A Universidade Federal do Rio de Janeiro voltou a se destacar no cenário acadêmico internacional ao figurar entre as 50 melhores do mundo em Engenharia de Petróleo no QS World University Rankings by Subject 2026. A área aparece na 48ª posição global, em um levantamento que avaliou mais de 21 mil programas de estudo em cerca de 1.900 instituições de mais de 100 países. O resultado reforça a relevância da universidade em um campo estratégico para a economia brasileira, especialmente para o estado do Rio de Janeiro, evidenciando a excelência integrada entre a graduação da Escola Politécnica e a pós-graduação da Coppe/UFRJ.
Para o coordenador do curso de graduação em Engenharia de Petróleo da Politécnica-UFRJ, Rafael Charin, a conquista reflete o engajamento do curso com a indústria, a forte produção científica e a visibilidade alcançada por meio de iniciativas acadêmicas e profissionais. “Ficamos muito felizes com esse prêmio. É um curso de excelência, com forte integração com a indústria, presença em congressos e produção relevante de pesquisa. Esse resultado envolve não só a graduação, mas também a pós-graduação, especialmente a Coppe, que contribui de forma decisiva para consolidar a Engenharia de Petróleo da UFRJ como referência”, afirmou.
Sobre o curso de graduação de Engenharia de Petróleo da Politécnica-UFRJ
O curso de Engenharia de Petróleo da UFRJ surge como resultado da consolidação da experiência acumulada da UFRJ no setor de óleo e gás, atuando ativamente na formação de recursos humanos, no desenvolvimento de pesquisas e de novas tecnologias, assim como na transferência destas ao setor industrial.
Nesse contexto, a Escola Politécnica, a Coppe e a Escola de Química, se uniram em 2001 para propor a criação do curso. Sua característica marcante, a multidisciplinaridade, favorece interações com diversas áreas como a geologia, geofísica, química, engenharia química, tecnologia offshore e controle e automação. A engenharia de petróleo pelo mundo está migrando para a Indústria 4.0 ou Quarta Revolução Industrial. Essa expressão engloba tecnologias para automação e troca de dados e utiliza conceitos de sistemas ciber-físicos, internet das coisas e computação em nuvem. O foco desta revolução industrial é a melhoria da eficiência e produtividade dos processos.
