Publicado em: 15/03/2022
Escola Politécnica da UFRJ
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Os estudantes Pedro Pimentel, Mariana Meirelles e Virgínia Torres, da Escola Politécnica da UFRJ, e Rodrigo Savi, da UniRio, retornam ao Brasil esta semana com a experiência de terem participado de um dos principais desafios de projeto de engenharia, o Invent for the Planet – IFTP, um desafio de 48 horas para gerar ideias que possam mudar o mundo. O Grupo Rio, organizado numa parceria da UFRJ com o Cefet/RJ, ficou entre as cinco melhores do mundo, em etapa mundial realizada entre os dias 5 e 7 de abril, nos Estados Unidos.
A equipe brasileira, que venceu as edições de 2019 e 2020, concorreu desta vez com o projeto eVERDE, que propõe uma solução para lixos eletrônicos, explorando aspectos ecológicos, sociais e empresariais, oferecendo ainda uma destinação adequada para o lixo eletrônico, incentivando o reuso de equipamentos, sem perder de vista um negócio que pode ser lucrativo.
Da esquerda para direita, os estudantes Rodrigo Savi, da UniRio, e Pedro Pimentel, Mariana Meirelles e Virgínia Torres da Escola Politécnica da UFRJ
“Nossa proposta busca conectar vendedores e compradores desses eletrônicos, assim como, ajudar a reciclar aqueles que não tem mais utilidade. Acreditamos que mesmo não tendo sido classificados, fizemos um trabalho incrível, viemos até aqui, conhecemos pessoas de muitos lugares do mundo e a Texas A&M University, que é uma universidade muito prestigiada, além de participar de um evento importante e internacional. Estamos muito felizes de estar entre os top 5 do mundo e com todos os elogios feitos ao nosso trabalho”, destacou a estudante Virgínia Torres da Silva, do curso de Engenharia Eletrônica e de Computação.
Na etapa classificatória, realizada em março deste ano no Rio de Janeiro, o projeto do Grupo Rio ficou à frente de outras iniciativas, entre elas de um grupo formado também por alunos da UFRJ e do Cefet/RJ, que apresentou uma ideia de aproveitar a água que é usada para outros fins para gerar uma pequena quantidade de energia renovável. Já um terceiro grupo, formado por alunos do Cefet, Universidade Veiga de Almeida e da própria UFRJ, sugeriu uma pulseira que gera energia, a partir dos movimentos do corpo, seja no tornozelo ou no pulso, podendo ser armazenada em uma bateria e assim ser usada para carregar um dispositivo eletrônico como o celular.
“Estamos muito orgulhosos dos nossos alunos. O desempenho deles foi excelente, principalmente em aspectos como aplicabilidade, viabilidade e apresentação do projeto. De uma maneira geral, temos desafiado os alunos a pensarem soluções para problemas de impacto global e temos tido uma resposta muito consistente, estando entre os melhores do mundo nas últimas edições”, avaliou o coordenador do projeto e professor da Escola Politécnica Marcelo Savi.
Os projetos vencedores foram Aquabox da Texas A&M University, E^2M3 da New Mexico State University’s e Island Vision da Texas A&M Corpus Christi, que podem ser conhecidos no site da competição.
Publicado em: 14/03/2022
Escola Politécnica da UFRJ
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Cinco professores da Escola Politécnica da UFRJ tiveram projetos de pesquisas selecionados no edital Cientista do Nosso Estado (CNE) da FAPERJ. O resultado foi divulgado no dia 10 de março, tendo a UFRJ o maior número de projetos agraciados, 174 no total. Cada projeto terá 36 meses para ser desenvolvido.
Entres os contemplados estão os professores Eduardo Antônio Barros da Silva do Departamento de Engenharia Eletrônica e de Computação (DEL), João Carlos dos Santos Basílio do Departamento de Engenharia Elétrica (DEE), Marcelo José Colaço e Thiago Ritto do Departamento de Engenharia Mecânica (DEM), e Susana Beatriz Vinzon do Departamento de Recursos Hídricos e Meio Ambiente (DRHIMA).
A avaliação dos projetos pela Faperj levou em conta o mérito técnico e/ou científico, o potencial de inovação e viabilidade da proposta, a adequação dos métodos e do cronograma de atividades, e a qualificação do proponente em relação às atividades previstas, entre outros fatores.
Confira os projetos selecionados:
Processamento de Sinais Multimídia UFRJ Autor: Prof. Eduardo Antônio Barros da Silva (Departamento de Engenharia Eletrônica e de Computação)
Desenvolvimento de estratégias de segurança na transmissão de dados visando a efetiva implementação da internet das coisas na Indústria 4.0 Autor: Prof. João Carlos dos Santos Basílio (Departamento de Engenharia Elétrica)
Técnicas híbridas de otimização e problemas inversos aplicados a problemas de engenharia e ciências térmicas Autor: Prof. Marcelo José Colaço (Departamento de Engenharia Mecânica)
Quantificação de incertezas e modelagem estocástica em dinâmica estrutural Autor: Prof. Thiago Ritto (Departamento de Engenharia Mecânica)
Orla sem lixo: da intercepção à reciclagem do lixo flutuante com soluções baseadas na natureza e inclusão social Autor: Prof.ª Susana Beatriz Vinzon (Departamento de Recursos Hídricos e Meio Ambiente)
Publicado em: 10/03/2022
Escola Politécnica da UFRJ
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Com o início do ano letivo se aproximando, as equipes de competição da UFRJ e a empresa júnior Fluxo Consultoria retomam os seus processos seletivos na busca de novos integrantes. É a oportunidade que alunos, de qualquer período, têm para colocar em prática o conhecimento adquirido em sala de aula e desenvolver uma série de habilidades fundamentais para a trajetória profissional, antes mesmo de ter uma experiência de estágio.
Abaixo, o calendário e mais informações sobre os processos seletivos para este primeiro semestre de 2022:
Minerva Baja UFRJ https://www.facebook.com/minervabajaufrj Inscrições abertas até 14 de março. Serão abertas de 10 a 15 vagas para Engenharia e Desenho Industrial.
Mensagem da equipe: “Nossa equipe busca indivíduos com sede em aprender e desenvolver um projeto sensacional. Dentro da equipe o aluno desenvolve diversas habilidades que são extremamente importantes para o mercado de trabalho. O trabalho em equipe, a responsabilidade, a engenharia na prática são exemplos de tais habilidades.”
Fluxo Consultoria https://www.facebook.com/fluxoconsultoria Inscrições abertas até o início de julho para interessados de todas as engenharias da Politécnica e da EQ, Química Industrial e Arquitetura. Serão oferecidas de 40 a 60 vagas em todas as coordenações da empresa, com oportunidade de trabalho nas áreas de gestão.
Mensagem da equipe: “Na Fluxo, você será capaz de desenvolver habilidades muito importantes para o mercado de trabalho, justamente pela vivência empresarial da qual você tem oportunidade de participar. Fazemos projetos reais e por isso buscamos entregar nosso melhor sempre.”
UFRJ Nautilus https://www.facebook.com/ufrjnautilus Inscrições abertas até o dia 8 de abril. Serão abertas 20 vagas para alunos de qualquer curso da UFRJ.
Mensagem da equipe: “A UFRJ Nautilus é uma equipe de competição de veículos autônomos que preza pela interdisciplinaridade, contando hoje com membros de todos os Centros da UFRJ, e pelo trabalho em equipe. Dentro da Nautilus o membro tem a oportunidade de desenvolver tecnologia de ponta em dois projetos distintos: drones autônomos e AUVs (veículos autônomos subaquáticos). Além de adquirir habilidades específicas de acordo com as áreas escolhidas, o membro também pode desenvolver suas soft skills em trabalho de equipe, liderança, comunicação e proatividade.”
MinervaBots https://www.facebook.com/MinervaBots Inscrições abertas até o final de março. Sem limite de vagas e aberto a estudantes de qualquer curso da UFRJ, sem restrição em relação ao período ou nível acadêmico (graduação ou pós graduação).
Mensagem da equipe: “Participar da MinervaBots é uma oportunidade de aprender na prática diversosconteúdos e conceitos que são vistos na sala de aula. Nossos membros possuem a oportunidade de desenvolver soft skills, hard skills e outras habilidades que só seriam possíveis no mercado de trabalho. Nosso foco é participar de competições de robótica como IronCup e RSM Challenge, confeccionando robôs de diversas categorias diferentes, atuando nas áreas de mecânica, eletrônica, programação e marketing; tendo como principais valores o Trabalho em Equipe, a Paixão por Vencer e o Espírito de Dono.”
Icarus UFRJ https://www.facebook.com/Icarus.ufrj Inscrições abertas até o final de março. Serão abertas cinco vagas para alunos de qualquer curso da UFRJ. Podem participar alunos da Escola Politécnica, CCMN, Escola de Belas Artes e pro curso de Administração.
Mensagem da equipe: “Fazer parte da equipe é se desenvolver intensamente de maneira profissional, já que simulamos a experiência de uma empresa. O conhecimento prático da sua área de atuação, trabalho em grupo, uma melhor organização, além do networking são algumas das oportunidades que incluem participar da Icarus”.
Equipes de competição reúnem estudantes de diversas unidades da UFRJ
Publicado em: 08/03/2022
Escola Politécnica da UFRJ
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A Fundação Instituto das Águas do Município do Rio de Janeiro (Rio-Águas) listou em suas páginas oficiais cinco publicações consideradas indispensáveis sobre drenagem urbana, que são referência para a Engenharia e que abordam conceitos seguidos pelo órgão em projetos e obras de controle de enchentes e alagamentos. Entre os títulos selecionados está o livro “Drenagem Urbana: do Projeto Tradicional à Sustentabilidade”, de autoria dos professores Marcelo Miguez e Osvaldo Rezende da Escola Politécnica da UFRJ, e da professora Aline Veról da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFRJ.
Segundo o professor Miguez, o livro – premiado em 2016 na categoria “Engenharias, Tecnologias e Informática” do 58º Prêmio Jabuti – foi desenvolvido para abordar o projeto do sistema de drenagem, de forma integrada, buscando entender seu histórico evolutivo, até chegar ao conceito de gestão do risco de cheias e cidades resilientes.
“Com essa abordagem, que vai também do conceitual ao prático, o projeto tradicional de drenagem é inicialmente apresentado, juntamente com uma revisão de hidráulica de canais e de redes, para dar o suporte técnico necessário para a avaliação de projetos, para a realização de diagnósticos e para preparar o leitor para este tipo de dimensionamento, como uma das ferramentas que pode ser integrada em uma solução mais abrangente”, explicou o professor da Politécnica-UFRJ.
O livro traz em suas mais de 380 páginas discussões sobre a conceituação e a introdução de técnicas compensatórias em projetos considerados de baixo impacto, articulando estas soluções com a paisagem urbana e com medidas preventivas de planejamento e controle de uso do solo, no intuito de oferecer alternativas para a solução do problema de inundações urbanas.
Capa do livro “Drenagem Urbana: do Projeto Tradicional à Sustentabilidade”
Publicado em: 21/01/2022
Escola Politécnica da UFRJ
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Seção prevê programação diversificada ao longo de 2022. Primeira palestra está confirmada para acontecer no dia 25 deste mês
Uma nova seção estudantil foi criada na Escola Politécnica da UFRJ: a ASME UFRJ. O grupo, formado por estudantes da Engenharia Mecânica, terá a partir deste ano a missão de realizar atividades para educar e divulgar conhecimentos e oportunidades na área da Engenharia Mecânica, além de disseminar o incentivo à associação junto à ASME – American Society of Mechanical Engineers.
Antes mesmo de sua oficialização, que aconteceu no dia 17 de dezembro, um grupo de estudantes já se movimentava para estruturar a seção. Em julho, a aluna de Engenharia Mecânica Sarah de Oliveira foi eleita representante do Brasil no grupo de estudantes regionais da ASME América Latina & Caribe. Em seguida, Sarah iniciou contatos com outros alunos, que prontamente demonstraram interesse em iniciar esta organização estudantil, dando força à proposta.
Estudantes da Engenharia Mecânica que participam da ASME UFRJ
“Para os estudantes, além de ser uma oportunidade de se desenvolverem em diversas áreas, sejam elas interpessoais ou acadêmicas, também representa a ambição de imprimir sua marca na história como os primeiros a representar uma organização internacionalmente reconhecida no seu país, dentro de sua faculdade, o que é um grande motivador e uma enorme fonte de orgulho para a equipe”, destacou Sarah, que está cursando o sexto período.
A criação de uma seção estudantil também dependia de um professor do Departamento de Engenharia Mecânica da Politécnica-UFRJ, que fosse associado à ASME, para ocupar o cargo de orientador, sendo o responsável por responder junto à associação americana pelas atividades exercidas pelos estudantes. O grupo fez o convite ao professor Marcelo Savi, que aceitou a missão.
“Essas iniciativas inserem os alunos em um contexto mais global e amplo. A inserção global trará um senso mais crítico sobre as várias facetas da engenharia. Às vezes, eles ficam restritos a ideias de estágios que, de fato, acrescentam pouco para a formação deles. Isso acaba fazendo eles trocarem atividades interessantes realizadas dentro da Universidade por estágios que pouco acrescentam. O senso crítico permite mais rigor para avaliar as oportunidades que realmente valem a pena e permitem que tracem caminhos mais desafiadores”, avaliou o professor.
A programação de eventos prevê a realização de palestras, visitas técnicas, ciclo de debates, participação em competições ASME e congressos, organização de semanas acadêmicas e engajamento nas redes sociais. Além disso, o grupo já se organiza para a próxima edição do ASME E-Fest – evento composto de sessões de desenvolvimento de carreira e profissional, competições digitais, que ocorrerá em março deste ano, virtualmente, devido às condições pandêmicas atuais.
A agenda terá início neste dia 25, às 19h, com a palestra do egresso da Politécnica-UFRJ e fundador da Maker Factory, Pedro Accioly. Ele falará sobre “Manufatura Aditiva na Engenharia Mecânica” e compartilhará a sua experiência e visão deste nicho de mercado, em transmissão ao vivo pelo canal da Seção Estudantil no YouTube.
Mais informações sobre a ASME UFRJ também podem ser visualizadas em suas páginas do LinkedIn e Instagram. Abaixo, a lista de membros e seus respectivos cargos na Seção:
Sarah de Oliveira – Presidente Henrique Costa – Vice Presidente Gabriel Henrique – Secretário Lucas Lanes – Diretor Institucional Victor Rodrigues – Membro da diretoria Institucional Renato Rosa – Membro da diretoria de eventos Larissa Muche – Membro da diretoria de eventos Beatriz Lopes – Diretora de eventos Caio Mayron – Membro da diretoria de eventos Lucas Hernani – Membro da diretoria de eventos Alison Santos – Membro da diretoria de eventos Bernardo Leal – Membro da diretoria de eventos Monizi Couto – Membro da diretoria de Comunicação Vinícius Brasil – Diretor de comunicação Carolina Esporcatte – Membro da diretoria de comunicação Mateus Bastos – Membro da diretoria de comunicação Bruna Oliveira – Membro da diretoria de comunicação Thiago Louzada – Membro da diretoria de comunicação
Publicado em: 10/01/2022
Escola Politécnica da UFRJ
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Formado por equipes de competição da Escola Politécnica, o Grupo representará o Brasil na Spaceport America Cup, que acontece em junho deste ano
Com o objetivo de implementar segurança cibernética e novos recursos aos foguetes Aurora, de propulsão sólida, e Quimera, de propulsão híbrida, o Grupo de Pesquisas Aeroespaciais da UFRJ, formado pelas equipes de competição da Escola Politécnica, Minerva Rockets e Minerva Sats, fechou acordo de patrocínio com a empresa brasileira TI Safe.
O Grupo representará o Brasil na Spaceport America Cup, maior competição de foguetemodelismo do mundo, que acontece no Novo México, nos Estados Unidos, entre os dias 21 e 25 de junho deste ano. A missão dos estudantes será construir foguetes que cheguem até exatos 3 mil metros com recursos de aviônica embarcada para aquisição e transmissão de dados, sistema de frenagem e de abertura do paraquedas. O evento universitário contará com a presença de 150 times de 26 países e seis continentes e a UFRJ estará junto das melhores universidades do mundo, como, MIT, Stanford e École Polytechnique Fédérale de Lausanne.
O evento universitário contará com a presença de 150 times de 26 países e seis continentes
Além de colaborar na segurança cibernética do projeto para garantir o sigilo de fabricação, a TI Safe também patrocinará a produção dos foguetes. A equipe de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) da empresa atuará junto à Minerva Rockets prestando auxílio e consultoria, por exemplo, para a automação da base de lançamento com inteligência artificial, sistema de frenagem e também através de novos componentes de hardware e software.
“Somos entusiastas da tecnologia e entendemos que dentro das nossas ações de pioneirismo, a segurança de aviões e da computação associada aos foguetes e satélites tem potencial de ser uma próxima fronteira de atuação para a TI Safe. Nosso objetivo é entender melhor para poder proteger com mais eficiência também”, explicou Thiago Branquinho, diretor de tecnologia da TI Safe.
Já o diretor-adjunto de Tecnologia e Inovação da Escola Politécnica, Fernando Castro Pinto, reforçou a importância dos acordos entre o mercado e a universidade. “O apoio a estas equipes por parte de empresas permite um maior intercâmbio com o mercado de trabalho, ampliando os horizontes dos alunos, mostrando como o trabalho, diversificado, do engenheiro ocorre no dia a dia”.
O Aurora é um foguete de sondagem atmosférica para transporte de Cubesats com apogeu de 3 km e característica modular, construído originalmente com acopladores rosqueados, sem parafusos no externo da fuselagem, garantindo ao foguete independência dos módulos e otimização da aerodinâmica. Seu propulsor sólido “Hélios” tem mais de um metro de comprimento e 17 Kg quando totalmente carregado. O Quimera, por sua vez, apresenta como inovação o emprego da propulsão híbrida, que garantirá operações mais seguras, pois o seu motor será controlado por um sistema de hardware e software embarcado.
A finalidade prioritária dos dois veículos é servir como um veículo de transporte de payloads, por exemplo, nanossatélites. Quando dotados de instrumentação dedicada, a mesma tecnologia pode ser empregada para fazer pesquisas científicas, pois necessariamente os foguetes precisam voar acima da atmosfera terrestre. “Esses sistemas são responsáveis pela colocação em órbita e pelo posicionamento, principalmente, de satélites com fins científicos ou operacionais”, explicou Marcelo.
O Grupo de Pesquisas Aeroespaciais da UFRJ atua de forma integrada à Universidade no processo de formação de profissionais de alto nível, empreendedores e inovadores, contribuindo para o desenvolvimento tecnológico do país. Para atender a esses fins, o grupo desenvolve projetos de engenharia no âmbito do setor aeroespacial, em especial, foguetes, nanossatélites para sensoriamento remoto e experimentos biológicos.
Publicado em: 06/01/2022
Escola Politécnica da UFRJ
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Em um ano marcado pela esperança da retomada das atividades acadêmicas, com o avanço da vacinação contra a Covid-19, estudantes da Escola Politécnica alcançaram importantes premiações em 2021. Seus conhecimentos e capacidades de solução de problemas, inovação e empreendedorismo foram colocados à prova, mesmo que em desafios virtuais, por conta da pandemia.
O principal destaque do primeiro semestre do ano passado foi o prêmio “Prix ArcelorMittal Pierre Vayssière”, da Sociedade Francesa de Metalurgia e Materiais, para o estudante Artur da Fonseca Alvarenga, do curso de Engenharia Metalúrgica e de Materiais. O reconhecimento é concedido anualmente a um estudante que tenha concluído com destaque um estágio em um laboratório industrial ou universitário na França.
A equipe Minerva Civil conquistou o 1º lugar no 3º Concurso do Centro Brasileiro da Construção em Aço (CBCA), com o desafio de projetar um edifício de uso misto com 50 pavimentos, a ser construído na Av. Paulista, em São Paulo. O pódio completo contou com a presença da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (2º lugar) e da Universidade Federal de Lavras (3º lugar).
A UFRJ Nautilus conquistou o 3º lugar na categoria “Paper Técnico” e boas colocações em outras três durante a RoboSub 2021, competição internacional de veículos autônomos submarinos – AUVs. No total, em sua quinta participação no evento, a Nautilus conquistou US$ 500 em premiações.
Os estudantes de Engenharia Eletrônica e de Computação Kaylani Bochie, Guilherme Araujo Thomaz, Gustavo Franco Camilo e Lucas Airam Castro de Souza, sob orientação dos professores Miguel Elias Mitre Campista e Otto Carlos Muniz Bandeira Duarte arremataram os prêmios de Melhor Artigo do 39º Simpósio Brasileiro de Redes de Computadores e Sistemas Distribuídos (SBRC 2021) e Menção Honrosa do WBlockchain/SBRC. Eles integram o Grupo de Teleinformática e Automação (GTA). Além deles, dois ex-estudantes da graduação da Politécnica-UFRJ e doutores pelo PEE/Coppe, que também integraram o GTA levaram os prêmios de Melhor Tese e Pesquisador de Destaque na área de Redes de Computadores – Prêmio Artur Ziviani SBRC 2021.
O desempenho acadêmico de estudantes da Engenharia Naval e Oceânica foi reconhecido por organização internacional de referência em classificação de navios. Os estudantes Glauber Amarante, Renata Bohrer e Rodrigo Soares foram contemplados com o prêmio ABS Award Brasil, concedido pela American Bureau of Shipping (ABS). Esta foi a segunda vez que estudantes da instituição são premiados.
O Prêmio Crea-RJ de Trabalhos Científicos e Tecnológicos contemplou dez trabalhos de graduação e pós-graduação da Politécnica-UFRJ, que foi uma das instituições de ensino com maior quantidade de prêmios conquistados, entre eles, um de mestrado pelo Programa de Projetos de Estrutura (PPE/UFRJ) e outros nove de graduação nas engenharias Civil, Ambiental, Eletrônica e de Computação, e Metalúrgica e Materiais.
O estudante de Engenharia Mecânica Lucas André dos Santos recebeu menção honrosa na premiação da Associação Brasileira de Engenharia e Ciências Mecânicas ABCM – Embraer, por trabalho de conclusão de curso. Foi a terceira vez que um estudante de graduação da Escola recebe reconhecimento da ABCM – Embraer. Além dele, os estudantes de mestrado Eduardo Almeida (egresso da Escola) e de doutorado Lucas Vignoli, ambos da Coppe/UFRJ, receberam menções honrosas.
Publicado em: 20/12/2021
Escola Politécnica da UFRJ
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Da esquerda pra direita, Thiago Ferreira e Marcos Cravo
A Liga de Petróleo da UFRJ – LIGPETRO foi fundada por Marcos Cravo e João David, alunos de Engenharia de Petróleo, em outubro de 2018. Após verificarem que havia necessidade de maior interação entre a indústria e a universidade naquela ocasião, criaram a LIGPETRO para aproximar os estudantes dos profissionais para que pudessem adquirir maior conhecimento prático do campo. Marcos está no oitavo período e atualmente é presidente do Conselho da organização, que tem Thiago Ferreira como diretor presidente, e conta com cerca de 20 membros. Na entrevista a seguir, os dois comentam sobre a estrutura, os objetivos e as atividades da LIGPETRO, que abrirá processo seletivo em janeiro.
Como é a estrutura da Liga de Petróleo da UFRJ?
Thiago: A LIGPETRO é formada por uma presidência e quatro diretorias: Marketing, Projetos, Administrativo-Financeiro e Fontes Humanas e Qualidades. Internamente, os gerentes de cada diretoria desempenham seus papéis de maneira coesa e harmônica, buscando atingir os objetivos estratégicos da organização.
Qual o objetivo dos eventos que realizam, como decidem a programação?
Thiago: O objetivo dos nossos eventos é trazer proximidade entre indústria e universidade de maneira assertiva e de fácil acesso aos nossos espectadores, de modo a promover assuntos pouco abordados no ambiente acadêmico. Nossa programação é definida de maneira estratégica em relação ao cronograma acadêmico e épocas do ano, tentando trazer eventos com profissionais de alto nível nos horários mais acessíveis ao nosso público.
Como tem sido a resposta do público à programação? Diminuiu ou aumentou durante a pandemia? Pretendem manter a realização de eventos on-line quando houver retorno ao presencial?
Thiago: Os nossos eventos trazem consigo uma participação relevante do público, de maneira que nos eventos de grande porte, temos em torno de 1.500 a 2.000 inscrições na plataforma Sympla. Esses números são resultado da crescente divulgação nas redes sociais durante a pandemia, que nos permitiu esse desenvolvimento acentuado. Sobre o retorno ao presencial, pretendemos adaptar nossos eventos à forma híbrida, realizando alguns de forma presencial e virtual, sempre disponibilizando nas nossas redes sociais.
Qual o perfil dos estudantes que participam da Liga?
Marcos: Nossa preocupação quando realizamos um processo seletivo é principalmente identificar a vontade do candidato. A vontade de aprender e se dedicar, a proatividade e algumas skills. Porém, as skills estamos aqui para desenvolver, e acredito que temos cumprido nosso objetivo com alunos que conseguem se desenvolver e se preparar para a vida profissional dentro da Liga, lidando com diversos tipos de pessoas, adquirindo experiência em trabalho em equipe e projetos. O perfil dos membros da LIGPETRO é muito diverso. Atualmente temos graduandos de cursos diversos, porém com ênfase em Engenharia. Entre os outros cursos temos Administração, Relações Internacionais entre outras graduações. Mas além da graduação, membros de mestrado e pós-graduação ocuparam cargos de diretoria e gerência dentro da Liga, e em nossa fundação metade da diretoria era composta por membros de cursos de mestrado da UFRJ. Além disso, já tivemos membros de outros estados, que auxiliaram e auxiliam a Liga em nossa expansão, não só pelo UFRJ, mas no Brasil como um todo.
Então a Liga de Petróleo é aberta a estudantes de outros⁹ cursos e universidades?
Thiago: Sim, a LIGPETRO é inteiramente aberta a alunos de outras instituições, a depender do cargo abordado. Entendemos que o retorno presencial trará certas limitações em relação à atuação remota, principalmente no quesito de integração da equipe. No entanto, ainda disponibilizamos espaço para estudantes de outras universidades nas áreas de Marketing, por exemplo. Em relação aos cursos ocupados, temos integrantes dos seguintes cursos: Engenharia de Petróleo, Engenharia Naval, Engenharia Ambiental, Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica, Nanotecnologia, Relações Internacionais e Defesa e Gestão Estratégica Internacional.
Como dividem as tarefas relativas aos eventos?
Thiago: As tarefas são demandadas pelo gestor responsável, de maneira que todos os membros possam atuar diretamente ou indiretamente no projeto, seja na intermediação, streaming ou feedback.
Qual é a média de eventos que realizam por semestre?
Thiago: Em torno de 10 a 15 eventos, de modo que mensalmente, temos 2 eventos sazonais e semestralmente, um evento de grande porte.
Entre os eventos já realizados, quais vocês destacam? Quais temas despertam mais interesse?
Thiago: Os nossos eventos de maior destaque são a PetroInsights e a Petroweek. Em nossos painéis, estabelecemos parcerias únicas com diversas empresas e instituições a fim de trazer maior credibilidade, apoio e suporte financeiro, para a viabilidade do nosso projeto. Os temas de maior interesse ultimamente têm sido transição energética, resiliência offshore e soft skills.
Marcos: Temos um público relativamente grande e nosso retorno foi ótimo desde a fundação. Somos uma das instituições mais novas da UFRJ, com apenas 3 anos, e já somos uma das organizações com mais seguidores nas redes sociais, ultrapassando iniciativas de até 10 anos de UFRJ. Além disso, fizemos alguns dos maiores eventos acadêmicos durante a pandemia, chegando a alcançar mais de 1.500 inscrições em um único evento e mais de 3.000 inscrições em eventos ao longo do período pandêmico.
E as semanas acadêmicas?
Marcos: As semanas acadêmicas são sempre de grande sucesso, durante a pandemia foram realizadas três e todas com mais de 1.000 inscritos. Nosso evento de inauguração presencial, em 2019, foi um único minicurso que teve mais de 150 inscritos.
Nosso evento único com maior quantidade de inscritos foi uma palestra com o Ciro Gomes, onde um auditório na UFRJ não suportou a audiência de mais de 300 alunos e tivemos filas nos corredores da universidade.
Conseguem mensurar de alguma forma a importância dos eventos que realizam com o intuito de aproximar a indústria da universidade? Tem exemplos de membros da LIGPETRO ou alunos que se motivaram mais, deram rumos à carreira, conseguiram estágio ou algo semelhante para contar?
Marcos: Acredito que a Liga teve fundamental importância no aprendizado e conhecimento de todos que passaram por ela, devido a nossa multidisciplinaridade e incentivarmos o aprendizado e a proatividade. Diversos estudantes iniciaram seus estágios enquanto estavam dentro da Liga e tenho certeza que a experiência deles, seja na área financeira, marketing, projetos, fontes humanas entre outras, foi de grande ajuda.
Costumo falar que o período em que estive como presidente da Liga e fundei a instituição foi a época que mais aprendi na minha vida. A fundação de uma instituição nova é muito difícil, exige muito trabalho, e também o desenvolvimento e estabilização da organização até alcançarmos um patamar estável e bem-sucedido. Adquiri experiências em todas as áreas e, como presidente, principalmente na questão de fontes humanas, a lidar com todos os tipos de pessoas e manter a organização saudável, além de a todo momento estar desenvolvendo experiência em gestão de projetos.
Como são os processos seletivos para interessados em participar da LIGPETRO? Quando será o próximo? Thiago: Os processos seletivos externos ocorrem semestralmente, enquanto os processos internos são anuais. A diferença é que os processos externos dão vagas apenas para cargos de gerência e os internos para diretoria também, pois nosso regimento permite que alguém se torne diretor apenas após passar por um cargo de gerência. São realizadas entrevistas com os interessados e apresentadas as rotinas da Liga para que os candidatos confirmem o interesse. O próximo será em janeiro. Os interessados devem ficar de olho nas nossas páginas no Instagram e Linkedin.
Composição da LIGPETRO:
Diretor Presidente: Thiago de Oliveira Ferreira
Presidente do Conselho: Marcos Vinícius Rodrigues Cravo Magalhães
Diretor Administrativo-Financeiro: Pedro Henrique Franco de Azevedo
Gerente de Orçamentos e Conformidades: Luca Manhães de Castro
Gerente de Relações Internacionais: Luiza Gomes Guitarrari
Diretora de Projetos: Thayane Almeida de Medeiros
Gerente de Expansão: Mariana Belo dos Santos
Gerente de Projetos: Bruno Gonçalves
Gerente de Eventos e Ações: Juan Carlos Ramos de Oliveira
Gerente de Eventos e Ações: Alexya Mayara Paulo dos Santos
Gerente de Eventos e Ações: Yasmin de Souza Lima
Diretora de Qualidades e Fontes Humanas: Mariana Souza Lannes
Gerente de Fontes Humanas: Lara José Souza
Obs.: Como mencionado na abertura da entrevista, o número regular de integrantes da LIGPETRO são 20 estudantes, mas este mês houve saída de alguns membros. Com o processo seletivo previsto para janeiro, o time voltará a contar com 20 integrantes.
Publicado em: 17/12/2021
Escola Politécnica da UFRJ
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O 1º Encontro de Gestores e Coordenadores de Cursos das Instituições de Ensino Superior, promovido pelo Crea-RJ, foi realizado no dia 13 e contou com a participação de representantes de nove instituições e entidades, entre os quais a professora Cláudia Morgado, diretora da Politécnica-UFRJ. O encontro virtual teve mediação da coordenadora da Comissão de Educação do Crea-RJ, Carmen Lúcia Petraglia, e teve a participação do presidente da entidade, Luiz Antônio Cosenza, na abertura e no encerramento.
Durante cerca de duas horas e 40 minutos foram realizadas palestras sobre a implantação das novas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs), seguidas de quase 40 minutos dedicados a respostas dos palestrantes a perguntas feitas, via chat, pelo público que acompanhou o evento pelo Canal do Crea-RJ no YouTube. O evento virtual foi acompanhado por cerca de 200 pessoas.
A mesa de palestrantes foi composta por representantes do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia – Confea, da Comissão Executiva Nacional de Implantação das DCNs junto aos cursos de Engenharia/Conselho Nacional de Ensino, da Associação Brasileira de Educação em Engenharia – Abenge, e da academia (IME, Uerj, UFF, além da Escola Politécnica da UFRJ). Também compôs a mesa um professor, engenheiro e consultor que apresentou a experiência de ensino de Engenharia por competências na Índia.
As vantagens que o foco nas competências e o protagonismo da aprendizagem, com novas tecnologias de ensino, valorizando as atividades de extensão que integram ensino e pesquisa, e com a inovação sendo valorizada desde o início dos cursos, foram a tônica das apresentações.
Mas, embora seja consenso que as mudanças a serem implantadas serão benéficas para formação dos futuros profissionais, os palestrantes pontuaram que há muitos desafios a serem superados e trabalho para as instituições de ensino se adaptarem.
A diretora da Escola Politécnica, Cláudia Morgado, presidente do Fórum Nacional de Dirigentes de Instituições de Ensino em Engenharia – Fordirenge, que também participa do Comitê Nacional de Implantação das novas DCNs, destacou alguns desses desafios e dificuldades, com os quais outros palestrantes concordaram.
Ela citou a necessidade de atualização dos docentes para uso de novas tecnologias ativas de ensino, de construir um ambiente no qual os discentes se coloquem no centro da aprendizagem de forma ativa, e também a necessidade de reforma do ciclo básico que, no caso da UFRJ, inclui outros institutos que são do CCMN, o credenciamento de cursos no Crea-RJ e também a necessidade de uma infraestrutura e tecnologia mais adequada aos ambientes de criação e inovação da educação moderna em Engenharia.
Precisamos de mais tempo para elaborar um novo PPC (Projeto Pedagógico do Curso), para os conselhos superiores das instituições de ensino de Engenharia normatizarem a curricularização da extensão e do ensino híbrido, que se tornaram elementos importantes das DCNs”, disse.
Ao comentar sobre o novo paradigma trazido pelas novas DCNs que vai mudar o ensino e a aprendizagem, a professora Cláudia Morgado citou uma frase do escritor francês Marcel Proust (1871–1922): “A verdadeira viagem do descobrimento consiste não em ver novas terras, mas em ver com novos olhos.” Para ela, as mudanças podem ser encaradas com a verdadeira viagem de descobrimento mencionada pelo escritor.
“Precisamos ver com novos olhos tudo que fizemos, não foi pouco nem ruim, porque formamos bons engenheiros no país, mas os desafios tecnológicos são crescentes e cada vez mais acelerados, e quando um paradigma muda todos voltamos a zero.”
As palestras e debates do 1º Encontro de Gestores e Coordenadores de Cursos das Instituições de Ensino Superior podem ser assistidasna WebTV do Crea-RJ: https://www.youtube.com/c/webtvcrearj
Integrantes da mesa do 1º Encontro de Gestores e Coordenadores de Cursos das Instituições de Ensino Superior
Integrantes da mesa do 1º Encontro de Gestores e Coordenadores de Cursos das Instituições de Ensino Superior
Presidente do Crea-RJ – Luiz Antônio Cosenza
Representante da Presidência do Confea – Jorge Bettencourt
Coordenador da Comissão Executiva Nacional de Implantação das DCNs junto aos cursos de Engenharia – Luiz Alberto Liza Curi
Diretora da Escola Politécnica da UFRJ – Profa. Cláudia Morgado
Pró-Reitor do IME, Carlos Luiz Ferreira, e Prof. Jorge Cerqueira
Diretor da Escola de Engenharia da UFF, Prof. José Rodrigues de Farias Filho
Instituto Federal Fluminense – IFF – Prof. Marlon Mendes e Oliveira
Pró-Reitor da UERJ, Lincoln Tavares Silva, e Prof. José Ricardo, pedagogo
Professor Aecio Freitas Lira, consultor
Presidente da Associação Brasileira de Educação em Engenharia – ABENGE – Vanderli Fava de Oliveira
Publicado em: 13/12/2021
Escola Politécnica da UFRJ
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O aluno de Engenharia Mecânica da Escola Politécnica Lucas André dos Santos recebeu menção honrosa em premiação da Associação Brasileira de Engenharia e Ciências Mecânicas ABCM – Embraer, por trabalho de conclusão de curso. Esta é a terceira vez que um aluno de graduação da Escola recebe reconhecimento da ABCM – Embraer. Além dele, os alunos de mestrado Eduardo Almeida (egresso da Escola) e de doutorado Lucas Vignoli, ambos da Coppe/UFRJ, receberam menções honrosas.
Os alunos Lucas Santos (graduação), Eduardo Almeida (mestrado) e Lucas Vignoli (doutorado)
Sob orientação do professor Thiago Ritto, o mesmo trabalho de Lucas dos Santos conquistou outros prêmios, em 2019 e 2020, como o 1º lugar no SPE Paper Contest Brazil, 1º lugar no SPE Paper Contest Latin America and Caribeen, e 2º lugar no SPE Paper Contest International.
O projeto, desenvolvido durante a iniciação científica do aluno e com patrocínio da Petrobras, apresenta um método para determinar cargas críticas de flambagem em operações de perfuração de poços de petróleo. A iniciativa visa aumentar o envelope operacional, a fim de reduzir tempo e custo da operação.
“Ter recebido esse prêmio me deu uma sensação de recompensa pelos meses dedicados ao desenvolvimento do meu projeto final. É um reconhecimento que todo esforço e trabalho árduo valeu à pena”, celebrou Lucas, que teve o seu trabalho avaliado por uma comissão indicada pela ABMC, composta por um representante da EMBRAER e professores de diversas instituições do país.
“A menção honrosa obtida pelo aluno representa o excelente trabalho realizado por ele. Esse trabalho foi fruto da colaboração entre universidade e empresa. Esse ambiente de troca entre a academia e sociedade é fundamental para o desenvolvimento da engenharia nacional”, comentou o professor Thiago Ritto.