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Em palestra na Escola Politécnica, Fernando Peregrino destaca importância da integração entre indústria e academia

Publicado em: 17/10/2024 Escola Politécnica da UFRJ
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O chefe de gabinete da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) e ex-diretor executivo da Fundação Coppetec/UFRJ, Fernando Peregrino, ministrou nesta quinta-feira (17) uma palestra sobre a nova indústria Brasil e a C&T brasileira, na Escola Politécnica da UFRJ. No evento, estavam presentes o diretor adjunto de Tecnologia e Inovação da Escola Politécnica, Fernando Castro Pinto, e o diretor adjunto de Tecnologia e Inovação da Coppe, Francisco Thiago Aragão. 

A apresentação abordou os desafios enfrentados pela indústria brasileira, como a reprimarização e privatizações, atenuando a importância do investimento em desenvolvimento tecnológico por meio da integração entre indústria e academia para a mitigação da nossa dependência econômica e científica. Na ocasião, Fernando Peregrino reforçou a importância do tema:

— Para mim, hoje foi muito importante ter vindo aqui falar sobre a nova indústria, porque é aqui que se formam as novas cabeças da Engenharia, que irão operar o novo sistema econômico. Na palestra eu trouxe dados sobre como países industrializados se beneficiam na renda per capita e produção tecnológica, no PIB, geração de empregos qualificados, entre outras informações. A FINEP tem R$ 41 bilhões para investir em projetos inovadores e está investindo. Sabemos que aqui está a gênese do novo conhecimento científico. 

Para Fernando Castro Pinto, a palestra foi uma ótima oportunidade de ganho de conhecimento para os alunos. “Tivemos hoje uma excelente oportunidade de trazer para os alunos do curso de Engenharia uma palestra excepcional do Fernando Peregrino, que é um conhecido de longa data da UFRJ. Com a palestra, ele  trouxe uma visão para os futuros engenheiros sobre a questão da desindustrialização nacional e os esforços feitos para que a gente consiga reverter esse quadro”, disse o diretor adjunto de Tecnologia e Inovação da Politécnica-UFRJ.

“De fato, a gente precisa trabalhar na reindustrialização do país, pois um país para ser forte, tem que ter uma indústria forte, com empreendedorismo e inovação”, reforçou o diretor adjunto de Tecnologia e Inovação da Coppe, Francisco Thiago Aragão.

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Alunos da Escola Politécnica conquistam o 1º lugar em Olimpíadas Internacionais de Segurança Financeira, na Rússia

Mateus Leite, graduando da Engenharia Naval e Oceânica, se destaca e vence em categoria individual. Outros três da Escola Politécnica são laureados.
Publicado em: 07/10/2024 Escola Politécnica da UFRJ
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Alunos da Escola Politécnica e do Instituto de Economia conquistaram o 1º lugar no Torneio de Graphus nas Olimpíadas Internacionais de Segurança Financeira, que aconteceu no dia 4 de outubro, na cidade de Sochi, Rússia. Juntos, eles executaram uma investigação criminal de rastreamento de valores relacionados à lavagem de dinheiro, apurando os responsáveis pelo ato de corrupção em menor tempo entre as 36 equipes participantes. A Escola Politécnica representou 70% da delegação brasileira e os alunos Henrique Andrade, Matheus Leite, Nathan Louback e João Llopis, da Engenharia Naval e Oceânica; Vinícius Costa, da Engenharia Nuclear; e Letícia Carneiro e Maria Eduarda, da Engenharia Ambiental, ainda se destacaram individualmente.

O objetivo da Olimpíada é mostrar as tendências modernas para os jovens talentosos na área de segurança financeira, bem como as direções de desenvolvimento da ciência e tecnologia nesse campo, proporcionando oportunidades para que os participantes determinem seu futuro. Os vencedores terão a oportunidade de estudar gratuitamente em uma das universidades russas.

Mateus Leite, vencedor da prova na categoria Economia, comentou sua participação: 

– Essa vitória representa muito para mim e para o Brasil. É a primeira vez que temos um vencedor, apesar de termos laureados nos anos anteriores, e não só isso, além de mim vencendo, nesta edição tivemos outros três laureados da Naval e Oceânica. Acredito que isso demonstra como os cursos de engenharia no Brasil desenvolvem mais do que apenas a profissão, mas o pensamento. A vitória é importante, pois eu sempre me envolvi em projetos de economia e política internacional. Tenho a satisfação de conquistar uma vitória numa competição que só de finalistas tínhamos cerca de 600 participantes.

Já o professor Fábio Krykhtine do Departamento de Engenharia Industrial da Escola Politécnica celebrou a conquista: 

– A Escola Politécnica tem se destacado nessas competições ao apresentar representantes com capacidade para lidar com avaliação, lógica, programação, gestão, liderança, gestão de conflitos e cooperação internacional. A prova de Graphus, em especial, está bastante conectada ao conjunto de conhecimentos exigidos de um engenheiro, demandando organização, concentração, raciocínio lógico e habilidades de relacionamento. Acreditamos que a forte formação de nossos alunos está correlacionada com os resultados que temos apresentado nos últimos anos, quando obtivemos bons resultados individuais.

De acordo com o professor, em abril de 2024, como forma de preparação, a Escola Politécnica sediou o Seminário Internacional de Segurança Financeira, que recebeu representantes internacionais e realizou palestras e workshops com a participação de mais de 120 alunos. Nesse mesmo período, a UFRJ ingressou na Rede Internacional de Segurança Financeira, tornando-se a primeira universidade brasileira a integrar esse seleto grupo.

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Escola Politécnica forma 126 engenheiros

Publicado em: 02/10/2024 Escola Politécnica da UFRJ
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Entre os dias 25 de setembro e 1 de outubro foram realizadas quatro sessões de colação de grau pela Escola Politécnica da UFRJ, totalizando a formatura de 126 novos engenheiros. Não faltou alegria e emoção às cerimônias presididas pela diretora Cláudia Morgado e pelo vice-diretor Edilberto Strauss, com a participação de diretores adjuntos, além do presidente do Transpetro, Sérgio Bacci – que foi escolhido patrono de algumas turmas.

Sérgio Bacci, presidente do Transpetro, durante cerimônia de formatura – Foto: Formando Sonhos

“Participei com muito orgulho das cerimônias de colação de grau dos alunos de Engenharia na UFRJ. Foram noites especiais de celebração de vitória para as engenheiras e engenheiros e de muita honra para mim. É também um ótimo momento para destacar a importância da educação pública no Ensino Superior. Não podemos abrir mão disso no Brasil”, destacou o presidente da Transpetro.

Em seus discursos, representando os formandos dos 13 cursos da Politécnica-UFRJ, os oradores assinalaram os desafios do árduo percurso rumo ao título de engenheiro, a determinação e resiliência que desenvolveram e a grande oportunidade de terem se formado na melhor faculdade de engenharia do país. Agradeceram os apoios recebidos dos familiares, professores e servidores e lembraram aos colegas da importância de atuarem como profissionais éticos, comprometidos com a ciência, com uma sociedade mais justa e solidária, e com o respeito pela diversidade – compromissos também ressaltados por diretores, paraninfos e homenageados. 

Entre os 126 formandos do período 2024.2 estavam: um engenheiro de Computação e Informação, 25 engenheiros Eletricistas, 16 engenheiros Eletrônicos e de Computação e cinco engenheiros de Controle e Automação, na cerimônia do dia 25/9; 12 engenheiros de Produção e 15 engenheiros Navais e Oceânicos, na cerimônia do dia 26/9; 23 engenheiros Mecânicos, quatro engenheiros de Materiais e três engenheiros Metalúrgicos, na cerimônia do dia 30/9; e 22 novos engenheiros Civis, na cerimônia do dia 1/10.

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Escola Politécnica celebra Dia das Secretárias e Secretários com palestra sobre planejamento financeiro

Publicado em: 30/09/2024 Escola Politécnica da UFRJ
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Em comemoração ao Dia das Secretárias e dos Secretários, a direção da Escola Politécnica da UFRJ promoveu a palestra “Planejando finanças: pensando na sua tranquilidade financeira”, ministrada por Felipe Loyola e Pedro Osorio, membros da UFRJ Consulting Club. O evento, que foi sucedido por um coffee break, aconteceu no dia 30 de setembro, no salão nobre da Decania do Centro de Tecnologia e reuniu cerca de 35 profissionais da instituição.

A diretora da Escola Politécnica, Cláudia Morgado, que conduziu a cerimônia, destacou a importância do trabalho feito pelos profissionais de secretariado:

– Eles são os pilares que garantem a organização e a eficiência dos nossos processos acadêmicos e administrativos. Com comprometimento conseguem superar desafios diários e contribuir para a formação de nossos alunos e para o fortalecimento da instituição. Agradecemos por toda dedicação e por serem uma peça fundamental da Escola Politécnica.

A diretora-adjunta de Desenvolvimento Humano da Escola Politécnica, Luciana Machado, organizadora do evento, falou sobre a palestra: 

– A intenção é seguir com a tradição de homenagear os secretários e as secretárias, e ao mesmo tempo trazer um tema tão relevante como é o caso da saúde financeira. Despertar no corpo técnico a importância e consciência do planejamento financeiro, pensando na tranquilidade de suas finanças.

Para Cristiane de Araújo Silva, funcionária locada no Núcleo de Pesquisas em Planejamento e Gestão (NPPG/UFRJ) há 14 anos, a valorização profissional é gratificante: “Me sinto muito orgulhosa de ter esse tempo de casa e contribuição.”

Servidora há 35 anos, Maria José Caetano do Amaral, locada no Departamento de Engenharia Industrial (DEI), comentou sobre a importância do Dia das Secretárias e Secretários: 

– A secretária é a porta de entrada de um departamento de um curso, sendo ela a responsável por direcionar os alunos e docentes na solução dos seus problemas. Acho importante as pessoas valorizarem esse trabalho.

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Professores da Politécnica-UFRJ desenvolvem projeto de plataforma offshore para a produção de água e alimentos

Iniciativa conta com parceria de universidades da China e da Índia e buscará dar uma resposta ao cenário desafiador causado pelas mudanças climáticas
Publicado em: 27/09/2024 Escola Politécnica da UFRJ
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Desenvolver um conceito de plataforma offshore multipropósito para a produção de água (via dessalinização de água do mar) e alimentos (por meio de aquicultura), a partir de energia renovável oceânica regional, para comunidades costeiras no Brasil, China e Índia. É o que propõe um projeto elaborado pelos professores do Departamento de Engenharia Naval e Oceânica da Escola Politécnica da UFRJ Claudio Rodríguez e Paulo de Tarso, em conjunto com pesquisadores de universidades da China e da Índia, selecionado no dia 4 de setembro para receber apoio da 6ª Chamada Internacional BRICS-STI. Foram destinados aos pesquisadores brasileiros, através do CNPq, um valor de R$ 446 mil, dos quais 250 mil são para custeio e o restante para bolsas, ao longo de três anos.

De acordo com o professor Claudio Rodriguez, o projeto “Estratégias de Resposta para sistema água-energia-alimento de comunidades costeiras sob mudanças climáticas: Estudo de viabilidade de uma plataforma flutuante offshore multipropósito integrando dessalinização-energia oceânica-aquicultura” busca dar uma resposta sistemática e sustentável ao cenário desafiador causado pelas mudanças climáticas.

Prof. Claudio Rodriguez.

“As mudanças climáticas vêm impondo períodos de estiagem ou alagamentos cada vez mais frequentes, que dificultam a obtenção de alimentos e o acesso a água, principalmente das comunidades pobres e mais afastadas. Em países com litorais extensos como Brasil, China e Índia, muitas dessas comunidades estão localizadas ao longo da costa com recursos oceânicos potenciais, mas que permanecem inexplorados devido à carência de estudos ou projetos de viabilidade técnica ou à sua pouca atratividade comercial”, explicou o professor.

O trabalho será realizado em três etapas, sendo a primeira com foco na identificação de locais de interesse nos países envolvidos, para na sequência, avaliação o potencial energético das diferentes fontes de energias renovável oceânica (onda, vento ou solar) e determinação da mais adequada para cada local de operação. Já a segunda, o dispositivo de conversão de energia será especificado e a plataforma offshore será dimensionada junto com os sistemas de aquicultura e dessalinização, de acordo com os requerimentos e restrições de cada local. Nesta etapa, será feito o uso extensivo de ferramentas numéricas de simulação e otimização. Na terceira será realizada a prova de conceito experimental/validação da plataforma multipropósito em escala reduzida, nos laboratórios oceânicos disponibilizados pelas instituições participantes no projeto.

Para o professor Paulo de Tarso, o projeto representa uma oportunidade única de integração e complementação de conhecimentos nas áreas de energia renovável, engenharia naval e offshore e engenharia de processos (aquicultura, dessalinização).

Prof. Paulo de Tarso

“De fato, os grupos dos três países envolvidos apresentam fortalezas em áreas diversas entre si, precisando então interagir e se complementar para o sucesso do projeto. O grupo da UFRJ-Brasil tem grande experiência em projetos de pesquisa para o desenvolvimento de soluções tecnológicas inovadoras na área de plataformas flutuantes offshore, bem como em sistemas de extração de energia eólica e de ondas. Já o grupo da China têm forte atuação no desenvolvimento de sistemas para aquicultura e energia solar e o grupo da Índia reúne pesquisadores com grande experiência na análise e instalação de dispositivos de extração de energia das ondas, estudos de otimização e viabilidade tecno-econômica. Portanto, espera-se que ao final do projeto as linhas de pesquisa dos grupos envolvidos se diversifiquem e continuem se estendendo para futuros projetos de cooperação e desenvolvimento científico”, completou o professor.

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Engenharia de Petróleo da Politécnica-UFRJ se destaca com premiação na ROG.e 2024

Publicado em: 27/09/2024 Escola Politécnica da UFRJ
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Os alunos de Engenharia de Petróleo da Escola Politécnica da UFRJ, Livia Akemi Sato Calvaro, Rickson Marinato Sales Cordeiro e Juliana Magaton Melo conquistaram o prêmio de R$ 8 mil em competição acadêmica da ROG.e 2024 – um dos maiores eventos da indústria do petróleo, realizada no dia 26 de setembro. Com o projeto “Armazenamento de energia fotovoltaica e eólica sob sistema de sal fundido”, os estudantes apresentaram soluções sustentáveis para um sistema de produção que ainda recorre a fontes poluentes para atenderem à demanda durante os picos de consumo.

Para Lívia, aluna do oitavo período, cada vez mais fica evidente a urgência de armazenar a energia produzida em excesso pelo Brasil, permitindo sua utilização em momentos críticos e, assim, tornando a matriz energética mais limpa.

– O desenvolvimento de tecnologias de armazenamento de energia de longa duração é crucial para garantir o suprimento energético de baixo impacto ambiental. Dentre as tecnologias de armazenamento de energia térmica, o sal fundido apresenta-se como uma grande oportunidade. E foi isso que o nosso projeto propôs, com inovação, apresentar uma perspectiva para a indústria daqui pra frente.

Todos os projetos foram avaliados por uma banca, respeitando os seguintes critérios: coerência e clareza do empreendimento proposto, razoabilidade da proposta técnica, roadmap para desenvolvimento e implantação da solução, aderência e razoabilidade da relação empreendimento e eficácia da estratégia de descarbonização, pitch e domínio do conteúdo e razoabilidade da avaliação de viabilidade econômica.

A competição acadêmica ROG.e 2024 representa uma oportunidade para estudantes inovadores desenvolverem soluções para os desafios do mercado de energia. Os participantes tiveram acesso a conexões e mentorias com líderes do setor do IBP e de entidades parceiras. O objetivo foi trazer soluções impactantes, fomentar a inovação aberta e colaborativa e demonstrar o compromisso da indústria com investimentos em tecnologias e inovação.

O coordenador do curso de Engenharia de Petróleo da Politécnica-UFRJ, Rafael Charin, celebrou a conquista dos alunos:

– Fiquei muito feliz com esta premiação. O curso vem investindo em disciplinas eletivas de transição energética e digitalização, atualizando nossos estudantes. Profissionais com ampla expertise em energia serão essenciais para que nossa sociedade futura esteja mais próxima do carbono zero.

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PetroTeam da Politécnica-UFRJ é bicampeão do Petrobowl Championship

Formada por alunos da Escola Politécnica da UFRJ, a equipe venceu a Universidade da Indonésia na final pelo placar de 40 a 20
Publicado em: 24/09/2024 Escola Politécnica da UFRJ
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Estudantes do curso de Engenharia de Petróleo da Escola Politécnica da UFRJ conquistaram o 1º lugar no Petrobowl Championship 2024, disputado em Nova Orleans, nos Estados Unidos, no dia 23 de setembro. Juntos, eles formam a equipe PetroTeam, única representante brasileira a disputar esta edição do campeonato mundial – que reuniu 32 equipes de universidades de todos os continentes. Com a vitória, a equipe da Escola Politécnica chegou ao bicampeonato e garantiu também a premiação de 5 mil dólares.

Organizado pela Society of Petroleum Engineers (SPE), o Petrobowl funciona no estilo “quiz de conhecimento”. Em ritmo acelerado e dinâmico, equipes de diversas universidades são desafiadas a responderem com rapidez perguntas técnicas e não-técnicas, relacionadas à indústria de petróleo. A equipe que alcançar a melhor pontuação, vence a competição.

Formada pelos alunos Bruno de Almeida Leite (Capitão), Gilles Garcia Dias , Matheus Bernadaro Dutra, Karina Policarpo dos Santos e Yan Nascimento Furtado, a equipe da UFRJ enfrentou ao longo da competição universidades dos Estados Unidos e da Indonésia. Na final, disputada contra a Universidade da Indonésia, os alunos venceram pela pontuação de 40 a 20.

“A preparação desde sempre foi focada no Petrobowl. Apesar de participarmos de outras competições como o nacional e o regional, o Petrobowl é o nosso grande objetivo. Treinamos no mínimo uma vez na semana, presencialmente, aumentamos o ritmo quando estávamos perto da competição. Nos treinos simulamos as partidas da competição, com diversas questões que alimentamos de forma periódica pensando na competição. Além disso, treinamos de forma individual. Para ser membro de um time vencedor como o da UFRJ é preciso muita dedicação e talvez o mais importante, vontade de ganhar”, destacou o capitão da equipe.

O coordenador do curso de Engenharia de Petróleo da Escola Politécnica da UFRJ, Rafael Charin, parabenizou os alunos pela conquista:

– Estamos todos muito orgulhosos dos nossos estudantes que mantêm, ano após ano, uma dedicação incrível ao time. O título não é por acaso. Têm muito trabalho e muito talento envolvidos.

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Nova diretoria do Clube de Engenharia para triênio 2024/2027 toma posse

Publicado em: 10/09/2024 Escola Politécnica da UFRJ
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Ontem (9/9), a nova diretoria eleita para o triênio 2024-2027 do Clube de Engenharia tomou posse, em cerimônia realizada no auditório de sua sede social na presença de diversas autoridades, entre elas o reitor da UFRJ, Roberto Medronho; a diretora executiva de Exploração e Produção da Petrobras, Sylvia dos Anjos; o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante; o presidente do FINEP, Celso Pansera; a deputada federal Benedita da Silva; e o Almirante de Esquadra Júlio Soares de Moura Neto e o Contra-Almirante Eduardo Bacellar Leal Ferreira da Marinha do Brasil.

A presidência do Clube de Engenharia, que era exercida até recentemente por Márcio Ellery Girão Barroso, passa a ser ocupada por Francis Bogossian, que já presidiu a entidade durante dois mandatos, entre 2009 e 2015. Ele é líder da chapa Engenheiros Unidos do Brasil – vencedora da eleição com 76,04% dos votos. Junto com Bogossian, também foram empossados o primeiro vice-presidente Fernando Peregrino e a segunda vice-presidente, Olga Simbalista, além da Diretoria, Conselhos Fiscal e Diretor.

Francis Bogossian entre os vice-presidentes Olga Simbalista e Fernando Peregrino | Foto: Fernando Alvim

Entre os objetivos do novo presidente – que é ex-aluno e ex-professor da Escola Politécnica da UFRJ, está o trabalho em parceria com todos os sócios, incluindo os que fizeram parte da chapa opositora, que foi liderada pelo engenheiro Mathusalécio Padilha. “O que nós prometemos e vamos querer abraçar é a defesa da soberania nacional e a importância da engenharia na retomada do desenvolvimento da nação brasileira”, declarou Francis Bogossian.

A diretora da Escola Politécnica da UFRJ e também conselheira do Conselho Diretor do Clube de Engenharia, Cláudia Morgado, esteve presente na cerimônia e celebrou a escolha dos sócios e reforçou a necessidade de uma maior valorização dos engenheiros do país.

A diretora da Escola Politécnica da UFRJ, Cláudia Morgado, ao lado do novo presidente do Clube de Engenharia, Francis Bogossian | Foto: Fernando Alvim

– É importante a gestão do Clube de Engenharia estar sob a liderança do professor, engenheiro e empresário Francis Bogossian. Nosso país mais do que nunca precisa integrar o saber, a técnica e o empreendedorismo em prol do desenvolvimento social e inovação industrial, de maneira que nos posicione na vanguarda da economia mundial acorde com a grandeza do Brasil.

Já o professor do Departamento de Engenharia Elétrica da Escola Politécnica e também conselheiro do Conselho Diretor do Clube de Engenharia, Richard Stephan, comentou:

– Francis representa um exemplo para todos nós engenheiros. Identifica claramente os problemas vividos pelo Brasil, em especial, os oriundos da frágil produção industrial, mas não se deixa abater com as dificuldades, procurando sempre um caminho, uma solução. Trata-se de um empresário, sintonizado também com as necessidades acadêmicas. O Clube de Engenharia ganhará muito com o seu retorno como presidente.

Em seu discurso, o reitor da UFRJ, Roberto Medronho, destacou que a real industrialização não se faz sem a participação de engenheiros. “Estou aqui com muito orgulho representando também as nossas universidades, e eu acredito que não podemos prescindir desses colegas que possuem o conhecimento, o know-how, e são aqueles que operam e resolvem os problemas lá na ponta”, disse.

Professores da UFRJ, representantes da sociedade civil e de outras instituições também compareceram ao evento, entre eles: o diretor-adjunto de Planejamento, Finanças e Sistemas da Escola Politécnica (DAPLAN), Victor Esteves; o decano do Centro de Tecnologia da UFRJ Walter Issamu Suemitsu; o presidente da Associação dos Antigos Alunos da Politécnica e ex-presidente do Clube de Engenharia, Heloi José Fernandes Moreira; o professor da Escola Politécnica da UFRJ, Eduardo Qualharini; o gerente executivo de Exploração e Produção da Petrobras, Wagner Victer.

Ainda fazem parte da nova gestão do Clube de Engenharia os diretores Alberto Balassiano, Alexandre de Almeida, Luíza Araújo, Júlio Villas Boas, Luiz Carneiro, Miguel Sampaio, Pedro Henrique Monforte, Sérgio Niskier, Tatiana Ferreira e Victor Hugo Rodrigues. Para o Conselho Fiscal, foram eleitos: Arnaldo Muxfeldt, Guilherme Isidoro, Angèle Dutra, José Carlos Lacerda, Mario Stein e Gustavo Roque.

Francis Bogossian – Graduado em Engenharia Civil pela antiga Escola Nacional de Engenharia da Universidade do Brasil. Fez especialização em Mecânica dos Solos, das Rochas e Barragens na França, e estágio de aperfeiçoamento no LNEC em Portugal. Foi professor da Escola de Engenharia da UFRJ – atual Escola Politécnica da UFRJ – e da UVA, onde também foi diretor da Escola de Engenharia, Decano do Centro de Tecnologia e Pró-Reitor de Desenvolvimento.

Atualmente é presidente do Instituto Brasileiro de Estudos Políticos (IBEP). Foi presidente da Academia Nacional de Engenharia, do Clube de Engenharia, da Associação de Empresas de Engenharia do Rio de Janeiro (Aeerj) e do Crea-RJ; e vice-presidente Nacional da Associação Brasileira de Ensino de Engenharia (ABENGE). É também “Golden Fellow” da American Society for Civil Engineers e presidente do Conselho de Administração da Geomecânica, empresa que fundou em 1972.

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Professor da Politécnica participa de principal evento global dedicado ao avanço da ciência e tecnologia de proteção contra raios

Publicado em: 10/09/2024 Escola Politécnica da UFRJ
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O professor Antonio Carlos Siqueira de Lima do Departamento de Engenharia Elétrica da Escola Politécnica da UFRJ participou da 37ª Conferência Internacional sobre Proteção contra Raios (ICLP) – principal evento global dedicado ao avanço da ciência e tecnologia de proteção contra raios, que se encerrou no último dia 7. A ICLP 2024 aconteceu na cidade de Dresden, Alemanha, e reuniu os mais renomados especialistas do mundo na área para discutir as últimas descobertas de pesquisa e para aprender sobre novos desenvolvimentos em física de raios e tecnologia de proteção contra raios.

Os participantes tiveram a oportunidade de apresentar seus trabalhos de pesquisa, trocar ideias com colegas e fazer networking com profissionais da indústria. O professor da Escola Politécnica apresentou o trabalho “Impacto de imprecisão na definição da tensão de passo transitória devido às correntes impulsivas em malhas de aterramento”, realizado em conjunto com a Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ), que faz análise de cálculos de segurança de pessoas e equipamentos durante descargas atmosféricas em subestações de energia elétrica.

Os resultados obtidos mostram que há cenários e formulações menos rigorosas do ponto de vista físico e das expressões matemáticas simplificadas podem levar a erros importantes na avaliação transitória das tensões de toque e passo.

“Nessa edição, houve destaque ao uso de técnicas de inteligência artificial no que se refere à localização e identificação de eventos climáticos capazes de causar uma grande incidência de descargas em dada área. Houve, também, destaque na avaliação da incidência de descargas em geradores eólicos, e em particular, uma percepção que a instalação de grandes fazendas de geradores eólicos têm contribuído para um aumento na incidência e na intensidade de descargas na região onde essas fazendas são instaladas”, avaliou o professor.

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Escola Politécnica conquista medalha de ouro durante edição praia dos Jogos Universitários Brasileiros

Publicado em: 27/08/2024 Escola Politécnica da UFRJ
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O aluno Lucas Elbert do curso de Engenharia Eletrônica e Computação da Escola Politécnica da UFRJ e também atleta da Associação Atlética Acadêmica Escola Politécnica (AAAEP) conquistou no último dia 26 de agosto a medalha de ouro na categoria Vôlei de Praia, nos Jogos Universitários Brasileiros (JUBs). A competição aconteceu na Praia de Botafogo para cerca de dois mil estudantes-atletas de todo o país, distribuídos em 12 modalidades.

“Caímos no grupo mais difícil do campeonato, com duas duplas além da gente, com atletas que rodam o circuito nacional. Nas oitavas enfrentamos uma dupla que não joga profissionalmente, mas que nos exigiu bastante. A partir das quartas só enfrentamos atletas profissionais. Na final entramos como ‘zebra’, pois ainda sou atleta da base e disputo o qualifying do torneio adulto, mas conseguimos virar o jogo e nos consagrar campeões”, lembrou Lucas, que jogou ao lado do irmão mais velho, João Pedro Elbert, do curso de Economia da UFRJ.

A conquista veio após a vitória no tie break (parciais de 21/16, 20/17, 22/24 e 15/11) sobre o UNINASSAU-PE. “Foi muito importante, pois além de ser um título jogando ao lado do meu irmão – somos filhos de uma professora da UFRJ, garantiu à faculdade o primeiro título no vôlei de praia e nos dá a oportunidade de jogar o mundial da categoria”, celebrou o aluno, que cursa o sexto período.

A presidente da Atlética Acadêmica Escola Politécnica (AAAEP), Taciana Duarte, também comemorou o resultado:

– Além da impressionante conquista do Lucas, a AAAEP também se destacou em outras modalidades, como o Vôlei 4×4 (que caiu nas quartas para o campeão da modalidade UNIFOR-CE). Com esses resultados marcantes, a AAAEP reforça seu compromisso com o desenvolvimento esportivo, demonstrando que o talento e a dedicação de seus atletas transcendem as atividades acadêmicas e se destacam em competições de alto nível.