aprovado na última reunião da Congregação, no dia 29 de setembro e todo o processo será conduzido pela Comissão da Consulta.
O período de inscrição de candidatos vai até o dia 27 deste mês, com homologação das inscrições em sequência, no dia 29.
Participam do processo de consulta para direção professores, técnicos-administrativos e alunos. A Comissão da Consulta vai elaborar listagens de votantes das três categorias, a partir de informações a serem fornecidas pelas Seção de Pessoal, Seção de Ensino e secretarias de pós-graduações.
A verificação destas listagens será realizada a partir do envio de e-mail teste para todos os votantes, solicitando aviso de recebimento até 10 dias úteis antes do primeiro dia da consulta e divulgará. A divulgação das listas de votantes das três categorias será no dia 17 de novembro. O voto não é obrigatório.
A apuração dos votos será no primeiro dia útil após o final do processo de consulta, por meio de relatório do Sistema de Votação Online da UFRJ que será divulgado pela Comissão de consulta em sessão virtual transmitida ao vivo pelo Canal da Escola Politécnica no YouTube, indicando os resultados em cada categoria de votantes.
Posteriormente, a Congregação votará as duas listas tríplices, de diretor e de vice-diretor, que serão encaminhadas à Reitora que escolherá e nomeará a nova direção.
Mais informações sobre a Consulta para Direção da Escola Politécnica no Quadriênio 2022-2026 estão aqui.
Publicado em: 13/10/2021
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Entre os dias 21 e 30 de setembro, foram realizadas quatro sessões de colação de grau pela Escola Politécnica da UFRJ, totalizando a formatura de 201 novos engenheiros. Realizadas em ambiente virtual, em função da pandemia de Covid-19, não faltou alegria e emoção às cerimônias presididas pela diretora da Escola, professora Cláudia Morgado, e pelo vice-diretor, professor Vinícius Cardoso, com a participação de diretores adjuntos da Politécnica, da Escola de Química e da Coppe, além do presidente do Crea-RJ, Luiz Antônio Cosenza.
Em seus discursos, representando os formandos dos 13 cursos da Politécnica-UFRJ, os oradores assinalaram os desafios do árduo percurso rumo ao título de engenheiro, a determinação e resiliência que desenvolveram e a grande oportunidade de terem se formado na melhor faculdade de engenharia do país. Agradeceram os apoios recebidos dos familiares, professores e servidores e lembraram aos colegas da importância de atuarem como profissionais éticos, comprometidos com a ciência, com uma sociedade mais justa e solidária, e com o respeito pela diversidade – compromissos também ressaltados por diretores, paraninfos e homenageados.
Esta segunda leva de formaturas em ambiente virtual – a primeira foi em maio de 2020 – contou com a novidade dos formandos obterem o Registro Profissional aprovado pelo Crea-RJ conjuntamente com a colação de grau. Foi a primeira vez que o processo do Crea-RJ que agiliza a habilitação profissional e a obtenção do Cartão Provisório de Registro Profissional foi oferecido para formandos da Politécnica.
Entre os 201 formandos do período 2020.2 estavam: 35 engenheiros Civis e 8 Ambientais, na cerimônia do dia 21/9; 7 engenheiros de Computação e Informação, 5 de Controle e Automação, 20 Elétricos e 23 Eletrônicos e de Computação, na cerimônia do dia 23/9; 31 engenheiros Mecânicos, 8 Metalúrgicos, 12 de Materiais, 2 Nucleares e 1 Naval, na cerimônia do dia 28/9; 39 engenheiros de Produção, 5 Navais e Oceânicos e 5 de Petróleo, na cerimônia do dia 30/9.
As cerimônias de colação de grau estão no Canal de Escola Politécnica no YouTube. Os links estão a seguir, assim como a indicação de paraninfos e professores homenageados em cada curso.
Publicado em: 13/10/2021
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No alto, a partir da esquerda, Michael Anthony, Larissa Paizante, João Pinto, Samara Mendes, Erik Hisahara e Daiana Silveira. No meio, Gabriely Carvalho, Bruno Gomes, João Vitor, Diego Nuzza e Vinicius Biglia. Embaixo, a partir da esquerda, Vinicius Costa, Mirella Maturo, Renato Moreira, Vitor Hugo, Natacha Camargo e Wesley Monteiro
A Seção Estudantil da Engenharia Nuclear (SEEN) foi fundada em 2012 e se assemelha a uma confraria por suas atividades de apoio aos alunos do curso e por estabelecer uma comunicação entre o corpo discente e docente. “Porém não se limita a isso, também está no nosso escopo promover a divulgação do setor nuclear, com trabalhos de comunicação científica, além da organização de eventos e palestras”, explica Bruno Gomes, copresidente da SEEN.
Esta Seção Estudantil está estruturada em três diretorias: Acadêmica, de Comunicação, e de Relações Externa, e conta com dois alunos dividindo a presidência, diretores, aprendizes e colaboradores – um total de 17 membros. (A composição da SEEN está no fim da entrevista.)
A Semana da Energia Nuclear (SEN) realizada desde 2011 é uma das realizações mais importantes da organização.“Este ano realizaremos a IX SEN. A Semana só não aconteceu em 2016, quando foi substituída pela SSN (Semana da Segurança Nuclear), com formato semelhante, mas com palestras voltadas especificamente para a segurança nuclear”, conta com orgulho Wesley Monteiro, aprendiz na SEEN.
A graduação de Energia Nuclear da Escola Politécnica da UFRJ começou em 2010 e é a primeira do país. Este ano a USP passou a oferecer a habilitação em Engenharia Nuclear como especialização no curso de Engenharia de Materiais e Metalúrgica. Ter sido o primeiro é uma grande vantagem?
Erik Hisahara, secretário acadêmico: Como vantagem, cito a exclusividade de sermos uma mão de obra preparada desde o início da formação para atuar no setor nuclear. Isso é importante pois grande parte dos profissionais vieram de outras áreas da ciência. A desvantagem está no desconhecimento sobre o nosso curso por parte das empresas, tanto no setor quanto fora dele. Nossos alunos possuem uma grande dificuldade em arranjar vagas de estágio ou de emprego, pois é comum que as empresas não saibam o que aprendemos e nem a nossa capacidade de atuação no mercado.
O tema estágio recebe especial atenção da SEEN, não? É foco de várias postagens nas redes sociais da SEEN.
Bruno Gomes, copresidente: Um tema recorrente no curso é a escassez de estágios na área. Por isso, nós organizamos semestralmente reuniões dos alunos do curso com veteranos que já estagiam e convidamos também estagiários de empresas do setor nuclear e os que foram para outras áreas, como mercado financeiro, programação e engenharia em geral.
Qual a demanda do corpo discente que exige mais atenção da SEEN? A pandemia aumentou as demandas?
Diego Nuzza, diretor acadêmico: A maioria das demandas da diretoria acadêmica está relacionada à periodização dos alunos ou sobre processos de concomitância de disciplinas. Também aconselhamos regularmente os alunos sobre os termos de estágio e sobre as atividades complementares. Outra questão recorrente é a grade horária dos períodos. Tendo a maioria dos alunos ‘desperiodizados’, é um desafio acertar a grade horária das matérias ofertadas pelo Departamento de Engenharia Nuclear para que seja possível aos alunos montarem suas grades que incluem matérias de períodos diferentes.
A transição para o período remoto foi tranquila, os professores e alunos enfrentaram as dificuldades comuns a toda comunidade acadêmica. A única intervenção necessária foi sobre os horários das disciplinas obrigatórias e eletivas. Tivemos que mediar a comunicação entre os estudantes e os professores a fim de encontrar um horário compatível a todos, uma vez que o horário de uma disciplina apenas pode ser alterado com concordância unânime dos alunos e professores.
Como é a relação da SEEN com as entidades do setor?
Diego Nuzza: Atualmente somos associados à LAS/ANS (Latin American Section/American Nuclear Society), porém temos contato direto com algumas empresas e organizações como a WiN (Women in Nuclear), a ABDAN (Associação Brasileira para o Desenvolvimento de Atividades Nucleares) e com empresas parceiras, que eventualmente patrocinam a Semana, como a Rosatom, a Eletronuclear, a Westinghouse e a Framatome. É importante manter a proximidade das entidades com o corpo discente para, acima de tudo, cumprir o papel de divulgação da área nuclear em conjunto. Também é importante para alinhar a formação dos profissionais com a indústria, para que nós consigamos entender qual será o nosso papel na indústria — ou na pesquisa — e nos prepararmos para ele.
É visível o esforço das entidades do setor de apresentar a energia nuclear como uma alternativa limpa e segura para zerar as emissões de carbono. Como a SEEN se engaja e vê a importância de levar essa mensagem ao público?
Erik Hisahara: A preocupação de conscientizar a sociedade sobre os usos seguros e benéficos da radiação é um dos pontos principais de todo setor nuclear. A SEEN não poderia ficar de fora dessa luta. Promovemos atividades com a proposta de desmistificar o uso da energia nuclear, como por exemplo posts explicativos em redes sociais, palestras abertas ao público, e principalmente a escolha de tema da própria Semana de Engenharia Nuclear.
A SEEN faz muitas postagens sobre curiosidades relacionadas à energia nuclear, como uma que explica que a banana é um alimento radioativo e outra que destaca que pilotos e comissários de bordo estão expostos a maior carga radioativa do que aqueles que trabalha em usina nuclear. A ideia é levar o tema para o cotidiano de quem não é da área?
Gabriely Carvalho, diretora de comunicação: As ciências e tecnologias nucleares são áreas pouco abordadas de maneira cotidiana. Buscamos levar isso às redes da forma mais simples possível, para que o público em geral possa entender nossa mensagem. Os posts relacionados a curiosidades são os que mais repercutem. E entendemos que quanto mais as pessoas souberem o que engloba o setor, mais retorno positivo teremos. Buscamos, com todos os nossos posts, a aceitação popular, principalmente, da implementação de usinas nucleares e utilização da energia proveniente delas porque, enquanto a população tiver medo, o setor nuclear nunca ganhará força.
A SEEN também está atenta a questões de gênero, não?
Gabriely Carvalho: Sim. A Seção Estudantil foi criada por uma comissão mista de homens e mulheres e esse debate sobre a representação de gênero foi trazido desde o início. Sabemos que nas engenharias como um todo e até mesmo no meio universitário há uma predominância masculina (cisgênero), branca e heterossexual. Essas minorias precisam ser apoiadas, representadas e motivadas. Nós entendemos a importância disso e, principalmente, sabemos do nosso papel enquanto chapa eleita. Nos diversos eventos que promovemos sempre tentamos dar voz a esses movimentos.
Cite um exemplo?
Gabriely Carvalho:Na maioria das edições da Semana da Engenharia Nuclear mobilizamos uma mesa com mulheres do setor nuclear para inspirar e mostrar caminhos possíveis para as mulheres do curso. Além do que, já no primeiro semestre, a SEEN se responsabiliza pelo ingresso das calouras na Women In Nuclear Brazil e Global, organização mundial que funciona como uma rede de apoio e oportunidades para mulheres que atuem ou se relacionem com as ciências e tecnologias nucleares. Ela é reconhecida internacionalmente e a participação nessa comunidade abre muitas portas. Mas vale salientar que não somente mulheres são bem-vindas, homens também podem participar, afinal também devem apoiar e zelar pela permanência de mulheres no setor.
Quais os projetos da SEEN até o fim deste ano?
Diego Nuzza: Nossa agenda se resume à realização da Semana da Engenharia Nuclear e à eleição de uma nova chapa e algumas reuniões que ainda faremos com o curso. Por exemplo, achamos de extrema importância explicar e demonstrar aos calouros de 2021 como utilizar o SIGA. Desejamos que os alunos tenham independência para procurar e explorar o sistema do portal do aluno para a inscrição de disciplina e que tenham fácil acesso às grades curriculares e equivalências para montarem suas grades conscientemente desde o segundo período. Também estão sendo planejadas alterações no Estatuto e uma roda de conversas sobre as alterações nos termos de estágio, que estavam para ser aprovadas na Congregação da Politécnica. Não sabemos ao certo quando vai entrar em vigor.
E projetos para 2022?
Diego Nuzza: Com a eleição em novembro, haverá renovação na composição da SEEN, mas alguns membros devem permanecer. Para 2022 os planos são basicamente os mesmos, sendo acrescidos eventos e reuniões com os alunos. Assim que voltar o período presencial e for seguro a todos, pretendemos organizar alguns passeios pelo Rio de Janeiro. A maioria das pessoas da Engenharia Nuclear não é da cidade, e isso implica na necessidade de adaptação a uma nova moradia e à faculdade. E uma boa adaptação à faculdade é crucial para o seguimento do curso, por isso sempre tentamos fazer a integração dos veteranos com os calouros. Percebemos que uma das formas de realizar isso é fazendo passeios. Ainda nesse tema de recepção e acolhimento aos calouros, para 2022 também está planejado a continuação do programa de apadrinhamento da SEEN, que acontece desde 2020. E temos o desafio de continuar o Programa de Monitorias da Nuclear.
Por que a monitoria é um desafio?
Diego Nuzza: Compreendendo toda a dificuldade do 1º período e observando que nos períodos on-line algumas monitorias de unificadas estavam muito cheias e desorganizadas — ao ponto de os alunos não conseguirem tirar as suas dúvidas — nós preferimos criar monitorias oferecidas por alunos da Nuclear para tais matérias. Em conjunto com a coordenação do curso, analisamos a demanda pelas matérias do 1º período consideradas mais difíceis (Cálculo 1, Física 1 e Computação 1), e montamos monitorias voluntárias. No início foi até fácil encontrar os alunos certos para dar as monitorias, pois na Nuclear existiam alunos que eram ou já tinham sido monitores dessas matérias. Mas conforme o tempo foi passando, esses alunos foram se formando e estamos constantemente procurando outros alunos dispostos e competentes para realizar essas monitorias, que tem sido bem sucedidas. O feedback é de que as monitorias são essenciais para auxiliar os alunos na aprendizagem, pois alguns não se adaptaram à sala de aula invertida, metodologia utilizada em algumas disciplinas importantes. Então, para 2022, se realmente voltar o presencial, teremos de organizar onde e como daremos as monitorias, encontrar uma sala do departamento disponível para fazê-lo e encontrar alunos com o tempo para realizá-las.
Vocês realizaram a SEN de forma remota no ano passado, quando será a próxima? Podem anunciar o tema?
Bruno Gomes: Será em novembro, com o tema “Nuclear é hoje: as inovações no setor que já estão sendo implementadas no seu dia a dia”. Sabemos que o evento é muito importante para integrar o setor nuclear com a área acadêmica e, por isso, decidimos continuar mesmo de forma remota. A primeira edição remota nos trouxe muitos aprendizados, que estamos aplicando para melhorar a edição 2021, e quem sabe inovar nas futuras edições presenciais.
Composição da SEEN
Presidência: Bruno Gomes e Vinicius Biglia
Diretoria de Comunicação: Gabriely Carvalho (diretora), Renato Moreira Santos (secretário), Daiana da Silveira Ribeiro e Vinícius Costa Silva (aprendizes)
Diretoria Acadêmica: Diego Nuzza (diretor), Erik Hisahara (secretário), Natacha Camargo e Michael Anthony Mendes (aprendizes)
Diretoria de Relações Externas: Samara Mendes (diretora), Mirella Maturo da Cruz, Victor Hugo Pereira da Silva (secretários), Wesley Monteiro, João Victor Faria (aprendizes), Larissa Paizante e João Pinto (colaboradores)
Publicado em: 08/10/2021
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Programação do evento também prevê webinars, palestras, videoconferências e mentorias gratuitas sobre empreendedorismo, carreira e processo seletivo
A Escola Politécnica da UFRJ abrirá no próximo dia 19, às 9h, a sua 2ª Feira Virtual de Carreiras e Oportunidades. Aberto ao público, o evento busca mostrar o alinhamento da instituição e das empresas participantes com os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), através de webinars, palestras e videoconferências. Já confirmaram presença empresas como Itaú, Stone, Smarthis, BTC, Across, MRV, Baker Hugues, BTC, Visagio, CIEE e Fluxo Consultoria.
Mais de 5 mil vagas de estágio, trainee e emprego serão oferecidas a estudantes de todo o país durante as atividades – que vão até o dia 21 de outubro, com possibilidade de interação dos candidatos com recrutadores e especialistas em carreira das maiores empresas do mercado.
Além disso, os participantes da Feira poderão se candidatar a sessões de mentorias com foco em empreendedorismo, construção de currículos mais atrativos, simulação de entrevista para processo seletivo, e como descrever as principais habilidades humanas ou comportamentais (soft skills) e habilidades técnicas (hard skills).
Segundo a diretora de Carreira e Empreendedorismo da Politécnica-UFRJ e também organizadora do evento, Alice Ferruccio, a preocupação com as questões que envolvem o desenvolvimento sustentável está cada vez mais presente na sociedade, o que justificou a escolha do tema deste ano e norteou também a montagem de toda programação.
“Entendemos a importância da interação entre a instituição e o mercado de trabalho para melhor formação dos alunos. Nesta edição da Feira, eles terão a oportunidade de conhecerem ações de desenvolvimento sustentável em empresas de grande porte, principalmente aquelas que são negociadas no mercado de capitais, que são avaliadas rotineiramente”.
Para participar do evento, basta o interessado realizar sua inscrição pelo link https://www.poli.ufrj.br/2a-feira-virtual-de-carreiras-e-oportunidades/ e preencher o formulário com as informações solicitadas. A plataforma virtual – criada pela empresa de tecnologia Vero Solutions, oferece ainda ambiente com conteúdo para desenvolvimento profissional dos participantes.
Publicado em: 27/09/2021
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Atualizado no dia: 07/10/2021
Na última quarta-feira de setembro (29/9), novos membros da Congregação tomaram posse como representantes de professores e técnicos-administrativos eleitos em agosto. Desde então, pela primeira vez a composição da Congregação passou a contar também com representação discente da pós-graduação stricto sensu.
Os novos representantes dos professores titulares são Floriano C M Pires Jr. (DENO), com suplência de Sergio Lima Neto (DEL); Luís Henrique Maciel Kosmalski Costa (DEL), com suplência de Virgílio José Martins Ferreira Filho (DEI); e Marcelo José Colaço (DEM), com suplência de Marcelo Gomes Miguez (DET).
A representação dos professores associados passa a ser de Leonardo de Bona Becker (DCC), tendo Eduardo V. L. Nunes (DEL) como suplente; e Robson Francisco da Silva Dias (DEE), tendo Marcos Barreto de Mendonça (DCC), como suplente.
Já a representação dos professores adjuntos ficou a seguinte: Leonardo Luiz Lima Navarro (DEI) e Fernanda Duarte Vilela Reis de Oliveira (DEL), como suplente; e Mauro Henrique Alves de Lima Junior (DEG), com Ana Beatriz de Carvalho Gonzaga e Silva (DES), como suplente.
O novo representante dos professores assistentes/auxiliares na Congregação é Jorge Nemésio Sousa (DEE), tendo como suplente Tarcisio Luiz Coelho de Castro (DHRIMA).
Os dois novos representantes de técnicos-administrativos são Ana Paula Duarte Moreira (SAE), com suplência de Luiz Otávio de Souza Silva (DADH), e Ronilda Santos de Azevedo (DRHIMA), com suplência de Samuel Victorino Oliveira da Silva (DAPG).
A representação discente de pós-graduação stricto sensu é de Karolinne Galvão Bastos, que tem como suplente Mariana Ribeiro Charles. Ambas são do Programa de Engenharia Urbana (PEU) e vão representar os alunos demais programas também – Programa de Engenharia Ambiental e Programa de Projeto de Estruturas.
A Congregação é o órgão máximo de deliberação da Escola Politécnica da UFRJ, e é constituída por diretores, chefes de departamento, professores eméritos, representantes dos alunos e ex-alunos, além das representações que acabam de ser renovadas (professores titulares, associados, adjuntos e assistentes/auxiliares) e da recém incluída representação da pós-graduação.A composição completa da Congregação da Escola Politécnica pode ser vista aqui.
Publicado em: 24/09/2021
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Atualizado no dia: 07/10/2021
Professores responsáveis pelos projetos selecionados comentam os impactos em seus laboratórios
Entre as propostas selecionadas está o projeto para Reativação e Modernização Laboratório Didático de Mecânica dos Fluidos
A Escola Politécnica da UFRJ divulgou, no dia 24 de setembro, o resultado com os selecionados no edital para projetos apoiados por recursos do Custo Indireto de Projetos (CIP). Do total de projetos inscritos, 11 foram considerados aptos e dividirão o recurso de cerca de R$ 650 mil para modernização e inovação de Laboratórios de Informática da Graduação e de Laboratórios Didáticos da Graduação, vinculados à Escola.
Cada proposta foi avaliada por uma comissão julgadora, que analisou, entre todos os critérios, as etapas de execução do projeto e potencial de impacto dos resultados na vertente do Ensino, Pesquisa e Extensão, e do desenvolvimento institucional, científico e tecnológico e de inovação da Escola Politécnica. Integraram a comissão os professores Suzana Borschiver, da Escola de Química da UFRJ; Joaquim Fernando Mendes da Silva, do Instituto de Química da UFRJ; Aline Calazans Marques, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFRJ; Daniel Serrão Schneider, do NCE da UFRJ e Mauricio Pamplona Pires, do Instituto de Física da UFRJ.
“Foi uma grata surpresa termos atingido um número tão expressivo de projetos aprovados neste primeiro edital para projetos apoiados por recursos do CIP. As propostas envolveram a maioria dos Departamentos da Escola, sendo a metade submetida à Faixa B, de até R$ 91 mil. Sem dúvida, propiciarão uma significante contribuição, já que os laboratórios são usados para o ensino e a pesquisa dos alunos da Politécnica”, avaliou o diretor adjunto de Pós-Graduação da Politécnica, prof. Márcio Nogueira de Souza.
Um dos contemplados, o chefe do Departamento de Engenharia Industrial, professor Amarildo Fernandes, avaliou que com a implementação do projeto pretende-se alcançar resultados ainda mais positivos para facilitação dos processos pedagógicos de cursos e disciplinas no contexto deste departamento.
“A otimização do tempo do trabalho de professores e alunos, os trabalhos de campo, assim como, as pesquisas e seus ferramentais, ganham uma abordagem diferenciada e inovadora, permitindo a organização de material em plataformas múltiplas onde o mesmo assunto pode ser apresentado com recursos, formas e abordagens pedagógicas distintas, transpondo barreiras da língua (pela possibilidade de inserção de legendas), das linguagens (pela exploração criativa de formatos de edições) e dos territórios (dada a extrapolação de acesso pelas redes sociais). Desta forma, cria-se um meio de melhoria da qualidade para todos os projetos pedagógicos, de pesquisa, graduação, pós e extensão, ampliando a capacidade de atendimento às novas demandas da era digital, contribuindo de forma mais intensa ao aprendizado e com maior participação docente e discente no desenvolvimento das atividades educacionais, avaliou.”
Já a professora Lilian Carvalho, do Departamento de Engenharia Elétrica, contemplada com o projeto “Laboratório de Controle e Automação 4.0: aplicando os fundamentos da Indústria 4.0 no ensino remoto”, comentou que o novo laboratório permite a pesquisa e o ensino de novas tecnologias associadas à Indústria 4.0 e à modernização das ementas de diversas disciplinas existentes, além da criação de novas disciplinas.
“Todas essas disciplinas teriam forte viés prático, possibilitando que os alunos aprendam colocando em prática o conhecimento teórico adquirido com uma aprendizagem maker, ou seja, com o aluno desenvolvendo projetos por eles mesmos criados, seja em um ambiente virtual, utilizando os gêmeos digitais, ou real, utilizando as plantas existentes no laboratório. Esse tipo de abordagem de ensino, além de ser mais atrativo para os estudantes, reduzindo a evasão escolar, permite na atual situação de pandemia de COVID-19 que o aluno possa utilizar a planta mecatrônica sem que seja necessário estar no laboratório”, disse a professora.
O professor Afonso Araújo, do Departamento de Recurso Hídricos e Meio Ambiente, também celebrou o investimento de cerca de R$ 70 mil: “Os recursos do edital CIP chegam em momento oportuno, com o departamento envolvido em um esforço de modernização do curso de Engenharia Ambiental, onde a prática de laboratório tem enorme potencial de contribuir com formas de aprendizado mais robustas e eficazes, alinhadas com diversos aspectos atualmente desejados, com experimentos presenciais e virtuais, vídeo aulas entre muitas outras práticas. Os recursos são significativos e representam um esforço institucional importante. Que venham outros recursos, como programas de bolsas de monitoria, recursos anuais para manutenção e processos de avaliação”.
Relação das propostas contempladas pelo Primeiro Edital POLI Nº 481/2021 para Projetos Apoiados por Recursos do Custo Indireto de Projetos (CIP):
Proposta: Recuperação do Laboratório de Informática da Graduação do curso de Engenharia Nuclear – Departamento de Engenharia Nuclear – Departamento de Engenharia Nuclear
Proponente: Prof. Ademir Xavier da Silva
Departamento: Departamento de Engenharia Nuclear (DEN) Faixa: A
Valor: R$ 33.480,00
Proposta: Oficina de estudo e desenvolvimento nas áreas de circuitos magnéticos, conversão eletromecânica de energia, eletrônica de potência e controle
Proponente: Prof. Elkin Ferney Rodriguez Velandia
Departamento: Departamento de Engenharia Elétrica (DEE)
Faixa: A
Valor: R$ 49.340,00
Proposta: Modernização das Estações de Trabalho do LADEG
Proponente: Prof. Julio Cesar Boscher Torres
Departamento: Departamento de Expressão Gráfica (DEG)
Faixa: A
Valor: R$ 48.624,00
Proposta: Laboratório de Controle e Automação 4.0: aplicando os fundamentos da Indústria 4.0 no ensino remoto
Proponente: Prof.ª Lilian Kawakami Carvalho
Departamento: Departamento de Engenharia Elétrica (DEE)
Faixa: A
Valor: R$ 42.723,00
Proposta: Projeto para Reativação e Modernização Laboratório Didático de Mecânica dos Fluidos
LEMF
Proponente: Prof. Afonso A. M. de Araujo
Departamento: Departamento de Recursos Hídricos e Meio Ambiente (Drhima)
Faixa: B
Valor: R$ 73.710,00
Proposta: Modernização de um laboratório para aprendizagem ativa com uso de impressão 3d nos cursos de engenharia da Escola Politécnica da UFRJ
Proponente: Prof. Bruno da Fonseca Monteiro
Departamento: Departamento de Expressão Gráfica (DEG)
Faixa: B
Valor: R$ 73.650,00
Proposta: O Ensino da Engenharia Mecânica no Contexto da Indústria 4.0: Uma Abordagem Fundamentada na Aprendizagem Baseada em Projetos através da Plataforma Digital 3DEXPERIENCE
Proponente: Prof. Daniel Onofre de Almeida Cruz
Departamento: Departamento de Engenharia Mecânica (DEM)
Faixa: B
Valor: R$ 59.648,00
Proposta: Projeto para Modernização e Inovação do Laboratório Didático da Graduação de Redes de Computadores
Proponente: Prof. Miguel Elias M. Campista
Departamento: Departamento de Engenharia Eletrônica e de Computação (DEL)
Faixa: B
Valor: R$ 51.102,00
Proposta: Projeto Estúdio de Gravação LIGPRO/DEI para apoio a Melhoria das Atividades Pedagógicas Presenciais, Síncronas e Assíncronas.
Proponente: Prof. Amarildo da Cruz Fernandes
Departamento: Departamento de Engenharia Industrial (DEI)
Faixa: C
Valor: R$ 56.786,00
Proposta: Construção do LIG da Engenharia de Petróleo – Sala D-118
Proponente: Prof. Ilson Paranhos Pasqualino
Departamento: Departamento de Engenharia Industrial (DEI)
Faixa: C
Valor: R$ 81.236,00
Proposta: Projeto de Recuperação e Modernização Parcial/ Inicial (fase 1) da ‘Sala do Futuro’ (I105), Laboratório de Informática da Graduação (LIG) do Departamento de Engenharia Industrial (DEI) da Escola Politécnica da UFRJ
Proponente: Prof. Renato Flórido Cameira
Departamento: Departamento de Engenharia Industrial (DEI)