Publicado em: 27/11/2025
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Os estudantes de Engenharia Eletrônica e de Computação Gabriel Lisboa e Leandro Assis, e os professores da Escola Politécnica da UFRJ Fernanda Duarte Oliveira, João Victor da Fonseca Pinto, José Manoel de Seixas e Natanael Nunes de Moura Júnior conquistaram o segundo lugar no Prêmio de Melhor Artigo no XVII Congresso Brasileiro de Inteligência Computacional (CBIC 2025). O evento, promovido pela Sociedade Brasileira de Inteligência Computacional (SBIC), ocorreu entre os dias 27 e 30 de outubro, na Escola de Engenharia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
O trabalho premiado, “Redes Neurais Embarcadas em FPGA para Classificação Online de Elétrons em um Calorímetro de Altas Energias”, foi apresentado na edição de 2025 da CBIC. O artigo propõe a implementação de um algoritmo de hardware chamado NeuralRinger, que opera desde 2017, em software, no experimento ATLAS, parte da Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear (CERN) — um dos maiores laboratórios de física de partículas do mundo. O estudo demonstra a viabilidade de usar inteligência artificial embarcada para lidar com o desafio do elevado volume de dados.
A pesquisa, desenvolvida por estudantes e professores, foi elogiada por sua qualidade técnica, relevância científica e contribuição para o avanço da área de Inteligência Computacional no Brasil.
Com 30 anos de história, o CBIC é considerado um dos principais eventos da área de Inteligência Computacional no país, reunindo professores, pesquisadores e estudantes de graduação e pós-graduação de todo o Brasil. A programação deste ano contou com apresentações de trabalhos científicos, palestras ministradas por especialistas e mesas-redondas.
Publicado em: 26/11/2025
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Formada por estudantes da Escola Politécnica da UFRJ, a equipe Shadow, sob a coordenação da professora Márcia Cerioli, conquistou a medalha de bronze na final nacional da 30ª Maratona SBC de Programação, o maior evento de programação competitiva da América Latina, realizado em 8 de novembro, em São Paulo. O resultado garantiu a classificação da equipe para a final latino-americana do International Collegiate Programming Competition (ICPC), a Programadores de América, que será disputada em março do próximo ano, em Santiago, no Chile. O grupo alcançou o 11º lugar na classificação geral do Brasil.
A Maratona SBC de Programação acontece anualmente em locais diferentes e reúne estudantes da área de Computação para resolver problemas complexos com criatividade, estratégia e trabalho em equipe. Neste ano, o evento teve como anfitriã a FECAP (Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado) e é promovido pela Sociedade Brasileira de Computação (SBC). Participaram 984 times na primeira fase da prova, realizada em 13 de setembro, dos quais dois times da UFRJ foram classificados para a fase nacional. Os dois grupos avançaram por figurarem entre os 15 melhores do país — um feito relevante, já que, tradicionalmente, apenas uma equipe por universidade alcança a etapa nacional. Para a fase latino-americana, foram selecionadas as 20 melhores equipes da região.
Cada time é composto por três estudantes, que têm a missão de resolver o maior número possível de problemas fornecidos ao longo de cinco horas. Para isso, os competidores contam com apenas um computador e material impresso. Eles devem colaborar para identificar os problemas mais acessíveis e desenvolver soluções que precisam ser aprovadas pelos juízes.
A equipe Shadow é formada pelos estudantes Caio Davi de Andrade Monteiro (Engenharia Eletrônica e de Computação), Enzo Fernandes Vieira (Engenharia de Computação e Informação) e Luís Rafael Sena (Engenharia Eletrônica e de Computação). O aluno Christofer Ciafrino, de Ciência da Computação, atua como técnico auxiliar das duas equipes. O segundo time da UFRJ, que também participou da fase nacional, reúne os estudantes Frederico Rocha Boller (Engenharia de Computação e Informação), Marcos Henrique Junqueira Muniz Barbi Silva (Ciência da Computação) e Tiago de Paula Dantas da Silva (Ciência da Computação).
A UFRJ já esteve presente em todas as três edições da Programadores de America. Na última temporada, um de seus times foi selecionado para disputar a fase mundial.
Publicado em: 24/11/2025
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A Chapa 1, formada pelo professor Sérgio Lima Netto (Diretor) e pelo professor Marcelo Gomes Miguez (Vice-diretor), venceu a Consulta para Direção da Escola Politécnica da UFRJ referente ao quadriênio 2026–2029. A disputa ocorreu com a Chapa 2, composta pelo professor Edilberto Strauss (Diretor) e pela professora Adriana da Cunha Rocha (Vice-diretora). A divulgação dos resultados em cada categoria de votantes foi feita nesta segunda-feira (24/11) pela Comissão de Consulta, em sessão virtual transmitida pelo Canal da Escola Politécnica no YouTube.
A apuração dos votos, realizada pela Comissão de Consulta, apresentou ampla vantagem para a Chapa 1 nas três categorias de votantes. Entre os alunos, a Chapa 1 recebeu 446 votos, enquanto a Chapa 2 obteve 295; foram registrados ainda 19 votos brancos e 29 nulos. No corpo docente, 224 professores votaram na Chapa 1 e 91 na Chapa 2, além de 5 votos brancos e 8 nulos. Entre os técnicos-administrativos, a Chapa 1 ficou com 61 votos e a Chapa 2, com 34, havendo ainda 1 voto branco e 1 nulo. Somados os votos, a Chapa 1 venceu a Consulta com 65,7% dos votos apurados.
Sobre o novo diretor
O professor Sérgio Lima Netto, 57 anos, casado e pai de três filhos, reúne uma trajetória de quatro décadas de vínculo com a Escola Politécnica. Ingressou na instituição em 1985, ainda no ciclo básico, e concluiu a graduação em Engenharia Elétrica com ênfase em Eletrônica em 1991. No ano seguinte, defendeu o mestrado na Coppe, dando continuidade à formação acadêmica que o levaria ao doutorado no Canadá, concluído em 1996.
Desde 1997, Sérgio Lima Netto integra o corpo docente da UFRJ, onde alcançou o cargo de professor titular em 2014. Atualmente, é Cientista do Nosso Estado (FAPERJ) e Pesquisador B do CNPq, além de exercer seu segundo mandato como chefe do Departamento de Engenharia Eletrônica. Também já atuou como coordenador acadêmico do Programa de Engenharia Elétrica da Coppe e integrou o Comitê Assessor de Engenharias IV do CNPq no triênio 2021–2023, desempenhando a coordenação do grupo nos dois últimos anos.
Sobre o novo vice-diretor
Marcelo Gomes Miguez, 58 anos, é casado pela segunda vez, após uma viuvez inesperada, e pai de duas filhas. Ingressou na UFRJ em 1985 e formou-se em Engenharia Civil, com ênfase em recursos hídricos, em 1990, iniciando em seguida o mestrado na Coppe. Durante esse período, foi aprovado em concurso para a Companhia Vale do Rio Doce, antes da privatização. Concluiu o mestrado em 1994 e, em 1995, pediu licença da empresa para retornar ao Rio e iniciar o doutorado na Coppe, optando posteriormente por sair da Vale para seguir a carreira acadêmica. Tornou-se professor da UFRJ em 1998 e concluiu o doutorado em 2001.
Na universidade, exerceu diversas funções: Chefe e Vice-Chefe do Departamento de Engenharia de Transportes, Coordenador do Curso de Engenharia Civil, Vice-Coordenador do Programa de Engenharia Ambiental, Chefe do Departamento de Construção Civil, além de atuar por cinco anos no CEPEG e participar de várias comissões da Direção da Politécnica-UFRJ, incluindo a condução do processo da COTAV-POLI em 2023. É professor titular desde 2019, lecionando na Graduação em Engenharia Civil e nos Programas de Pós-Graduação em Engenharia Urbana (POLI), Engenharia Ambiental (Poli e EQ) e Engenharia Civil (Coppe). É também Pesquisador B do CNPq.
Participa há mais de 10 anos do Grupo de Águas Urbanas do Programa Hidrológico Intergovernamental da UNESCO para a América Latina e o Caribe, sendo um dos coordenadores da Cátedra UNESCO para Drenagem Urbana em Regiões da Baixada Costeira, estabelecida na UFRJ em 2020.
Desde sua entrada na universidade, atua em projetos de pesquisa, desenvolvimento, inovação e consultoria, por meio das fundações universitárias, envolvendo parcerias nacionais e internacionais em temas como drenagem urbana sustentável, planos de saneamento e recursos hídricos.
Publicado em: 04/11/2025
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A Escola Politécnica da UFRJ inaugurou, no dia 4 de novembro, o Centro de Acolhimento e Suporte Acadêmico (CASA), uma iniciativa conjunta da Escola Politécnica e da Escola de Química, com apoio da Decania do Centro de Tecnologia da UFRJ (CT/UFRJ) – que cedeu o espaço. A cerimônia foi realizada no Bloco A (Térreo – Ligação ABC 115) do Centro de Tecnologia, ao lado do Restaurante Universitário. Durante a cerimônia, também foram descerradas três placas: uma marcando a inauguração oficial do Centro, outra expressando agradecimento às professoras e bolsistas do Instituto de Psicologia, e uma terceira homenageando a aluna Rayssa, que inspirou a criação do CASA.
A Escola Politécnica da UFRJ inaugurou, no dia 4 de novembro, o Centro de Acolhimento e Suporte Acadêmico (CASA), viabilizado com recursos CIP da Escola Politécnica, da Escola de Química e da Reitoria, além do apoio da Decania, que cedeu o espaço. A cerimônia foi realizada no Bloco A (Térreo – Ligação ABC 115) do Centro de Tecnologia, ao lado do Restaurante Universitário. Durante a cerimônia, também foram descerradas três placas: uma marcando a inauguração oficial do Centro, outra expressando agradecimento às professoras e bolsistas do Instituto de Psicologia, e uma terceira homenageando a aluna Rayssa, que inspirou a criação do CASA.
O projeto – viabilizado com recursos CIP, foi criado para oferecer suporte psicológico e acadêmico aos estudantes de graduação das duas unidades, em consonância com as novas Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de Engenharia. A nova estrutura conta com três salas de atendimento, além de uma sala para os preceptores e outra de apoio aos estagiários.
Na foto, a diretora da Escola Politécnica da UFRJ, Cláudia Morgado.
“O cuidado com a saúde mental é essencial para o desenvolvimento acadêmico. Começamos os atendimentos em 2023, de forma simples, com recursos próprios da Politécnica e da Escola de Química. Com o apoio do Projeto CIP, conseguimos ampliar a equipe, construir o novo laboratório e, agora, inaugurar oficialmente o espaço. O CASA tem sido fundamental para acolher nossos alunos e mostrar que buscar ajuda é um passo importante para crescer e permanecer na universidade”, destacou a diretora da Escola Politécnica da UFRJ, Cláudia Morgado.
Durante a cerimônia, o reitor da UFRJ, Roberto Medronho, também reforçou a importância do projeto e reafirmou o compromisso da universidade em ampliar essa ação para outras unidades. “Quero, aqui, trazer o seguinte compromisso: a partir dessa experiência, expandir o projeto para toda a UFRJ. Os alunos estão realmente enfrentando muitas dificuldades, jovens num mundo distópico e anacrônico”.
Na foto, a ex-diretora do Instituto de Psicologia e coordenadora das ações de pesquisa e extensão no CASA, Ana Cunha.
O CASA é parte das ações de pesquisa e extensão do programa “Promoção de Saúde Mental e Prevenção de Suicídio entre Universitários”. A iniciativa inclui a participação das equipes Sentidos de Vida e Con-Viver, que oferecem atendimentos em Plantão Psicológico, Psicoterapia Breve e Rodas de Saúde Mental. Ex-diretora do Instituto de Psicologia e coordenadora das ações de pesquisa e extensão no CASA, Ana Cunha destaca o papel essencial da iniciativa no acolhimento dos estudantes universitários e na promoção de um espaço de escuta e desenvolvimento pessoal.
“Em um momento de várias e intensas transições existenciais, como é iniciar a vida universitária, o CASA tem fundamental importância por proporcionar um cuidado integral de acolhimento e suporte psicossocial e acadêmico aos estudantes universitários fundamental para prevenção do sofrimento psicológico e garantir as diretrizes de políticas públicas de saúde, como o PNAES e o PSE.”
Andréa Medeiros Salgado, diretora da Escola de Química da UFRJ, comemorou a conquista:
Na foto, Andréa Medeiros Salgado, diretora da Escola de Química da UFRJ.
– O CASA está sendo fundamental para a Escola de Química, pois trouxe para nossos estudantes uma ajuda considerável, já que cada vez mais a questão da saúde mental tem impactado diretamente o aprendizado, o desenvolvimento social e o bem-estar geral dos estudantes. Esperamos que o Projeto CASA continue por muitos anos com sua atuação ativa e que possa ser ampliado, fornecendo apoio tão necessário aos nossos estudantes.
Atualmente, o centro conta com 15 estagiários, cinco preceptores e três coordenadoras de equipe, que atuam no acolhimento dos estudantes. A expectativa é que, no semestre de 2025.2, sejam realizados aproximadamente 510 atendimentos psicológicos, considerando uma média de dez sessões por aluno atendido.
A criação do CASA também conta com o apoio dos estudantes, por meio do Centro Acadêmico de Engenharia (CAENG) e do Diretório Acadêmico de Engenharia Química (DAEQ), que vêm colaborando com a divulgação e fortalecimento da pauta da saúde mental no ambiente universitário.
Na foto, o representante do Caeng, Matheus Monteiro Nascimento.
“É um orgulho grande que a gente sente em fazer parte deste processo também. Quero agradecer muito a ajuda de todos que estão aqui prestigiando a inauguração deste projeto, que vai ser fundamental para garantir a permanência dos estudantes na nossa universidade. Estou muito feliz e hoje celebro a existência do CASA, que já ajudou vários colegas meus que hoje permanecem na universidade por conta desse acompanhamento psicológico”, comemorou o representante do Caeng, Matheus Monteiro Nascimento.
A cerimônia contou com a presença do reitor da UFRJ, Roberto Medronho; da vice-reitora da UFRJ, Cássia Turci; do decano do CT, Walter Issamu Suemitsu; da diretora da Escola Politécnica, Cláudia Morgado; da diretora da Escola de Química, Andréa Salgado; da ex-diretora do Instituto de Psicologia e coordenadora das ações de pesquisa e extensão no CASA, Ana Cunha; do diretor adjunto de políticas estudantis da Escola Politécnica, Álvaro da Silva Monteiro; e dos representantes do DAEQ, Kauã Fagundes, e do Caeng, Matheus Monteiro Nascimento. Também prestigiaram o evento, a chefe de gabinete da Reitoria, Fabiana Valéria da Fonseca; o presidente do Clube de Engenharia, Francis Bogossian; representantes da PR1 e PR7; além de diretores-adjuntos da Escola Politécnica, e integrantes do corpo docente e discente.
Publicado em: 31/10/2025
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Formado por alunos da Escola Politécnica da UFRJ, o grupo Martello d’Argento conquistou o primeiro lugar no Desafio Estratégico Mirow 2025, organizado pela consultoria estratégica Mirow & Co. A competição reuniu mais de 300 estudantes de 30 universidades distintas, sendo um dos maiores desafios de consultoria estratégica do país. O resultado foi divulgado no dia 29 de outubro.
O escopo da disputa se dava na análise do setor portuário brasileiro, sobretudo dos terminais de granéis líquidos e a entrada de uma empresa fictícia no mercado. A equipe se destacou nas duas fases da competição e conquistou a vitória na final, entre seis finalistas, se sobressaindo sobre competidores da USP e da própria UFRJ. Vale ressaltar que seis finalistas, três eram da UFRJ, o que demonstra a excelência da faculdade.
Os prêmios concedidos pela empresa foram fast track no processo seletivo da Mirow, R$ 5 mil em gift cards, jantar com os sócios e um curso gratuito de consultoria.
O grupo Martello d’Argento, representante da Escola Politécnica da UFRJ, foi composto por:
Allan Sleman (Engenharia de Produção, 3º período) Bernardo Prataviera (Engenharia de Produção, 3º período) Diogo Honda (Engenharia Elétrica, 5º período) João Lavall (Engenharia Elétrica, 4º período) Júlia Martello (Engenharia de Produção, 4º período)
Publicado em: 27/10/2025
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A equipe PetroTeam da Escola Politécnica da UFRJ conquistou o 2º lugar no Petrobowl Championship 2025, disputado em Houston, nos Estados Unidos, no dia 20 de outubro, sendo uma das três representantes brasileiras nesta edição do campeonato mundial – ao lado das equipes da Universidade Federal Fluminense (UFF) e da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC). A competição reuniu 32 universidades de todos os continentes, e com o resultado, a equipe, coordenada pelo professor Rafael Charin, garantiu o vice-campeonato mundial e a premiação de 3.750 dólares.
Organizado pela Society of Petroleum Engineers (SPE), o Petrobowl funciona no estilo “quiz de conhecimento”. Em ritmo acelerado e dinâmico, equipes de diversas universidades são desafiadas a responderem com rapidez perguntas técnicas e não técnicas relacionadas à indústria de petróleo. A equipe que alcançar a melhor pontuação vence a competição.
Formada pelos estudantes Yan Furtado (capitão), Matheus Dutra, Isabella Barbosa, Amanda Cortkamp e Kauahn Fonseca, todos do curso de Engenharia de Petróleo, a equipe teve uma campanha sólida ao longo da competição, enfrentando universidades de diferentes países. A PetroTeam venceu a Robert Gordon University (75 a 45), a UNAM (65 a 55), a Azerbaijan University (50 a 30) e a University of Houston (165 a 15), garantindo vaga na decisão. Na final, disputada contra a Universidade de Buenos Aires (UBA), o jogo foi equilibrado, com alternância na liderança do placar, mas terminou com vitória argentina por 95 a 45. O Instituto Francês de Petróleo (IFP) completou o pódio em terceiro lugar.
Capitão da equipe, Yan Furtado, valorizou o desempenho:
– Durante cada rodada do campeonato, nós colocamos em prática todas as horas dedicadas à competição, o que nos garantiu jogos bastante competitivos contra outras equipes que também têm grande tradição dentro da competição. Isso nos mostrou a grande importância de manter uma preparação contínua dentro da equipe, com estratégias individuais e em grupo para se manter competitivo dentro do Petrobowl.
Publicado em: 22/10/2025
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Vinte professores da Escola Politécnica da UFRJ foram contemplados nos editais Cientista do Nosso Estado – CNE (Edital FAPERJ Nº 08/2025) e Jovem Cientista do Nosso Estado – JCNE (Edital FAPERJ Nº 09/2025), da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj). O resultado preliminar foi divulgado em 16 de outubro. A UFRJ foi a instituição com o maior número de projetos aprovados: 207 pelo CNE e 95 pelo JCNE.
A avaliação dos projetos pela Faperj levou em conta o mérito técnico e/ou científico, o potencial de inovação e viabilidade da proposta, a adequação dos métodos e do cronograma de atividades, e a qualificação do proponente em relação às atividades previstas, entre outros fatores.
Nesta edição foram concedidas 578 bolsas pelo CNE e 379 pelo JCNE, totalizando 957 projetos contemplados em instituições de ensino e pesquisa fluminenses. O investimento reforça o compromisso da Fundação em apoiar pesquisadores de diferentes áreas do conhecimento e garantir a continuidade de estudos científicos de alto impacto.
Confira os professores da Politécnica-UFRJ contemplados e seus projetos:
Cientista do Nosso Estado
Assed Naked Haddad
Automação na construção, resiliência e sustentabilidade baseada em digitalização e inteligência – ARSConstrução
Carolina Palma Naveira Cotta
CirMiTES: Engenharia circular e microssistemas: soluções integradas para uma transição energética sustentável
Daniel Ratton Figueiredo
Modelos e algoritmos eficientes para identificação de vértices assintomáticos em epidemia em redes
Eduardo Antonio Barros da Silva
Processamento de sinais multimídia
Helcio Rangel Barreto Orlande
Problemas inversos e de projeto ótimo em bio-transferência de calor
Luis Marcelo Marques Tavares
Máquinas virtuais de cominuição
Marcelo Amorim Savi
Colheita de energia mecânica
Marcelo José Colaço
Técnicas híbridas de otimização e problemas inversos aplicados a problemas de engenharia e ciências térmicas
Marcelo Martins Werneck (aposentado)
Nanosensores ópticos
Miguel Elias Mitre Campista
Projeto PvP-IA: Personalização versus privacidade na era da inteligência artificial ubíqua
Renato Machado Cotta
Métodos híbridos e modelos reduzidos em ciências da engenharia
Robson Francisco da Silva Dias
Gestão do curtailment na expansão das renováveis: inovação tecnológica para a descarbonização equitativa
Rossana Mara da Silva Moreira Thiré
Avaliação de metodologias para modificação da superfície de implantes porosos de titânio produzidos por impressão 3D para regeneração óssea
Su Jian
Modelagem multifísica de reatores pequenos modulares (SMRs): termohidráulica, termomecânica e interação fluido-estrutura
Jovem Cientista do Nosso Estado
Cesar Giron Camerini
Tecnologias de inspeção para avaliação de materiais compósitos de alto desempenho – da contribuição acadêmica aos desafios industriais
Diego Leonel Cadette Dutra
Escalabilidade de serviços orientados a interesse sobre MECs para redes móveis usando WNNs
Giovanni Laranjo de Stefani
Uso de tório em reatores nucleares e ciclo do combustível com aplicações inovadoras em inteligência artificial
Mayara Amario
Valorização de resíduos da construção civil e da indústria para formulação de concretos de baixo impacto ambiental aplicados em elementos pré-fabricados
Mohammad Najjar
Sistema integrado de gerenciamento multicritério avançado para a construção (SIGMA-C)
Rodrigo Magalhães de Carvalho
Modelagem e simulação dinâmica de circuitos de cominuição
Publicado em: 22/10/2025
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Os professores da Escola Politécnica da UFRJ Marcelo Savi, Ofelia Araújo, Paulo Diniz e Renato Cotta estão entre os pesquisadores mais influentes do mundo nas disciplinas Engenharia e Tecnologia, Engenharia Mecânica e Aeroespacial, e Informática, segundo o ranking internacional Research.com. A presença dos docentes na lista destaca a relevância da Politécnica no cenário científico nacional e internacional.
A UFRJ aparece na classificação com 68 pesquisadores distribuídos em 18 áreas do conhecimento, sendo a quinta universidade brasileira com maior número de representantes. O levantamento considera o impacto acadêmico com base no número de publicações e de citações, utilizando dados da Scopus, uma das principais bases científicas do mundo.
A edição mais recente do ranking avaliou 25 áreas, abrangendo engenharias, tecnologias, ciências exatas, humanas, biológicas e da terra — com maior concentração nas áreas da saúde e biológicas. De acordo com a Research.com, o objetivo da classificação é reconhecer os principais especialistas em cada campo e incentivar o avanço global da pesquisa.
Confira a lista dos pesquisadores da Politécnica-UFRJ que estão nos rankings dos mais influentes do mundo:
Publicado em: 22/10/2025
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Os professores Leonardo Becker, da Escola Politécnica da UFRJ, e Willy Lacerda, da Coppe/UFRJ, irão lançar no dia 19 de novembro, o livro “Estabilidade de Taludes em Solos Residuais e Coluvionares: Teoria e Prática”. A obra será apresentada oficialmente durante a IX Conferência Brasileira Sobre Estabilidade de Encostas, em Bento Gonçalves (RS).
O livro aborda problemas de instabilidade de taludes e encostas, assim como soluções voltadas à estabilização e à proteção de pessoas e construções. Além da fundamentação teórica, a publicação reúne uma série de casos e recomendações práticas, fruto da experiência acumulada pelos autores ao longo de suas carreiras. Um dos destaques da obra é a atenção dedicada aos solos e taludes típicos de regiões tropicais brasileiras — tema frequentemente negligenciado pela bibliografia técnica internacional.
Equipe da Escola Politécnica foi premiada em duas categorias na competição realizada em São Caetano do Sul (SP)
Publicado em: 22/10/2025
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A equipe MinervaBots, da Escola Politécnica da UFRJ, foi destaque na RoboChallenge 2025, um dos maiores torneios de robótica do Brasil, realizado entre os dias 3 e 5 de outubro no Instituto Mauá de Tecnologia, em São Caetano do Sul (SP). Representando a universidade com 11 robôs distribuídos em quatro categorias, a equipe – que é coordenada pelo professor Vitor Romano, conquistou dois troféus de 2º lugar, nas categorias Mini Sumo e Combate. O evento reuniu mais de 600 participantes e cerca de 400 robôs.
Os robôs Zé Pequeno, da categoria Mini Sumo, e B1, da categoria Combate, foram os responsáveis pelos troféus conquistados, demonstrando o alto nível de desempenho e engenharia da equipe. O Zé Pequeno, inclusive, já havia se destacado internacionalmente ao conquistar o título de campeão mundial no Torneio de Sumô Robô do Japão, em dezembro do ano passado.
De acordo com Ryan Sales, co-capitão da equipe, o resultado na RoboChallenge reforça a tradição da MinervaBots em desenvolver robôs de alto desempenho. “Hoje somos uma das maiores equipes de robótica competitiva do Brasil e temos o compromisso de representar a universidade com orgulho, além de mostrar, na prática, as habilidades que desenvolvemos e que são essenciais para o mercado de Engenharia”, disse Ryan.
Micaela Luz, também co-capitã, destaca a trajetória e o comprometimento da equipe ao longo dos anos. “São mais de 10 anos de história e mais de 200 pessoas envolvidas nesse projeto que hoje representa, com orgulho, a UFRJ e o Brasil em diversas competições. Sempre reforçamos que o troféu é consequência da nossa dedicação e do aprendizado que tivemos ao longo do processo”, avaliou.